image/svg+xmlFatores sócio-psicológicos que afetam o burnout profissional entre trabalhadores sociais (com base nas experiências de estudantes e profissionais)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173351FATORES SÓCIO-PSICOLÓGICOS QUE AFETAM O BURNOUT PROFISSIONAL ENTRE TRABALHADORES SOCIAIS (COM BASE NAS EXPERIÊNCIAS DE ESTUDANTES E PROFISSIONAIS)FACTORES SOCIO-PSICOLÓGICOSQUE AFECTAN AL DESGASTE PROFESIONAL DE LOS TRABAJADORES SOCIALES (BASADOS EN LAS EXPERIENCIAS DE ESTUDIANTES Y PROFESIONALES)SOCIO-PSYCHOLOGICAL FACTORS AFFECTING PROFESSIONAL BURNOUT AMONG SOCIAL WORKERS (BASED ON THE EXPERIENCES OF STUDENTS AND PROFESSIONALS) Irina Aleksandrovna ZAITSEVA1Alexander Yevgenyevich KRIKUNOV2RESUMO: O objetivo do artigo é estabelecer o nível de burnout profissional e avaliá-lo no contexto das características socioprofissionais dos assistentes sociais na Rússia. As características quantitativas do problema estudado são examinadas usando o método de pesquisa na forma de questionários formalizados e testes. Os autores partem da noção de que a profissão de assistente social, que pressupõe o contato direto compessoas em situações de vida difíceis, é claramente uma das profissões mais propícias ao desenvolvimento da síndrome de burnout profissional e é encarada pela sociedade como tal. O baixo nível salarial aliado à forte carga emocional são fatores que contribuem para a desorganização profissional do trabalhador. Verifica-se que, nas condições específicas da Rússia, as características gerais dos assistentes sociais pressupõem não apenas o desejo de continuar a atividade profissional na especialidade escolhida,mas também uma porcentagem relativamente baixa de pessoas, nas quais pode ser encontrado um alto grau de esgotamento profissional.PALAVRAS-CHAVE: Assistente social. Esgotamento. Estresse. Atividade profissional.RESUMEN: El objetivo delartículo es establecer el nivel de agotamiento profesional y evaluarlo en el contexto de las características socioprofesionales de los trabajadores sociales en Rusia. Las características cuantitativas del problema estudiado se examinan mediante el método de encuesta en forma de cuestionarios y pruebas formalizadas. Los autores parten de la idea de que la profesión de trabajador social, que presupone el contacto directo con personas en situaciones vitales difíciles, es claramente una de las profesiones más propensas al desarrollo del síndrome de burnout profesional y es considerada por la sociedad como tal. El bajo nivel salarial combinado con la fuerte carga emocional son factores que contribuyen a la desorganización profesional del trabajador. Se constata que en las condiciones específicas de Rusia, las características generales de los trabajadores sociales presuponen no sólo el deseo de continuar la actividad profesional en la especialidad elegida, sino también un porcentaje relativamente bajo de personas,en las que se puede encontrar un alto grado de agotamiento profesional1Universidade Estadual de Bunin Yelets, Yelets Rússia.2UniversidadeEstadual de Bunin Yelets, Yelets Rússia.
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAeAlexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173352PALABRAS CLAVE:Trabajador social. Agotamiento. El estrés. Actividad profesional.ABSTRACT:The aim of the article is to establish the level of professional burnout and assess it in the context of social-professional characteristics of social workers in Russia. The quantitative characteristics of the studied problem are examined using the surveymethod in the form of formalized questionnaires and testing. The authors proceed from the notion that the profession of a social worker, which presupposes direct contact with people in difficult life situations, is clearly one of the jobs that are the most conducive to the development of professional burnout syndrome and is viewed by society as such. Low pay grade combined with severe emotional load serve as factors contributing to the professional disorganization of a worker. It is found that in the specific conditions of Russia, the general characteristics of social workers assume not only a desire to continue professional activity within the chosen specialty but also a relatively low percentage of people, in whom a high degree of professional burnout canbe found. KEYWORDS:Social worker. Burnout. Stress. Professional activity.IntroduçãoO burnout tornou-se objeto de pesquisa na década de 1970. No mesmo período, formaram-se duas direções gerais no estudo desse fenômeno, igualmente rastreáveis tanto em pesquisas psicológicas sobre burnout quanto em estudos que podem ser classificados como sociopsicológicos (POULSEN, 2009, p. 21).A primeira direção de pesquisa examina o burnout como uma história pessoal da ruptura da correspondência entre a atividade profissional e as características, habilidades e habilidades individuais da pessoa que a realiza. Burisch (2014) argumenta que essa abordagem do problema não é no mínimo mainstream, mas esse tipo de estudo, no entanto, oferece toda uma gama de interpretações. Eles dão a oportunidade de ver o esgotamento como resultado da decepção causada por expectativas errôneas de papel (LAUDERDALE, 1981; MAHER, 1983), um descompasso entre essas expectativas e a realidade (FREUDENBERGER; RICHELSON, 1980), ou um desequilíbrio de esforço e recompensa (SIEGRIST, 1996). Essencialmente, essa é uma perspectiva personalista, na qual o foco está na identificação das qualidades de uma pessoa que contribuem para a formação de sintomas de burnout. Entre elas, por exemplo, estão a autoestima instável, a dependência da autoidentificação para o cumprimento bem-sucedido de um único papel social, o esforço para alcançar metas apenas pelas próprias ações, etc. (BURISCH, 2014).
image/svg+xmlFatores sócio-psicológicos que afetam o burnout profissional entre trabalhadores sociais (com base nas experiências de estudantes e profissionais)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173353A segunda direção centra-se na própria organização da atividade profissional. Considera-se que a imperfeição do ambiente social leva a um complexo de sintomas que geralmente é referido como "burnout". Essa abordagem exata é incorporada pelo Maslach Burnout Inventory (MBI) (MASLACH; JACKSON, 1986), que continua sendo um dos principais instrumentos de diagnóstico de burnout até o momento (LIZANO, 2015). A pesquisa de Maslach, Leiter e Jackson descreveuma lista mais ou menos universalmente reconhecida dos sintomas de burnout, por um lado, e os fatores organizacionais que contribuem para o seu surgimento, por outro. A lista de sintomas inclui exaustão emocional, despersonalização e redução da realizaçãopessoal. Os fatores organizacionais são representados pela sobrecarga de trabalho, falta de controle sobre a atividade profissional, recompensa insuficiente, quebra da comunidade, falta de justiça e valores conflitantes na atividade profissional (MASLACH;LEITER, 1997, p. 38-60). Uma visão da atividade profissional que corresponde a essa compreensão do burnout concentra-se, antes de tudo, naquelas propriedades e traços que predeterminam a desumanização de um trabalhador, suprimem sua independência e burocratizam o processo de trabalho, não permitindo que ele o implemente de acordo com as reais necessidades. O grau de expressão dessas características condiciona a prevalência de burnout. Não se trata, portanto, de uma violação da harmonia entre a atividade profissional e as qualidades pessoais, mas sim de uma violação da correspondência entre a essência da atividade profissional e as exigências que lhe são impostas.O problema do burnout tem sido estudado como aplicado a vários grupos sociais, em sua maioria definidos por sua afiliação a uma determinada profissão ou grupo de profissões. Uma quantidade considerável de pesquisas também é dedicada ao burnout em assistentes sociais (BRADLEY; SUTHERLAND, 1995; CHOMAEVA, 2018; GOMEZ-GARCIA; ALONSO-SANGREGÓRIO; LLAMAZARES-SANCHEZ; HUSSEIN, 2018; KIENKO, 2016; KIM; STONER, 2008; LIZANO, 2015; LLOYD; REI; CHENOWETH, 2011; POULSEN, 2009; SAVAYA; LEVIN; LEVIN, 2021; TRAVIS; LIZANO; BARAK, 2016). Em particular, Kienko (2016), utilizando uma adaptação do questionário MBI, diagnosticou um alto nível de redução de realizações pessoais em 47% dos funcionários pesquisados de instituições de serviço social. Um alto nível de exaustão emocional é registrado em 24% dos entrevistados. No entanto, uma pesquisa semelhante de Chomaeva (2018) mostra um alto nível de burnout apenas em 12,5% dos entrevistados, enquanto o baixo nível é detectado em 33,3%. Pesquisas estrangeiras demonstram a mesma dispersão de estimativas. Por exemplo, Bradley e Sutherland (1995) encontram exaustão emocional em 38% dos assistentes sociais. Enquanto isso, Gomez-Garcıa, Bayon-Calvo e Lucas-Garcıa (2021) relatam que 33,2% dos assistentes
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAeAlexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173354sociais espanhóis têm altos níveis de exaustão emocional, 22,1% altos níveis de despersonalização e 54,2% baixa satisfação no trabalho. No geral, vários estudos sobre assistentes sociais detectam a incidência de burnout variando entre 21 e 67% (MORSE et al., 2012). Uma prevalência considerável de burnout entre assistentes sociais é relatada em um estudo de visão geral de Lizano(2015). O autor aponta o consenso de pesquisadores modernos na avaliação da relação entre burnout e o bem-estar geral dos assistentes sociais.Os estudos supracitados demonstram a controvérsia que envolve o discurso sobre burnout, que contrasta claramentecom a presença do conceito de burnout nas descrições tradicionais do status atual de professores, médicos, assistentes sociais e representantes de outras profissões voltadas para a interação com as pessoas. No contexto do trabalho social, isso implica interação com os clientes, que se encontram em situações difíceis da vida, o que torna a comunicação com eles ainda mais emocionalmente exigente e, presumivelmente, requer a presença inicial de motivos morais mais elevados para a atividade profissional. É lógico supor que a colisão dessa motivação com a realidade do serviço social como um trabalho extremamente burocratizado, mal remunerado e privado do componente criativo contribui para a prevalência do burnout, dando razão para ver os assistentes sociais comovítimas do sistema de serviço social desfavorável ao crescimento pessoal e à autorrealização. Quando visto dessa maneira, o problema do burnout torna-se não apenas um conceito de psicologia exclusivamente social e uma deformação da personalidade individual, mas uma parte do estilo de vida de um assistente social, de seu retrato social. Isso permite apresentar o burnout como uma característica do assistente social como um grupo social homogêneo, em certo sentido vangloriandosua imagem, tornando-o socialmente atraente por meio da acentuação intencional ou não intencional do conflito de valores que o acompanha. Tal imagem de um assistente social é a versão dominante da representação da profissão na consciência pública também. Consequentemente, no âmbito desteestudo, buscamos considerar o burnout profissional como um elemento do retrato social de um assistente social moderno. O objetivo do artigo é estabelecer o nível de burnout profissional e considerá-lo no contexto do conjunto de características socioprofissionais dos assistentes sociais na Rússia.MétodosO estudo utiliza uma combinação de métodos teóricos e empíricos. O primeiro inclui a análise teórica da literatura científica e a análise e generalização da experiência da pesquisa sociopsicológica sobre os assistentes sociais como um grupo social no discurso científico
image/svg+xmlFatores sócio-psicológicos que afetam o burnout profissional entre trabalhadores sociais (com base nas experiências de estudantes e profissionais)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173355existente. Para avaliar as características quantitativas do problema estudado quanto ao lugar e significado do burnout nas características sociopsicológicas gerais dos assistentes sociais, utiliza-se um método de pesquisa na forma de um questionário formalizado e testes. A coleta de dados empíricos teve início em 2021. 420 assistentes sociais da região de Lipetsk, na Rússia, participaram do estudo. Nas realidades do sistema de proteção social da Federação Russa, os assistentes sociais devem ser distinguidos dos especialistas em proteção social. Os deveres profissionais dos assistentes sociais estão associados à melhoria direta das condições materiais e de vida dos clientes da organização de serviço social: compra de alimentos, medicamentos, assistência na limpeza, registro de benefícios, etc. Em 2022, a pesquisa foi realizada novamente em uma amostra menor, que consistia em 80 pessoas entre os mesmos assistentes sociais da região de Lipetsk. Enquanto no primeiro caso, o tamanho da amostra foi próximo do número total de funcionários do sistema de seguridade social na região, a segunda pesquisa pretendia abordar um número muito menor de trabalhadores. Isso eliminou em grande parte a percepção da pesquisa como um evento formal, o que poderia ter influenciado significativamente o resultado da pesquisa em pequenos grupos. Outro fator a ser considerado é a distância temporal entre as pesquisas, o que, por si só, é suficiente para permitir diferenças detectáveis entre os resultados. A primeira pesquisafoi aplicada no final da primeira onda da infecção por coronavírus na Rússia, o que foi um choque inegável para todo o sistema de proteção social. Na época da segunda pesquisa, as restrições do coronavírus já estavam em vigor de uma forma ou de outra há quase dois anos, e o sistema teve que se adaptar totalmente às condições alteradas. Por outro lado, a pandemia de coronavírus deixou de ser vista como um determinante fundamental da situação social, incluindo os serviços sociais domiciliários que constituíam a base das responsabilidades profissionais dos inquiridos.A pesquisa deliberadamente não incluiu perguntas sobre a situação nos serviços sociais durante a pandemia. Os entrevistados também não foram explicitamente solicitados a identificar o impacto dasmudanças nas condições devido à disseminação do coronavírus na autoimagem profissional, bem como o lugar e o papel da rede de segurança social na sociedade.Aos entrevistados foi oferecido um questionário composto por seis questões destinadas a obter dados formais e avaliações gerais de suas atividades profissionais, bem como um questionário que avaliou o nível de burnout profissional (PB). A versão russa do MBI, adaptada para especialistas em profissões socioeconômicas, foi utilizada para testes (VODOPIANOVA; STARCHENKOVA; NASLEDOV, 2013). A primeira versão em russo do questionário foi desenvolvida com base no modelo de burnout de Maslach e Jackson e validada em 2002 (VODOPIANOVA; STARCHENKOVA, 2005). O questionário é composto por 3 subescalas
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAeAlexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173356(exaustão emocional (EE), despersonalização (DP) e realização pessoal (AF), que foram novamente padronizadas pelos autores da adaptação em 2013 (VODOPIANOVA; STARCHENKOVA; NASLEDOV, 2013) para amostras de mulheres e homens. A exaustão emocional se manifesta em tensão emocional, fadiga e incapacidade de encontrar recursos para a recuperação emocional. A despersonalização está associada ao cinismo, ao aumento dos problemas na comunicação com colegas e clientes e às reações negativas aos outros. Finalmente, a redução das realizações pessoais refere-se a uma atitude negativa em relação às realizações de alguém na profissão. Escores altos nas duas primeiras escalas e baixos escores na terceira escala correspondem a um alto nível de burnout. O trabalho social na Rússia é quase exclusivamente uma profissão feminina, o que é devidamente refletido no estudo. Levando-se em consideração as especificidades da população amostral, foram utilizadas escalas de questionário elaboradas para estudos com mulheres. Foram determinados valores médios e desvios-padrão para cada escala, bem como para o escore integral (Int.BS) de burnout profissional, que foi calculado de acordo com a fórmula:Int.BS = 4,386 + 0,1155EE + 0,1747DP 0,0998PA (VODOPIANOVA; STARCHENKOVA; NASLEDOV, 2013)A utilização da versão russa validada do questionário permite dar conta da especificidade nacional da amostra e descartar possíveis erros causados pelas diferenças correspondentes (SCHAUFELI; DIERENDONCK, 1995). Os dados empíricos foram processados e analisados utilizando-se o complexo analítico-software SPSS versão 22.ResultadosOs assistentes sociais pesquisados são mulheres, em sua maioria entre 35 e 68 anos. A distribuição dos respondentes por idade, escolaridade e experiência de trabalho é apresentada na Tabela 1. As respostas dos entrevistados às perguntas sobre suas atitudes em relação à profissão estão apresentadas na Tabela 2.Os dados obtidos fornecem uma boa ilustração da imagem dos assistentes sociais que trabalham na Rússia provincial. Trata-se de mulheres, na maioria dos casos em idade de pré-reforma, com relativamente pouca experiência profissional. O que chama a atenção éo alto nível de formação universitária (38,3%), que contrasta com os limitados requisitos de qualificação para a profissão. Corresponde à parcela de pessoas com ensino superior entre as mulheres empregadas na Rússia como um todo, que foi de 39% em 2019 (RABOCHAIA, 2020, p. 33). Neste caso específico, a explicação deve ser buscada no pequeno número de empregos
image/svg+xmlFatores sócio-psicológicos que afetam o burnout profissional entre trabalhadores sociais (com base nas experiências de estudantes e profissionais)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173357de alta qualificação disponíveis na cidade e região, combinados com a acessibilidade e disseminação do ensino superior nas últimas décadas. Também podemos prever um novo aumento neste indicador nos anos subsequentes. Como seria de esperar, não foram encontradas diferenças significativas em nenhum dos indicadores avaliados entre as duas rondas de inquéritos realizados com um ano de intervalo.Tabela 1 Distribuição dos respondentes por idade, escolaridade e experiência de trabalho2021 (N=420)2022 (N=80)N%N%Idade1834 anos317.412153568 anos38992.66885EDUCAÇÃOSecundário incompleto4611Ensino fundamental vocacional (faculdade)9522.61417.5Ensino secundário profissional (colégio)11828.13138.8Superior (universidade)16138.33543.8EXPERIÊNCIA NA PROFISSÃO DE "ASSISTENTE SOCIAL"menos de 1 ano6214.833.815 anos11126.41620610 anos6916.42328.81115 anos631524301620 anos4611911.32124 anos317.422.52530 anos38933.8Fonte: Elaborado pelos autoresTabela 2 Distribuição das respostas às perguntas sobre atitudes em relação à profissão2021 (N=420)2022 (N=80)N%N%POR QUAIS RAZÕES VOCÊ ESCOLHEU ESTE TRABALHO? (múltipla escolha)Curtir o conteúdo da obra9622.85163.8Satisfeito com o nível de remuneração11427.12328.8Horário conveniente16133.52632.5Nenhum outro trabalho mais adequado296.93746.3Quero ajudar as pessoas27264.85872.5Outro 102.4VOCÊ ESTÁ SATISFEITO COM O SEU TRABALHO EM GERAL? (escolha única)Sim214513138.8O mais provável é que sim13331.74252.5O mais provável é que não317.422.5Mo421078.8Difícil de responderQUAIS SÃO OS SEUS PLANOS PARA O FUTURO? (escolha única)Continuar a trabalhar como assistente social34381.76176.3Mudar de ocupação num futuro próximo143.322.5Outro63151721.3Fonte: Elaborado pelos autoresA interpretação das questões sobre as atitudes em relação à profissão parece ser mais complicada. Os dados mostram a distribuição das respostas preferidas pelos entrevistados, mas,
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAeAlexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173358como observamos anteriormente, é difícil tirar conclusões sobre a sinceridade das escolhas em uma equipe relativamente pequena de funcionários. Tendo em conta as características da amostra, este fator desempenha predominantemente um papel importante no primeiro inquérito. Também é necessário levar em conta as expectativas inicialmente baixas do trabalho, que é tradicionalmente considerado sem prestígio e permanece de baixa remuneração. Considerando os dados da primeira pesquisa, nesse contexto, há um nível extremamente alto de satisfação no trabalho (as opções "sim" e "mais provável sim" no total constituem 82,7% das respostas) e uma alta prevalência da opção socialmente aprovada "Quero ajudar as pessoas" (64,8%) na pergunta sobre os motivos da escolha do emprego. Ressalta-se que apenas 22,8% dos assistentes sociais apontam o conteúdo do trabalho como motivo de sua escolha. A intenção da maioria dos entrevistados (81,7%) de continuar trabalhando em sua profissão é amplamente indicativa da situação desafiadora no mercado de trabalho. Comparando esses resultados com os obtidos na segunda pesquisa, podemos destacar algumas diferenças. Em primeiro lugar, uma parcela muito maior dos entrevistados indica que gosta do conteúdo de seu trabalho (63,8% contra 22,8% na primeira pesquisa). Ao mesmo tempo, há um aumento significativo no percentual daqueles que dizem que não há outros empregos mais adequados (46,3% vs. 6,9%). Ambas as diferenças podem, em certa medida, ser explicadas pelos fatores mencionados acima: reflexo consciente ou inconsciente da situação da pandemia e a ausência de amostragem em massa de trabalhadores para a segunda pesquisa. Ao mesmo tempo, é bastante sintomático que a opção "Eu quero ajudar as pessoas" permaneça tão popular, demonstrando uma forte associação de "se esforçar para ajudar" com a ideia geral de um assistente social. Dada a percentagem praticamente inalterada de inquiridos que estão completamente satisfeitos, ou melhor, satisfeitos com os seus empregos (82,7% no primeiro inquérito e 91,3% no segundo), dificilmente se poderiam esperar mudanças neste caso. O burnout profissional em si é avaliado através de um questionário separado. Além de determinar os valores médios e desvios-padrão para cada uma das escalas e o escore integral (Tabela 3), os resultados de cada respondente são classificados de acordo com os trêsníveis de expressão do respectivo indicador: baixo, médio e alto (Tabela 4).
image/svg+xmlFatores sócio-psicológicos que afetam o burnout profissional entre trabalhadores sociais (com base nas experiências de estudantes e profissionais)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173359Tabela 3 Estatística descritiva primária2021 (N=420)2022 (N=80)SignificarPadrãodesvioSignificarPadrãodesvioExaustão Emocional (EE)20.798.77522.176.754Despersonalização (DP)8.525.3709.024.504Realização Pessoal (PA)33.247.89529.769.021Escore de Burnout Integral (Int.BS)4.962.1785.121.781Fonte: Elaborado pelos autoresTabela 4 Distribuição dos parâmetros de burnout2021 (N=420)2022 (N=80)N%N%EXAUSTÃO EMOCIONAL (EE)Baixo10324.51721.3Média26663.34455Alto5112.11923.8DESPERSONALIZAÇÃO (DP)Baixo13231.42126.3Média26763.64758.8Alto2151215REALIZAÇÃO PESSOAL (AP)Baixo7217.12936.3Média29971.24252.5Alto4911.7911.3ESCORE INTEGRAL DE BURNOUT (Int.BS)Baixo14534.53138.8Média22854.33645Alto4711.21316.3Fonte: Elaborado pelos autoresNo geral, os resultados da primeira pesquisa demonstram que apenas 11,2% dos participantes podem ser considerados como tendo um alto grau de burnout. A maioria (54,3%) apresenta um grau médio de burnout profissional e apenas um número ligeiramente menor deassistentes sociais tem um nível baixo (34,5%). Os resultados por critérios individuais têm uma distribuição semelhante. Há uma predominância significativa do nível médio de realizações pessoais (71,2%), o que pode ser explicado pelo insignificante potencial de crescimento profissional na posição de assistente social, o que estimula a escolha de opções médias ao responder questões relacionadas às realizações profissionais. Considerando as mudanças encontradas ao comparar os resultados das duas pesquisas, devemos destacar dois pontos que podem ser significativos. Em primeiro lugar, a segunda pesquisa mostra um percentual muito maior de assistentes sociais com valores baixos na escala de redução de realizações pessoais (36,3% em contraste com 17,1% na primeira pesquisa). Enquanto isso, essa mudança é quase exclusivamente moldada por uma redução na parcela de entrevistados que mostram o nível médio de redução das realizações pessoais. A percentagem de inquiridos ao nível elevado nesta
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAeAlexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.1733510escala mantém-se praticamente inalterada (11,7% e 11,3%, respetivamente). Em segundo lugar, há um agravamento significativo da exaustão emocional dos assistentes sociais. O alto nível dessa escala na primeira pesquisa é diagnosticado em 12,1% dos entrevistados, enquanto a segunda pesquisa identifica 23,8% das pessoas com esse nível de exaustão emocional. Assim, em geral, estamos detectando um aumento síncrono no nível de autoavaliação das realizações pessoais e no nível de exaustão emocional. Uma explicação inequívoca para isso dificilmente pode ser encontrada nos dados obtidos nas pesquisas, o que nos obriga a nos limitar a uma simples afirmação. Pode-se sugerir que essa combinação poderia ser um reflexo do momento em que a pandemia de coronavírus, que aumentou muito a relevância doapoio social direcionado direto, começou a dar lugar a outros eventos-chave na história social. A experiência pandémica está gradualmente a transformar-se de uma circunstância extraordinária para uma circunstância rotineira e habitual, embora ainda significativa. O aumento da satisfação no trabalho em tal situação é acompanhado por um aumento do nível de esgotamento emocional.DiscussãoOs resultados obtidos podem ser comparados tanto com as tendências gerais no estudo do burnout profissional quanto com os resultados privados disponíveis da pesquisa sobre burnout profissional entre assistentes sociais. Além disso, o estudo realizado dá a oportunidade de elaborar um quadro da atitude em relação à atividade profissional característica dos assistentes sociais em uma região provincial russa, o que pode ser considerado uma contribuição para a gama atualmente disponível de dados sociológicos e psicológicos sociais sobre este campo de atividade profissional. Nesse caso, o burnout pode atuar como um dos indicadores-chave que refletem não apenas a real "síndrome psicológica que se desenvolve em resposta a estressores crônicos emocionais e interpessoais do trabalho" (MASLACH, 2015, p. 929), mas também, indiretamente, o grau de envolvimento dos assistentes sociais em suas funções profissionais, sua satisfação com as condições de trabalho e as perspectivas de emprego. Em primeiro lugar, devemos mencionar que a maioria dos estudos que abordaram a motivação dos assistentes sociais contém afirmações sobre a prevalência significativa de motivos altruístas. Isso é observado tanto entre os assistentes sociais ativos (FISHER, 2009; RACKAUSKIENE; KASNAUSKIENE; VIRBALIENĖ, 2013) e entre os estudantes que exercem a especialidade (BOZEK; RAEYMAECKERS; SPOOREN, 2017; CHRISTIE; KRUK, 1998; LIEDGREN; ELVHAGE, 2015). Embora os resultados de nossa pesquisa não forneçam motivos para afirmar inequivocamente a real predominância de tais motivos, o grande
image/svg+xmlFatores sócio-psicológicos que afetam o burnout profissional entre trabalhadores sociais (com base nas experiências de estudantes e profissionais)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.1733511número de respostas "quero ajudar as pessoas" à pergunta sobre as razões para a escolha da profissão é sintomático. No mínimo, isso sugere um consenso entre os assistentes sociais amostrados sobre a motivação que se espera que eles tenham para a escolha desse campo de atividade profissional, e que fornecer ajuda e apoio aos necessitados é claramente interpretado em conexão com o trabalho social como um motivo intrínseco essencial a um profissional.De acordo com os resultados da primeira pesquisa realizada em 2021, um alto nível de burnout profissional é diagnosticado em 11,2% dos entrevistados (de acordo com o índice integral de burnout profissional), o que já indica uma disseminação um tanto significativa desse fenômeno. Nasegunda pesquisa, a síndrome de burnout é detectada em 16,3% dos entrevistados. Ao mesmo tempo, em ambos os casos, cerca de metade dos inquiridos demonstram o nível médio de burnout, e cerca de um terço o nível baixo. Outro achado importante é que a maioria absoluta dos assistentes sociais pesquisados planeja continuar trabalhando em sua profissão. Comparando nossos achados com os relatados anteriormente em artigos russos e estrangeiros, podemos argumentar que os resultados obtidos em nosso estudo estãopintando um quadro muito mais favorável em comparação com a maioria dos estudos anteriores. Os resultados de nossa pesquisa indicando uma proporção relativamente pequena de pessoas com uma síndrome de burnout pronunciada podem ser atribuídos tanto a uma lista relativamente limitada de responsabilidades profissionais dos assistentes sociais envolvidos no estudo quanto à ausência de aspirações e perspectivas de carreira na maioria deles. Deve-se ressaltar também que a justaposição da satisfação no trabalho e o grau de burnout referem-se à relação, cuja não obviedade já foi notada anteriormente. Em particular, podemos mencionar o estudo de Jahramiet al. (2013), que revela uma conexão insignificante entre satisfação no trabalho e esgotamento emocional. Resultados semelhantes são obtidos no estudo da relação entre satisfação no trabalho e exaustão emocional em profissionais de saúde por Iglesias e Bengoa (2013).ConclusãoAnalisando pesquisas modernas, podemos distinguir três condições (fatores) da presença ou ausência de burnout profissional: o fator pessoal (o sentimento de importância pessoal no trabalho, possibilidade de progressão profissional, autonomia e nível de controle pela gerência); o fator papel (um conflito de papéis e incerteza de papéis, bem como situações profissionais em que as ações conjuntas dos funcionários são em grande parte descoordenadas);
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAeAlexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.1733512o fator organizacional (relações funcionais pouco claras entre os funcionários, o estilo de gestão que não permite independência).A profissão de assistente social, que implica o contato direto com pessoas em situação de vida difícil, definida por problemas pessoais ou sociais, é evidentemente uma das mais propícias ao desenvolvimento da síndrome de burnout profissional. O baixo grau salarial em combinação com uma carga emocional considerável servem como fatores que contribuem para a desorganização profissional de um trabalhador. Entretanto, o estudo conclui que, nas condições específicas da província russa, a característica geral dos assistentes sociais pressupõe não apenas o desejo de continuar trabalhando na especialidade escolhida, mas também uma porcentagem bastante baixa de pessoas que apresentam altos níveis de esgotamento profissional em comparação com estudos anteriores. A última declaração, noentanto, não nega os desafios dos deveres de trabalho dos assistentes sociais ou os problemas associados à organização de seu trabalho na Rússia. Mesmo essa quantidade relativamente pequena de dados coletados e sistematizados no presente estudo permanece ambígua e requer mais trabalho para desenvolver uma linguagem consistente para descrever a profissão e a personalidade de um profissional de proteção social, bem como a relação entre o burnout e seus componentes individuais com a eficiência dos serviços prestados e as perspectivas de um indivíduo no âmbito profissional.REFERÊNCIASBOZEK, B.;RAEYMAECKERS, P.;SPOOREN, P. Motivations to become a master in social work: A typology of students. European Journal of Social Work, v.20, n. 3,p.409421, 2017. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/13691457.2017.1283587. Acesso em: 19 jan. 2022.BRADLEY, J.;SUTHERLAND, V. Occupational stress in social services: A comparison of social workers and home help staff. British Journal of Social Work, v. 25, p. 313-331, 1995. Disponível em: https://academic.oup.com/bjsw/article-abstract/25/3/313/1665715. Acesso em: 17 fev. 2022.BURISCH, M. Das Burnout-Syndrom. Berlim: Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2014.CHOMAEVA, G.A. Osobennosti i faktory vozniknoveniia sindroma “emotsionalnogo vygoraniia” u sotsialnykh rabotnikov [Specific features and factors of “emotional burnout” syndrome in social workers]. Problems of modern pedagogical education,n. 58-3, p. 365-368, 2018.CHRISTIE, A.;KRUK, E. Choosing to become a social worker: Motives, incentives, concerns and disincentives. Social Work Education,v.17, n. 1, p.2134, 1998. Disponível
image/svg+xmlFatores sócio-psicológicos que afetam o burnout profissional entre trabalhadores sociais (com base nas experiências de estudantes e profissionais)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.1733513em: https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/02615479811220031. Acesso em: 10 abr. 2022.FISHER, E. A. Motivation and Leadership in Social Work Management: A Review of Theories and Related Studies. Administration in Social Work, v. 33, n. 4, p. 347367, 2009. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/03643100902769160. Acesso em: 12 fev. 2022.FREUDENBERGER, H.J.;RICHELSON, G. Burn-Out. The High Cost of High Achievement. Garden City: Anchor Press, 1980.GOMEZ-GARCIA, R.;ALONSO-SANGREGORIO, M.;LLAMAZARES-SANCHEZ, M.L. Burnout in social workers and socio-demographic factors. Journal of Social Work,v. 20, n. 4,p. 463482, 2020.Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/1468017319837886?journalCode=jswa. Acesso em: 23 dez. 2021.GOMEZ-GARCIA, R.;BAYON-CALVO, S.;LUCAS-GARCIA, J. The Relationship between Burnout and Job Satisfaction in a Sample of Spanish Social Workers. British Journal of Social Work,v. 51, n.8, p.3115-3134, 2021. Disponível em:https://academic.oup.com/bjsw/article-abstract/51/8/3115/5907560?redirectedFrom=fulltext. Acesso em: 12 abr. 2022.HUSSEIN, S. Work engagement, burnout and personal accomplishments among social workers: A comparison between those working in children and adults’ services in England. Administration and Policy in Mental Health and Mental Health Services Research,v. 45, p.911-923, 2018.Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s10488-018-0872-z. Acesso em: 10 jun. 2022.IGLESIAS, M.E.L.;BENGOA, V.R.B. Prevalence and relationship between burnout, job satisfaction, stress, and clinical manifestations in Spanish critical care nurses. Dimensions of Critical Care Nursing, v. 32,p. 130137, 2013. Disponível em: https://journals.lww.com/dccnjournal/Abstract/2013/05000/Prevalence_and_Relationship_Between_Burnout,_Job.10.aspx. Acesso em: 15 fev. 2022.JAHRAMI, H. et al. The relationship between burnout and job satisfaction among mental health workers in the psychiatric hospital, Bahrain. The Arab Journal of Psychiatry, v. 24,n. 1, p. 6976, 2013. Disponível em: https://platform.almanhal.com/Reader/Article/22842. Acesso em: 23 feb. 2022.KIENKO, T.S. Organizatsionnye faktory professionalnogo vygoraniia sotsialnykh rabotnikov munitsipalnykh uchrezhdenii sotsialnogo obsluzhivaniia [Organizational factors of professional burnout among social workers of municipal social service institutions]. Perm University Herald. Series “Philosophy. Psychology. Sociology,v. 3, n. 27, p. 153-160,2016.KIM, H.;STONER, M. Burnout and turnover intention among social workers: Effects of role stress, job autonomy and social support. Administration in Social Work,v.32, n. 3, p.5-25, 2008. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/03643100801922357. Acesso em: 12 abr. 2022.
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAeAlexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.1733514LAUDERDALE, M. Burnout. Austin: Learning Concepts, 1981.LIEDGREN, P.L.;ELVHAGE, G.V. Social work of the future: Motives and expectations among social work students in Sweden.International Journal of Social Science Studies,v. 3, n. 6, p. 121-129, 2015. Disponível em: https://redfame.com/journal/index.php/ijsss/article/view/1139. Acesso em: 19 jan. 2022.LIZANO, E.L. Examining the impact of job burnout on the health and well-being of human service workers: A systematic review and synthesis.Human Service Organizations: Management, Leadership & Governance, v. 39, n. 3, p. 167-181,2015.Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/23303131.2015.1014122. Acesso em: 13 jul.2022.LLOYD, C.;KING, R.;CHENOWETH, L. Social work, stress and burnout: A review. Journal of Mental Health,v. 11, n. 3, p. 255-265, 2011. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/29464897_Social_Work_stress_and_burnout_A_review. Acesso em: 23 dez. 2021.MAHER, E.A. Burnout and commitment: A theoretical alternative.Personnel and Guidance Journal,v.61, p. 390-393, 1983.Disponível em: https://psycnet.apa.org/record/1983-24540-001. Acesso em: 17 ago. 2021.MASLACH, C. Burnout, Psychology of. In: WRIGHT,J.D.(ed.).International Encyclopedia of the Social & Behavioral Sciences. Amsterdã: Elsevier Science, 2015.MASLACH, C.; JACKSON, S.E. Maslach Burnout Inventory: Second Edition. Palo Alto: Consulting Psychologists Press, 1986.MASLACH, C.;LEITER, M.P. The truth about burnout. How organizations cause personal stress and what to do about It. San Francisco: Jossey-Bass, 1997.MORSE, G. et al.Burnout in mental health services: A review of the problem and its remediation.Administration and Policy in Mental Health and Mental Health Services Research, v. 39, n. 5, p. 341-352, 2012. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3156844/. Acesso em: 15 dez. 2021.POULSEN, I. Burnoutprävention im Berufsfeld Soziale Arbeit. Perspektiven zur Selbstfürsorge von Fachkräften. Wiesbaden: VS Verlag für Sozialwissenschaften, 2009.RABOCHAIA, S.zaniatost i bezrabotitsa v Rossii(po rezultatam vyborochnykh obsledovanii rabochei sily). 2020 Statisticheskii sbornik[Labor Force, Employment and Unemployment in Russia (based on the results of sample labor force surveys). 2020 Statistical Digest]. Moscow, 2020.RACKAUSKIENE, S.; KASNAUSKIENE, J.; VIRBALIENĖ, A. The social workers intrinsic and extrinsic motives to work social work. International Journal of Psychology and Behavioral Sciences,v. 3, n. 3,p. 6369, 2013.Disponível em: http://article.sapub.org/10.5923.j.ijpbs.20130303.01.html. Acesso em: 23 dez. 2021.
image/svg+xmlFatores sócio-psicológicos que afetam o burnout profissional entre trabalhadores sociais (com base nas experiências de estudantes e profissionais)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.1733515SAVAYA, R.;LEVIN, L.;ROZINER, I. Social workers in Israel: Daily stressors, work benefits, burnout and well-being. The British Journal of Social Work,v.51, n. 1,p.318-339, 2021. Disponível em: https://academic.oup.com/bjsw/article-abstract/51/1/318/5880255?redirectedFrom=fulltext. Acesso em: 10 abr. 2022.SCHAUFELI, W.B.;DIERENDONCK, D. A cautionary note about the crossnational and clinical validity of cut-off points for the Maslach BurnoutInventory. Psychological Reports, v.76,p.10831090, 1995.Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/10.2466/pr0.1995.76.3c.1083. Acesso em: 15 abr. 2022.SIEGRIST, J. Adverse health effects of high effort low reward conditions. Journal of Occupational Health Psychology, v. 1, p. 27-41, 1996. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9547031/. Acesso em: 23 dez. 2021.TRAVIS, D. J.; LIZANO, E. L.; BARAK, M. E. ‘I'm So Stressed!’: A Longitudinal Model of Stress, Burnout and Engagement among Social Workers in Child Welfare Settings. The British Journal of Social Work, v. 46, n. 4, p. 1076-1095, 2016. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4986087/. Acesso em: 23 dez. 2021.VODOPIANOVA, N.E.;STARCHENKOVA, E.S. Sindrom vygoraniia: Diagnostika i profilaktika. [Burnout syndrome: diagnosis and prevention.]. Saint Petersburg: “Piter”, 2005.VODOPIANOVA, N.E.;STARCHENKOVA, E.S.;NASLEDOV, A.D. Standartizirovannyi oprosnik “professionalnoe vygoranie” dlia spetsialistov sotsionomicheskikh professii[Standardized questionnaire “professional burnout” for specialists in socionomic professions]. Vestnik of St. Petersburg State University. Series 12. Psychology. Sociology. Pedagogy, v. 4, p. 17-27, 2013.
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAeAlexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.1733516Como referenciar este artigoZAITSEVA, I. A.; KRIKUNOV, A. Y. Fatores Sócio-Psicológicos Que Afetam O Burnout Profissional Entre Trabalhadores Sociais (Com Base Nas Experiências De Estudantes E Profissionais). Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00,e022146, 2022. e-ISSN:1519-9029. DOI: https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.17335Submetido: 20/05/2022Revisões requeridas: 27/06/2022Aprovado: 08/09/2022Publicado: 10/11/2022Processamento e editoração: Editora Ibero-Americana de Educação.Revisão, formatação, normalização e tradução.
image/svg+xmlSocio-psychological factors affecting professional burnout among social workers (based on the experiences of students and professionals)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173351SOCIO-PSYCHOLOGICAL FACTORS AFFECTING PROFESSIONAL BURNOUT AMONG SOCIAL WORKERS (BASED ON THE EXPERIENCES OF STUDENTS AND PROFESSIONALS) FATORES SÓCIO-PSICOLÓGICOS QUE AFETAM O BURNOUT PROFISSIONAL ENTRE TRABALHADORES SOCIAIS (COM BASE NAS EXPERIÊNCIAS DE ESTUDANTES E PROFISSIONAIS)FACTORES SOCIO-PSICOLÓGICOS QUE AFECTAN AL DESGASTE PROFESIONAL DE LOS TRABAJADORES SOCIALES (BASADOS EN LAS EXPERIENCIAS DE ESTUDIANTES Y PROFESIONALES)Irina Aleksandrovna ZAITSEVA1Alexander Yevgenyevich KRIKUNOV2ABSTRACT:The aim of the article is to establish the level of professional burnout and assess it in the context of social-professional characteristics of social workers in Russia. The quantitative characteristics of the studied problem are examined using the surveymethod in the form of formalized questionnaires and testing. The authors proceed from the notion that the profession of a social worker, which presupposes direct contact with people in difficult life situations, is clearly one of the jobs that are the most conducive to the development of professional burnout syndrome and is viewed by society as such. Low pay grade combined with severe emotional load serve as factors contributing to the professional disorganization of a worker. It is found that in the specific conditions of Russia, the general characteristics of social workers assume not only a desire to continue professional activity within the chosen specialty but also a relatively low percentage of people, in whom a high degree of professional burnout canbe found. KEYWORDS:Social worker.Burnout.Stress.Professional activity.RESUMO: O objetivo do artigo é estabelecer o nível de burnout profissional e avaliá-lo no contexto das características socioprofissionais dos assistentes sociais na Rússia. As características quantitativas do problema estudado são examinadas usando o método de pesquisa na forma de questionários formalizados e testes. Os autores partem da noção de que a profissão de assistente social, que pressupõe o contato direto compessoas em situações de vida difíceis, é claramente uma das profissões mais propícias ao desenvolvimento da síndrome de burnout profissional e é encarada pela sociedade como tal. O baixo nível salarial aliado à forte carga emocional são fatores que contribuem para a desorganização profissional do trabalhador. Verifica-se que, nas condições específicas da Rússia, as características gerais dos assistentes sociais pressupõem não apenas o desejo de continuar a atividade profissional na especialidade escolhida,mas também uma porcentagem relativamente baixa de pessoas, nas quais pode ser encontrado um alto grau de esgotamento profissional.1Bunin Yelets State University, Yelets Russia.2Bunin Yelets State University, Yelets Russia.
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAand Alexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173352PALAVRAS-CHAVE: Assistente social. Esgotamento. Estresse. Atividade profissional.RESUMEN: El objetivo del artículo es establecer el nivel de agotamiento profesional y evaluarlo en el contexto de las características socioprofesionales de los trabajadores sociales en Rusia. Las características cuantitativas del problema estudiado se examinan mediante el método de encuesta en forma de cuestionarios y pruebas formalizadas. Los autores parten de la idea de que la profesión de trabajador social, que presupone el contacto directo con personas en situaciones vitales difíciles, es claramente una de las profesiones más propensas al desarrollo del síndrome de burnout profesional y es considerada por la sociedad como tal. El bajo nivel salarial combinado con la fuerte carga emocional son factores que contribuyen a la desorganización profesional del trabajador. Se constata que en las condiciones específicas de Rusia, las características generales de los trabajadores sociales presuponen no sólo el deseo de continuar la actividad profesional en la especialidad elegida, sino también un porcentaje relativamente bajo de personas, en las que se puede encontrar un alto grado de agotamiento professional.PALABRAS CLAVE:Trabajador social. Agotamiento. El estrés. Actividad profesional.IntroductionBurnout first became a subject of research in the 1970s. In the same period, there formed two general directions in the study of this phenomenon, equally traceable both in psychological research on burnout and in studies that can be classified as socio-psychological (POULSEN, 2009,p. 21).The first direction of research examines burnout as a personal story of the disruption of correspondence between professional activity and the individual characteristics, skills, and abilities of the person performing it. Burisch (2014) argues that this approach to the problem is not mainstream at the very least but this kind of study nevertheless offers a whole range of interpretations. They give an opportunity to see burnout as a result of disappointment caused by erroneous role expectations (LAUDERDALE, 1981; MAHER, 1983), a mismatch between these expectations and reality (FREUDENBERGER; RICHELSON,1980), or an imbalance of effort and reward (SIEGRIST, 1996). Essentially, this is a personalistic perspective, in which the focus lies on identifying the qualities of a person that contribute to the formation of burnout symptoms. Among them, for example, are unstable self-esteem, dependence of self-identification on successful fulfillment of a single social role, striving to achieve goals solely by one’s own actions, etc. (BURISCH, 2014).The second direction focuses on the organization of professional activity itself. It is considered that imperfection of the social environment leads to a complex of symptoms that is
image/svg+xmlSocio-psychological factors affecting professional burnout among social workers (based on the experiences of students and professionals)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173353usually referred to as “burnout”. This exact approach is embodied by the Maslach Burnout Inventory (MBI) (MASLACH; JACKSON, 1986), which remains one of the primary instruments for diagnosing burnout to date (LIZANO, 2015). Research by Maslach, Leiter, and Jackson outlines a more or less universally recognized list of the symptoms of burnout, on the one hand, and the organizational factors contributing to their emergence on the other. The list of symptoms includes emotional exhaustion, depersonalization, and reduced personal accomplishment. The organizational factors are represented by work overload, lack of control over professional activity, insufficient reward, breakdown of community, lack of fairness, and conflicting values in professional activity (MASLACH; LEITER, 1997,p. 38-60). A view of professional activity that corresponds to this understanding of burnout concentrates, first of all, on those properties and traits that predetermine the dehumanization of a worker, suppress their independence, and bureaucratize the work process, not allowing them to implement it in accordance with the real needs. The degree of expression of these characteristics conditions the prevalence of burnout. Hence, this is not a matter of a violation of harmony between professional activity and personal qualities, but rather a violation of correspondence between the essence of professional activity and the requirements imposed on it.The problem of burnout has been studied as applied to various social groups, for the most part defined by their affiliation to a certain profession or group of professions. A considerable amount of research is also devoted to burnout in social workers (BRADLEY; SUTHERLAND, 1995; CHOMAEVA, 2018; GOMEZ-GARCIA; ALONSO-SANGREGORIO; LLAMAZARES-SANCHEZ; HUSSEIN, 2018; KIENKO, 2016; KIM; STONER, 2008; LIZANO, 2015; LLOYD; KING; CHENOWETH, 2011; POULSEN, 2009; SAVAYA; LEVIN; LEVIN, 2021; TRAVIS; LIZANO; BARAK, 2016). In particular, Kienko (2016), using an adaptation of the MBI questionnaire, has diagnosed a high level of reduction of personal accomplishments in 47% of the surveyed employees of social service institutions. A high level of emotional exhaustion is recorded in 24% of those surveyed. However, a similar survey by Chomaeva (2018) shows a high level of burnout only in 12.5% of the respondents, while the low level is detected in 33.3%. Foreign research demonstrates the same scatter of estimations. For instance, Bradley and Sutherland (1995) find emotional exhaustion in 38% of social workers. Meanwhile, Gomez-Garcıa, Bayon-Calvo and Lucas-Garcıa (2021)report that 33.2% of Spanish social workers have high levels of emotional exhaustion, 22.1% high levels of depersonalization, and 54.2% low job satisfaction. Overall, various studies on social workers detect the incidence of burnout ranging between 21 and 67% (MORSE et al., 2012). Considerable prevalence of burnout among social workers is reported in an overview study by
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAand Alexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173354Lizano (2015). The author points out the consensus of modern researchers in assessing the relationship between burnout and the general well-being of social workers.The aforementioned studies demonstrate the controversy that surrounds the discourse on burnout, which clearly contrasts with the presence of the concept of burnout in traditional descriptions of the current status of teachers, doctors, social workers, and representatives of other professions focused on interaction with people. In the context of social work, this implies interaction with clients, who find themselves in difficult life situations, which makes communication with them even more emotionally demanding and, presumably, requires the initial presence of higher moral motives for professional activity. It is logical to assume that the collision of this motivation with the reality of social services as a job that is extremely bureaucratized, low-paid, and deprived of the creative component contributes to the prevalence of burnout, giving reason to view social workers as victims of the social service system unfavorable for personal growth and self-actualization. When viewed in this way, the problem of burnout becomes not only a concept of solely social psychology and an individualpersonality deformation but a part of the lifestyle of a social worker, of their social portrait. This allows presenting burnout as a characteristic of social workers as a homogeneous social group, in a certain sense heroizing its image, making it socially attractive through the intentional or unintentional accentuation of the value conflict that accompanies it. Such an image of a social worker is the dominant version of the representation of the profession in the public consciousness as well. Consequently, within the framework of this study, we make an attempt to consider professional burnout as an element of the social portrait of a modern social worker. The aim of the article is to establish the level of professional burnout and consider it in the context of the set of social-professional characteristics of social workers in Russia.MethodsThe study uses a combination of theoretical and empirical methods. The former includestheoretical analysis of the scientific literature and analysis and generalization of the experience of socio-psychological research on social workers as a social group in the existing scientific discourse. In order to assess the quantitative characteristics of the studied problem concerning the place and significance of burnout in the general socio-psychological characteristics of social workers, a survey method is used in the form of a formalized questionnaire and testing. The collection of empirical data started in 2021. 420 social workers from the Lipetsk region of Russia took part in the study. In the realities of the social protection system of the
image/svg+xmlSocio-psychological factors affecting professional burnout among social workers (based on the experiences of students and professionals)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173355Russian Federation, social workers should be distinguished from social protection specialists. The professional duties of social workers are associated with direct improvement of the material and living conditions of social service organization clients: purchase of food, medicines, assistance in housekeeping, registration of benefits, etc. In 2022, the survey was conducted again on a smaller sample, which consisted of 80 people from among the same social workers of the Lipetsk region. While in the first case, the sample size was close to the total number of social security system employees in the region, the second survey was intended to address a much smaller number of workers. This largely eliminated the perception of the survey as a formal event, which could have significantly influenced the outcome of the small group survey. Another factor to consider is the temporal distance between the surveys, which in itself is sufficient to allow for detectable differences between the results. The first survey was administered at the end of the first wave of the coronavirus infection in Russia, which was an undeniable shock to the entire social protection system. By the time of the second survey, the coronavirus restrictions had already been in effect in one form or another for almost two years, and the system had to fully adapt to the changed conditions. On the other hand, the coronavirus pandemic was no longer seen as a key determinant of the social situation, including the home-based social services that constituted the basis of respondents’ professional responsibilities.The survey deliberately did not include questions concerning the situation in social services during the pandemic. The respondents were also not explicitly asked to identify the impact of changes in conditions due to the spread of coronavirus on professional self-image, as well as the place and role of the social safety net in society.The respondents were offered a questionnaire consisting of six questions designed to obtain formal data and general assessments of their professional activities, as well as a questionnaire assessing the level of professional burnout (PB). The Russian version of the MBI, adapted for specialists in socionomic professions, was used for testing (VODOPIANOVA; STARCHENKOVA; NASLEDOV, 2013). The first Russian-language version of the questionnaire was developed based on the burnout model by Maslach and Jackson and validated in 2002 (VODOPIANOVA; STARCHENKOVA, 2005). The questionnaire consists of 3 subscales (emotional exhaustion (EE), depersonalization (DP), and personal accomplishment (PA), which were again standardized by the authors of the adaptation in 2013 (VODOPIANOVA; STARCHENKOVA; NASLEDOV, 2013) for samples of women and men. Emotional exhaustion manifests itself in emotional tension, fatigue, and an inability to find resources for emotional recovery. Depersonalization is associated with cynicism, increased problems in communicating with colleagues and clients, and negative reactions to others.
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAand Alexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173356Finally, the reduction of personal accomplishments refers to a negative attitude toward one’s accomplishments in the profession. High scores on the first two scales and low scores on the third scale correspond to a high level of burnout. Social work in Russia is almost exclusively a female profession, which is duly reflected in the study. Taking into account the specifics of the sample population, we used questionnaire scales designed for women’s studies. Mean values and standard deviations were determined for each scale, as well as for the integral score (Int.BS) of professional burnout, which was calculated according to the formula:Int.BS = 4.386 + 0,1155EE + 0.1747DP 0.0998PA (VODOPIANOVA; STARCHENKOVA; NASLEDOV, 2013)The use of the validated Russian version of the questionnaire makes it possible to account for the national specificity of the sample and to rule out possible errors caused by the corresponding differences (SCHAUFELI; DIERENDONCK, 1995). The empirical data were processed and analyzed using the SPSS version 22 software-analytical complex.ResultsThe surveyed social workers are women, mostly between 35 and 68 years old. The distribution of respondents by age, level of education, and work experience is shown in Table 1. The respondents’ answers to questions about their attitudes towards their profession are given in Table 2.The data obtained provide a good illustration of the image of social workers working in provincial Russia. These are women, in most cases of pre-retirement age, with relatively little work experience. What draws attention is the high level of university education (38.3%), which contrasts withthe limited qualification requirements for the profession. It corresponds to the share of people with higher education among employed women in Russia as a whole, which was 39% in 2019 (RABOCHAIA, 2020,p. 33). In this particular case, the explanation should be sought in the small number of high-skill jobs available in the city and region, combined with the accessibility and spread of higher education in recent decades. We can also predict a further increase in this indicator in subsequent years. As might have been expected, no significant differences are found in any of the assessed indicators between the two rounds of surveys conducted a year apart.
image/svg+xmlSocio-psychological factors affecting professional burnout among social workers (based on the experiences of students and professionals)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173357Table 1Distribution of respondents by age, education, and work experience2021 (N=420)2022 (N=80)N%N%AGE1834 years old317.412153568 years old38992.66885EDUCATIONIncomplete secondary4611Elementary vocational (college)9522.61417.5Secondary vocational (college)11828.13138.8Higher (university)16138.33543.8EXPERIENCE IN THE PROFESSION OF “SOCIAL WORKER”less than 1 year6214.833.815 years11126.41620610 years6916.42328.81115 years631524301620 years4611911.32124 years317.422.52530 years38933.8Source: Prepared by the authorsTable 2Distribution of answers to questions about attitudes toward the profession2021 (N=420)2022 (N=80)N%N%FOR WHAT REASONS DID YOU CHOOSE THIS JOB? (multiple choice)Like the content of the work9622.85163.8Satisfied with the level of pay11427.12328.8Convenient schedule16133.52632.5No other more suitable job296.93746.3I want to help people27264.85872.5Other 102.4ARE YOU SATISFIED WITH YOUR WORK OVERALL? (single choice)Yes214513138.8More likely yes13331.74252.5More likely no317.422.5Mo421078.8Difficult to answerWHAT ARE YOUR PLANS FOR THE FUTURE? (single choice)To continue to work as a social worker34381.76176.3To change occupation in the near future143.322.5Other63151721.3Source: Prepared by the authorsThe interpretation of questions on attitudes towards the profession appears to be more complicated. The data show the distribution of answers preferred by respondents, but, as we noted earlier, it is difficult to draw conclusions about the sincerity of thechoices in a relatively small team of employees. In view of the characteristics of the sample, this factor predominantly plays a major role in the first survey. It is also necessary to account for the initially low expectations from the job, which is traditionally considered unprestigious and remains low-paying. Considering the data of the first survey, against this background, there is an extremely high level of job satisfaction (options “yes” and “more likely yes” in total constitute 82.7% of
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAand Alexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173358responses) and a high prevalence of the socially approved option “I want to help people” (64.8 %) in the question about the reasons for choosing the job. It should be noted that only 22.8% of social workers point to the content of work as the reason for their choice.The intent of most respondents (81.7%) to continue working in their profession is largely indicative of the challenging situation in the labor market. Comparing these results with those obtained in the second survey, we can highlight some differences. Firstly, a much greater portion of the respondents indicate that they like the content of their work (63.8% compared to 22.8% in the first survey). At the same time, there is a significant increase in the percentage of those saying there are no other more suitable jobs (46.3% vs. 6.9%). Both differences can to some extent be explained by the factors mentioned above: conscious or unconscious reflection of the pandemic situation and the absence of mass sampling of workers for the second survey. At the same time,it is quite symptomatic that the option “I want to help people” remains just as popular, demonstrating a strong association of “striving to help” with the general idea of a social worker. Given the practically unchanged percentage of respondents who are completely satisfied or rather satisfied with their jobs (82.7% in the first survey and 91.3% in the second), changes could hardly be expected in this case. Professional burnout itself is assessed via a separate questionnaire. In addition to determining mean values and standard deviations for each of the scales and the integral score (Table 3), the results of each respondent are ranked according to the three levels of expression of the respective indicator: low, medium, and high (Table 4).Table 3Primary descriptive statistics2021 (N=420)2022 (N=80)MeanStandarddeviationMeanStandarddeviationEmotional Exhaustion (EE)20.798.77522.176.754Depersonalization (DP)8.525.3709.024.504Personal Accomplishment (PA)33.247.89529.769.021Integral Burnout Score (Int.BS)4.962.1785.121.781Source: Prepared by the authorsTable 4Distribution of burnout parameters2021 (N=420)2022 (N=80)N%N%EMOTIONAL EXHAUSTION (EE)Low10324.51721.3Average26663.34455High5112.11923.8DEPERSONALIZATION (DP)Low13231.42126.3Average26763.64758.8
image/svg+xmlSocio-psychological factors affecting professional burnout among social workers (based on the experiences of students and professionals)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.173359High2151215PERSONAL ACCOMPLISHMENT (PA)Low7217.12936.3Average29971.24252.5High4911.7911.3INTEGRAL BURNOUT SCORE (Int.BS)Low14534.53138.8Average22854.33645High4711.21316.3Source: Prepared by the authorsOverall, the results of the first survey demonstrate that only 11.2% of the participants can be considered as having a high degree of burnout. The majority (54.3%) show an average degree of professional burnout and only a slightly smaller number of social workers have a low level (34.5%). Results by individual criteria have a similar distribution. There is a significant predominance of the average level of personal accomplishments (71.2%), which can be explained by the insignificant potential for professional growth in the position of a social worker, which stimulates the choice of average options when answering questions related to professional achievements. Considering the changes found when comparing the results of the two surveys, we should highlight two points that could be significant. First, the second survey shows a much higher percentage of social workers with low values on the scale of reduction of personal accomplishments (36.3% in contrast to 17.1% in the first survey). Meanwhile, this change is almost exclusively shaped by a reduction in the share of respondents showing the average level of reduction of personal accomplishments. The share of respondents at the high level on this scale remains practically unchanged (11.7% and 11.3%, respectively). Secondly, there is a significant aggravation of the emotional exhaustion of social workers. The high level of this scale in the first survey is diagnosed in12.1% of respondents, while the second survey identifies 23.8% of people with this level of emotional exhaustion. Thus, on the whole, we are detecting a synchronous increase in the level of self-assessment of personal accomplishments and the level of emotional exhaustion. An unambiguous explanation for this can hardly be found within the data obtained in the surveys, which forces us to limit ourselves to a simple statement. It may be suggested that this combination could be a reflection of the time when the coronavirus pandemic, which has greatly increased the relevance of direct targeted social support, started to give way to other key events in social history. The pandemic experience is gradually transforming from an extraordinary circumstance to a routine and habitual one, although still significant. Increased job satisfaction in such a situation is accompanied by an increased level of emotional burnout.
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAand Alexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.1733510DiscussionThe obtained results can be compared to both the general tendencies in the study of professional burnout and to the available private results of research on professional burnout among social workers. Furthermore, the conducted study gives an opportunity to draw up a picture of the attitude to professional activity characteristic of social workers in a provincial Russian region, which can be considered a contribution to the currently available array of sociological and social psychological data about this field of professional activity. In this case, burnout can act as one of the key indicatorsreflecting not only the actual “psychological syndrome that develops in response to chronic emotional and interpersonal job stressors” (MASLACH, 2015,p. 929), but also, indirectly, the degree of social workers’ involvement in their professional duties, their satisfaction with working conditions and job prospects. First and foremost, we should mention that most of the studies that have touched on the motivation of social workers contain statements about the significant prevalence of altruistic motives. This is observed both among active social workers [FISHER, 2009; RACKAUSKIENE;KASNAUSKIENE; VIRBALIENĖ,2013)and among students pursuing the specialty (BOZEK; RAEYMAECKERS; SPOOREN, 2017; CHRISTIE; KRUK, 1998; LIEDGREN; ELVHAGE, 2015). Although the results of our survey do not give grounds to unequivocally assert the real predominance of such motives, the large number of “I want to help people” responses to the question about the reasons for choosing the profession is symptomatic. At the very least, this suggests a consensus among the sampled social workers regarding the motivation they are expected to have for choosing this field of professional activity, and that providing help and support to those in need is clearly interpreted in connection with social work as an intrinsic motive essential to a professional.According to the results of the first survey conducted in 2021, a high level of professional burnout is diagnosed in 11.2% of the respondents (according to the integral index of professional burnout), which already indicates a somewhat significant spread of this phenomenon. In the second survey, burnout syndrome is detected in 16.3% of the respondents. At the same time, in both cases, about half of the respondents demonstrate the average level of burnout, and about a third the low level. Another important finding is that the absolute majority of the surveyed social workers plan to continue working in their profession. Comparing our findings to those previously reported in Russian and foreign papers, we can argue that the results obtained in our study are painting a much more favorable picture compared to the majority of earlier studies. The results of our research indicating a relatively
image/svg+xmlSocio-psychological factors affecting professional burnout among social workers (based on the experiences of students and professionals)RPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.1733511small proportion of persons with a pronounced burnout syndrome can be attributed both to a relatively limited list of job responsibilities of the social workers involved in the study and the absence of career aspirations and prospects in most of them. It should also be pointed out that the juxtaposition of job satisfaction and the degree of burnout refers to the relationship, the non-obviousness of which has already been noted before. In particular, we can mention the study by Jahrami et al. (2013), which reveals an insignificant connection between job satisfaction and emotional burnout. Similar results are obtained in the study of the relationship between job satisfaction and emotional exhaustion in health care workers by Iglesias and Bengoa (2013).ConclusionAnalyzing modern research, we can distinguish three conditions (factors) of the presence or absence of professional burnout: the personal factor (the feeling of personal importance at work, possibility of professional advancement, autonomy, and level of control by the management); the rolefactor (a conflict of roles and role uncertainty, as well as professional situations in which joint actions of employees are largely uncoordinated); the organizational factor (unclear functional relationships between employees, the style of management that does not allow for independence).The profession of a social worker, which implies direct contact with people in a difficult life situation, defined by personal or social problems, is evidently one of the most conducive to the development of professionalburnout syndrome. Low pay grade in combination with considerable emotional load serve as factors that contribute to the professional disorganization of a worker. Nevertheless, the study finds that in the specific conditions of the Russian province, the general characteristic of social workers assumes not only the desire to continue working in the chosen specialty but also quite a low percentage of people showing high levels of professional burnout compared to previous studies. The latter statement, however, does not denythe challenges of the job duties of social workers or the problems associated with the organization of their work in Russia. Interpretation of even that relatively small amount of data gathered and systematized in the present study remains ambiguous and requires further work to develop consistent language for describing the profession and personality of a social protection professional, as well as the relationship between burnout and its individual components with the efficiency of services provided and the perspectives of an individual within the professional sphere.
image/svg+xmlIrina Aleksandrovna ZAITSEVAand Alexander Yevgenyevich KRIKUNOVRPGERevista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 26, n. 00, e022146, 2022.e-ISSN: 1519-9029DOI:https://doi.org/10.22633/rpge.v26i00.1733512REFERENCESBOZEK, B.;RAEYMAECKERS, P.;SPOOREN, P. Motivations to become a master in social work: A typology of students. European Journal of Social Work, v.20, n. 3,p.409421, 2017. Available in: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/13691457.2017.1283587. Access in: 19 Jan. 2022.BRADLEY, J.;SUTHERLAND, V. Occupational stress in social services: A comparison of social workers and home help staff. British Journal of Social Work, v. 25, p. 313-331, 1995. Available in: https://academic.oup.com/bjsw/article-abstract/25/3/313/1665715. Access in: 17 Feb. 2022.BURISCH, M. Das Burnout-Syndrom. Berlim: Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2014.CHOMAEVA, G.A. Osobennosti i faktory vozniknoveniia sindroma “emotsionalnogo vygoraniia” u sotsialnykh rabotnikov [Specific features and factors of “emotional burnout” syndrome in social workers]. Problems of modern pedagogical education,n. 58-3, p. 365-368, 2018.CHRISTIE, A.;KRUK, E. Choosing to become a social worker: Motives, incentives, concerns and disincentives. Social Work Education,v.17, n. 1, p.2134, 1998. Available in: https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/02615479811220031. Access in: 10 Apr. 2022.FISHER, E. A. Motivation and Leadership in Social Work Management: A Review of Theories and Related Studies. Administration in Social Work, v. 33, n. 4, p. 347367, 2009. Available in: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/03643100902769160. Access in: 12 Feb. 2022.FREUDENBERGER, H.J.;RICHELSON, G. Burn-Out. The High Cost of High Achievement. Garden City: Anchor Press, 1980.GOMEZ-GARCIA, R.;ALONSO-SANGREGORIO, M.;LLAMAZARES-SANCHEZ, M.L. Burnout in social workers and socio-demographic factors. Journal of Social Work,v. 20, n. 4,p. 463482, 2020.Available in: https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/1468017319837886?journalCode=jswa. Access in: 23 Dec. 2021.GOMEZ-GARCIA, R.;BAYON-CALVO, S.;LUCAS-GARCIA, J. The Relationship between Burnout and Job Satisfaction in a Sample of Spanish Social Workers. British Journal of Social Work,v. 51, n.8, p.3115-3134, 2021. Available in:https://academic.oup.com/bjsw/article-abstract/51/8/3115/5907560?redirectedFrom=fulltext. Access in: 12 Apr. 2022.HUSSEIN, S. Work engagement, burnout and personal accomplishments among social workers: A comparison between those working in children and adults’ services in England. Administration and Policy in Mental Health and Mental Health Services Research,v. 45, p.911-923, 2018.Available in: https://link.springer.com/article/10.1007/s10488-018-0872-z. Access in: 10 June 2022.
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