SUBJETIVIDADE E EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS VIRTUAIS: A APRENDIZAGEM E O DESENVOLVIMENTO EM TEMPOS DE PANDEMIA


SUBJETIVIDAD Y EDUCACIÓN EN ESPACIOS VIRTUALES: APRENDIZAJE Y DESARROLLO EN TIEMPOS DE PANDEMIA


SUBJECTIVITY AND EDUCATION IN VIRTUAL SPACES: LEARNING AND DEVELOPMENT IN TIMES OF PANDEMIC


José Xavier RODOVALHO1 Vannúzia Leal de Andrade PERES2


RESUMO: Os espaços virtuais de aprendizagem na Educação Superior tornaram-se cada vez mais utilizados como metodologias norteadoras do ensino a distância no formato semipresencial, consolidando-se com a pandemia de Covid-19. Nesse sentido, o estudo objetivou analisar a subjetividade de acadêmicos na Educação Superior matriculados na modalidade semipresencial por meio dos espaços virtuais de aprendizagem durante a pandemia de Covid-19. Quanto à metodologia, trata-se de estudo exploratório de abordagem qualitativa, que envolveu narrativas permeadas por momentos conversacionais empíricos com quatro acadêmicos pertencentes a uma instituição de Educação a Distância situada no município de Santa Terezinha de Goiás-GO. Os resultados apontaram que os acadêmicos pertencentes aos cursos de graduação em Farmácia, Enfermagem, Engenharia Civil e Pedagogia geraram um conjunto de sentidos subjetivos motivacionais mediados pelas adaptações durante a pandemia de Covid-19. As considerações finais evidenciaram a necessidade de repensar subjetivamente as modalidades de Educação durante e após a pandemia.


PALAVRAS-CHAVE: Educação a distância. Satisfação pessoal. Covid-19.


RESUMEN: Los espacios virtuales de aprendizaje en la Educación Superior se han convertido cada vez más en metodologías rectoras de la enseñanza a distancia en formato semipresencial, consolidándose con la pandemia de Covid-19. En este sentido, el estudio tuvo como objetivo analizar la subjetividad de los académicos de la Educación Superior inscritos en la modalidad semipresencial a través de espacios virtuales de aprendizaje durante la pandemia del Covid-

19. En cuanto a la metodología, se trata de un estudio exploratorio de enfoque cualitativo, que involucró narrativas permeadas por momentos conversacionales empíricos con cuatro académicos pertenecientes a una institución de educación a distancia ubicada en el municipio de Santa Terezinha de Goiás-GO. Los resultados señalaron que los académicos pertenecientes a las carreras de Farmacia, Enfermería, Ingeniería Civil y Pedagogía generaron un conjunto de significados subjetivos motivacionales mediados por las adaptaciones durante la pandemia



1 Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Goiânia – GO – Brasil. Doutorando no Programa de Pós- Graduação em Psicologia e Gestor na Faculdade Dinâmica de Santa Terezinha de Goiás – GO. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0432-2571. E-mail: jxrodovalho@yahoo.com.br

2 Pontifícia Universidade Católica de Goiás – (PUC-GO), Goiânia – GO – Brasil. Professora Titular da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Pós-Doutorado em Educação (UnB). ORCID: https://orcid.org/0000- 000273230654. E-mail: vannuzia@terra.com.br




del Covid-19. Las consideraciones finales pusieron de manifiesto la necesidad de repensar subjetivamente las modalidades de educación durante y después de la pandemia.


PALABRAS CLAVE: Educación a distancia. Satisfacción personal. Covid-19.


ABSTRACT: Virtual learning spaces in Higher Education have become increasingly used as guiding methodologies for distance learning in the blended format, consolidating with the Covid-19 pandemic. In this sense, the study aimed to analyze the subjectivity of academics in Higher Education in the blended modality through virtual learning spaces of courses in blended format during the Covid-19 pandemic. As for the methodology, this is an exploratory study with a qualitative approach that involved narratives permeated by empirical conversational moments with four academics belonging to a Distance Education institution located in the city of Santa Terezinha de Goiás-GO. The results showed that academics belonging to undergraduate courses in Pharmacy, Nursing, Civil Engineering and Pedagogy generated a set of subjective motivational meanings mediated by adaptations during the Covid pandemic19. The final considerations highlighted the need to subjectively rethink the modalities of Education during and after the pandemic.


KEYWORDS: Distance education. Personal satisfaction. Covid-19.


Introdução


A compreensão histórico-cultural da subjetividade desenvolvida pelos inúmeros estudos de González Rey e seus colaboradores, baseados em investigações acerca de diversas temáticas, apontam o tema Educação como sendo considerado de maior relevância para produções subjetivas na área. Por sua vez, a Educação é compreendia como forma de adquirir não apenas o conhecimento, mas como prática social e herança cultural (ROSSATO; PERES, 2020).

Muitos estudos evidenciam importantes contribuições na maneira de pensar e problematizar as práticas de ensino e os processos de aprendizagem nas instituições educativas. Nesta perspectiva, a educação tem sido vista como um processo constituinte da formação humana por intermédio de um conjunto de práticas sociais, conhecimento e expressões. Sob esta ótica, atribui-se como referência fundamental que a educação se relaciona às ações sociais de integração e desenvolvimento subjetivo dos indivíduos, contemplando os processos de ensino e aprendizagem (GONÇALVES; MADEIRA-COELHO, 2021).

Neste sentido, a subjetividade individual representa os processos e formas de organização dos aprendizados e desenvolvimento de cada indivíduo social e historicamente situado, constituindo assim uma história única em suas relações pessoais e interpessoais. Assim, a partir dos relacionamentos sociais, das vivências, dos pensamentos e das emoções, os





indivíduos vão se integrando em um sistema complexo por intermédio de sentidos subjetivos (MITJÁNS; REY; PUENTES, 2013).

Neste contexto, infere-se que a subjetividade social é primordial para o estudo dos fenômenos educativos, pois não diminui o espaço social a agrupamentos de pessoas ou aos interesses de um coletivo, mas na representatividade de um sistema complexo de produções subjetivas que são permeadas por sentidos subjetivos de diversos dos discursos (IVANOV, 2021; PERES; MARTINS, 2012). Desse modo, o entendimento do conceito da subjetividade evidencia novos campos de interpretação de questões educacionais para os desafios sobre as formas de condução dos processos de ensino e aprendizagem (REY; MARTÍNEZ; GOULART, 2019).

A educação é um processo dinâmico que possui diversas formas de condução, de maneira contínua e distintas, como na Educação a Distância (EaD), onde o discente é o protagonista do/no seu processo de aprendizagem em espaços virtuais de aprendizagem, desenvolvendo capacidades de criar e buscar novas/outras habilidades que se adéquem melhor na sua realidade cotidiana. É importante ressaltar que a Educação a Distância ainda pode ser interpretada de maneira confusa e preconceituosa pela sociedade, ao diferenciar seus formatos e/ou modalidades (MUSSIO, 2020).

Em suma, Educação a Distância – EaD é modalidade educacional na qual alunos e professores estão separados, fisicamente ou temporalmente, fazendo-se necessária a utilização de meios e tecnologias digitais de informação e comunicação, como os espaços virtuais de aprendizagem (MARQUES; MARQUES, 2021). A Educação a Distância é composta por um arcabouço de formatos, como: semipresencial, remoto e híbrido. Em seu formato semipresencial é constituída por uma combinação de aulas presenciais e a distância (online), por meio do auxílio tecnológico dos ambientes virtuais de aprendizagem, criados pelas próprias instituições de educação e/ou por inúmeros programas de softwares, como os desenvolvidos pela Microsoft (ALVES; MARTINS; LEITE, 2021). Vale ressaltar que este artigo está direcionado para uma abordagem da Educação a Distância no formato semipresencial.

Para além dos saberes das modalidades de Educação no Ensino Superior, com a instalação da pandemia de Covid-19, esses formatos tiveram uma extensão “emergencial” não apenas para os espaços virtuais de aprendizagem da Educação a Distância, mas também para o Ensino Presencial por meio do formato híbrido ou ensino combinado, muito similar ao semipresencial, propondo um modelo de educação tanto no espaço físico da sala de aula quanto em plataformas digitais de ensino para dar sequência à aprendizagem e desenvolvimento dos alunos em tempos de pandemia (MARQUES; MARQUES, 2021).



Neste sentido, também foram implementadas aulas remotas emergenciais ou ensino remoto, fortalecendo as relações aluno-professor, para que os encontros online permitissem interações em tempo real, conforme ocorriam no modelo presencial anterior à pandemia, mantendo assim a rotina de sala de aula em um ambiente virtual acessado por cada aluno de diferentes localidades (ALVES; MARTINS; LEITE, 2021; MARQUES; MARQUES, 2021).

Dessa forma, as ações didático-pedagógicas foram influenciadas pelos formatos de Ensino a Distância mediada por tecnologias implementadas na forma de ambientes virtuais de aprendizagem – AVA, no qual procedimentos didáticos são construídos pela aproximação subjetiva da produção do conhecimento, na medida em que se conectam e constroem saberes coletivamente (ARRUDA; GOMES; ARRUDA, 2021).

Portanto, constata-se que as relações entre os formatos de Educação fazem com que os alunos envolvidos com o processo educativo revelem subjetivamente a expectativa alcançada nos processos de ensino e aprendizagem para o seu desenvolvimento, bem como indicam caminhos e possibilidades para repensar a educação em um contexto de pós-pandemia (ALVES; MARTINS; LEITE, 2021). Nesta direção, pesquisas sobre o futuro das práticas pedagógicas no país, reveladas por Mussio (2020) e Cabral (2020,) afirmam que a sociedade e o Ensino Superior não serão mais os mesmos após a pandemia da Covid-19.

A partir desta contextualização, objetivou-se neste estudo analisar a subjetividade de acadêmicos na Educação Superior na modalidade semipresencial por meio dos espaços virtuais de aprendizagem destes cursos durante a pandemia da Covid-19.


Procedimentos teórico-metodológicos


Nesta seção, apresenta-se o percurso metodológico adotado que resultou dentre outras ações, na escrita deste artigo. No que diz respeito à metodologia, optou-se pela pesquisa exploratória com abordagem qualitativa, organizada no formato de momento conversacional empírico presencial com os possíveis participantes. Assim, os sistemas conversacionais permitem ao pesquisador deslocar-se do lugar central das perguntas para integrar-se em uma dinâmica de conversação que toma diversas formas, responsáveis pela produção de informação que provoque a naturalidade e autenticidade dos participantes no ato de suas falas (REY; MARTÍNEZ; GOULART, 2019).

Inicialmente, no primeiro semestre de 2020, realizou-se uma divulgação da temática da pesquisa na plataforma de ambiente virtual da instituição para que os acadêmicos de diferentes cursos interessados pudessem manifestar-se por meio do e-mail do pesquisador.




Posteriormente, o projeto de pesquisa foi encaminhado para o Comitê de Ética em Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, sendo aprovado com o número CAAE 51265416.0.0000.0037. Após a aprovação, no segundo semestre de 2021, iniciou-se o agendamento presencial com quatro participantes que manifestaram interesse para dialogar sobre a temática e, assim, realizar a construção interpretativa subjetiva das falas baseada na Teoria da Subjetividade de González Rey. Como constructo teórico de sustentação deste estudo, em consonância com a teoria, a opção metodológica verteu-se para a Epistemologia Qualitativa, cunhada pelo mesmo autor. Assim, a construção das informações oriundas das falas de cada participante foi analisada por meio dos momentos conversacionais.

A subjetividade compõe um macro conceito que engloba a teoria histórico-cultural, possibilitando a necessidade de novas inteligibilidades relacionadas às produções simbólico- emocionais, ressaltando que não se refere a uma construção individual, mas de sistema complexo, produzido tanto no âmbito social quanto individual (GONZÁLEZ REY, 2013). Neste sentido, os momentos empíricos conversacionais foram gravados, com duração em média de uma hora com cada participante; posteriormente realizou-se as transcrições das falas, para que o pesquisador pudesse iniciar o processo de construção interpretativa subjetiva, permeada pela singularidade de cada participante.

Os encontros ocorreram em uma sala privativa da instituição de ensino, cedida pela direção acadêmica, para que os encontros individuais com cada acadêmico pudessem ocorrer de forma segura e sigilosa. A temática relacionada à subjetividade e educação em espaços virtuais, aprendizagem e desenvolvimento em tempos de pandemia, foi lançada com o início dos diálogos provocativos e instigantes do pesquisador, seguindo os critérios da metodologia adotada em relação ao tema para cada participante, que culminou nos resultados e discussões a serem apresentados na próxima seção

Seguindo o percurso metodológico, dentre os quatro participantes, cada um pertencia a um curso e/ou área distinta. Para preservar a ética de identificação destes participantes, denominamos nomes fictícios aos acadêmicos e os enumeramos dentro das áreas da graduação, sendo assim: 1- Maria Rita (Pedagogia), 2- Arlindo (Engenharia Civil), 3- Antônio (Farmácia) e 4- Filomena (Enfermagem). Vale ressaltar que os quatro participantes realizavam cursos de graduação na modalidade de Ensino a Distância no formato semipresencial, utilizando-se de ferramentas de ambientes virtuais de aprendizagem – AVA. Todos os acadêmicos participantes desta pesquisa assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.





Resultados e Discussões


Participante 1 – Maria Rita, Acadêmica do Segundo Semestre do Curso de Pedagogia, 49 anos, Servidora Municipal na Secretaria de Educação.


No momento empírico conversacional instigou-se a acadêmica a dialogar sobre o despertar pela opção de curso superior no formato semipresencial em tempos de pandemia, a partir do qual comentou: “essa modalidade descaracteriza o engessamento do estudo em salas de aula, tornando-se um marco histórico na sociedade para a execução de curso superior, realizando meu sonho em ser pedagoga”.

Neste contexto, pôde-se interpretar sentidos subjetivos de Maria Rita condicionados pelas emoções positivas (sonho), gerados pelo processo de ensino e aprendizagem como sendo uma unidade de produção simbólico-emocional, na qual Gonzáles Rey (2018) infere que o simbólico se torna emocional desde a sua formação, assim como a simbologia pode ser expressa nas emoções vivenciadas nos diferentes espaços sociais que participa e, por isso, são parte permanente da história de cada indivíduo. Corroborando, Goulart, Martinez e Rey (2019) afirmam que o impacto de novas formas de educação provoca mudanças na teoria, na metodologia e nas práticas educativas, considerando que as salas de aula não são as responsáveis diretas pelo processo de aprendizagem, e sim constituem partes das atividades geradoras de novos conhecimentos, por meios de diversos recursos tecnológicos que perpassam as paredes da sala de aula através da ampliação dos ambientes virtuais de aprendizagem. Em relação ao marco histórico na sociedade, ela reporta a esse tempo de pandemia de Covid-19, em que os ambientes virtuais de aprendizagem foram a alternativa encontrada para a continuidade do processo de ensino, por meio das aulas remotas.

Prosseguindo o diálogo, Maria Rita aborda: “não tenho dúvida que meu desenvolvimento e interesse no aprendizado por meio dos ambientes virtuais de aprendizagem alavancou meu interesse na busca constante de novos conhecimentos”. Remete-se a uma interpretação subjetiva de que nos diferentes espaços e momentos da vida social e familiar, Maria Rita está configurada no confronto de uma subjetividade harmônica social e familiar, cujos padrões de ação parecem ser de enfrentamento direto das situações. Possivelmente isso crie expectativas positivas de incentivo para conclusão do curso e desenvolvimento de suas atividades educativas. Para Gonçalves e Madeira-Coelho (2021), avaliar a educação significa acompanhar os movimentos constantes de autoavaliação, onde as práticas são pensadas a partir dos resultados de ações anteriores.




Quando instigada sobre a qualidade das tecnologias utilizadas nos ambientes virtuais de aprendizagem, Maria Rita menciona uma desvantagem do ensino semipresencial, mediada por algumas falhas tecnológicas de conexão de internet. “Na minha residência ou até mesmo no Polo de Apoio Presencial aqui na Faculdade, isso compromete o desenvolvimento das atividades acadêmicas e a devida atenção no conteúdo ministrado durante a aula por falhas técnicas”. Compreende-se que, para Maria Rita, o sentido subjetivo das tecnologias de aprendizagem gira em torno dos ambientes virtuais de aprendizagem, posicionando-se como uma ferramenta funcional importante para os estudantes, tutores e gestores, e para a manutenção da metodologia didática adotada no Ensino a Distância.

Corroborando, Mussio (2020) aborda a tecnologia como um canal de construção do conhecimento sustentado por tecnologias avançadas que permitam, de forma segura e efetiva, a troca de informações de alunos e professores para a fixação do aprendizado, não levando em consideração as distâncias físicas e temporais.


Participante 2: Arlindo, Acadêmico do Oitavo Período de Engenharia Civil, 42 anos. Atua em uma Serralheria própria.


No momento conversacional provocamos o diálogo sobre seu processo de ensino e aprendizagem e desenvolvimento acadêmico no ambiente virtual de aprendizagem, onde Arlindo pontuou: “sou acadêmico desde 2018 e, por mais que eu tenha ficado anos afastado dos estudos por muitos anos devido a minhas condições financeiras baixas, me sinto satisfeito e confortável com meu conhecimento e aprendizagem e por estar fazendo parte dessa elite que eu sempre quis estar”.

Compreende-se que no momento empírico, os indicadores de sentidos subjetivos relacionados à valorização e importância dos estudos para traçar novos horizontes, para Arlindo, independente dos anos nos quais esteve afastado dos estudos: a busca pelo conhecimento estava latente até surgir uma oportunidade de conciliar um curso superior com seus horários de trabalho na Construção Civil (Mestre de Obras).

Corroborando, Peres e Martins (2012) apontam que ao articularmos as emoções, os processos simbólicos e seus significados, compreendemos que a organização psicológica do sujeito envolve o “sentido subjetivo”. Nota-se que o sentido subjetivo não apareceu diretamente na expressão intencional de Arlindo, e sim, de forma indireta na informação identificada na narrativa. Neste sentido, compreendemos também quando Arlindo cita que o curso superior e a profissão de engenheiro civil no município onde ele reside o deixa satisfeito por participar da




“elite” que o curso superior representa, uma configuração subjetiva dominante, cujo núcleo

central é o fato de fazer parte de uma parcela mais seleta da sociedade.

Nesta direção, o estudo desenvolvido por Cabral (2020) deixou explícita a importância e a relevância de oportunidades na vida do ser humano, para que possa demonstrar suas potencialidades, talentos, habilidades e aptidões cognitivas, possibilitando contribuir com a conquista de sua autonomia e participação social, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem, no âmbito da Educação Superior. Compreendemos que o sentido subjetivo de ser Engenheiro Civil para Arlindo é uma emoção atual, gerada no seu processo singular de enfrentamento da vida e conquistas pessoais.

Nota-se que o indicador da subjetividade na fala foi a representação da subjetividade social, perpassando a condição pessoal no qual Arlindo vive. Para ele o curso superior é um marco de perspectivas futuras para adentrar em um universo social mais aceitável pela sociedade e, portanto, o processo de aprendizagem e vivências sociais oferecidas nos ambientes virtuais de aprendizagem podem influenciá-lo em suas escolhas e objetivos profissionais e pessoais futuros.

À luz da compreensão das falas supracitadas, Ivanov (2021) reforça que as características individuais atravessam o coletivo, passando por ambientes sociais, culturais, históricos, tal qual a subjetividade social e individual proporciona melhor entendimento sobre as singularidades das pessoas em seus processos de aprendizagem e desenvolvimento.

Avançando no momento empírico, Arlindo voltou-se para a questão das metodologias didáticas do estágio supervisionado (obrigatoriamente presenciais no Ensino a Distância em formato semipresencial), comentando a validade de aprendizado prévio teórico nos ambientes virtuais de aprendizagem, que enriquece o conhecimento para o levar a prática com maior segurança: “Fico orgulhoso vendo frutos do passado estudado vindo ao encontro”. Compreende-se o sentido subjetivo inferido na satisfação de Arlindo em sentir-se preparado teoricamente para enfrentar os obstáculos na atuação prática do estágio supervisionado na modalidade presencial. Notamos ainda que as aulas teóricas combinam atividades práticas fora dos ambientes virtuais, de modo a estimular a inovação, criatividade, reflexões e ações que desenvolvam habilidades críticas, sociais e de liderança em Arlindo. Validando nossa compreensão, Marques e Marques (2021), apontaram que os espaços teóricos e práticos proporcionam um desenvolvimento no campo de estágio baseado nas experiências e vivências, além do conhecimento adquirido por novos acontecimentos no estágio, proporcionando processos de ensino e aprendizagem com ênfase na experiência do mundo real.




Prosseguindo nosso diálogo, Arlindo abordou sobre os impactos provocados pela pandemia da Covid-19 na modalidade a distância, sobre os quais comentou: “não senti alterações ou surpresas, pois já estava acostumado com o processo da sistematização exigida no formato semipresencial antes mesmo da pandemia, por isso, sinto plena confiança na continuidade do curso para a conclusão”. Entende-se que o sentido subjetivo na fala de Arlindo direcionou-se em não se sentir prejudicado pelos modos virtuais remotos, estabelecidos na educação durante a pandemia para compor seu desenvolvimento acadêmico, uma vez que o Ensino a Distância já era uma forma de aprendizado rotineira e estabelecida anteriormente à pandemia mundial para execução do processo de ensino, aprendizagem e desenvolvimento.

Quando confrontados os relatos de Arlindo com a literatura, percebemos, segundo o estudo de Santos e Reis (2020), que as universidades de todo país tiveram grandes desafios durante a pausa do ensino presencial e semipresencial no que tange às aulas de laboratórios, práticas de ensino e estágios nas instituições devido à Covid-19. Além disto, destacam os autores sobre a falta de capacitação para uso de instrumentos digitais, tanto por parte dos educadores quanto pelos alunos, além do impacto para os discentes em vulnerabilidades socioeconômicas, que não possuíam/possuem acesso à internet e aparelhos eletrônicos diante no novo/outro cenário que ora se apresentava/apresenta.


Participante 3 – Antônio, Acadêmico do Quinto Semestre de Farmácia, 55 anos, atualmente é concursado no Banco.


No momento conversacional instigou-se Antônio a dialogar sobre sua trajetória acadêmica, nos revelando que possui 04 graduações (bacharel em Química, Químico, Contabilidade e Engenharia Civil), sendo 03 realizadas em ambientes virtuais de aprendizagem, Educação a Distância: Contabilidade, Engenharia Civil e Farmácia, o qual estava cursando. “Eu posso afirmar que realizei um sonho de infância em ter diploma de 03 cursos superiores concluídos praticamente dentro da minha casa”.

Neste sentido, compreende-se a singularidade subjetiva do momento conversacional com o Antônio. Ele percebe os espaços virtuais de aprendizagem como “condutor de seu sonho”, e não apenas como uma simples veiculação de informações instrucionais e institucionais. Notou-se também que para Antônio o ambiente virtual de aprendizagem é um processo pedagógico humano permeado por uma construção de conhecimento que exige não só maturidade mental, como organização, autonomia e autodisciplina para o processo de construção da aprendizagem e desenvolvimento para a conclusão de suas graduações.




Corroborando, Araújo, Oliveira e Rossato (2018) apontam que a singularidade emerge do sujeito, ou seja, aquele indivíduo capaz de gerar processos de subjetivação próprios, mesmo dentro de contextos normativos institucionalizados, sendo assim, um pressuposto epistemológico de caráter singular em que o sujeito é constituído subjetivamente na sua própria trajetória histórica das necessidades, que vão se desenvolvendo no percurso das experiências individuais e sociais. No passo que se constitui também constitui o outro, nos, pelos e com os processos de aprendizagem na Universidade e em outras instituições nas quais se inscreve, a família, os amigos, as mídias, o trabalho, dentre outras.

Buscou-se compreender a motivação empírica de Antônio em relação à quantidade de cursos superiores realizados por ele; Santos e Reis (2020), evidenciaram em seu estudo que a maioria dos estudantes que ingressam no Ensino Superior traz consigo uma expectativa positiva em relação a sua futura experiência acadêmica. E a discordância ou concordância entre estes sentimentos e pensamentos sobre o que a universidade efetivamente pode oferecer de conhecimento e desenvolvimento pessoal acaba gerando adaptações positivas ou negativas para que o acadêmico possa obter a satisfação e o sucesso acadêmico.

Adiante, instigou-se Antônio a dialogar sobre a ampliação dos ambientes virtuais de aprendizagem durante a pandemia da Covid-19. Nesse contexto, Antônio abre discussão para a importância da sua experiência prévia tecnológica no formato semipresencial para o desenvolvimento de suas atividades educacionais e trabalhistas no home office, entretanto, aponta a subjetividade social mediada pela importância de treinamentos para que todos possam ter domínio básico das ferramentas tecnológicas. Isso leva à compreensão de que a Educação a Distância, em seus diversos cenários de ambientes virtuais, encontra-se no caminho da evolução tecnológica, contudo, precisa ser pensada (compreendida) a partir de suas próprias características digitais e comunicacionais, sobre seus limites e formas de expressão da subjetividade social, no processo de ensino e aprendizagem.

Prosseguindo o momento conversacional, Antônio aborda sobre estar realizando sua terceira graduação na modalidade a distância no formato semipresencial, mediada por suas perspectivas futuras após aposentar-se no banco. “Vou abrir uma farmácia de manipulação aplicando os conhecimentos das graduações em Química, Farmácia e Contabilidade. Já com o curso de Engenharia Civil vou abrir uma construtora permeada pelos conhecimentos da contabilidade”. Pôde-se compreender que a forma como a subjetividade social se configura tem desdobramentos nos processos individuais do participante, e se expressa na necessidade de gerenciar seu tempo para produzir mais. Corroborando, Mitjáns, González e Puentes (2019) afirmam que o caráter singular do indivíduo é uma premissa da Teoria da Subjetividade:



estudiosos da área defendem que o sujeito tem capacidades geradoras de subjetivação, a reflexão e as decisões tomadas pelo sujeito singular legitimam seu pensamento e possibilitam que entre na dinâmica complexa da vida social.

Avançando, Antônio comenta sobre sua interação com os colegas da faculdade: “por estar mais apto para desenvolver minhas atividades em ambientes virtuais que os demais colegas da minha turma eu reconheço humildemente que tenho conhecimento sobre o caminho das pedras do Ensino a Distância”. Neste sentido, pôde-se compreender que Antônio produziu sentidos subjetivos em relação a essa experiência. A sua capacidade para avançar com os demais colegas expressa processos subjetivos sociais que não estão relacionados unicamente com o estudo, mas sentidos subjetivos diversos que são organizados em diferentes áreas da sua vida e que na convergência com outros sentidos subjetivos relacionados ao estudo possibilitam uma forma de ação mais favorável. Fundamentando os relatos de Antônio, os autores Santos e Reis (2020) ressaltam que a subjetividade individual mostra os processos de subjetivação, ou seja, o indivíduo, diante do mundo externo a si, pode agir e reagir conforme suas vivências e sua história de vida, a partir de sentidos subjetivos que são produzidos nas relações com o social e consigo mesmo, atravessado pela cultura que o circunda, sendo capaz de olhar a tudo e a todos de forma singular.


Participante 4 – Filomena, Acadêmica do Décimo Período de Enfermagem, 21 anos, atua na área administrativa de uma Instituição Acadêmica.


No momento empírico com Filomena, a participante confessou: “tive receio no início pela adaptação em ambientes virtuais de aprendizagem decorrente de preconceitos da sociedade em realizar um curso que cuida de vida sendo realizado a distância entre aspas, mas agradeço a oportunidade e o conhecimento que a modalidade a distância me permitiu ainda mais no processo da pandemia onde todos tiveram que recorrer a esse recurso para dar continuidade”.

Pode-se compreender que o sentido subjetivo vem do fato de os espaços virtuais de aprendizagem possam, antes da pandemia, não ter conseguido assegurar que Filomena realizasse um curso na área da Saúde. Talvez, mediada por reflexos de um espaço governamental e social que fragilizou a continuidade de projetos do Ministério da Educação, da memória administrativa pública brasileira e do preconceito em relação a um sistema pedagógico que se relaciona com a Educação a Distância. Ainda nesta direção, a subjetividade do contexto infere que a pandemia veio auxiliar na inclusão social da Educação Superior para ensinar não só posturas de promoção de saúde e cuidados sanitários, mas um novo sentido no




cenário do aprendizado, para que a modalidade a distância possa ser aceita de forma menos preconceituosa pela sociedade.

Mussio (2020) pontua que apesar dos ambientes virtuais de aprendizagem consistirem uma proposta de ampliação e de democratização da educação, essa modalidade de ensino e aprendizagem ainda passa por um período de aculturação. Ensinar e estudar a distância não são tarefas fáceis e ambos os atores diretamente implicados – professor e aluno – precisam passar por uma mudança cultural. Além disso, essa mudança atinge, também, das próprias instituições de ensino, que se mostram ainda hesitantes em migrar para um novo/outro tempo.

Prosseguindo, Filomena comentou sobre a efetividade da tecnologia com o uso do ambiente virtual de aprendizagem como instrumento para o aprimoramento do conhecimento na modalidade a distância.


É um ambiente que perpassa a relação de interação com meus colegas de turma e tutores. Ali eu tenho uma amplitude de atividades que facilitam meus estudos em todos os sentidos como, tutorial para utilização do ambiente virtual passo a passo quando me perco, biblioteca virtual, fontes de informações gerais do polo, boletim de notas, matrícula, boletos, negociações entre outros. Sem contar que as aulas ficam gravadas e eu posso assistir e rever quando tenho dificuldade o que o presencial não me permitiria.


Compreendeu-se aqui a construção da subjetividade social e individual que o ambiente virtual proporciona à Filomena em seu processo de desenvolvimento no universo de informações e facilitações obtidas. Assim, percebeu-se que nem todos os acadêmicos têm domínio em tecnologias, porém os tutoriais direcionam as ações para execução das atividades ofertadas nos ambientes virtuais de aprendizagem e no dinamismo na resolução de atividades administrativas que podem ser resolvidas de forma não presencial no ambiente virtual.

Para Marques e Marques (2021), as transformações no ensino e na aprendizagem impulsionadas pelas tecnologias educacionais geram tanto para o acadêmico quanto para a instituição fortes pressões para impulsionar novos ritmos e percepções, uma vez que emerge uma nova forma de aprendizagem fomentada pelos recursos digitais. Portanto, para além dos domínios das técnicas de ensino, as novas metodologias exigem maior capacidade crítica, reflexiva e competente frente aos planejamentos e execuções de Educação a Distância. Contudo, os domínios dos tutores referentes às tecnologias de informação e comunicação devem ser conscientes para que os objetivos no ato de transmitir o conhecimento sejam captados pelos alunos, levando-os a compreender que são partes efetivas na incorporação reflexiva da qualidade do ensino crítico oferecido, compreendendo que vem rompendo as estruturas do




ensino tradicional e ampliando novos/outros significados da concepção de ensino e aprendizagem (ALVES; MARTINS; LEITE, 2021).


Considerações finais


A Educação a Distância (EaD), em princípio, teve uma visão preconceituosa pela grande maioria da sociedade, decorrente do distanciamento físico entre professor-aluno e pela forma de ensino em ambientes virtuais de aprendizado. No entanto, na pandemia de Covid-19, em decorrência a suspensão das aulas na modalidade Presencial, promoveu a aceitação e a compreensão da coletividade na efetividade dos formatos oferecidos pela Educação a Distância, como: semipresencial, remoto emergencial e híbrido, fortalecendo a necessidade dos espaços virtuais de aprendizagem (AVA) devido às restrições sanitárias de distanciamento social impostas na pandemia.

Alcançando o objetivo proposto no presente estudo, notou-se que os sentidos subjetivos gerados pelos participantes permaneceram envoltos em afirmar que o ensino semipresencial, de modo geral, é responsável pela manutenção do desenvolvimento nos processos de ensino e aprendizagem de forma efetiva, e que a pandemia não teve impacto em relação ao uso das ferramentas nos ambientes virtuais de aprendizagem, por estarem familiarizados com o formato. Entretanto, relataram que a tecnologia (internet) não foi tão satisfatória para suportar a demanda emergencista gerada nas instituições e residências com o uso rotineiro dos meios virtuais.

As modalidades e/ou formatos educacionais compreenderam com a pandemia que tanto a modalidade presencial quanto a Distância necessitavam de uma reconstrução e planejamento por meios do alcance dos objetivos que antes eram engessados nas salas de aulas. Foi notório que a pandemia teve seu lado positivo de quebra de “tabu” da Educação a Distância por meio do ensino praticamente remoto emergencial com os ambientes virtuais de aprendizagem, conferências, programas de softwares. Sendo assim, infere-se subjetivamente nas falas que antes a Educação a Distância era considerado falta de opção para alguns alunos e, hoje, é uma opção de escolha.

Como sugestão para pesquisas futuras, deixamos explícita a necessidade para que haja um melhor entendimento do Ministério da Educação para compreender que os rumos da Educação precisam evoluir no contexto de regulamentação de normativas para colocar em validação as práticas e as experiências tecnológicas vivenciadas na pandemia.





Para tanto, é necessário que novos estudos empíricos subjetivos na Educação sejam elaborados nas universidades do país para contribuir com as investigações relacionadas ao desenvolvimento dos acadêmicos nos ambientes virtuais de aprendizagem durante e após à pandemia de Covid-19.


REFERÊNCIAS


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Como referenciar este artigo


RODOVALHO, J. X.; PERES, V. L. A. Subjetividade e educação em espaços virtuais: A aprendizagem e o desenvolvimento em tempos de pandemia. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 17, n. 1, p. 0021-0036, jan./mar. 2022. e-ISSN: 1982-

5587. DOI: https://doi.org/10.21723/riaee.v17i1.16617


Submetido em: 15/07/2021

Revisões requeridas em: 01/09/2021 Aprovado em: 15/10/2021 Publicado em: 02/01/2022




SUBJETIVIDAD Y EDUCACIÓN EN ESPACIOS VIRTUALES: APRENDIZAJE Y DESARROLLO EN TIEMPOS DE PANDEMIA


SUBJETIVIDADE E EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS VIRTUAIS: A APRENDIZAGEM E O DESENVOLVIMENTO EM TEMPOS DE PANDEMIA


SUBJECTIVITY AND EDUCATION IN VIRTUAL SPACES: LEARNING AND DEVELOPMENT IN TIMES OF PANDEMIC


José Xavier RODOVALHO1 Vannúzia Leal de Andrade PERES2


RESUMEN: Los espacios virtuales de aprendizaje en la Educación Superior se han convertido cada vez más en metodologías rectoras de la enseñanza a distancia en formato semipresencial, consolidándose con la pandemia de Covid-19. En este sentido, el estudio tuvo como objetivo analizar la subjetividad de los académicos de la Educación Superior inscritos en la modalidad semipresencial a través de espacios virtuales de aprendizaje durante la pandemia del Covid-19. En cuanto a la metodología, se trata de un estudio exploratorio de enfoque cualitativo, que involucró narrativas permeadas por momentos conversacionales empíricos con cuatro académicos pertenecientes a una institución de educación a distancia ubicada en el municipio de Santa Terezinha de Goiás-GO. Los resultados señalaron que los académicos pertenecientes a las carreras de Farmacia, Enfermería, Ingeniería Civil y Pedagogía generaron un conjunto de significados subjetivos motivacionales mediados por las adaptaciones durante la pandemia del Covid-19. Las consideraciones finales pusieron de manifiesto la necesidad de repensar subjetivamente las modalidades de educación durante y después de la pandemia.


PALABRAS CLAVE: Educación a distancia. Satisfacción personal. Covid-19.


RESUMO: Os espaços virtuais de aprendizagem na Educação Superior tornaram-se cada vez mais utilizados como metodologias norteadoras do ensino a distância no formato semipresencial, consolidando-se com a pandemia de Covid-19. Nesse sentido, o estudo objetivou analisar a subjetividade de acadêmicos na Educação Superior matriculados na modalidade semipresencial por meio dos espaços virtuais de aprendizagem durante a pandemia de Covid-19. Quanto à metodologia, trata-se de estudo exploratório de abordagem qualitativa, que envolveu narrativas permeadas por momentos conversacionais empíricos com quatro acadêmicos pertencentes a uma instituição de Educação a Distância situada no município de Santa Terezinha de Goiás-GO. Os resultados apontaram que os acadêmicos pertencentes aos cursos de graduação em Farmácia, Enfermagem, Engenharia Civil e Pedagogia geraram um conjunto de sentidos subjetivos motivacionais mediados pelas



1 Pontificia Universidad Católica de Goiás (PUC-GO), Goiânia – GO – Brasil. Doctorando en el Programa de Posgrado en Psicología y Gerente en el Colegio Dinámico de Santa Terezinha de Goiás - GO. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0432-2571. E-mail: jxrodovalho@yahoo.com.br

2 Pontificia Universidad Católica de Goiás (PUC-GO), Goiânia – GO – Brasil. Profesora Titular de la Pontificia Universidad Católica de Goiás (PUC-GO). Postdoctorado en Educación (UnB). ORCID: https://orcid.org/0000- 000273230654. E-mail: vannuzia@terra.com.br




adaptações durante a pandemia de Covid-19. As considerações finais evidenciaram a necessidade de repensar subjetivamente as modalidades de Educação durante e após a pandemia.


PALAVRAS-CHAVE: Educação a distância. Satisfação pessoal. Covid-19.


ABSTRACT: Virtual learning spaces in Higher Education have become increasingly used as guiding methodologies for distance learning in the blended format, consolidating with the Covid-19 pandemic. In this sense, the study aimed to analyze the subjectivity of academics in Higher Education in the blended modality through virtual learning spaces of courses in blended format during the Covid-19 pandemic. As for the methodology, this is an exploratory study with a qualitative approach that involved narratives permeated by empirical conversational moments with four academics belonging to a Distance Education institution located in the city of Santa Terezinha de Goiás-GO. The results showed that academics belonging to undergraduate courses in Pharmacy, Nursing, Civil Engineering and Pedagogy generated a set of subjective motivational meanings mediated by adaptations during the Covid pandemic19. The final considerations highlighted the need to subjectively rethink the modalities of Education during and after the pandemic.


KEYWORDS: Distance education. Personal satisfaction. Covid-19.


Introducción


La comprensión histórico-cultural de la subjetividad desarrollada por los numerosos estudios de González Rey y sus colaboradores, a partir de investigaciones sobre diversos temas, apuntan al tema Educación como considerado de mayor relevancia para las producciones subjetivas en el área. A su vez, la Educación se entiende como una forma de adquirir no solo conocimientos, sino como práctica social y patrimonio cultural (ROSSATO; PERES, 2020).

Muchos estudios muestran importantes aportes en la forma de pensar y problematizar las prácticas de enseñanza y los procesos de aprendizaje en las instituciones educativas. En esta perspectiva, la educación ha sido vista como un proceso constitutivo de la formación humana a través de un conjunto de prácticas, conocimientos y expresiones sociales. Desde esta perspectiva, se atribuye como referencia fundamental que la educación está relacionada con las acciones sociales de integración y desarrollo subjetivo de los individuos, contemplando los procesos de enseñanza y aprendizaje (GONÇALVES; MADERA-CONEJO, 2021).

En este sentido, la subjetividad individual representa los procesos y formas de organización del aprendizaje y desarrollo de cada individuo social e históricamente situado, constituyendo así una historia única en sus relaciones personales e interpersonales. Así, a partir de las relaciones sociales, experiencias, pensamientos y emociones, los individuos se integran




en un sistema complejo a través de los sentidos subjetivos (MITJÁNS; Rey, REY. PUENTES, 2013).

En este contexto, implicase que la subjetividad social es primordial para el estudio de los fenómenos educativos, porque no disminuye el espacio social a grupos de personas o a los intereses de un colectivo, sino en la representatividad de un complejo sistema de producciones subjetivas que están permeadas por significados subjetivos de varios discursos (IVANOV, 2021; PERES; MARTINS, 2012). Así, la comprensión del concepto de subjetividad evidencia nuevos campos de interpretación de las cuestiones educativas para los desafíos sobre las formas de conducir los procesos de enseñanza y aprendizaje (REY; Martínez, MARTÍNEZ, GOULART, 2019).

La educación es un proceso dinámico que tiene varias formas de conducción, de manera continua y distinta, como en la Educación a Distancia (Educación a Distancia), donde el estudiante es el protagonista de/en su proceso de aprendizaje en espacios virtuales de aprendizaje, desarrollando capacidades para crear y buscar nuevas/otras habilidades que se adapten mejor a su realidad cotidiana. Es importante destacar que la Educación a Distancia aún puede ser interpretada de manera confusa y prejuiciosa por la sociedad, diferenciando sus formatos y/o modalidades (MUSSIO, 2020).

En definitiva, la Educación a Distancia – EaD es una modalidad educativa en la que alumnos y profesores se encuentran separados, física o temporalmente, por lo que es necesario utilizar medios y tecnologías digitales de la información y la comunicación, como los espacios virtuales de aprendizaje (MARQUES; MARQUES, 2021). La Educación a Distancia se compone de un marco de formatos, tales como: semi-presencial, remoto e híbrido. En su formato semi-presencial consiste en una combinación de clases presenciales y a distancia (online), a través de la ayuda tecnológica de entornos virtuales de aprendizaje, creados por las propias instituciones educativas y/o por numerosos programas de software, como los desarrollados por Microsoft (ALVES; MARTINS; LECHE, 2021). Cabe destacar que este artículo está dirigido a un enfoque de educación a distancia en el formato semipresencial.

Además del conocimiento de las modalidades de Educación en Educación Superior, con la instalación de la pandemia del Covid-19, estos formatos tuvieron una extensión "de emergencia" no solo para los espacios virtuales de aprendizaje de educación a distancia, sino también para la Educación Presencial a través del formato híbrido o enseñanza combinada, muy similar al semi-presencial, proponiendo un modelo educativo tanto en el espacio físico del aula como en plataformas digitales de enseñanza para dar aprendizaje y desarrollo de los estudiantes en tiempos de pandemia (MARQUES; MARQUES, 2021).



En este sentido, también se implementaron clases de emergencia a distancia o docencia a distancia, fortaleciendo las relaciones alumno-docente, de manera que las reuniones en línea permitieran interacciones en tiempo real, como ocurría en el modelo presencial previo a la pandemia, manteniendo así la rutina del aula en un entorno virtual al que accedía cada alumno desde diferentes ubicaciones (ALVES; MARTINS; LEITE, 2021; MARQUES, EL MARQUÉS; MARQUES, 2021).

Así, las acciones didáctico-pedagógicas fueron influenciadas por formatos de aprendizaje a distancia mediados por tecnologías implementadas en forma de entornos virtuales de aprendizaje – AVA, en los que los procedimientos didácticos se construyen mediante la aproximación subjetiva de la producción de conocimiento, en la medida en que conectan y construyen conocimiento colectivamente (ARRUDA; GOMES, GOHETS ARRUDA, 2021).

Por lo tanto, se observa que las relaciones entre los formatos educativos hacen que los estudiantes involucrados con el proceso educativo revelen subjetivamente la expectativa alcanzada en los procesos de enseñanza y aprendizaje para su desarrollo, así como indiquen formas y posibilidades de repensar la educación en un contexto postpandemia (ALVES; MARTINS; LECHE, 2021). En esta dirección, las investigaciones sobre el futuro de las prácticas pedagógicas en el país, reveladas por Mussio (2020) y Cabral (2020), afirman que la sociedad y la educación superior ya no serán las mismas después de la pandemia de Covid-19.

A partir de esta contextualización, el objetivo de este estudio fue analizar la subjetividad de los académicos en Educación Superior en la modalidad semi-presencial a través de los espacios virtuales de aprendizaje de estos cursos durante la pandemia del Covid-19.


Procedimientos teórico-metodológicos


En esta sección, presentamos el camino metodológico adoptado que resultó entre otras acciones en la redacción de este artículo. Con respecto a la metodología, se optó por la investigación exploratoria con enfoque cualitativo, organizada en el formato de momento empírico de conversación en persona con los posibles participantes. Así, los sistemas conversacionales permiten al investigador moverse desde el lugar central de las preguntas para integrarse en una dinámica conversacional que toma diversas formas, responsable de la producción de información que provoca la naturalidad y autenticidad de los participantes en el acto de sus discursos (REY; Martínez, MARTÍNEZ, GOULART, 2019).




Inicialmente, en el primer semestre de 2020, el tema de investigación se diseccionó en la plataforma de entorno virtual de la institución para que los estudiantes de diferentes cursos interesados pudieran manifestarse a través del correo electrónico del investigador.

Posteriormente, el proyecto de investigación fue remitido al Comité de Ética en Investigación de la Pontificia Universidad Católica de Goiás, siendo aprobado con el número CAAE 51265416.0.0000.0037. Tras la aprobación, en el segundo semestre de 2021 se inició la programación presencial con cuatro participantes que manifestaron interés en dialogar sobre el tema y, así, realizar la construcción interpretativa subjetiva de los discursos a partir de la Teoría de la Subjetividad de González Rey. Como constructo teórico para apoyar este estudio, en línea con la teoría, se reveló la opción metodológica para la Epistemología Cualitativa, acuñada por el mismo autor. Así, se analizó la construcción de información derivada de las declaraciones de cada participante a través de momentos conversacionales.

La subjetividad compone un concepto macro que engloba la teoría histórico-cultural, posibilitando la necesidad de una nueva inteligibilidad relacionada con las producciones simbólico-emocionales, enfatizando que no se refiere a una construcción individual, sino a un sistema complejo, producido tanto en el ámbito social como en el individual (GONZÁLEZ REY, 2013). En este sentido, se registraron los momentos de conversación empírica, con una duración media de una hora con cada participante; posteriormente, se realizaron las transcripciones de las afirmaciones, para que el investigador pudiera iniciar el proceso de construcción interpretativa subjetiva, permeada por la singularidad de cada participante.

Las reuniones se llevaron a cabo en una sala privada de la institución educativa, proporcionada por la dirección académica, para que las reuniones individuales con cada académico pudieran llevarse a cabo de manera segura y confidencial. El tema relacionado con la subjetividad y la educación en espacios virtuales, el aprendizaje y el desarrollo en tiempos de pandemia, se puso en marcha con el inicio de los diálogos provocadores e instigadores del investigador, siguiendo los criterios de la metodología adoptada en relación con el tema para cada participante, que culminaron en los resultados y discusiones a presentar en la siguiente sección.

Siguiendo el camino metodológico, entre los cuatro participantes, cada uno pertenecía a un curso y/o área distinta. Para preservar la ética de identificación de estos participantes, llamamos nombres ficticios a los académicos y los enumeramos dentro de las áreas de pregrado, así: 1- Maria Rita (Pedagogía), 2- Arlindo (Ingeniería Civil), 3- Antônio (Farmacia) y 4- Filomena (Enfermería). Cabe destacar que los cuatro participantes realizaron cursos de pregrado en la modalidad de Educación a Distancia en el formato semi-presencial, utilizando



herramientas de entornos virtuales de aprendizaje - AVA. Todos los estudiantes que participan en esta investigación firmaron el Formulario de Consentimiento Libre e Informado.


Resultados y discusiones


Participante 1 – María Rita, Académica del Segundo Semestre del Curso de Pedagogía, 49 años, Servidora Municipal de la Secretaría de Educación.


En el momento conversacional empírico, se instó al académico a dialogar sobre el despertar por la opción de la educación superior en el formato semi-presencial en tiempos de pandemia, desde lo cual comentó: "esta modalidad caracteriza erróneamente el enlucido del estudio en las aulas, convirtiéndose en un hito histórico en la sociedad para la ejecución de la educación superior, cumpliendo mi sueño de ser pedagogo".

En este contexto, fue posible interpretar los significados subjetivos de María Rita condicionados por las emociones positivas (sueño), generadas por el proceso de enseñanza y aprendizaje como unidad de producción simbólico-emocional, en los que Gonzáles Rey (2018) infiere que lo simbólico se vuelve emocional desde su formación, al igual que la simbología puede expresarse en emociones. experimentados en los diferentes espacios sociales en los que participa y, por lo tanto, son parte permanente de la historia de cada individuo. Corroborando, Goulart, Martínez y Rey (2019) afirman que el impacto de las nuevas formas de educación provoca cambios en la teoría, metodología y prácticas educativas, considerando que las aulas no son directamente responsables del proceso de aprendizaje, sino que constituyen partes de actividades que generan nuevo conocimiento, a través de diversos recursos tecnológicos que impregnan las paredes del aula a través de la expansión de entornos virtuales de aprendizaje. Con relación al hito histórico en la sociedad, reporta a este tiempo de pandemia del Covid-19, en el que los entornos virtuales de aprendizaje fueron la alternativa encontrada para la continuidad del proceso de enseñanza, a través de clases a distancia.

Continuando con el diálogo, María Rita apunta: "No tengo ninguna duda de que mi desarrollo e interés por aprender a través de entornos virtuales de aprendizaje ha demostrado mi interés en la búsqueda constante de nuevos conocimientos". Se refiere a una interpretación subjetiva que, en los diferentes espacios y momentos de la vida social y familiar, María Rita se configura en la confrontación de una subjetividad armónica social y familiar, cuyos patrones de acción parecen ser la confrontación directa de situaciones. Posiblemente esto crea expectativas positivas de incentivo para la finalización del curso y el desarrollo de sus actividades educativas. Según Gonçalves y Madeira-Coelho (2021), evaluar la educación significa



monitorear los movimientos constantes de la autoevaluación, donde las prácticas se piensan a partir de los resultados de acciones anteriores.

Cuando se le instigó sobre la calidad de las tecnologías utilizadas en los entornos virtuales de aprendizaje, María Rita menciona una desventaja de la enseñanza semi-presencial, mediada por algunos fallos tecnológicos de la conexión a internet. "En mi residencia o incluso en el Centro de Apoyo Presencial aquí en la Facultad, esto compromete el desarrollo de las actividades académicas y la debida atención al contenido dado durante la clase debido a fallas técnicas". Se entiende que, para María Rita, el significado subjetivo de las tecnologías de aprendizaje gira en torno a los entornos virtuales de aprendizaje, posicionándose como una importante herramienta funcional para estudiantes, tutores y directivos, y para el mantenimiento de la metodología didáctica adoptada en la Educación a Distancia.

Corroborando, Mussio (2020) aborda la tecnología como un canal para la construcción de conocimiento apoyado en tecnologías avanzadas que permiten, de manera segura y efectiva, el intercambio de información de estudiantes y docentes para la fijación del aprendizaje, sin tener en cuenta las distancias físicas y temporales.


Participante 2: Arlindo, Académico del Octavo Período de Ingeniería Civil, 42 años. Opera en su propia cerrajería.


En el momento conversacional provocamos el diálogo sobre su proceso de enseñanza y aprendizaje y desarrollo académico en el entorno virtual de aprendizaje, donde Arlindo señaló: "Soy académico desde 2018 y, por mucho que haya estado alejado de los estudios durante muchos años debido a mis bajas condiciones financieras, me siento satisfecho y cómodo con mis conocimientos y aprendizajes y siendo parte de esta élite que siempre he querido ser".

Se entiende que, en el momento empírico, los indicadores de significados subjetivos relacionados con la valorización e importancia de los estudios para trazar nuevos horizontes, para Arlindo, independientemente de los años en los que estuvo alejado de los estudios: la búsqueda del conocimiento estuvo latente hasta la oportunidad de conciliar un curso superior con sus horarios de trabajo en Construcción Civil (Maestría en Obras).

Corroborando, Peres y Martins (2012) señalan que, al articular emociones, procesos simbólicos y sus significados, entendemos que la organización psicológica del sujeto implica el "sentido subjetivo". Se observa que el sentido subjetivo no apareció directamente en la expresión intencional de Arlindo, sino indirectamente en la información identificada en la narrativa. En este sentido, también entendemos cuando Arlindo menciona que la educación




superior y la profesión de ingeniero civil en el municipio donde reside lo deja satisfecho de participar en la "élite" que representa el curso superior, una configuración subjetiva dominante, cuyo núcleo central es el hecho de formar parte de una porción más selecta de la sociedad.

En esta dirección, el estudio desarrollado por Cabral (2020) explicitó la importancia y relevancia de las oportunidades en la vida del ser humano, para que pueda demostrar sus potencialidades, talentos, habilidades y habilidades cognitivas, posibilitando contribuir a la conquista de su autonomía y participación social, de acuerdo con sus características, intereses y necesidades de aprendizaje, en el ámbito de la Educación Superior. Entendemos que el significado subjetivo de ser Ingeniero Civil para Arlindo es una emoción actual, generada en su proceso único de afrontamiento de la vida y los logros personales.

Se observa que el indicador de subjetividad en el habla fue la representación de la subjetividad social, pasando por la condición personal en la que vive Arlindo. Para él el curso de educación superior es un hito de perspectivas de futuro para adentrarse en un universo social más aceptable por la sociedad y, por tanto, el proceso de aprendizaje y las experiencias sociales que ofrece en entornos virtuales de aprendizaje pueden influir en sus elecciones y objetivos profesionales y personales futuros.

A la luz de la comprensión de las afirmaciones antes mencionadas, Ivanov (2021) refuerza que las características individuales atraviesan lo colectivo, pasando por entornos sociales, culturales e históricos, como la subjetividad social e individual proporciona una mejor comprensión de las singularidades de las personas en sus procesos de aprendizaje y desarrollo. Avanzando en el momento empírico, Arlindo se volcó en la cuestión de las metodologías didácticas de las prácticas supervisadas (obligatoriamente presenciales en formato semi-presencial), comentando la validez del aprendizaje teórico previo en entornos virtuales de aprendizaje, que enriquece el conocimiento para llevar la práctica de forma más segura: "Me enorgullece vervenir a conocer frutos del pasado estudiado". Se entiende el significado subjetivo inferido en la satisfacción de Arlindo al sentirse teóricamente preparado para enfrentar los obstáculos en el desempeño práctico de las prácticas tuteladas en la modalidad presencial. También observamos que las clases teóricas combinan actividades prácticas fuera de los entornos virtuales, con el fin de estimular la innovación, la creatividad, las reflexiones y las acciones que desarrollan habilidades críticas, sociales y de liderazgo en Arlindo. Validando nuestra comprensión, Marques y Marques (2021) señalaron que los espacios teóricos y prácticos proporcionan un desarrollo en el campo de las pasantías basado en experiencias y existencias, además de los conocimientos adquiridos por los nuevos eventos en la pasantía,




proporcionando procesos de enseñanza y aprendizaje con énfasis en la experiencia del mundo real.

Continuando con nuestro diálogo, Arlindo abordó los impactos provocados por la pandemia del Covid-19 en la modalidad a distancia, sobre lo cual comentó: "No sentí ningún cambio ni sorpresas, porque ya estaba acostumbrado al proceso de sistematización requerido en el formato semi-presencial incluso antes de la pandemia, por lo que siento plena confianza en la continuidad del curso para su finalización". Se entiende que el significado subjetivo en el discurso de Arlindo estaba dirigido a no sentirse perjudicado por los modos virtuales remotos establecidos en la educación durante la pandemia para conformar su desarrollo académico, ya que el Aprendizaje a Distancia ya era una forma de aprendizaje rutinario y establecido antes de la pandemia mundial para la ejecución del proceso de enseñanza, aprendizaje y desarrollo.

Al enfrentar los informes de Arlindo con la literatura, notamos, según el estudio de Santos y Reis (2020), que las universidades de todo el país tuvieron grandes desafíos durante la pausa de la enseñanza presencial y semipresencial con respecto a las clases de laboratorio, las prácticas docentes y las pasantías en las instituciones debido al Covid-19. Además, los autores destacan la falta de capacitación para el uso de instrumentos digitales, tanto por parte de educadores como de estudiantes, además del impacto para los estudiantes en vulnerabilidades socioeconómicas, que no tenían/tenían acceso a Internet y dispositivos electrónicos en el nuevo/otro escenario que ahora se presentava/presenta.


Participante 3 – Antônio, Académico del Quinto Semestre de Farmacia, 55 años, está actualmente registrado en el Banco.


En el momento conversacional, Antônio fue instado a hablar sobre su trayectoria académica, revelándonos que tiene 04 títulos (licenciatura en Química, Químico, Contabilidad e Ingeniería Civil), 03 de los cuales se realizó en entornos virtuales de aprendizaje, Educación a Distancia: Contabilidad, Ingeniería Civil y Farmacia, a la que asistía. "Puedo decir que realicé un sueño de la infancia de tener un diploma de 03 cursos de educación superior completados prácticamente dentro de mi casa".

En este sentido, entendemos la singularidad subjetiva del momento conversacional con Antonio. Percibe los espacios virtuales de aprendizaje como el "motor de su sueño", y no solo como una simple difusión de información educativa e institucional. También se señaló que para Antônio el entorno virtual de aprendizaje es un proceso pedagógico humano permeado por una construcción de conocimiento que requiere no solo madurez mental, sino también organización,




autonomía y autodisciplina para el proceso de construcción de aprendizaje y desarrollo para la finalización de sus graduaciones. Corroborando, Araújo, Oliveira y Rossato (2018) señalan que la singularidad emerge del sujeto, es decir, ese individuo capaz de generar procesos propios de subjetivación, incluso dentro de contextos normativos institucionalizados, siendo así un supuesto epistemológico de carácter singular en el que el sujeto se constituye subjetivamente en su propia trayectoria histórica de necesidades, que se van desarrollando en el camino de las experiencias individuales y sociales. En el paso que se constituye también el otro, en el, por y con los procesos de aprendizaje en la Universidad y en otras instituciones en las que está matriculado, la familia, los amigos, los medios de comunicación, el trabajo, entre otros.

Buscamos comprender la motivación empírica de Antônio en relación con el número de cursos de educación superior que ha realizado; Santos y Reis (2020), mostraron en su estudio que la mayoría de los estudiantes que ingresan a la educación superior tienen una expectativa positiva con respecto a su futura experiencia académica. Y el desacuerdo o acuerdo entre estos sentimientos y pensamientos sobre lo que la universidad puede ofrecer efectivamente de conocimiento y desarrollo personal termina generando adaptaciones positivas o negativas para que el académico pueda obtener satisfacción y éxito académico.

Más tarde, se instó a Antônio a dialogar sobre la expansión de los entornos virtuales de aprendizaje durante la pandemia de Covid-19. En este contexto, Antônio abre discusión sobre la importancia de su experiencia tecnológica previa en el formato semi-presencial para el desarrollo de sus actividades educativas y laborales en el home office, sin embargo, señala la subjetividad social mediada por la importancia de la formación para que todos puedan tener un dominio básico de las herramientas tecnológicas. Esto lleva a entender que la Educación a Distancia, en sus diversos escenarios de entornos virtuales, se encuentra en el camino de la evolución tecnológica, sin embargo, necesita ser pensada (entendida) desde sus propias características digitales y comunicacionales, sobre sus límites y formas de expresión de la subjetividad social, en el proceso de enseñanza y aprendizaje.

Continuando con el momento conversacional, Antônio habla sobre la realización de su tercera graduación en la modalidad a distancia en el formato semi-presencial, mediado por sus perspectivas de futuro tras retirarse del banco. "Abriré una farmacia de compuestos aplicando los conocimientos de las graduaciones en Química, Farmacia y Contabilidad. Ya con el curso de Ingeniería Civil abriré una empresa constructora permeada por los conocimientos de contabilidad". Se pudo entender que la forma en que se configura la subjetividad social tiene consecuencias en los procesos individuales del participante, y se expresa en la necesidad de administrar su tiempo para producir más. Corroborando, Mitjáns, González y Puentes (2019)



afirman que el carácter singular del individuo es una premisa de la Teoría de la Subjetividad: los estudiosos del área argumentan que el sujeto tiene capacidades que generan subjetivación, reflexión y decisiones tomadas por el sujeto singular legitiman su pensamiento y le permiten entrar en las complejas dinámicas de la vida social.

En el futuro, Antônio comenta sobre su interacción con sus colegas universitarios: "debido a que soy más capaz de desarrollar mis actividades en entornos virtuales que los otros colegas de mi clase, reconozco humildemente que conozco el camino de las piedras de aprendizaje a distancia". En este sentido, fue posible entender que Antonio produjo significados subjetivos en relación con esta experiencia. Su capacidad para avanzar con otros colegas expresa procesos sociales subjetivos que no solo están relacionados con el estudio, sino diversos sentidos subjetivos que se organizan en diferentes áreas de sus vidas y que en convergencia con otros significados subjetivos relacionados con el estudio permiten una forma de acción más favorable. Con base en los informes de Antônio, los autores Santos y Reis (2020) señalan que la subjetividad individual muestra los procesos de subjetivación, es decir, el individuo, ante el mundo externo a sí mismo, puede actuar y reaccionar de acuerdo con sus experiencias y su historia de vida, a partir de significados subjetivos que se producen en las relaciones con lo social y consigo mismo, a través de la cultura que la rodea, pudiendo mirar a todo y a todos de una manera singular.


Participante 4 – Filomena, Académica del Décimo Período de Enfermería, 21 años, trabaja en el área administrativa de una Institución Académica.


En el momento empírico con Filomena, la participante confesó: "Tuve miedo al principio por la adaptación en entornos virtuales de aprendizaje resultante de prejuicios de la sociedad en realizar un curso que cuida la vida llevándose a cabo la distancia entre comillas, pero agradezco la oportunidad y el conocimiento que la modalidad a distancia me permitió aún más en el proceso de pandemia donde todos tuvieron que recurrir a este recurso para dar continuidad".

Se puede entender que el significado subjetivo proviene del hecho de que los espacios virtuales de aprendizaje pueden, antes de la pandemia, no ser capaces de garantizar que Filomena tomara un curso en el área de la salud. Quizás, mediada por reflexiones de un espacio gubernamental y social que debilitó la continuidad de proyectos del Ministerio de Educación, la memoria administrativa pública brasileña y prejuicios con relación a un sistema pedagógico que se relaciona con la Educación a Distancia. También en este sentido, la subjetividad del




contexto infiere que la pandemia ha ayudado en la inclusión social de la Educación Superior a enseñar no solo posturas de promoción de la salud y atención de la salud, sino un nuevo significado en el escenario de aprendizaje, para que la modalidad a distancia pueda ser aceptada de una manera menos prejuiciosa por la sociedad.

Mussio (2020) señala que, si bien los entornos virtuales de aprendizaje consisten en una propuesta de expansión y democratización de la educación, esta modalidad de enseñanza y aprendizaje aún atraviesa un período de aculturación. Enseñar y estudiar a distancia no son tareas fáciles y ambos actores directamente involucrados, profesor y alumno, necesitan experimentar un cambio cultural. Además, este cambio también afecta a las propias instituciones educativas, que aún dudan en migrar a un tiempo nuevo/otro.

Continuando, Filomena comentó sobre la efectividad de la tecnología con el uso del entorno virtual de aprendizaje como instrumento para la mejora del conocimiento en la modalidad a distancia.


Es un ambiente que impregna la relación de interacción con mis compañeros y tutores. Allí tengo una amplitud de actividades que facilitan mis estudios en todos los sentidos como, tutorial para usar el entorno virtual paso a paso cuando me pierdo, biblioteca virtual, fuentes de información general del polo, boletín, registro, boletas, negociaciones entre otros. Por no hablar de que las clases están grabadas y puedo ver y repasar cuando tengo dificultad lo que el cara a cara no me permitiría.


Se entiende aquí la construcción de subjetividad social e individual que el entorno virtual proporciona a Filomena en su proceso de desarrollo en el universo de la información y las facilidades obtenidas. Así, se notó que no todos los académicos tienen dominio en tecnologías, sino que las tutorías dirigen las acciones para realizar las actividades ofrecidas en entornos virtuales de aprendizaje y en el dinamismo en la resolución de actividades administrativas que se pueden resolver de manera no presencial en el entorno virtual.

Según Marques y Marques (2021), las transformaciones en la enseñanza y el aprendizaje impulsadas por las tecnologías educativas generan presiones tanto para el académico como para la institución para impulsar nuevos ritmos y percepciones, ya que surge una nueva forma de aprendizaje fomentada por los recursos digitales. Por lo tanto, además de los campos de las técnicas de enseñanza, las nuevas metodologías requieren una mayor capacidad crítica, reflexiva y competente frente a la planificación y ejecución de la educación a distancia. Sin embargo, los dominios de los tutores relacionados con las tecnologías de la información y la comunicación deben ser conscientes para que los objetivos en el acto de transmitir conocimientos sean captados por los estudiantes, llevándolos a comprender que son partes




efectivas en la incorporación reflexiva de la calidad de la enseñanza crítica ofrecida, entendiendo que ha ido rompiendo las estructuras de la enseñanza tradicional y ampliando nuevos/otros significados de la concepción de la enseñanza y el aprendizaje (ALVES; MARTINS; LECHE, 2021).


Consideraciones finales


La Educación a Distancia (EaD), en principio, tuvo una visión prejuiciosa por parte de la gran mayoría de la sociedad, resultante del distanciamiento físico entre profesor-alumno y la forma de enseñar en entornos virtuales de aprendizaje. Sin embargo, en la pandemia del Covid- 19, debido a la suspensión de clases en la modalidad Presencial, promovió la aceptación y comprensión de la colectividad en la efectividad de los formatos que ofrece la Educación a Distancia, tales como: semi-presencial, remoto de emergencia e híbrido, fortaleciendo la necesidad de espacios virtuales de aprendizaje (AVA) debido a las restricciones sanitarias de distanciamiento social impuestas en la pandemia.

Logrando el objetivo propuesto en el presente estudio, se observó que los significados subjetivos generados por los participantes se mantuvieron involucrados en afirmar que la enseñanza semi-presencial, en general, es responsable de mantener el desarrollo en los procesos de enseñanza y aprendizaje de manera efectiva, y que la pandemia no tuvo impacto en el uso de herramientas en entornos virtuales de aprendizaje, porque están familiarizados con el formato. Sin embargo, informaron que la tecnología (internet) no fue tan satisfactoria para soportar la demanda de emergencia generada en instituciones y residencias con el uso rutinario de medios virtuales.

Las modalidades y/o formatos educativos comprendían con la pandemia que tanto la modalidad presencial como la Distancia requerían una reconstrucción y planificación mediante la consecución de los objetivos que antes se planteaban en las aulas. Era notorio que la pandemia tenía su lado positivo de romper el "tabú" de la Educación a Distancia a través de la enseñanza de emergencia prácticamente remota con entornos virtuales de aprendizaje, conferencias, programas de software. Así, se infiere subjetivamente en los enunciados que antes la Educación a Distancia se consideraba una falta de opción para algunos estudiantes y, hoy en día, es una opción de elección.

Como sugerencia para futuras investigaciones, explicitamos la necesidad de una mejor comprensión del Ministerio de Educación para entender que las direcciones de la Educación





deben evolucionar en el contexto de la regulación regulatoria para poner en validación las prácticas y experiencias tecnológicas vividas en la pandemia.

Por ello, es necesario que se desarrollen nuevos estudios empíricos subjetivos en Educación en las universidades del país para contribuir a las investigaciones relacionadas con el desarrollo de académicos en entornos virtuales de aprendizaje durante y después de la pandemia del Covid-19.


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Cómo hacer referencia a este artículo


RODOVALHO, J. X.; PERES, V. L. A. Subjetividad y educación en espacios virtuales: Aprendizaje y desarrollo en tiempos de pandemia. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 17, n. 1, p. 0021-0036, enero/marzo 2022. e-ISSN: 1982-5587. DOI: https://doi.org/10.21723/riaee.v17i1.16617


Enviado en: 15/07/2021

Revisiones requeridas en: 01/09/2021

Aprobado en: 15/10/2021

Publicado en: 02/01/2022




SUBJECTIVITY AND EDUCATION IN VIRTUAL SPACES: LEARNING AND DEVELOPMENT IN TIMES OF PANDEMIC


SUBJETIVIDADE E EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS VIRTUAIS: A APRENDIZAGEM E O DESENVOLVIMENTO EM TEMPOS DE PANDEMIA


SUBJETIVIDAD Y EDUCACIÓN EN ESPACIOS VIRTUALES: APRENDIZAJE Y DESARROLLO EN TIEMPOS DE PANDEMIA


José Xavier RODOVALHO1 Vannúzia Leal de Andrade PERES2


ABSTRACT: Virtual learning spaces in Higher Education have become increasingly used as guiding methodologies for distance learning in the blended format, consolidating with the Covid-19 pandemic. In this sense, the study aimed to analyze the subjectivity of academics in Higher Education in the blended modality through virtual learning spaces of courses in blended format during the Covid-19 pandemic. As for the methodology, this is an exploratory study with a qualitative approach that involved narratives permeated by empirical conversational moments with four academics belonging to a Distance Education institution located in the city of Santa Terezinha de Goiás-GO. The results showed that academics belonging to undergraduate courses in Pharmacy, Nursing, Civil Engineering and Pedagogy generated a set of subjective motivational meanings mediated by adaptations during the Covid pandemic19. The final considerations highlighted the need to subjectively rethink the modalities of Education during and after the pandemic.


KEYWORDS: Distance education. Personal satisfaction. Covid-19.


RESUMO: Os espaços virtuais de aprendizagem na Educação Superior tornaram-se cada vez mais utilizados como metodologias norteadoras do ensino a distância no formato semipresencial, consolidando-se com a pandemia de Covid-19. Nesse sentido, o estudo objetivou analisar a subjetividade de acadêmicos na Educação Superior matriculados na modalidade semipresencial por meio dos espaços virtuais de aprendizagem durante a pandemia de Covid-19. Quanto à metodologia, trata-se de estudo exploratório de abordagem qualitativa, que envolveu narrativas permeadas por momentos conversacionais empíricos com quatro acadêmicos pertencentes a uma instituição de Educação a Distância situada no município de Santa Terezinha de Goiás-GO. Os resultados apontaram que os acadêmicos pertencentes aos cursos de graduação em Farmácia, Enfermagem, Engenharia Civil e Pedagogia geraram um conjunto de sentidos subjetivos motivacionais mediados pelas adaptações durante a pandemia de Covid-19. As considerações finais evidenciaram a



1 Pontifical Catholic University of Goiás (PUC-GO), Goiânia – GO – Brazil. Doctoral student in the Graduate Program in Psychology and Manager at the Dynamic College of Santa Terezinha de Goiás– GO. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0432-2571. E-mail: jxrodovalho@yahoo.com.br

2 Pontifical Catholic University of Goiás (PUC-GO), Goiânia – GO – Brazil. Professor at the Pontifical Catholic University of Goiás (PUC-GO). Post-Doctorate in Education (UnB). ORCID: https://orcid.org/0000- 000273230654. E-mail: vannuzia@terra.com.br




necessidade de repensar subjetivamente as modalidades de Educação durante e após a pandemia.


PALAVRAS-CHAVE: Educação a distância. Satisfação pessoal. Covid-19.


RESUMEN: Los espacios virtuales de aprendizaje en la Educación Superior se han convertido cada vez más en metodologías rectoras de la enseñanza a distancia en formato semipresencial, consolidándose con la pandemia de Covid-19. En este sentido, el estudio tuvo como objetivo analizar la subjetividad de los académicos de la Educación Superior inscritos en la modalidad semipresencial a través de espacios virtuales de aprendizaje durante la pandemia del Covid-

19. En cuanto a la metodología, se trata de un estudio exploratorio de enfoque cualitativo, que involucró narrativas permeadas por momentos conversacionales empíricos con cuatro académicos pertenecientes a una institución de educación a distancia ubicada en el municipio de Santa Terezinha de Goiás-GO. Los resultados señalaron que los académicos pertenecientes a las carreras de Farmacia, Enfermería, Ingeniería Civil y Pedagogía generaron un conjunto de significados subjetivos motivacionales mediados por las adaptaciones durante la pandemia del Covid-19. Las consideraciones finales pusieron de manifiesto la necesidad de repensar subjetivamente las modalidades de educación durante y después de la pandemia.


PALABRAS CLAVE: Educación a distancia. Satisfacción personal. Covid-19.


Introduction


The cultural-historical understanding of subjectivity developed by the numerous studies of González Rey and his collaborators, based on investigations about several themes, point the theme Education as being considered of greater relevance for subjective productions in the area. In turn, Education is understood as a way to acquire not only knowledge, but as a social practice and cultural heritage (ROSSATO; PERES, 2020)..

Many studies show important contributions in the way of thinking and problematizing teaching practices and learning processes in educational institutions. From this perspective, education has been seen as a constituent process of human formation through a set of social practices, knowledge, and expressions. From this perspective, it is attributed as a fundamental reference that education is related to social actions of integration and subjective development of individuals, contemplating the processes of teaching and learning (GONÇALVES; MADEIRA-COELHO, 2021).

In other words, individual subjectivity represents the processes and forms of organization of learning and development of each individual socially and historically situated, thus constituting a unique history in their personal and interpersonal relationships. Thus, from




social relationships, experiences, thoughts and emotions, individuals integrate themselves into a complex system through subjective meanings (MITJÁNS; REY; PUENTES, 2013).

In this context, it is inferred that social subjectivity is primordial to the study of educational phenomena, because it does not reduce the social space to groupings of people or the interests of a collective, but in the representativeness of a complex system of subjective productions that are permeated by subjective meanings of several of the discourses (IVANOV, 2021; PERES; MARTINS, 2012). In this way, the understanding of the concept of subjectivity highlights new fields of interpretation of educational issues for the challenges on the ways of conducting teaching and learning processes (REY; MARTÍNEZ; GOULART, 2019).

Education is a dynamic process that has several forms of conduction, in a continuous and distinct way, as in Distance Education (DE), where the learner is the protagonist of/in their learning process in virtual learning spaces, developing capabilities to create and seek new/other skills that fit better in their daily reality. It is important to emphasize that distance education can still be interpreted in a confusing and prejudiced way by society, when differentiating its formats and/or modalities (MUSSIO, 2020).

In short, Distance Education - DE is an educational modality in which students and teachers are separated, physically or temporally, requiring the use of digital means and technologies of information and communication, such as virtual learning spaces (MARQUES; MARQUES, 2021). Distance Education is composed of a set of formats, such as: distance, remote and hybrid. In its semi-attendance format it consists of a combination of face-to-face and distance (online) classes, through the technological aid of virtual learning environments, created by the educational institutions themselves and/or by countless software programs, such as those developed by Microsoft (ALVES; MARTINS; LEITE, 2021). It is worth mentioning that this article is directed to an approach of Distance Education in the semi-attendance format.

Beyond the knowledge of the modalities of Education in Higher Education, with the onset of the Covid-19 pandemic, these formats had an "emergency" extension not only to the virtual learning spaces of Distance Education, but also to Face-to-Face Education through the hybrid format or blended learning, very similar to semi-attendance, proposing an education model both in the physical space of the classroom and on digital teaching platforms to follow up on the learning and development of students in times of pandemic (MARQUES; MARQUES, 2021).

In this context, emergency remote classes or remote teaching were also implemented, strengthening student-teacher relationships, so that online meetings allowed real-time interactions, as occurred in the face-to-face model prior to the pandemic, thus maintaining the



classroom routine in a virtual environment accessed by each student from different locations (ALVES; MARTINS; LEITE, 2021; MARQUES; MARQUES, 2021).

In this way, didactic and pedagogical actions were influenced by distance learning formats mediated by technologies implemented in the form of virtual learning environments (VLE), in which didactic procedures are built by the subjective approach to knowledge production, as they connect and build knowledge collectively (ARRUDA; GOMES; ARRUDA, 2021).

Therefore, it is found that the relations between the formats of Education make the students involved with the educational process subjectively reveal the expectation achieved in the teaching and learning processes for their development, as well as indicate paths and possibilities to rethink education in a post-pandemic context (ALVES; MARTINS; LEITE, 2021). In this direction, research on the future of pedagogical practices in the country, revealed by Mussio (2020) and Cabral (2020,) state that society and Higher Education will no longer be the same after the Covid-19 pandemic.

Based on this contextualization, the objective of this study was to analyze the subjectivity of academics in Higher Education in the semi-attendance modality through the virtual learning spaces of these courses during the Covid-19 pandemic.


Theoretical and methodological procedures


In this section, we present the methodological path that resulted, among other actions, in the writing of this article. In terms of methodology, we opted for exploratory research with a qualitative approach, organized in the format of a face-to-face empirical conversational moment with potential participants. Thus, conversational systems allow the researcher to move from the central place of questions to integrate into a conversational dynamic that takes various forms, responsible for the production of information that provokes the naturalness and authenticity of the participants in the act of their speech (REY; MARTÍNEZ; GOULART, 2019).

Initially, in the first semester of 2020, the research theme was disclosed on the institution's virtual environment platform so that interested students from different courses could express themselves through the researcher's e-mail.

Subsequently, the research project was forwarded to the Research Ethics Committee of the Pontifical Catholic University of Goiás, being approved under CAAE number 51265416.0.0000.0037. After the approval, in the second semester of 2021, we started the face-




to-face scheduling with four participants who showed interest in talking about the theme and, thus, perform the subjective interpretive construction of the speeches based on González Rey's Subjectivity Theory. As a theoretical construct to support this study, in consonance with the theory, the methodological option turned to Qualitative Epistemology, coined by the same author. Thus, the construction of the information derived from the speeches of each participant was analyzed through conversational moments.

Subjectivity makes up a macro concept that encompasses the cultural-historical theory, enabling the need for new intelligibilities related to the symbolic-emotional productions, emphasizing that it does not refer to an individual construction, but a complex system, produced both in the social and individual spheres (GONZÁLEZ REY, 2013). In this context, the empirical conversational moments were recorded, with an average duration of one hour with each participant; later the transcriptions of the speeches were made, so that the researcher could begin the process of subjective interpretive construction, permeated by the uniqueness of each participant.

The meetings took place in a private room of the educational institution, provided by the academic direction, so that the individual meetings with each student could occur in a safe and confidential way. The theme related to subjectivity and education in virtual spaces, learning and development in times of pandemic, was launched with the beginning of the researcher's provocative and instigating dialogues, following the criteria of the methodology adopted in relation to the theme for each participant, which culminated in the results and discussions to be presented in the next section.

Following the methodological path, among the four participants, each one belonged to a different course and/or area. To preserve the ethical identification of these participants, we called the academics fictitious names and listed them within the undergraduate areas, thus: 1- Maria Rita (Pedagogy), 2- Arlindo (Civil Engineering), 3- Antônio (Pharmacy) and 4- Filomena (Nursing). It is worth mentioning that the four participants took undergraduate courses in the distance learning modality in the semi-attendance format, using virtual learning environments

- VLE. All the participating students signed the Informed Consent Form.





Results and Discussion


Participant 1 - Maria Rita, Second-semester Pedagogy student, 49 years old, Municipal employee at the Education Secretariat.


In the conversational empirical moment, the academic was instigated to talk about the awakening by the option of a higher education course in the semi-attendance format in times of pandemic, from which she commented: "this modality de-characterizes the plastering of the study in classrooms, becoming a milestone in society for the execution of a higher education course, fulfilling my dream of becoming an educator.

In this context, it was possible to interpret subjective meanings of Maria Rita conditioned by positive emotions (dream), generated by the teaching and learning process as being a unit of symbolic-emotional production, in which Gonzáles Rey (2018) infers that the symbolic becomes emotional from its formation, just as symbology can be expressed in the emotions experienced in the different social spaces that participates and, therefore, are a permanent part of the history of each individual. Corroborating, Goulart, Martinez and Rey (2019) state that the impact of new forms of education causes changes in theory, methodology and educational practices, considering that classrooms are not the ones directly responsible for the learning process, but rather constitute parts of the activities that generate new knowledge, by means of various technological resources that pervade the classroom walls through the expansion of virtual learning environments. Regarding the historical landmark in society, she reports to that time of the Covid-19 pandemic, in which virtual learning environments were the alternative found for the continuity of the teaching process, by means of remote classes.

Continuing the dialog, Maria Rita addresses: "I have no doubt that my development and interest in learning through virtual learning environments has leveraged my interest in the constant search for new knowledge". It refers to a subjective interpretation that in the different spaces and moments of social and family life, Maria Rita is configured in the confrontation of a harmonic social and family subjectivity, whose action patterns seem to be of direct confrontation of situations. Possibly this creates positive expectations of incentive to finish the course and develop her educational activities. For Gonçalves and Madeira-Coelho (2021), to evaluate education means to follow the constant movements of self-evaluation, where practices are thought from the results of previous actions.

When asked about the quality of the technologies used in virtual learning environments, Maria Rita mentions a disadvantage of semi-attendance teaching, mediated by some technological failures of internet connection. "In my residence or even in the Presential Support




Center here at the college, this compromises the development of academic activities and the due attention to the content taught during the class due to technical failures. It is understood that, for Maria Rita, the subjective meaning of learning technologies revolves around virtual learning environments, positioning themselves as an important functional tool for students, tutors and managers, and for the maintenance of the teaching methodology adopted in distance education.

In agreement, Mussio (2020) approaches technology as a knowledge construction channel supported by advanced technologies that allow, in a safe and effective way, the exchange of information between students and teachers to fix learning, regardless of physical and temporal distances.


Participant 2: Arlindo, 8th period Civil Engineering student, 42 years old. Works in his own locksmith shop.


In the conversational moment we provoked dialogue about his teaching and learning process and academic development in the virtual learning environment, where Arlindo pointed out, "I have been an academic since 2018 and as much as I have been away from studies for many years due to my low financial conditions, I feel satisfied and comfortable with my knowledge and learning and being part of this elite that I always wanted to be.

It is understood that in the empirical moment, the indicators of subjective meanings related to the appreciation and importance of studies to trace new horizons, for Arlindo, regardless of the years in which he was away from his studies: the search for knowledge was latent until an opportunity arose to reconcile a higher education course with his work schedule in Civil Construction (Master of Construction).

Corroborating, Peres and Martins (2012) point out that when articulating the emotions, the symbolic processes and their meanings, we understand that the psychological organization of the subject involves the "subjective meaning". Note that the subjective meaning did not appear directly in Arlindo's intentional expression, but rather, indirectly in the information identified in the narrative. In this sense, we also understand when Arlindo mentions that the higher education course and the profession of civil engineer in the municipality where he lives makes him satisfied for being part of the "elite" that the higher education course represents, a dominant subjective configuration, whose central core is the fact of being part of a more select portion of society.




In this direction, the study developed by Cabral (2020) made explicit the importance and relevance of opportunities in the life of the human being, so that he can demonstrate his potentialities, talents, skills and cognitive aptitudes, enabling him to contribute to the achievement of his autonomy and social participation, according to his characteristics, interests and learning needs, within the scope of Higher Education. We understand that the subjective meaning of being a Civil Engineer for Arlindo is a current emotion, generated in his unique process of facing life and personal achievements.

One can notice that the indicator of subjectivity in his speech was the representation of social subjectivity, permeating the personal condition in which Arlindo lives. For him, the higher education course is a framework of future perspectives to enter a social universe more acceptable by society and, therefore, the learning process and social experiences offered in virtual learning environments can influence him in his future professional and personal choices and goals.

In light of the understanding of the aforementioned speeches, Ivanov (2021) reinforces that individual characteristics cross the collective, passing through social, cultural, and historical environments, such that social and individual subjectivity provides a better understanding of the singularities of people in their learning and development processes.

Moving on in the empirical moment, Arlindo turned to the issue of didactic methodologies of the supervised internship (obligatorily presential in distance learning in a semi-presential format), commenting on the validity of prior theoretical learning in virtual learning environments, which enriches knowledge to take it to practice with greater assurance: "I am proud to see the fruits of the past studied coming togetherOne understands the subjective meaning inferred in Arlindo's satisfaction in feeling theoretically prepared to face the obstacles in the practical performance of the supervised internship in the face-to-face modality. We also noticed that the theoretical classes combine practical activities outside virtual environments, in order to stimulate innovation, creativity, reflection, and actions that develop critical, social, and leadership skills in Arlindo. Validating our understanding, Marques and Marques (2021), pointed out that the theoretical and practical spaces provide a development in the internship field based on experiences and experiences, in addition to the knowledge gained by new events in the internship, providing teaching and learning processes with an emphasis on real-world experience.

Continuing our dialogue, Arlindo talked about the impacts caused by the Covid-19 pandemic on the distance learning modality, about which he commented: "I did not feel any changes or surprises, because I was already used to the systematization process required in the



semi-attendance format even before the pandemic, so I feel full confidence in the continuity of the course to completion". It is understood that the subjective meaning in Arlindo's speech was directed to not feeling harmed by the remote virtual modes, established in education during the pandemic to compose his academic development, since distance learning was already a routine and established learning form prior to the global pandemic for the execution of the teaching, learning and development process.

When Arlindo's reports are compared with the literature, we realize, according to the study of Santos and Reis (2020), that universities across the country have experienced major challenges during the pause in face-to-face and semi-attendance teaching with regard to laboratory classes, teaching practices, and internships at institutions due to Covid-19. In addition, the authors emphasize the lack of training for the use of digital instruments, both by educators and students, in addition to the impact for students in socioeconomic vulnerabilities, who did not/do not have access to the Internet and electronic devices in the new/other scenario that now presented itself.


Participant 3 - Antonio, Fifth Semester Pharmacy Student, 55 years old, is currently a bank clerk.


In the conversational moment, Antônio was instigated to talk about his academic trajectory, revealing to us that he has 04 degrees (Bachelor in Chemistry, Chemist, Accountancy, and Civil Engineering), 03 of which were done in virtual learning environments, Distance Education: Accountancy, Civil Engineering, and Pharmacy, which he was taking. "I can say that I realized a childhood dream in having a diploma of 03 higher education courses completed practically inside my home".

In this regard, the subjective singularity of the conversational moment with Antônio is understood. He perceives the virtual learning spaces as a "conductor of his dream", and not just as a simple conveyance of instructional and institutional information. We also noticed that for Antônio the virtual learning environment is a human pedagogical process permeated by the construction of knowledge that requires not only mental maturity, but also organization, autonomy and self-discipline for the process of learning construction and development for the conclusion of his degrees. Corroborating, Araújo, Oliveira, and Rossato (2018) point out that the singularity emerges from the subject, i.e., that individual capable of generating their own processes of subjectivation, even within institutionalized normative contexts, thus, an epistemological assumption of singular character in which the subject is subjectively




constituted in its own historical trajectory of needs, which will develop in the course of individual and social experiences. While it is constituted, it also constitutes the other, in, by and with the learning processes at the University and in other institutions in which it is inscribed, such as family, friends, the media, and work, among others.

It was sought to understand the empirical motivation of Antonio in relation to the number of higher education courses taken by him; Santos and Reis (2020), evidenced in their study that most students who enter Higher Education bring with them a positive expectation in relation to their future academic experience. And the disagreement or agreement between these feelings and thoughts about what the university can effectively offer knowledge and personal development ends up generating positive or negative adaptations so that the academic can obtain satisfaction and academic success.

Next, Antônio was instigated to talk about the expansion of virtual learning environments during the Covid-19 pandemic. In this context, Antônio opens discussion about the importance of his previous technological experience in the semi-attendance format for the development of his educational and work activities in the home office, however, he points out the social subjectivity mediated by the importance of training so that everyone can have a basic command of the technological tools. This leads to the understanding that Distance Education, in its various scenarios of virtual environments, is on the path of technological evolution, however, it needs to be thought (understood) from its own digital and communicational characteristics, about its limits and forms of expression of social subjectivity, in the process of teaching and learning.

Continuing the conversational moment, Antonio talks about doing his third distance learning degree in the semi-attendance format, mediated by his future perspectives after retiring from the bank. "I'm going to open a compounding pharmacy, applying the knowledge gained from my degrees in Chemistry, Pharmacy and Accounting. Now, with the Civil Engineering course I'm going to open a construction company permeated by the knowledge of accounting. It could be understood that the way social subjectivity is configured has unfoldings in the individual processes of the participant, and is expressed in the need to manage their time to produce more. Corroborating, Mitjáns, González, and Puentes (2019) state that the singular character of the individual is a premise of the Theory of Subjectivity: scholars in the area argue that the subject has capacities that generate subjectivation, the reflection and decisions made by the singular subject legitimize their thinking and enable them to enter the complex dynamics of social life.




Moving forward, Antonio comments on his interaction with his classmates: "because I am better able to develop my activities in virtual environments than the rest of my classmates, I humbly acknowledge that I have knowledge about the path of the stones of distance learning.” In this sense, it could be understood that Antônio produced subjective meanings in relation to this experience. His ability to move forward with the other colleagues expresses social subjective processes that are not solely related to the study, but diverse subjective senses that are organized in different areas of his life and that in the convergence with other subjective senses related to the study enable a more favorable form of action. Supporting Antônio's reports, the authors Santos and Reis (2020) emphasize that individual subjectivity shows the processes of subjectivation, i.e., the individual, facing the world outside himself, can act and react according to his experiences and his life story, from subjective meanings that are produced in relations with the social and with himself, crossed by the surrounding culture, being able to look at everything and everyone in a unique way.


Participant 4 - Filomena, a 21 year old nursing student, works in the administrative area of an academic institution.


In the empirical moment with Filomena, the participant confessed: "I was afraid at first of adapting to virtual learning environments due to society's preconceptions about taking a course that takes care of life, being held at a distance, in quotes, but I appreciate the opportunity and the knowledge that distance learning allowed me, especially during the pandemic process, where everyone had to resort to this resource to continue.”

One can understand that the subjective meaning comes from the fact that virtual learning spaces may, before the pandemic, have failed to ensure that Filomena would take a course in Health. Perhaps, mediated by reflections of a governmental and social space that weakened the continuity of projects of the Ministry of Education, the Brazilian public administrative memory, and the prejudice towards a pedagogical system that relates to Distance Education. Still in this direction, the subjectivity of the context infers that the pandemic came to assist in the social inclusion of Higher Education to teach not only health promotion and health care postures, but a new meaning in the learning scenario, so that the distance modality can be accepted in a less prejudiced way by society.

Mussio (2020) points out that despite the fact that virtual learning environments are a proposal for the expansion and democratization of education, this type of teaching and learning is still undergoing a period of acculturation. Teaching and studying at a distance are not easy




tasks, and both the actors directly involved - teacher and student - need to undergo a cultural change. Moreover, this change also affects the educational institutions themselves, which are still hesitant to migrate to a new/other time.

Filomena then commented on the effectiveness of technology with the use of the virtual learning environment as a tool for improving knowledge in distance learning.


It is an environment that permeates the interaction relationship with my classmates and tutors. There I have a wide range of activities that facilitate my studies in every way, such as tutorials for using the virtual environment step by step when I get lost, virtual library, general information sources of the center, report cards, registration, slips, negotiations, among others. Not to mention that the classes are recorded and I can watch and review them when I have difficulty, which the presential one would not allow me to do..


It was understood here the construction of social and individual subjectivity that the virtual environment provides to Filomena in her development process in the universe of information and facilitations obtained. Thus, it was noticed that not all students have domain in technologies, but the tutorials direct the actions for the execution of the activities offered in the virtual learning environments and in the dynamism in the resolution of administrative activities that can be solved in a non-presential way in the virtual environment.

For Marques and Marques (2021), the transformations in teaching and learning driven by educational technologies generate both for the academic and for the institution strong pressures to drive new rhythms and perceptions, once a new form of learning emerges fostered by digital resources. Therefore, beyond the domains of teaching techniques, the new methodologies require greater critical, reflective, and competent capacity in the face of distance education planning and execution. However, the domains of tutors referring to information and communication technologies must be conscious so that the objectives in the act of transmitting knowledge are captured by the students, leading them to understand that they are effective parts in the reflexive incorporation of the quality of the critical teaching offered, understanding that it has been breaking the structures of traditional teaching and expanding new/other meanings of the conception of teaching and learning (ALVES; MARTINS; LEITE, 2021).


Final Considerations


Distance Education (DE), in principle, had a preconceived view by most of society, due to the physical distance between teacher-student and the form of teaching in virtual learning environments. However, in the Covid-19 pandemic, as a result of the suspension of classes in





the face-to-face modality, it promoted the acceptance and understanding of the collectivity in the effectiveness of the formats offered by distance education, such as: semi-attendance, remote emergency, and hybrid, strengthening the need for virtual learning spaces (VLE) due to the health restrictions of social distance imposed in the pandemic.

Reaching the objective proposed in this study, it was noted that the subjective meanings generated by the participants remained involved in stating that semi-attendance teaching, in general, is responsible for maintaining the development in the processes of teaching and learning effectively, and that the pandemic had no impact in relation to the use of tools in virtual learning environments, because they are familiar with the format. However, they reported that the technology (internet) was not as satisfactory to support the emergent demand generated in institutions and homes with the routine use of virtual media.

The modalities and/or educational formats understood with the pandemic that both face- to-face and distance education needed reconstruction and planning in order to achieve the objectives that were previously plastered in the classroom. It was clear that the pandemic had its positive side of breaking the "taboo" of distance education through practically remote emergency teaching with virtual learning environments, conferences, and software programs. Thus, it is subjectively inferred in the speeches that before Distance Education was considered a lack of option for some students and, today, it is an option of choice.

As a suggestion for future research, we leave explicit the need for a better understanding of the Ministry of Education to understand that the directions of Education need to evolve in the context of normative regulation to put into validation the practices and technological experiences experienced in the pandemic.

To that end, new empirical subjective studies in Education need to be developed in the country's universities to contribute to the investigations related to the development of academics in virtual learning environments during and after the Covid-19 pandemic.


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How to reference this article


RODOVALHO, J. X.; PERES, V. L. A. Subjectivity and education in virtual spaces: Learning and development in times of pandemic. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 17, n. 1, p. 0020-0034, Jan./Mar. 2022. e-ISSN: 1982-5587. DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v17i1.16617


Submitted : 15/07/2021 Revisions requested: 01/09/2021 Approved: 15/10/2021 Published: 02/01/2022


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