Requalificação urbana e dinâmica criminal

estudo de caso do programa Centro Vivo em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

Auteur/ices

DOI :

https://doi.org/10.52780/res.12899

Mots-clés :

Centro Vivo, Requalificação urbanística, Hotspots, Criminalidade

Résumé

Esse artigo estuda o processo de transformação da região hipercentral de Belo Horizonte-MG à luz das principais teorias sociológicas que interpretam o fenômeno criminal a partir de seus componentes ambientais, examinando a evolução da criminalidade nesse espaço, através da análise da dinâmica criminal de roubos consumados no Hipercentro entre 1998 e 2015, englobando uma série histórica de dados que compreende um período antes, durante e após a realização do maior e mais recente programa do poder público municipal de requalificação urbanística direcionado à região: o Centro Vivo. Os apontamentos gerados mostram que os hotspots de roubos não se distribuem de forma homogênea por todo o território hipercentral, mas se concentram em determinadas regiões, e que, após as intervenções urbanísticas do Centro Vivo, sofreram atenuação, sem dispersão ou migração da criminalidade.

Téléchargements

Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.

Biographies des auteurs

  • Nayara de Amorim Salgado, Universidade Federal de Minas Gerais – (UFMG), Belo Horizonte – MG – Brasil.

    Pesquisadora do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (CRISP). Doutoranda em Sociologia pela UFMG.

  • Braulio Figueiredo Alves da Silva, Universidade Federal de Minas Gerais – (UFMG), Belo Horizonte – MG – Brasil.

    Professor Adjunto do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Pesquisador do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (CRISP) e do Centro de Pesquisas Quantitativas em Ciências Sociais da UFMG.

Téléchargements

Publiée

22/09/2021

Comment citer

Requalificação urbana e dinâmica criminal: estudo de caso do programa Centro Vivo em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Estudos de Sociologia, v. 26, n. 51, 22 sept.2021.