Doxa: Rev. Bras. Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023. e-ISSN: 2594-8385
DOI: https://doi.org/10.30715/doxa.v24iesp.1.18314 1
EDITORIAL: POÉTICAS CUIR
EDITORIAL: POÉTICAS CUIR
EDITORIAL: CUIR POETICS
José Anderson SANTOS CRUZ1
e-mail: anderson.cruz@unesp.br
Flávio Henrique Machado MOREIRA2
e-mail: flavio.machadomoreira@gmail.com
Alexander Vinicius LEITE DA SILVA3
e-mail: alexandervinicius.s@gmail.com
Como referenciar este artigo:
SANTOS CRUZ, J. A.; MOREIRA, F. H. M.; LEITE DA
SILVA, A. V. Editorial: Poéticas Cuir. Doxa: Rev. Bras.
Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023.
e-ISSN: 2594-8385. DOI:
https://doi.org/10.30715/doxa.v24iesp.1.18314
| Submetido em: 10/05/2023
| Publicado em: 01/08/2023
Editor:
Prof. Dr. Paulo Rennes Marçal Ribeiro
Editor Adjunto Executivo:
Prof. Dr. José Anderson Santos Cruz
Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas (PECEGE) (ESALQ/USP MBAs),
Piracicaba SP Brasil. Professor Assistente. Doutorado em Educação Escolar (UNESP). Editor Adjunto
Executivo (RPGE).
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos SP Brasil. Mestrado em Ciência Política.
Centro Universitário Sagrado Coração (UNISAGRADO), Bauru SP Brasil. Graduando em Letras Tradutor.
Editorial: Poéticas Cuir
Doxa: Rev. Bras. Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023. e-ISSN: 2594-8385
DOI: https://doi.org/10.30715/doxa.v24iesp.1.18314 2
Em sua trajetória a Revista DOXA, sempre reafirmando seu compromisso com a ciência
e com a qualidade do conteúdo a ser publicado, alcançou novos patamares, novas indexações
e, com isso, maior visibilidade para suas publicações e para os autores que colaboram com a
revista. Ao adotar a publicação contínua, a revista não apenas agiliza o processo de divulgação
de artigos, mas também oferece um espaço para a discussão dinâmica e interconectada de temas
atuais e altamente relevantes. Além disso, a publicação bilíngue permite superar barreiras
linguísticas e se adequar às demandas ágeis da sociedade digital. Esse cenário proporciona um
campo fértil para o compartilhamento de ideias e debates sobre questões relacionadas à
educação e à psicologia.
Nesta edição especial da Revista DOXA trazemos o Dossiê: Poéticas Cuir que aborda
uma temática crucial para a educação e a psicologia e promove um debate que tem ocorrido ao
longo de várias décadas, tornando-se ainda mais relevante no mundo atual. Especialmente em
um momento em que as vidas e experiências de pessoas que não se conformam com a
cisheteronormatividade compulsória são constantemente desafiadas e ameaçadas em várias
partes do mundo.
Em nossa sociedade como um todo, existe uma demanda por um conformismo com
regras impostas sob a justificativa de “valores” morais. No entanto, essas imposições acabam
por criar uma violência homogeneizadora, que remonta, ainda que de maneira velada, ao
movimento higienista do passado. Essa pressão exige que todos se adéquem a padrões
preestabelecidos e desqualifica tudo aquilo que é considerado diferente. Ao mesmo tempo,
uma tendência à individualização, separando populações inteiras de suas condições sócio-
históricas nas quais foram compelidas a se desenvolver e viver (COLOMBANI; MARTINS,
2017).
Assim, simultaneamente à demanda por uma docilização quase foucaultiana de todos os
corpos, também se negam as condições subjetivas nas quais esses corpos foram constituídos.
Tal negação dilui identidades e agrupamentos que não se “encaixam” no que é chamado de
“normal”, invalidando suas expressões e individualidades. Aqueles que não se conformam com
essas normas são deixados sem alternativas, e sua existência é rotulada como desviante, sendo
invisibilizados e sufocados por um processo tão ou mais violento nos dias atuais do que foi no
passado. Esse processo mobiliza mecanismos para controlar não apenas o corpo biológico, mas
também os comportamentos, a linguagem, a vestimenta, tudo filtrado, uniformizado e
universalizado através de um prisma heteronormativo (BLANCK, 2022).
José Anderson SANTOS CRUZ; Flávio Henrique Machado MOREIRA e Alexander Vinicius LEITE DA SILVA
Doxa: Rev. Bras. Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023. e-ISSN: 2594-8385
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Uma das experiências mais permeadas pela violência no Brasil é aquela que sofre com
a medicalização dos corpos e o binarismo entre gênero e sexo, imposta como uma pretensa
verdade científica que adquiriu caráter dogmático em uma realidade que distorce estudos e
ciência para seus próprios interesses e manutenção de um conforto estabelecido (status quo),
mesmo que esse conforto possa ser desconfortante. Agressividade e repulsa são dirigidas às
pessoas que não se conformam e tentam viver suas identidades sem se submeter a tal
dogmatismo dualista, sendo silenciadas até mesmo pela linguagem que permeia nossa
realidade, tornando-se um campo de opressão nessa “guerra” que a sociedade trava.
Esse caráter violento, tanto no Brasil como em diversas partes do planeta, é revitalizado
e renovado com facetas ainda mais cruéis e excludentes. Não mais ameaçando veladamente a
existência dessas pessoas, essas atitudes são anunciadas com fervor, negando a própria
existência da diferença, como pode ser observado no caso de leis recentes aprovadas nos
Estados Unidos (Revista Veja, 2023, online). Esse fenômeno não se limita ao exterior, pois o
Brasil também enfrenta um aumento dessa violência explícita nos últimos quatro anos, e é
incerto o tamanho da escalada que esses discursos veiculados por meio de palanques podem
alcançar em relação a esse fascismo genético.
Diante de tudo isso, torna-se ainda mais importante reafirmar a existência, a vida, a voz,
a arte e a poesia dessas pessoas, concedendo espaço também às manifestações que defendem
os direitos de todes, buscando negar a “ética colonial” que tanto as oprime. Nesse contexto, é
fundamental compreender que não existe:
uma relação necessária entre gênero e órgão. Ou seja, falo e mama, não
formam a base para a diferença sexual e a identidade não necessariamente
anda junta com as partes corporais [...] o corpo não forma a base sólida para a
identidade que levantou várias questões sobre relações entre identidade de
gênero e identidade subjetiva, estas são as questões que nortearam a terceira
vertente que teve inspirações das revisões pós-estruturalistas do sujeito e pela
teoria psicanalítica (MONTEIRO, 2018, p. 18).
Visando fomentar esse debate e destacar as vivências e resistências contra os dogmas
cisheteronormativos, apresentamos a arte, a poesia e o debate científico das vozes daqueles que
buscam compreender e fazer compreender que o direito à existência é universal. Buscamos
atravessar padrões linguísticos, imagéticos, brancos, coloniais, cisheteronormativos e sociais,
representando uma vivência e experiência multifacetada, plural e fluída que transcende
binarismos. Exemplo disso é a representação que abraça e ilustra esta edição, uma arte criada
por Saul Fonseca, um artista trans-homem de 31 anos, praticante do candomblé e filho de
Ogum.
Editorial: Poéticas Cuir
Doxa: Rev. Bras. Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023. e-ISSN: 2594-8385
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Assim como a arte nos leva a refletir sobre a existência, a resistência, a reinvenção e o
direito de existir autenticamente, convidamos a todes para a leitura deste Dossiê, que apresenta
estudos abordando uma ampla gama de temas relacionados à educação e à existência, retratando
vivências e superações de violências. Para iniciar essa reflexão, em conexão com a imagem,
compartilhamos as palavras do artista Saul Fonseca em seu poema “Cura e TRANSformação”:
Tudo desabou inúmeras vezes;
Infinitas e incansáveis;
Desmoronei quando me queria,
mas não me encontrava.
Pude me ver,
mas não me enxergava;
Refazer quem eu fui para me encontrar;
Esse foi o caminho para eu respirar.
Reconstruir.
Plantei e esperei o momento certo;
Mostrei-me ao mundo.
Pus para fora toda beleza que há em mim.
Quem sou.
Saul Fonseca
José Anderson SANTOS CRUZ; Flávio Henrique Machado MOREIRA e Alexander Vinicius LEITE DA SILVA
Doxa: Rev. Bras. Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023. e-ISSN: 2594-8385
DOI: https://doi.org/10.30715/doxa.v24iesp.1.18314 5
REFERÊNCIAS
BLANCK, M. Teoria Queer e Educação. Dissertação (Mestrado em Educação).
Universidade Regional de Blumenau, Centro de Ciências da Educação, Artes e Letras,
Blumenau, 2022.
COLOMBANI, F.; MARTINS, R. A. O movimento higienista como política pública: aspectos
históricos e atuais da medicalização escolar no Brasil. Revista on line de Política e Gestão
Educacional, Araraquara, v. 21, n. 1, p. 278-295, 2017. DOI:
10.22633/rpge.v21.n1.2017.9788. Disponível em:
https://periodicos.fclar.unesp.br/rpge/article/view/9788. Acesso em: 31 jul. 2023.
MONTEIRO, A. A. Homens que engravidam: um estudo etnográfico sobre parentalidades
trans e reprodução. 2018. 137 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia) Universidade
Federal da Bahia, Salvador, 2018.
REVISTA VEJA. Governador da Flórida expande lei anti-LGBT para todas as séries
escolares. 19 abr. 2023. Disponível em: https://veja.abril.com.br/mundo/governador-da-
florida-expande-lei-anti-lgbt-para-todas-as-series-escolares. Acesso em: 31 jul. 2023.
Processamento e editoração: Editora Ibero-Americana de Educação.
Revisão, formatação, normalização e tradução.
Doxa: Rev. Bras. Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023. e-ISSN: 2594-8385
DOI: https://doi.org/10.30715/doxa.v24iesp.1.18314 1
EDITORIAL: CUIR POETICS
EDITORIAL: POÉTICAS CUIR
EDITORIAL: POÉTICAS CUIR
José Anderson SANTOS CRUZ1
e-mail: anderson.cruz@unesp.br
Flávio Henrique Machado MOREIRA2
e-mail: flavio.machadomoreira@gmail.com
Alexander Vinicius LEITE DA SILVA3
e-mail: alexandervinicius.s@gmail.com
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SANTOS CRUZ, J. A.; MOREIRA, F. H. M.; LEITE DA
SILVA, A. V. Editorial: Cuir Poetics. Doxa: Rev. Bras.
Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023.
e-ISSN: 2594-8385. DOI:
https://doi.org/10.30715/doxa.v24iesp.1.18314
| Submitted: 10/05/2023
| Published: 01/08/2023
Editor:
Prof. Dr. Paulo Rennes Marçal Ribeiro
Executive Deputy Editor:
Prof. Dr. José Anderson Santos Cruz
Continuing Education Program in Economics and Business Management (PECEGE) (ESALQ/USP MBAs),
Piracicaba SP Brazil. Assistant professor. Doctorate in School Education (UNESP). Executive Deputy Editor
(RPGE).
Federal University of São Carlos (UFSCar), São Carlos SP Brazil. Master’s degree in Political Science.
University Center Sagrado Coração (UNISAGRADO), Bauru SP Brazil. Undergraduate in Languages
Translator.
Editorial: Cuir Poetics
Doxa: Rev. Bras. Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023. e-ISSN: 2594-8385
DOI: https://doi.org/10.30715/doxa.v24iesp.1.18314 2
In its trajectory, Revista DOXA, always reaffirming its commitment to science and the
quality of the content to be published, reached new heights, new indexes and, with that, greater
visibility for its publications and for the authors who collaborate with the journal. By adopting
continuous publication, the journal not only streamlines the process of publishing articles, but
also offers a space for dynamic and interconnected discussion of current and highly relevant
topics. Furthermore, the bilingual publication allows overcoming language barriers and
adapting to the agile demands of the digital society. This scenario provides a fertile field for
sharing ideas and debates on issues related to education and psychology.
In this special issue of Revista DOXA, we bring you the Dossier: Cuir Poetics, which
addresses a crucial theme for education and psychology and promotes a debate that has taken
place over several decades, becoming even more relevant in today's world. Especially at a time
when the lives and experiences of people who do not conform to compulsory
cisheteronormativity are constantly challenged and threatened in many parts of the world.
In our society, there is a demand for conformity with rules imposed under the
justification of moral “values”. However, these impositions end up creating a homogenizing
violence, which goes back, albeit in a veiled way, to the hygienist movement of the past. This
pressure requires everyone to adhere to pre-established standards and disqualifies everything
that is considered different. At the same time, there is a tendency towards individualization,
separating entire populations from the socio-historical conditions in which they were compelled
to develop and live (COLOMBANI; MARTINS, 2017).
Thus, simultaneously with the demand for an almost Foucauldian docility of all bodies,
the subjective conditions in which these bodies were constituted are also denied. Such denial
dilutes identities and groupings that do not “fit” what is called “normal”, invalidating their
expressions and individualities. Those who do not conform to these norms are left with no
alternatives, and their existence is labeled as deviant, being made invisible and suffocated by a
process that is as violent or more violent today than it was in the past. This process mobilizes
mechanisms to control not only the biological body, but also behavior, language, clothing,
everything filtered, standardized and universalized through a heteronormative prism
(BLANCK, 2022).
One of the experiences most permeated by violence in Brazil is the one that suffers from
the medicalization of bodies and the binarism between gender and sex, imposed as an alleged
scientific truth that acquired a dogmatic character in a reality that distorts studies and science
for its own interests and maintenance of an established comfort (status quo), even if this comfort
José Anderson SANTOS CRUZ; Flávio Henrique Machado MOREIRA and Alexander Vinicius LEITE DA SILVA
Doxa: Rev. Bras. Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023. e-ISSN: 2594-8385
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can be uncomfortable. Aggressiveness and disgust are directed at people who do not conform
and try to live their identities without submitting to such dualistic dogmatism, being silenced
even by the language that permeates our reality, which becomes a field of oppression in this
“war” that society wages.
This violent character, both in Brazil and in different parts of the planet, is revitalized
and renewed with even more cruel and excluding facets. No longer covertly threatening the
existence of these people, these attitudes are announced with fervor, denying the very existence
of difference, as can be seen in the case of recent laws passed in the United States (Revista
Veja, 2023, online). This phenomenon is not limited to abroad, as Brazil has also faced an
increase in this explicit violence in the last four years, and it is uncertain the size of the
escalation that these discourses conveyed through podiums can reach in relation to this genetic
fascism.
In the face of all this, it becomes even more important to reaffirm the existence, life,
voice, art and poetry of these people, also giving space to manifestations that defend the rights
of all, seeking to deny the “colonial ethics” that so much oppresses them. In this context, it is
essential to understand that there is no:
necessary relation between gender and organ. That is, phallus and mamma do
not form the basis for sexual difference and identity does not necessarily go
hand in hand with body parts [...] the body does not form the solid basis for
identity which raised several questions about relations between identity of
gender and subjective identity, these are the questions that guided the third
strand that was inspired by post-structuralist revisions of the subject and by
psychoanalytic theory (MONTEIRO, 2018, p. 18, our translation).
Aiming to foster this debate and highlight the experiences and resistance against
cisheteronormative dogmas, we present the art, poetry and scientific debate of the voices of
those who seek to understand and make people understand that the right to existence is
universal. We seek to transverse linguistic, imagery, white, colonial, cisheteronormative and
social patterns, representing a multifaceted, plural and fluid experience that transcends binaries.
An example of this is the representation that embraces and illustrates this edition, an art created
by Saul Fonseca, a 31-year-old trans-man artist, practitioner of candomblé and son of Ogun.
Editorial: Cuir Poetics
Doxa: Rev. Bras. Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023. e-ISSN: 2594-8385
DOI: https://doi.org/10.30715/doxa.v24iesp.1.18314 4
Just as art leads us to reflect on existence, resistance, reinvention and the right to
authentically exist, we invite everyone to read this Dossier, which presents studies addressing
a wide range of topics related to education and existence, portraying experiences and
overcoming violence. To start this reflection, in connection with the image, we share the words
of the artist Saul Fonseca in his poem Cura e TRANSformação” (Healing and
TRANSformation):
Tudo desabou inúmeras vezes;
Infinitas e incansáveis;
Desmoronei quando me queria,
mas não me encontrava.
Pude me ver,
mas não me enxergava;
Refazer quem eu fui para me encontrar;
Esse foi o caminho para eu respirar.
Reconstruir.
Plantei e esperei o momento certo;
Mostrei-me ao mundo.
Pus para fora toda beleza que há em mim.
Quem sou.
Saul Fonseca
Everything came crashing down countless
times;
Endless and tireless;
I fell apart when I craved myself,
but was unable find me.
I could sight myself,
But I could not really see myself.
Redo who I was to find myself;
That was the way for me to breathe.
Rebuild.
I planted and waited for the right moment;
I showed myself to the world.
I put out all the beauty in me.
Who I am.
Saul Fonseca (our translation)
José Anderson SANTOS CRUZ; Flávio Henrique Machado MOREIRA and Alexander Vinicius LEITE DA SILVA
Doxa: Rev. Bras. Psico. e Educ., Araraquara, v. 24, n. esp. 1, e023016, 2023. e-ISSN: 2594-8385
DOI: https://doi.org/10.30715/doxa.v24iesp.1.18314 5
REFERENCES
BLANCK, M. Teoria Queer e Educação. Dissertação (Mestrado em Educação).
Universidade Regional de Blumenau, Centro de Ciências da Educação, Artes e Letras,
Blumenau, 2022.
COLOMBANI, F.; MARTINS, R. A. O movimento higienista como política pública: aspectos
históricos e atuais da medicalização escolar no Brasil. Revista on line de Política e Gestão
Educacional, Araraquara, v. 21, n. 1, p. 278-295, 2017. DOI:
10.22633/rpge.v21.n1.2017.9788. Available:
https://periodicos.fclar.unesp.br/rpge/article/view/9788. Access: 31 July 2023.
MONTEIRO, A. A. Homens que engravidam: um estudo etnográfico sobre parentalidades
trans e reprodução. 2018. 137 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia) Universidade
Federal da Bahia, Salvador, 2018.
REVISTA VEJA. Governador da Flórida expande lei anti-LGBT para todas as séries
escolares. 19 abr. 2023. Available: https://veja.abril.com.br/mundo/governador-da-florida-
expande-lei-anti-lgbt-para-todas-as-series-escolares. Access: 31 July. 2023.
Processing and editing: Editora Ibero-Americana de Educação.
Proofreading, formatting, normalization and translation.