A dominação masculina de Pierre Bourdieu: críticas e reflexões a partir da psicologia analítica

Autores

  • Alessandra Munhoz Lazdan Mestranda em Educação Sexual. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Letras – Pós-Graduação em Educação Sexual. Araraquara – SP – Brasil.
  • Fábio Tadeu Reina Docente. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Letras – Núcleo de Sexualidade. Araraquara – SP – Brasil.
  • Luci Regina Muzzeti Docente. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Letras – Núcleo de Sexualidade. Araraquara – SP – Brasil.
  • Paulo Rennes Marçal Ribeiro Coordenador. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Letras – Pós-Graduação em Educação Sexual. Araraquara – SP – Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v9i2.7050

Resumo

O presente artigo, de cunho bibliográfico, teve como objetivo fazer uma reflexão da obra A dominação masculina de Pierre Bourdieu a partir dos conceitos da Psicologia Analítica de C. G. Jung. Esta corrente da Psicologia fundamenta-se, entre outras questões, na análise dos princípios masculino e feminino, trazendo um aparato diferenciado para a discussão das ideias trazidas por Bourdieu que envolvem a dominação masculina. A leitura da Psicologia Analítica compreende a questão desta dominação a partir da visão patriarcal da sociedade, corroborando com Bourdieu na questão da submissão que esta cultura impõe à mulher. No entanto, houve contrapontos no tocante à qualidade e validação do referencial feminino, que a teoria bourdieuniana parece desqualificar. Entre as permanências e mudanças das estruturas que reproduzem a ordem masculina, ambas as teorias se mostram concordantes com as atualizações referentes à estrutura patriarcal.

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Publicado

16/06/2014

Como Citar

LAZDAN, A. M.; REINA, F. T.; MUZZETI, L. R.; RIBEIRO, P. R. M. A dominação masculina de Pierre Bourdieu: críticas e reflexões a partir da psicologia analítica. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 9, n. 2, p. 470–487, 2014. DOI: 10.21723/riaee.v9i2.7050. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/7050. Acesso em: 28 fev. 2021.

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