O mapa conceitual como estratégia de aprendizagem e avaliação na formação continuada de professores de língua portuguesa e coordenadoras pedagógicas

Auteur/ices

DOI :

https://doi.org/10.29051/el.v10i00.19106

Mots-clés :

Formação de professores, Formação de coordenadores pedagógicos, Estratégia de aprendizagem, Avaliação formativa, Mapa conceitual

Résumé

Pensar em uma possibilidade de ensino que contemple a aprendizagem dos alunos, suscita a necessidade de busca por propostas inovadoras para a formação continuada de professores. Nesse sentido, defende-se a utilização do mapa conceitual como estratégia inovadora. Este estudo objetiva analisar as percepções de professores de língua portuguesa do 9º ano do Ensino Fundamental e de coordenadoras pedagógicas, quanto ao uso do mapa conceitual como estratégia de aprendizagem e de avaliação no processo de formação continuada. A metodologia empregada foi a abordagem qualitativa do tipo intervenção-ação. Realizou-se a pesquisa em seis colégios de uma rede educacional privada, com 14 docentes de língua portuguesa e 12 coordenadoras pedagógicas, na região do Sul do estado de Santa Catarina. Os instrumentos de coleta de dados utilizados foram grupo focal e diário de campo. Os resultados obtidos revelaram que a formação continuada propiciou mudanças significativas nas práticas dos participantes por meio do uso do mapa conceitual.

Téléchargements

Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.

Biographies des auteurs

  • Aletheia Priscilla Bim da Cruz, Centro Universitário Adventista de São Paulo

    Discente do Mestrado em Educação Profissional.

  • Betania Jacob Stange Lopes, Centro Universitário Adventista de São Paulo

    Docente do Mestrado em Educação Profissional. Doutorado em Educação Especial (UFSCAR).

  • Cristina Zukowsky-Tavares, Centro Universitário Adventista de São Paulo

    Docente do Mestrado em Educação Profissional.

Références

ANASTASIOU, L. G. C. Importância do ser professor: inclusão de novas metodologias para melhoria da qualidade de ensino. In: TANAKA, E. E. et al. Experiência inovadoras de metodologias ativas: Pasem/Mercosul. Londrina, Universidade Estadual de Londrina, 2017. Disponível em: http://www.uel.br/prograd/gepe/publicacoes/livro_gepe_experiencias_inovadoras.pdf. Acesso em: 15 jan. 2023.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo, SP: Edições 70, 2016.

BERBEL, N. A. N. As metodologias ativas e a promoção da autonomia de estudantes. Semina: Ciências Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, jan./jun. 2011. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/seminasoc/article/view/10326/10999 Acesso em: 15 maio 2023.

BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Portugal: Porto, 2014.

BORUCHOVITCH, E. Aprender a aprender: propostas de intervenção em estratégias de aprendizagem. Educação Temática Digital, [S. l.], v. 8, n. 2, p. 156-167, 2007. Disponível em http:// pdfs.semanticscholar.org/f14d/f543884ac8124dae116aac261ca43bdfb17b.pdf. Acesso em: 18 maio 2023.

COUTINHO, C. P.; SOUSA, A.; DIAS, A.; BESSA, F.; FERREIRA, M.J.R.C.; VIEIRA, S. R. Investigação-acção: metodologia preferencial nas práticas educativas. Revista Psicologia, Educação e Cultura, v. VIII, n. 2, p. 455-479, 2009. Disponível em: https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/10148. Acesso em: 30 abr. 2023.

ESPIRES, V.; COUSIN, A. O erro como estratégia didática na formação continuada do professor. In: CURITIBA. Cadernos PDE. Os desafios da escola pública paranaense na perspectiva do professor de produções didático-pedagógicas. Curitiba: Secretaria da Educação, 2014. v. 2, p. 1-28.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 49. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2014.

GADOTTI, M. Boniteza de um sonho: ensinar-e-aprender com sentido. 2. ed. São Paulo: Instituto Paulo Freire, 2011. E-book. Disponível em www.ebooksbrasil.org/adobeebook/boniteza.pdf. Acesso 08 setembro 2023.

GATTI, B. A. Grupo focal na pesquisa em Ciências Sociais e Humanas. Brasília, DF: Líber Livro, 2005.

HADJI, C. Avaliação desmistificada. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.

LIBÂNEO, J. C. O planejamento escolar. In: Didática. São Paulo: Cortez, 2013.

LOPES, B. J. S. O Mapa Conceitual como ferramenta avaliativa. 2007. Dissertação (Mestrado em Educação) – Centro de Educação, Comunicação e Artes, Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2007. Disponível em: www.uel.br/pos/ppedu/images/stories/downloads/dissertacoes/2007/2007%20-%20LOPES,%20Betania%20Jacob%20Stange.pdf. Acesso em: 22 jun. 2022.

LOPES, J. P.; SILVA, H.S. 50 técnicas de avaliação formativa. 2. ed. Lisboa, PT: Pactor, 2020.

MION, R. A.; SAITO, C. H. Investigação-ação: mudando o trabalho de formar professores. Ponta Grossa, PR: Gráfica Planeta, 2001.

MONEREO, C. La enseñanza estratégica: enseñar para la autonomía. In: MONEREO, C. Ser estratégico y autónomo aprendiendo. Barcelona: Graó, 2001. p. 11-27.

MOREIRA, M A. Mapas conceituais e diagramas V. Porto Alegre: Ed. do autor, 2006.

MOREIRA, M. A. Mapas conceituais e aprendizagem significativa. São Paulo: Centauro, 2010.

MOREIRA, M. A.; BUCHWEITZ, B. Novas estratégias de ensino e aprendizagem: os mapas conceptuais e o Vê epistemológico. Lisboa: Plátano, 1993.

MOURA, A. C. C.; PORTELA, A. D. S.; LIMA, A. M. A. de. Uma experiência de aprendizagem cooperativa no curso de Letras. Ensino em Perspectivas, Fortaleza, v. 1, n. 2, p. 1-12, 2020.

NETO, O. M.; SOSTER, T. S. (org.). Inovação acadêmica e aprendizagem ativa. 1. ed. Porto Alegre: Penso, 2017.

NOVAK, J. D. Aprender, criar e utilizar o conhecimento: Mapas conceptuais como ferramentas de facilitação nas escolas e empresas. Lisboa, Plátano, 1998.

NOVAK, J. D.; CAÑAS, A. J. A teoria subjacente aos mapas conceituais e como elaborá-los e usá-los. Práxis Educativa, Ponta Grossa, v. 5, n. 1, p. 9-29, 2010. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/praxeduc/v05n01/v05n01a02.pdf. Acesso em: 02 set. 2023.

ONTORIA, A. Mapas conceituais: uma técnica para aprender. São Paulo: Loyola, 2005.

PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens: entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed, 1999.

PLACCO, V. M. N.S.; ALMEIDA, L. R. O coordenador pedagógico e os desafios pós pandemia. São Paulo: Loyola, 2021. v. 16.

PLACCO, V. M. N. de S.; SOUZA, V. L. T. de; ALMEIDA, L. R. de. O coordenador pedagógico: aportes à proposição de políticas públicas. Cadernos de Pesquisa, [S. l.], v. 42, p. 754- 771, set./dez. 2012.

POZO, J. I. Estratégias de Aprendizagem. In: COLL, C; PALÁCIOS, J.; MARCHESI, A (org.). Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia da educação. Porto Alegre: Artmed, 1996.

SANTOS, E. Mídias e tecnologias: na educação presencial e a distância. Rio de Janeiro: LTC, 2016.

SENA, C. A. B. D.; SILVA, R. B. D. Metodologias inovadoras no contexto escolar. In: CONGRESSO NACIONAL DE PRÁTICAS EDUCATIVAS, 2017, Campina Grande. Anais [...]. Campina Grande, PB: Realize Editora, 2017. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/31570. Acesso em: 05 mar. 2023.

SOUZA, N. A.; BORUCHOVITCH, E. Mapas conceituais e avaliação formativa: tecendo aproximações . Educação E Pesquisa, São Paulo, v. 36, n. 3, p. 795-810, set. 2010. 10.1590/S1517-97022010000300010.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 17. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.

Publiée

28/05/2024

Comment citer

O mapa conceitual como estratégia de aprendizagem e avaliação na formação continuada de professores de língua portuguesa e coordenadoras pedagógicas. Revista EntreLinguas, v. 10, n. 00, p. e024004, 28 mai2024.