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10.22633/rpge.v29i00.20357
Revista on line de Política e Gestão Educacional (RPGE), Araraquara, v. 29, n. 00, e025013, 2025.
Daiane Patrícia Lopes LIMA, Fabiana Dalila BECKER & Joel Cezar BONIN
e-ISSN: 1519-9029
componentes interagem o tempo todo. O foco permanece, ao longo do tempo, no processo,
e não no produto.
Larsen-Freeman e Cameron (2008) apresentam os sistemas como dinâmicos, abertos,
passar por uma coadaptação. Segundo elas, a situação tende a permanecer, por um tempo,
sofrer perturbação ou provocação e, por isso, desestabilizar-se, exigindo mudanças. Por con-
seguinte, esse sistema passa para a fase de coadaptação e, segundo as autoras, essa instabi-
Lima (2022) descreve, em seu trabalho, um contexto de coadaptação vivenciado por
uma professora de língua inglesa do Ensino Médio. Houve uma provocação do sistema, pois,
De Bot et al. (2013) analisam ainda as mudanças do indivíduo por meio da interação
social, em estudos feitos em escalas de semanas e meses. Para os autores, o ser humano se
desenvolve por interação, não dissociando a aprendizagem individual das dinâmicas sociais.
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lação. De Bot et al. (2013) também descrevem algumas teorias da linguagem e ressaltam a
Para eles, a teoria dos sistemas dinâmicos aproxima-se da teoria vygotskiana, que
preconiza a transformação do indivíduo por meio da interação. Essa consideração torna-se
demonstra que o ensino precisa estar pautado em três pilares: 1) interação do sujeito com o
objeto de aprendizagem; 2) interação interpessoal; e 3) interação intrapessoal; dessa forma,
privilegia-se o aprendiz e seus processos de aprendizagem. Assim, considera-se a interação
Miccoli et al. (2020), ao reapresentarem um marco de referências de experiências de
uma coleção de pontos regularmente visitados, uma alça, uma órbita complexa, ou um número infinito de pon-
influenciam o seu sistema.