RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026042, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21161 1
OPORTUNIDADES PARA MELHORAR A ATIVIDADE COGNITIVA DOS
ALUNOS: UM ESTUDO EXPERIMENTAL
OPORTUNIDADES PARA MEJORAR LA ACTIVIDAD COGNITIVA DE LOS
ESTUDIANTES: UN ESTUDIO EXPERIMENTAL
OPPORTUNITIES FOR ENHANCING STUDENTS’ COGNITIVE ACTIVITY: AN
EXPERIMENTAL STUDY
Normakhmat PANJIEV
1
e-mail: pan[email protected]
Natalia KOTOVCHIKHINA
2
e-mail: nataliak[email protected]ademy
Diana STEPANOVA
3
e-mail: d.i.stepanova@bk.ru
Zhannat SAPARKYZY
4
e-mail: zhan[email protected]emy
Karina CHIKAEVA
5
e-mail: karin[email protected]y
Artemiy KOZACHEK
6
e-mail: koza[email protected]y
Elvir AKHMETSHIN
7
e-mail: elvir@mymail.academy
1
Universidade Estadual de Termez, Termez Uzbequistão. Doutora em Ciências Filológicas, Professora
Associada, Departamento de Linguística Russa.
2
Universidade Estadual de Tecnologias e Gestão de Moscou K.G. Razumovsky (Primeira Universidade Cossaca),
Moscou Rússia. Doutora em Ciências Filológicas, Professora, Departamento de Teoria e Prática da Educação
Cossaca Contínua.
3
Universidade Russa de Economia Plekhanov, Moscou Rússia. Doutora em Ciências Econômicas, Professora
Associada, Escola Superior de Finanças.
4
Universidade Estadual Korkyt Ata de Kyzylorda, Kyzylorda Cazaquistão. Doutora, Professora Associada.
5
Universidade Agrária Estadual de Kuban, em homenagem a I. T. Trubilin, Krasnodar Rússia. Doutora em
Ciências Históricas, Professora, Departamento de História e Ciência Política.
6
Universidade Técnica Estadual de Tambov, Tambov Rússia. Doutor em Ciências Pedagógicas, Professor
Associado, Chefe do Departamento de Gestão da Natureza e Proteção Ambiental.
7
Universidade de Mamun, Khiva Uzbequistão. Doutor em Ciências Econômicas, Professor Associado,
Departamento de Economia. Universidade de Economia de Khorezm, Urgench Uzbequistão. Professor
Associado, Departamento de Economia e Gestão.
Oportunidades para melhorar a atividade cognitiva dos alunos: um estudo experimental
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026042, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21161 2
Como referenciar este artigo:
Panjiev, N., Kotovchikhina, N., Stepanova, D., Saparkyzy, Z.,
Chikaeva, K., Kozachek, A., & Akhmetshin, E. (2026).
Oportunidades para melhorar a atividade cognitiva dos alunos: um
estudo experimental. Revista on line de Política e Gestão
Educacional, 30, e026042.
https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21161
| Submetido em: 01/10/2025
| Revisões requeridas em: 22/10/2025
| Aprovado em: 29/04/2026
| Publicado em: 18/05/2026
Editor:
Prof. Dr. Sebastião de Souza Lemes
Editor Adjunto Executivo:
Prof. Dr. José Anderson Santos Cruz
Normakhmat Panjiev, Natalia Kotovchikhina, Diana Stepanova, Zhannat Saparkyzy, Karina Chikaeva, Artemiy Kozachek & Elvir
Akhmetshin
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DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21161 3
RESUMO: As instituições de ensino superior devem desenvolver não apenas conhecimentos
profissionais, mas também atividade cognitiva, competências de investigação e prontidão para
a aprendizagem autônoma. Este estudo analisa se um programa de formação pode melhorar a
atividade cognitiva de estudantes universitários. A investigação combina análise teórica e
experiência pedagógica com grupos experimental e de controle. A atividade cognitiva foi
avaliada por meio dos componentes motivacional-volitivo e processual-operacional, utilizando
instrumentos psicológicos e pedagógicos consolidados. Os resultados mostram que os
estudantes que participaram do programa apresentaram maior motivação cognitiva, orientação
para o sucesso, autorregulação volitiva, reflexão e capacidade de aprendizagem em comparação
com o grupo de controle. Os achados confirmam a eficácia de condições psicológicas e
pedagógicas direcionadas para ativar a atividade cognitiva no ensino superior.
PALAVRAS-CHAVE: Atividade cognitiva. Ativação da atividade cognitiva. Envolvimento
cognitivo. Motivação. Programa de treino.
RESUMEN: Las instituciones de educación superior deben desarrollar no solo conocimientos
profesionales, sino también actividad cognitiva, habilidades de investigación y disposición
para el aprendizaje autónomo. Este estudio analiza si un programa de formación puede
mejorar la actividad cognitiva de estudiantes universitarios. La investigación combina análisis
teórico y experimento pedagógico con grupos experimental y de control. La actividad cognitiva
se evaluó mediante componentes motivacional-volitivos y procedimental-operacionales,
utilizando instrumentos psicológicos y pedagógicos consolidados. Los resultados muestran que
los estudiantes que participaron en el programa presentaron mayor motivación cognitiva,
orientación al éxito, autorregulación volitiva, reflexión y capacidad de aprendizaje que los
estudiantes del grupo de control. Los hallazgos confirman la eficacia de condiciones
psicológicas y pedagógicas específicas para activar la actividad cognitiva en la educación
superior.
PALABRAS CLAVE: Actividad cognitiva. Activación de la actividad cognitiva. compromiso
cognitivo. Motivación. Programa de entrenamiento.
ABSTRACT: Modern higher education requires students not only to acquire professional
knowledge but also to develop cognitive activity, research skills, and readiness for self-directed
learning. This study examines whether a training program can enhance university students’
cognitive activity. The research combines theoretical analysis with a pedagogical experiment
involving experimental and control groups. Cognitive activity was assessed through
motivational-volitional and procedural-operational components using established
psychological and pedagogical diagnostic tools. The results show that students who
participated in the training program demonstrated stronger cognitive motivation, success
orientation, volitional self-regulation, reflection, and learning ability than students in the
control groups. The findings confirm the effectiveness of targeted psychological and
pedagogical conditions for activating cognitive activity in higher education and indicate the
need to integrate structured training, reflective tasks, and problem-based learning into
university practice.
KEYWORDS: Cognitive activity. Activation of cognitive activity. Cognitive engagement.
Motivation. Training program.
Oportunidades para melhorar a atividade cognitiva dos alunos: um estudo experimental
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026042, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21161 4
INTRODUÇÃO
As mudanças científicas, socioeconômicas e tecnológicas atuais aumentaram a demanda
por sistemas de ensino superior capazes de formar especialistas competentes, socialmente
ativos, criativos e capazes de se aperfeiçoar continuamente. Estudos recentes enfatizam que
esse objetivo não pode ser alcançado apenas por meio da transmissão de conhecimento
profissional; ele também requer o desenvolvimento da atividade cognitiva (AC) dos alunos, de
habilidades de pesquisa e da capacidade de aprendizagem autônoma (Abdullayev et al., 2024;
Alperovich, 2023; Kryucheva & Tolstoukhova, 2023).
Nas universidades, a crescente proporção de trabalho autônomo torna a AC
especialmente importante. Espera-se que os alunos planejem tarefas de aprendizagem, busquem
informações, analisem materiais didáticos e regulem seu próprio progresso. No entanto, essas
habilidades não surgem automaticamente. Elas dependem da organização pedagógica, da
motivação, do apoio psicológico e de métodos de ensino que incentivem o engajamento
cognitivo (Kiselitsa et al., 2024; Shichkin et al., 2024; Togaibayeva et al., 2023).
Portanto, o problema central deste estudo é como criar condições psicológicas e
pedagógicas que estimulem efetivamente a AC dos alunos no ensino superior. O artigo tem
como objetivo examinar o potencial de um programa de treinamento estruturado para ativar a
AC e avaliar seus efeitos sobre os componentes motivacional-volitivos e procedimentais-
operacionais.
REVISÃO DE LITERATURA
A análise dos fundamentos científicos e teóricos relativos à organização da AC dos
alunos e aos aspectos psicopedagógicos de sua ativação demonstra um profundo interesse dos
pesquisadores por essa questão (Aziyev et al., 2024). De acordo com Lagunova e Yurchenko
(2011), a atividade cognitiva é um componente essencial e crítico da atividade humana,
impulsionando o desenvolvimento tanto da sociedade quanto do indivíduo. É uma das formas
específicas da atividade humana.
Gribova (2020) considera a atividade cognitiva de um indivíduo como um processo
recorrente que envolve a interação de três estágios relativamente independentes: aquisição,
incorporação e operação com o conhecimento. Esse processo pode ocorrer em sua forma
completa e perfeita, caracterizada por transições sequenciais e paralelas de um estágio para
outro, o que é típico de atividades criativas que geram novos conhecimentos. Ele também pode
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Akhmetshin
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se manifestar em formas truncadas, como a memorização mecânica do material percebido ou
sua impressão sensorial (Gribova, 2020).
Pesquisadores afirmam que a atividade cognitiva é uma manifestação deliberada da
atividade de um indivíduo voltada para a compreensão da realidade circundante. Ela ocorre ao
longo da vida, em todos os tipos de atividades e interações sociais, e inclui componentes
motivacionais-volitivos, procedimentais-operacionais e de resultados em sua estrutura. Ela se
concretiza por meio de atos cognitivos de compreensão e reflexão (Sitarov & Shinin, 2017).
Buzdalova (2016) considera a atividade cognitiva como um processo de demonstração
de envolvimento direcionado a um objeto de cognição, o que leva à conclusão de que o
envolvimento cognitivo de um indivíduo é um estado ativo que se manifesta em um interesse
multifacetado e profundo pelo conhecimento, na aplicação de esforço, na atenção concentrada
e no exercício de capacidades intelectuais e físicas para alcançar objetivos estabelecidos
(Fedorovich, 2010).
Nos estudos de Danushenkov (2016), Fialko (2015) e Gabidullina et al. (2023), chama-
se a atenção para a necessidade de implementar a função de desenvolvimento da educação na
prática do processo de aprendizagem, garantindo um equilíbrio ideal entre o papel orientador
do professor e o trabalho independente do aluno como componente-chave da atividade dos
sujeitos educacionais. Cada pesquisador que examina essa questão concentra-se em um aspecto
específico da atividade cognitiva.
Nekrasova e Chikova (2021) abordam essa questão a partir da perspectiva da estrutura
intraindividual da personalidade, considerando a atividade como uma manifestação das facetas
volitivas, emocionais e intelectuais de um indivíduo. Koverets (2020) a vê como uma unidade
de atividade na qual a personalidade do aluno se expressa por meio de sua atitude em relação
ao conteúdo e à natureza da atividade e de sua disposição para mobilizar esforços morais e
volitivos para alcançar objetivos educacionais e cognitivos. Nikolaev (2015) argumenta que a
atividade cognitiva é um poderoso estímulo para a formação de uma personalidade equilibrada,
cujo nível depende do desenvolvimento do entusiasmo dentro de um sistema de outros motivos.
Outros autores abordam a atividade cognitiva sob diversas perspectivas: como uma
orientação cognitiva seletiva em relação a objetos e fenômenos da realidade circundante
(Bobrova, 2007); como um construto psicológico complexo que representa a unidade das
esferas cognitiva, emocional e volitiva de um indivíduo (Bolgar & Solovyov, 2019); como
atividade exploratória (Altukhova, 2018); como atividade de orientação e pesquisa
(Proskuryakova, 2019); e como uma necessidade de impressões (Buzdalova, 2016).
Oportunidades para melhorar a atividade cognitiva dos alunos: um estudo experimental
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Assim, a atividade cognitiva pode ser definida como uma orientação cognitiva seletiva
de um indivíduo em relação a objetos e fenômenos, bem como um construto psicológico
complexo que une as esferas cognitiva, emocional e volitiva da personalidade.
Um aspecto essencial do estudo dos problemas relacionados à ativação da AC é o
reconhecimento do papel de fatores internos, tais como representações, ideias, necessidades e
interesses (Reutova, 2020). Os pesquisadores acreditam, com razão, que qualquer tipo de
atividade social (por exemplo, laboral, cognitiva, criativa) depende das necessidades, atitudes,
orientações de valores e crenças do indivíduo; em outras palavras, da estrutura motivacional da
personalidade e, consequentemente, dos motivos para a atividade (Kameneva & Bondarenko,
2018; Ling et al., 2023).
No que diz respeito aos motivos da atividade acadêmica, os pesquisadores destacam o
seguinte: a consciência dos objetivos de aprendizagem imediatos e finais; a compreensão do
significado teórico e prático do conhecimento; a carga emocional da forma como o material
didático é apresentado; a demonstração das perspectivas de desenvolvimento dos conceitos
científicos; a orientação profissional das atividades acadêmicas; a seleção de tarefas que criam
situações baseadas em problemas dentro da estrutura de aprendizagem; a presença de
curiosidade e de um “clima psicológico cognitivo” no grupo de estudo (Maksimov & Klykov,
2016). Assim, a consciência dos motivos por trás da atividade acadêmica serve como pré-
requisito para a atividade cognitiva.
Embora a literatura descreva a AC a partir de perspectivas motivacionais, volitivas,
emocionais e operacionais, poucos estudos testam experimentalmente como um programa de
treinamento psicológico direcionado pode fortalecer esses componentes em estudantes
universitários.
Essa lacuna justifica o presente estudo experimental, que avalia um programa de
treinamento projetado para ativar a AC dos estudantes e compara as mudanças nos grupos
experimental e de controle.
MÉTODOS
O estudo experimental sobre a ativação da AC dos alunos foi realizado por meio de um
experimento pedagógico.
Normakhmat Panjiev, Natalia Kotovchikhina, Diana Stepanova, Zhannat Saparkyzy, Karina Chikaeva, Artemiy Kozachek & Elvir
Akhmetshin
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A análise e síntese dos resultados teóricos permitiram identificar os critérios utilizados
como base para o desenvolvimento de métodos diagnósticos destinados a determinar os níveis
de desenvolvimento de cada componente da AC. Foram identificados os seguintes critérios:
1. Componente motivacional-volitivo: a natureza da motivação do aluno, o nível de
interesse cognitivo, a capacidade de estabelecer metas e o desenvolvimento de estados
e traços volitivos, tais como determinação, perseverança, capacidade de decisão e
independência;
2. Componente procedimental-operacional: um alto nível de adaptabilidade e proficiência
na análise, comparação, generalização e sistematização de informações.
Para avaliar a eficácia do programa de treinamento voltado para a ativação da AC e
determinar o nível de formação de cada componente da AC, foi realizado um estudo
correspondente. O estudo envolveu dois grupos experimentais (GE) com um total de 66 alunos
(para testar a eficácia do programa de treinamento desenvolvido para ativar a AC) e dois grupos
de controle (GC) com um total de 61 alunos (para diagnosticar os níveis de formação dos
componentes da AC).
Hipóteses de pesquisa:
H₀: as distribuições empíricas dos alunos do GE e do GC, de acordo com os níveis de
desenvolvimento da AC após o experimento, não apresentam diferenças;
H₁: As distribuições empíricas dos alunos do GE e do GC, de acordo com os níveis de
desenvolvimento da AC após o experimento, diferem entre si.
O estudo empírico seguiu um processo em três etapas:
Etapa 1: Experimento inicial (de referência).
Esta fase teve como objetivo estabelecer as características e os traços iniciais da ativação
da AC entre os participantes do GC e do GE. O objetivo era coletar dados empíricos para
proporcionar uma compreensão abrangente dos níveis de desenvolvimento da AC dos alunos.
O GC serviu como referência para comparar os indicadores do GE, que foram utilizados para
implementar o programa de treinamento destinado a ativar a AC. O programa incluiu
componentes informativos-educacionais, de desenvolvimento-correção (visando as esferas
motivacional-volitiva e procedural-operacional) e reflexivos.
Oportunidades para melhorar a atividade cognitiva dos alunos: um estudo experimental
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Etapa 2: Experimento formativo.
Esta fase envolveu a realização de um experimento formativo no GE, empregando um
sistema de intervenções de desenvolvimento especificamente projetado. O GE passou por
atividades descritas no programa de treinamento desenvolvido para ativar a AC, com a
expectativa de que isso aumentasse os níveis de AC dos alunos.
Etapa 3: Experimento final.
Nesta fase, foi realizado um segundo experimento de linha de base envolvendo
participantes tanto do GC quanto do GE. O objetivo era coletar dados empíricos após a
aplicação do programa de treinamento. O GC serviu como ponto de referência para comparação
com o GE, a fim de avaliar mudanças nos níveis de desenvolvimento dos componentes da AC.
Os resultados desta fase determinaram se a hipótese de pesquisa foi confirmada.
O procedimento empírico utilizou uma bateria de testes diagnósticos mista:
questionários, testes psicológicos, observação, entrevistas e análise de avaliações
independentes. Esses métodos foram selecionados para captar tanto indicadores subjetivos de
motivação quanto comportamentos educacionais observáveis.
Para estudar o componente motivacional-volitivo, foram empregadas as seguintes
ferramentas:
A “Avaliação do Nível de Aspiração de Realização”, de V. K. Gerbachevsky, foi
utilizada para determinar a posição da motivação cognitiva dentro da estrutura motivacional
geral do aluno. O instrumento era relevante para a amostra universitária, pois mede motivos
relacionados à realização diretamente ligados a objetivos de aprendizagem e esforço acadêmico
(Raigorodsky, 2011).
O questionário “Motivação para o Sucesso e Medo do Fracasso”, de A. Rean, foi
incluído para distinguir uma orientação construtiva para o desempenho da motivação baseada
na evitação. Essa distinção foi importante para avaliar se o programa de treinamento fortaleceu
a motivação acadêmica positiva, em vez de apenas reduzir a evitação do fracasso (Rean, 2004).
O questionário “Estudo de Autorregulação Volitiva”, de A. Zverkov e E. Eidman,
avaliou a autorregulação volitiva geral e a perseverança. O instrumento foi utilizado porque
essas qualidades correspondem ao componente motivacional-volitivo da AC e são significativas
para a capacidade dos alunos de manter atividades de aprendizagem independentes (Zverkov &
Eidman, s.d.).
Para avaliar o componente procedimental-operacional, o estudo centrou-se nas
capacidades de reflexão e no potencial de aprendizagem dos alunos:
Normakhmat Panjiev, Natalia Kotovchikhina, Diana Stepanova, Zhannat Saparkyzy, Karina Chikaeva, Artemiy Kozachek & Elvir
Akhmetshin
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026042, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21161 9
O questionário “Diagnóstico da Reflexão”, de A. Karpov, avaliou o desenvolvimento
das capacidades reflexivas, incluindo a capacidade do aluno de analisar ações, dificuldades de
aprendizagem e resultados. Esta ferramenta estava alinhada com o componente procedimental-
operacional, uma vez que a reflexão promove o autocontrole e a correção na aprendizagem
(Karpov, 2003).
O método modificado de “Avaliação do Potencial de Aprendizagem” de P. I. Tretyakov
foi aplicado para avaliar a capacidade dos alunos de dominar novos conteúdos educacionais e
transferir estratégias de aprendizagem para novas tarefas. A versão modificada foi utilizada
como ferramenta de diagnóstico pedagógico adequada para contextos de aprendizagem
universitária (Tretyakov & Sennovsky, 1997).
Análise Estatística:
Os resultados foram analisados estatisticamente utilizando o teste χ² de Pearson e o
Microsoft Excel para o processamento de dados;
Todos os instrumentos foram aplicados aos alunos do GC e do GE em condições
comparáveis antes e após a fase formativa. As pontuações foram interpretadas de acordo
com as descrições metodológicas publicadas de cada instrumento, e os mesmos critérios
de diagnóstico foram aplicados a ambos os grupos para garantir a comparabilidade.
RESULTADOS
Os resultados do nosso estudo (Tabela 1) indicam que os métodos e ferramentas de
ensino utilizados no programa de formação para estimular a atividade cognitiva (AC) dos
alunos tiveram efeitos predominantemente positivos, tanto nos componentes individuais da AC
quanto no seu desenvolvimento geral.
Tabela 1.
Dinâmica das variações nos indicadores de desenvolvimento dos componentes da AC no GC e
no GE ao longo do semestre (%, nível máximo)
Componente AC de um aluno
GC (61)
χ
2
Início Exp.
Fim Exp.
Variação
Início Exp.
Fim Exp.
Variação
Motivacional-volitivo
1. Papel do motivo cognitivo no sistema
motivacional (método de V.
Gerbachevsky)
11,3
16,9
+6,6
19,7
61,3
+41,6
54,12
2. Motivação para o sucesso e evitação
do fracasso (questionário de A. Rean)
12,7
22,6
+9,9
18,5
58,1
+39,6
17,12
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3. Estudo da autorregulação volitiva
(método de A. Zverkov e E. Eidman)
21,4
43,3
+21,9
24,6
57,1
+32,5
10,11
Procedimental-operacional
1. Diagnóstico reflexivo (método de A.
Karpov)
13,8
16,9
+3,1
18,1
37,5
+19,4
7,46
2. Diagnóstico da capacidade de
aprendizagem do aluno (método de P.
Tretyakov)
21,4
25,3
+4,9
26,7
43,7
+17,0
10,53
Nota. Elaborada pelos autores.
Os resultados do estudo sobre o componente motivacional-volitivo mostram que o papel
do motivo cognitivo no sistema de motivação dos alunos do grupo de controle (GC) sofreu uma
ligeira alteração ao longo do experimento. Ao final do experimento, o motivo cognitivo era um
dos principais motivos para 16,9% dos alunos do GC, um aumento de 6,6% em relação ao
início. No entanto, um motivo primário para os alunos do GC ao longo do experimento foi o
motivo competitivo, indicando que o grupo não atingiu um alto nível de desenvolvimento e não
formou um coletivo coeso. Em vez disso, os alunos do GC se percebiam principalmente como
concorrentes.
Em contraste, entre os alunos do grupo experimental (GE), que passaram pela
intervenção direcionada, o motivo cognitivo inicialmente ocupava a sexta posição. Ao longo do
experimento, ele apresentou um crescimento significativo, atingindo o pico no final, quando se
tornou um dos principais motivos em suas atividades. Ao término do experimento, o motivo
cognitivo ocupava uma posição de destaque na estrutura motivacional de 61,3% dos alunos do
GE, um aumento de 41,6% em relação ao início.
Entre 58,1% dos alunos do GE, observou-se uma orientação motivacional voltada para
o sucesso, enquanto no GC, apenas 22,6% dos alunos demonstraram motivação para o sucesso.
Os resultados do estudo sobre a autorregulação volitiva mostram um aumento no
indicador geral de autorregulação volitiva em ambos os grupos. No GC, o aumento foi de
21,9%, enquanto no GE foi de 32,5% em comparação com o início do experimento. Os alunos
com um alto nível de autorregulação demonstraram confiança, perspectivas realistas e
capacidade de controlar suas ações.
Os indicadores para o componente procedural-operacional também mostraram uma
tendência de aumento nos níveis de reflexão. Entre os alunos do GE, o nível de reflexão
melhorou durante o trabalho experimental, com 37,5% dos alunos demonstrando, no final, um
alto nível de reflexão, um aumento de 19,4% em relação ao início do experimento. Em
contraste, o GC registrou um aumento de apenas 3,1%, com 16,9% dos alunos do GC
alcançando um alto nível de reflexão.
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Os indicadores para o componente motivacional-volitivo mostraram uma tendência de
aumento nos níveis de reflexão. Entre os alunos do GE, o nível de reflexão melhorou durante o
trabalho experimental, com 37,5% dos alunos demonstrando, no final, um alto nível de reflexão,
um aumento de 19,4% em relação ao início do experimento. Em contrapartida, o GC registrou
um aumento de apenas 3,1%, com 16,9% dos alunos do GC alcançando um alto nível de
reflexão.
O diagnóstico da capacidade de aprendizagem no GE revelou que 43,7% dos alunos
atingiram um alto nível de capacidade de aprendizagem, um aumento de 17% em relação ao
início do experimento. No GC, esse indicador foi de apenas 25,3%, refletindo uma variação
inferior a 5%.
Cálculos estatísticos mostraram que os valores empíricos do teste χ² se situam na zona
de significância (p < 0,05). Isso leva à rejeição da hipótese H₀ e à aceitação de H₁ para o GE.
Assim, as distribuições empíricas dos alunos do GE e do GC nos componentes da atividade
cognitiva diferiram significativamente após o experimento.
DISCUSSÃO
Os resultados experimentais indicam que o programa de treinamento fortaleceu ambos
os componentes da AC. Os maiores ganhos no GE referiram-se ao papel do motivo cognitivo
no sistema motivacional (+41,6%) e à motivação para o sucesso (+39,6%), o que confirma a
posição de Kameneva e Bondarenko (2018) e de Ling et al. (2023) de que a atividade de
aprendizagem depende fortemente dos motivos, valores e orientação para o desempenho dos
alunos.
O aumento da autorregulação volitiva no GE (+32,5%) também corrobora a visão de
Nekrasova e Chikova (2021) e Koverets (2020), que interpretam a atividade cognitiva como
uma unidade das dimensões intelectual, emocional e volitiva. Nesse aspecto, os resultados
convergem com afirmações teóricas anteriores de que a AC não pode ser reduzida apenas a
processos cognitivos.
O crescimento da reflexão (+19,4%) e da capacidade de aprendizagem (+17,0%) no GE
é consistente com Sitarov e Shinin (2017), que enfatizam a reflexão como um mecanismo-chave
dos atos cognitivos. Ao mesmo tempo, as mudanças modestas no GC mostram que a instrução
comum por si é insuficiente para o desenvolvimento estável da AC; é necessário um apoio
psicológico e pedagógico direcionado.
Oportunidades para melhorar a atividade cognitiva dos alunos: um estudo experimental
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Essas descobertas esclarecem o papel prático dos instrutores e mentores de grupo. Sua
tarefa não consiste apenas em transmitir conteúdos, mas também em organizar situações de
aprendizagem que conectem motivação, autorregulação, reflexão e trabalho autônomo. Isso
corrobora o argumento de Danushenkov (2016) de que a função formativa da educação requer
um equilíbrio entre a orientação do professor e a autonomia do aluno.
Assim, a ativação da AC deve começar com o diagnóstico e o estabelecimento de metas.
Os instrutores devem criar uma atitude emocional positiva em relação à disciplina, formular
objetivos de aprendizagem claros e utilizar tarefas que tornem visível o valor prático do
conhecimento.
A segunda etapa deve se concentrar em atividades exploratórias e cognitivo-
educacionais, incluindo tarefas baseadas em problemas, automonitoramento e autocorreção.
Esses elementos são consistentes com pesquisas que enfatizam o trabalho independente como
condição para o engajamento cognitivo.
A terceira etapa deve apoiar o trabalho cognitivo independente e a atividade criativa
individual, levando em consideração os interesses dos alunos, o ritmo de aprendizagem e as
capacidades reflexivas (Bozhkova et al., 2024).
Do ponto de vista pedagógico, a ativação da atividade cognitiva é mais eficaz quando o
material didático combina novidade, relevância prática e oportunidades de reflexão. Isso
significa que os instrutores devem apresentar fatos e aplicações recentes, relacionar o conteúdo
teórico com tarefas profissionais reais e incentivar os alunos a explicar, comparar e avaliar as
informações.
A aprendizagem baseada em problemas é especialmente relevante, pois gera dificuldade
intelectual, surpresa e a necessidade de uma investigação mais profunda. Essas características
transformam a atividade cognitiva de uma resposta passiva à instrução em uma busca ativa por
significado.
O clima psicológico do grupo acadêmico também é significativo. Um ambiente solidário
e relativamente livre de conflitos reduz as barreiras emocionais à aprendizagem e ajuda os
alunos a participar mais ativamente de tarefas coletivas e individuais.
Por esse motivo, mentores e psicólogos devem ser envolvidos quando dificuldades de
adaptação, conflitos interpessoais ou baixa motivação dificultam a aprendizagem. Sua
participação pode apoiar a socialização dos alunos e criar condições mais seguras para o
desenvolvimento da AC.
Normakhmat Panjiev, Natalia Kotovchikhina, Diana Stepanova, Zhannat Saparkyzy, Karina Chikaeva, Artemiy Kozachek & Elvir
Akhmetshin
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Os resultados também mostram que a avaliação e a autoavaliação devem ser utilizadas
com fins de desenvolvimento, e não apenas para fins de controle. Quando os alunos avaliam
seu progresso, identificam dificuldades e planejam melhorias, desenvolvem responsabilidade,
precisão, pensamento crítico e prontidão para a aprendizagem autodirigida (Katunin, 2023;
Novichkov et al., 2022).
Assim, a discussão dos resultados demonstra uma convergência entre os resultados
experimentais e a literatura citada. O programa de treinamento foi eficaz porque abordou os
mesmos mecanismos identificados em estudos anteriores: motivação, regulação volitiva,
reflexão, trabalho autônomo e as condições sociopsicológicas da aprendizagem.
Em termos práticos, as universidades devem integrar esse treinamento nos programas
de adaptação do primeiro ano e nos cursos que exigem um alto nível de trabalho independente.
Os professores devem combinar atividades diagnósticas curtas, diários reflexivos, tarefas
problemáticas e sessões de feedback para monitorar o desenvolvimento da AC ao longo do
semestre.
Os mentores de grupo devem prestar atenção ao clima psicológico, pois a tensão
interpessoal pode minar a motivação e reduzir a disposição dos alunos para se envolverem
cognitivamente. Psicólogos podem complementar esse trabalho por meio de atividades
preventivas e corretivas voltadas para a adaptação, a autorregulação e a comunicação
construtiva.
Essas recomendações baseiam-se diretamente em achados empíricos: as melhorias mais
significativas foram alcançadas nos casos em que o programa visava simultaneamente a
motivação, a volição, a reflexão e a capacidade de aprendizagem.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O estudo demonstrou que um programa de treinamento estruturado pode ativar
efetivamente a AC dos alunos quando combina apoio psicológico com tarefas pedagógicas
voltadas para a motivação, a autorregulação volitiva, a reflexão e a aprendizagem autônoma.
Em comparação com o grupo de controle, o grupo experimental apresentou um crescimento
mais acentuado na motivação cognitiva, na orientação para o sucesso, na autorregulação, na
reflexão e na capacidade de aprendizagem. Esses resultados confirmam que a CA se desenvolve
de forma mais eficaz em condições psicológicas e pedagógicas propositadas, em vez de apenas
por meio do ensino convencional.
Oportunidades para melhorar a atividade cognitiva dos alunos: um estudo experimental
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026042, 2026. e-ISSN: 1519-9029
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A implicação prática é que as universidades devem integrar elementos de treinamento
diagnósticos, reflexivos e baseados em problemas no processo educacional, especialmente em
programas que exigem um trabalho independente extensivo. Pesquisas futuras devem examinar
a estabilidade a longo prazo desses efeitos, testar o programa em diferentes disciplinas e
contextos institucionais e esclarecer quais componentes do treinamento produzem o maior
impacto.
Normakhmat Panjiev, Natalia Kotovchikhina, Diana Stepanova, Zhannat Saparkyzy, Karina Chikaeva, Artemiy Kozachek & Elvir
Akhmetshin
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Akhmetshin
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A k h m ets hi n
R P G E R e vist a o n li ne d e P oti c a e G est ã o E d u ca ci o n al , Ar ar a q u ara, v. 3 0 , n. 0 0, e 0 2 6 0 4 2 , 2 0 2 6 . e -I S S N: 1 5 1 9-9 0 2 9
D OI: 1 0. 2 2 6 3 3/r p g e. v 3 0i 0 0. 2 1 1 6 1 1 9
C R e di T A ut h or St at e m e nt
R e c o n h e ci m e nt os : G ost a a m os d e a gr a d e c er a aj u d a d os e dit or es e r e vis or es .
Fi n a n ci a m e nt o : N ã o s e a pli c a .
C o nfli tos d e i nt e r ess e : Os a ut or es d e cl ar a m n ã o h a v er c o nflit o d e i nt er ess e .
A p r o v a ç ã o éti c a : N ã o s e a pli c a .
Dis p o ni bili d a d e d e d a d os e m at e ri ais : Dis p o v eis m e di a nt e s oli cit a ç ã o a os a ut or es .
C o nt ri b ui ç õ es d os a ut o r es : To d os os a ut or es c o ntri b uír a m i g u al m e nt e .
P r o c ess a m e nt o e e dit o r a ç ã o : E dit o r a I b e r o-A m e ri c a n a d e E d u c a ç ã o
R e vis ã o, f or m at a ç ã o , n or m ali z a ç ã o e tr a d u ç ã o
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OPPORTUNITIES FOR ENHANCING STUDENTS COGNITIVE ACTIVITY: AN
EXPERIMENTAL STUDY
OPORTUNIDADES PARA MELHORAR A ATIVIDADE COGNITIVA DOS ALUNOS:
UM ESTUDO EXPERIMENTAL
OPORTUNIDADES PARA MEJORAR LA ACTIVIDAD COGNITIVA DE LOS
ESTUDIANTES: UN ESTUDIO EXPERIMENTAL
Normakhmat PANJIEV
1
e-mail: pan[email protected]
Natalia KOTOVCHIKHINA
2
e-mail: nataliak[email protected]ademy
Diana STEPANOVA
3
e-mail: d.i.stepanova@bk.ru
Zhannat SAPARKYZY
4
e-mail: zhan[email protected]emy
Karina CHIKAEVA
5
e-mail: karin[email protected]y
Artemiy KOZACHEK
6
e-mail: koza[email protected]y
Elvir AKHMETSHIN
7
e-mail: elvir@mymail.academy
1
Termez State University Termiz Uzbekistan. Candidate of Philological Sciences, Associate Professor,
Department of Russian Linguistics.
2
Moscow State University of Technologies and Management named after K.G. Razumovsky (the First Cossack
University) Moscow Russia. Doctor of Philological Science, Professor, Department of Theory and Practice of
Continuous Cossack Education.
3
Plekhanov Russian University of Economics Moscow Russia. Ph.D. in Economic Sciences, Associate
Professor, Higher School of Finance.
4
Korkyt Ata Kyzylorda State University Kyzylorda Kazakhstan. Ph.D., Associate Professor.
5
Kuban State Agrarian University named after I. T. Trubilin Krasnodar Russia. Doctor of Historical Sciences,
Professor, Department of History and Political Science.
6
Tambov State Technical University Tambov Russia. Candidate of Pedagogic Sciences, Associate Professor,
Head of Department of Nature Management and Environmental Protection.
7
Mamun University Khiva Uzbekistan. Candidate of Economic Sciences, Associate Professor, Department of
Economics. Khorezm University of Economics Urgench Uzbekistan. Associate Professor, Department of
Economics and Management.
Opportunities for enhancing students’ cognitive activity: An experimental study
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026042, 2026. e-ISSN: 1519-9029
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How to reference this paper:
Panjiev, N., Kotovchikhina, N., Stepanova, D., Saparkyzy, Z.,
Chikaeva, K., Kozachek, A., & Akhmetshin, E. (2026).
Opportunities for enhancing students cognitive activity: An
experimental study. Revista on line de Política e Gestão
Educacional, 30, e026042.
https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21161
| Submitted: 01/10/2025
| Revisions required: 22/10/2025
| Approved: 29/04/2026
| Published: 18/05/2026
Editor:
Prof. Dr. Sebastião de Souza Lemes
Deputy Executive Editor:
Prof. Dr. José Anderson Santos Cruz
Normakhmat Panjiev, Natalia Kotovchikhina, Diana Stepanova, Zhannat Saparkyzy, Karina Chikaeva, Artemiy Kozachek & Elvir
Akhmetshin
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026042, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21161 3
ABSTRACT: Modern higher education requires students not only to acquire professional
knowledge but also to develop cognitive activity, research skills, and readiness for self-directed
learning. This study examines whether a training program can enhance university students’
cognitive activity. The research combines theoretical analysis with a pedagogical experiment
involving experimental and control groups. Cognitive activity was assessed through
motivational-volitional and procedural-operational components using established
psychological and pedagogical diagnostic tools. The results show that students who participated
in the training program demonstrated stronger cognitive motivation, success orientation,
volitional self-regulation, reflection, and learning ability than students in the control groups.
The findings confirm the effectiveness of targeted psychological and pedagogical conditions
for activating cognitive activity in higher education and indicate the need to integrate structured
training, reflective tasks, and problem-based learning into university practice.
KEYWORDS: Cognitive activity. Activation of cognitive activity. Cognitive engagement.
Motivation. Training program.
RESUMO: As instituições de ensino superior devem desenvolver não apenas conhecimentos
profissionais, mas também atividade cognitiva, competências de investigação e prontidão para
a aprendizagem autônoma. Este estudo analisa se um programa de formação pode melhorar a
atividade cognitiva de estudantes universitários. A investigação combina análise teórica e
experiência pedagógica com grupos experimental e de controle. A atividade cognitiva foi
avaliada por meio dos componentes motivacional-volitivo e processual-operacional, utilizando
instrumentos psicológicos e pedagógicos consolidados. Os resultados mostram que os
estudantes que participaram do programa apresentaram maior motivação cognitiva,
orientação para o sucesso, autorregulação volitiva, reflexão e capacidade de aprendizagem em
comparação com o grupo de controle. Os achados confirmam a eficácia de condições
psicológicas e pedagógicas direcionadas para ativar a atividade cognitiva no ensino superior.
PALAVRAS-CHAVE: Atividade cognitiva. Ativação da atividade cognitiva. Envolvimento
cognitivo. Motivação. Programa de treino.
RESUMEN: Las instituciones de educación superior deben desarrollar no solo conocimientos
profesionales, sino también actividad cognitiva, habilidades de investigación y disposición
para el aprendizaje autónomo. Este estudio analiza si un programa de formación puede
mejorar la actividad cognitiva de estudiantes universitarios. La investigación combina análisis
teórico y experimento pedagógico con grupos experimental y de control. La actividad cognitiva
se evaluó mediante componentes motivacional-volitivos y procedimental-operacionales,
utilizando instrumentos psicológicos y pedagógicos consolidados. Los resultados muestran que
los estudiantes que participaron en el programa presentaron mayor motivación cognitiva,
orientación al éxito, autorregulación volitiva, reflexión y capacidad de aprendizaje que los
estudiantes del grupo de control. Los hallazgos confirman la eficacia de condiciones
psicológicas y pedagógicas específicas para activar la actividad cognitiva en la educación
superior.
PALABRAS CLAVE: Actividad cognitiva. Activación de la actividad cognitiva. Compromiso
cognitivo. Motivación. Programa de entrenamiento.
Opportunities for enhancing students’ cognitive activity: An experimental study
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DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21161 4
INTRODUCTION
Contemporary scientific, socio-economic, and technological change has increased the
demand for higher education systems to prepare specialists who are competent, socially active,
creative, and capable of continuous self-development. Recent studies emphasize that this goal
cannot be achieved only through the transmission of professional knowledge; it also requires
the development of students’ cognitive activity (CA), research skills, and capacity for
independent learning (Abdullayev et al., 2024; Alperovich, 2023; Kryucheva & Tolstoukhova,
2023).
In universities, the growing share of independent work makes CA especially important.
Students are expected to plan learning tasks, search for information, analyze educational
material, and regulate their own progress. However, these abilities do not emerge automatically.
They depend on pedagogical organization, motivation, psychological support, and teaching
methods that encourage cognitive engagement (Kiselitsa et al., 2024; Shichkin et al., 2024;
Togaibayeva et al., 2023).
Therefore, the central problem of this study is how to create psychological and
pedagogical conditions that effectively stimulate students CA in higher education. The article
aims to examine the potential of a structured training program for activating CA and to assess
its effects on motivational-volitional and procedural-operational components.
LITERATURE REVIEW
The analysis of scientific and theoretical foundations regarding the organization of
students’ CA and the psychological-pedagogical aspects of its activation demonstrates a
profound interest among researchers in this problem (Aziyev et al., 2024). According to
Lagunova and Yurchenko (2011), cognitive activity is an essential and critical component of
human activity, driving the development of both society and the individual. It is one of the
specific forms of human activity.
Gribova (2020) considers an individual’s cognitive activity to be a recurrent process
involving the interaction of three relatively independent stages: acquisition, incorporation, and
operation with knowledge. This process can occur in its complete and perfect form,
characterized by sequential and parallel transitions from one stage to another, which is typical
of creative activities generating new knowledge. It can also manifest in truncated forms, such
as mechanical memorization of perceived material or its sensory imprint (Gribova, 2020).
Normakhmat Panjiev, Natalia Kotovchikhina, Diana Stepanova, Zhannat Saparkyzy, Karina Chikaeva, Artemiy Kozachek & Elvir
Akhmetshin
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Researchers conclude that cognitive activity is a deliberate manifestation of an
individual’s activity aimed at understanding the surrounding reality. It occurs throughout life,
across all types of activities and social interactions, and includes motivational-volitional,
procedural-operational, and outcome components within its structure. It is realized through
cognitive acts of comprehension and reflection (Sitarov & Shinin, 2017).
Buzdalova (2016) views cognitive activity as a process of demonstrating engagement
directed toward an object of cognition, leading to the conclusion that an individuals cognitive
engagement is an active state manifested in a multifaceted and profound interest in knowledge,
the application of effort, focused attention, and the exertion of intellectual and physical
capacities to achieve set goals (Fedorovich, 2010).
In studies by Danushenkov (2016), Fialko (2015), and Gabidullina et al. (2023),
attention is drawn to the necessity of implementing the developmental function of education in
the practice of the learning process, ensuring an optimal balance between the guiding role of
the teacher and the independent work of the student as a key component of the activity of
educational subjects. Each researcher examining this issue focuses on a specific aspect of
cognitive activity.
Nekrasova and Chikova (2021) approach this issue from the perspective of the intra-
individual structure of personality, considering activity as a manifestation of the volitional,
emotional, and intellectual facets of an individual. Koverets (2020) views it as a unity of activity
in which the personality of the learner is expressed through their attitude toward the content
and nature of the activity and their willingness to mobilize moral and volitional efforts to
achieve educational and cognitive goals. Nikolaev (2015) argues that cognitive activity is a
powerful stimulus for shaping a well-rounded personality, with its level depending on the
development of enthusiasm within a system of other motives.
Other authors consider cognitive activity from various perspectives: as selective
cognitive orientation toward objects and phenomena of the surrounding reality (Bobrova,
2007); as a complex psychological construct representing the unity of an individuals cognitive,
emotional, and volitional spheres (Bolgar & Solovyov, 2019); as exploratory activity
(Altukhova, 2018); as orientation and research activity (Proskuryakova, 2019); and as a need
for impressions (Buzdalova, 2016).
Thus, cognitive activity can be defined as a selective cognitive orientation of an
individual toward objects and phenomena, as well as a complex psychological construct that
unites the cognitive, emotional, and volitional spheres of the personality.
Opportunities for enhancing students’ cognitive activity: An experimental study
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An essential aspect of studying the problems of activating CA is the recognition of the
role of internal factors such as representations, ideas, needs, and interests (Reutova, 2020).
Researchers rightly believe that any type of social activity (e.g., labor, cognitive, creative)
depends on an individual’s needs, attitudes, value orientations, and beliefs, in other words, on
the motivational structure of the personality and, consequently, on the motives for activity
(Kameneva & Bondarenko, 2018; Ling et al., 2023).
With regard to the motives for academic activity, researchers highlight the following:
awareness of immediate and ultimate learning goals; understanding the theoretical and practical
significance of knowledge; the emotionality of how educational material is presented;
illustrating the developmental prospects of scientific concepts; professional orientation of
academic activities; selection of tasks that create problem-based situations within the structure
of learning; the presence of curiosity and a “cognitive psychological climatein the study group
(Maksimov & Klykov, 2016). Thus, the awareness of the motives behind academic activity
serves as a prerequisite for cognitive activity.
Although the literature describes CA from motivational, volitional, emotional, and
operational perspectives, fewer studies experimentally test how a targeted psychological
training program can strengthen these components in university students.
This gap justifies the present experimental study, which evaluates a training program
designed to activate students’ CA and compares changes in experimental and control groups.
METHODS
The experimental study on the activation of students’ CA was conducted through a
pedagogical experiment.
An analysis and synthesis of theoretical results allowed the identification of criteria used
as a foundation for developing diagnostic methods to determine the levels of formation for each
component of CA. The following criteria were identified:
1. Motivational-volitional component: the nature of student motivation, the level of
cognitive interest, goal-setting ability, and the development of volitional states and traits,
such as determination, perseverance, decisiveness, and independence;
2. Procedural-operational component: a high level of adaptability and proficiency in
analyzing, comparing, generalizing, and systematizing information.
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Akhmetshin
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To evaluate the effectiveness of the training program aimed at activating CA and to
determine the level of formation of each CA component, a corresponding study was conducted.
The study involved two experimental groups (EG) with a total of 66 students (to test the
effectiveness of the developed training program for activating CA) and two control groups (CG)
with a total of 61 students (to diagnose the formation levels of CA components).
Research hypotheses:
H₀: Empirical distributions of EG and CG students by levels of CA development after
the experiment do not differ;
H₁: Empirical distributions of EG and CG students by levels of CA development after
the experiment differ.
The empirical study followed a three-stage process:
Stage 1: Initial (baseline) experiment.
This phase aimed to establish the initial characteristics and features of CA activation
among CG and EG participants. The objective was to gather empirical data to provide a
comprehensive understanding of the students’ CA development levels. The CG served as a
benchmark for comparing EG indicators, which were used to implement the training program
designed to activate CA. The program included informational-educational, developmental-
corrective (targeting motivational-volitional and procedural-operational spheres), and reflective
components.
Stage 2: Formative experiment.
This phase involved conducting a formative experiment within the EG, employing a
specifically designed system of developmental interventions. The EG underwent activities
outlined in the developed training program for activating CA, with the expectation that this
would enhance the students’ CA levels.
Stage 3: Final experiment.
In this phase, a second baseline experiment was conducted involving both CG and EG
participants. The goal was to collect empirical data after the application of the training program.
The CG served as a reference point for comparison with the EG to assess changes in the
development levels of CA components. The results of this phase determined whether the
research hypothesis was confirmed.
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The empirical procedure used a mixed diagnostic battery: surveys, psychological
testing, observation, interviews, and analysis of independent assessments. These methods were
selected to capture both subjective indicators of motivation and observable educational
behavior.
To study the motivational-volitional component, the following tools were employed:
V. K. Gerbachevsky’s “Assessment of Achievement Aspiration Level was used to
determine the position of cognitive motivation within the students overall motivational
structure. The instrument was relevant to the university sample because it measures
achievement-related motives directly connected with learning goals and academic effort
(Raigorodsky, 2011).
A. Rean’s “Motivation for Success and Fear of Failure” questionnaire was included to
distinguish a constructive orientation toward achievement from avoidance-based motivation.
This distinction was important for evaluating whether the training program strengthened
positive academic motivation rather than only reducing failure avoidance (Rean, 2004).
A. Zverkov and E. Eidman’s “Volitional Self-Regulation Study” questionnaire assessed
general volitional regulation and perseverance. The instrument was used because these qualities
correspond to the motivational-volitional component of CA and are significant for students
ability to sustain independent learning activity (Zverkov & Eidman, n.d.).
To evaluate the procedural-operational component, the study focused on students’
reflection abilities and learning potential:
A. Karpov’s “Reflection Diagnosis” questionnaire assessed the development of
reflective abilities, including the student’s capacity to analyze actions, learning difficulties, and
results. This tool was aligned with the procedural-operational component because reflection
supports self-monitoring and correction in learning (Karpov, 2003).
P. I. Tretyakov’s modified “Assessment of Learning Potential” method was applied to
evaluate students’ ability to master new educational material and transfer learning strategies to
new tasks. The modified version was used as a pedagogical diagnostic tool appropriate for
university learning contexts (Tretyakov & Sennovsky, 1997).
Statistical Analysis:
Results were statistically analyzed using Pearson’s χ² test and Microsoft Excel for data
processing.
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All instruments were administered to CG and EG students under comparable conditions
before and after the formative stage. The scores were interpreted according to the
published methodological descriptions of each instrument, and the same diagnostic
criteria were applied to both groups to support comparability.
RESULTS
The results of our study (see Table 1) indicate that the teaching methods and tools used
in the training program for activating students’ cognitive activity (CA) had predominantly
positive effects, both on individual components of CA and on its overall development.
Table 1.
Dynamics of changes in the development indicators of CA components in CG and EG during
the semester (%, maximum level)
CA Component of a student
CG (61)
χ
2
Start of Exp.
End of
Exp.
Change
Start of
Exp.
End of
Exp.
Change
Motivational-volitional
1. Place of cognitive motive in the
motivation system (V. Gerbachevskys
method)
11.3
16.9
+6.6
19.7
61.3
+41.6
54.12
2. Motivation for success and avoidance
of failure (A. Reans questionnaire)
12.7
22.6
+9.9
18.5
58.1
+39.6
17.12
3. Study of volitional self-regulation (A.
Zverkov and E. Eidman’s method)
21.4
43.3
+21.9
24.6
57.1
+32.5
10.11
Procedural-operational
1. Reflection diagnosis (A. Karpovs
method)
13.8
16.9
+3.1
18.1
37.5
+19.4
7.46
2. Diagnosis of student learning ability
(P. Tretyakov’s method)
21.4
25.3
+4.9
26.7
43.7
+17.0
10.53
Note. Prepared by the authors.
The results of the study on the motivational-volitional component show that the role of
the cognitive motive within the motivation system of students in the control group (CG)
changed slightly over the course of the experiment. By the end of the experiment, the cognitive
motive was one of the leading motives for 16.9% of CG students, an increase of 6.6% compared
to the beginning. However, a primary motive for CG students throughout the experiment was
the competitive motive, indicating that the group did not reach a high level of development and
did not form a cohesive collective. Instead, CG students primarily perceived each other as
competitors.
In contrast, among students in the experimental group (EG), who underwent the targeted
intervention, the cognitive motive initially ranked sixth. Over the course of the experiment, it
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showed significant growth, peaking at the end, when it became one of the leading motives in
their activities. By the conclusion of the experiment, the cognitive motive held a prominent
position in the motivation structure of 61.3% of EG students, an increase of 41.6% compared
to the beginning.
Among 58.1% of students in the EG, a motivational orientation toward success was
observed, whereas in the CG, only 22.6% of students demonstrated motivation for success.
The results of the study on volitional self-regulation show an increase in the overall
indicator of volitional self-regulation in both groups. In the CG, the increase was 21.9%, while
in the EG, it was 32.5% compared to the start of the experiment. Students with a high level of
self-regulation displayed confidence, realistic perspectives, and the ability to control their
actions.
The indicators for the procedural-operational component also showed a trend toward
increased levels of reflection. Among EG students, the level of reflection improved during the
experimental work, with 37.5% of students ultimately demonstrating a high level of reflection,
an increase of 19.4% from the start of the experiment. In contrast, the CG saw an increase of
only 3.1%, with 16.9% of CG students achieving a high level of reflection.
The indicators for the motivational-volitional component showed a trend toward
increased levels of reflection. Among EG students, the level of reflection improved during the
experimental work, with 37.5% of students ultimately demonstrating a high level of reflection,
an increase of 19.4% from the start of the experiment. In contrast, the CG saw an increase of
only 3.1%, with 16.9% of CG students achieving a high level of reflection.
The diagnosis of learning ability in the EG revealed that 43.7% of students reached a
high level of learning ability, an increase of 17% compared to the start of the experiment. In the
CG, this indicator was only 25.3%, reflecting a change of less than 5%.
Statistical calculations showed that the empirical values of the χ² test fall within the
significance zone (p < 0.05). This leads to the rejection of hypothesis H₀ and acceptance of H₁
for the EG. Thus, the empirical distributions of EG and CG students across the components of
cognitive activity differed significantly after the experiment.
DISCUSSION
The experimental results indicate that the training program strengthened both
components of CA. The largest gains in the EG concerned the place of cognitive motive in the
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motivational system (+41.6%) and motivation for success (+39.6%), which confirms the
position of Kameneva and Bondarenko (2018) and Ling et al. (2023) that learning activity
depends strongly on students’ motives, values, and achievement orientation.
The increase in volitional self-regulation in the EG (+32.5%) also supports the view of
Nekrasova and Chikova (2021) and Koverets (2020), who interpret cognitive activity as a unity
of intellectual, emotional, and volitional dimensions. In this respect, the findings converge with
earlier theoretical claims that CA cannot be reduced to cognitive processes alone.
The growth of reflection (+19.4%) and learning ability (+17.0%) in the EG is consistent
with Sitarov and Shinin (2017), who emphasize reflection as a key mechanism of cognitive
acts. At the same time, the modest changes in the CG show that ordinary instruction alone is
insufficient for stable CA development; targeted psychological and pedagogical support is
needed.
These findings clarify the practical role of instructors and group mentors. Their task is
not only to transmit content but also to organize learning situations that connect motivation,
self-regulation, reflection, and independent work. This supports Danushenkov’s (2016)
argument that the developmental function of education requires a balance between teacher
guidance and student autonomy.
Accordingly, the activation of CA should begin with diagnosis and goal-setting.
Instructors should create a positive emotional attitude toward the discipline, formulate clear
learning objectives, and use tasks that make the practical value of knowledge visible.
The second stage should focus on exploratory and educational-cognitive activities,
including problem-based tasks, self-monitoring, and self-correction. These elements are
consistent with research emphasizing independent work as a condition for cognitive
engagement.
The third stage should support independent cognitive work and individual creative
activity while taking into account students interests, learning pace, and reflective capacities
(Bozhkova et al., 2024).
From a pedagogical perspective, activation of CA is most effective when teaching
material combines novelty, practical significance, and opportunities for reflection. This means
that instructors should introduce recent facts and applications, connect theoretical content with
real professional tasks, and encourage students to explain, compare, and evaluate information.
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Problem-based learning is especially relevant because it generates intellectual difficulty,
surprise, and a need for deeper inquiry. These features transform cognitive activity from a
passive response to instruction into an active search for meaning.
The psychological climate of the academic group is also significant. A supportive and
relatively conflict-free environment reduces emotional barriers to learning and helps students
participate more actively in collective and individual tasks.
For this reason, mentors and psychologists should be involved when adaptation
difficulties, interpersonal conflicts, or low motivation hinder learning. Their participation can
support students’ socialization and create safer conditions for the development of CA.
The results also show that assessment and self-assessment should be used
developmentally rather than only for control. When students evaluate their progress, identify
difficulties, and plan improvement, they develop responsibility, accuracy, critical thinking, and
readiness for self-directed learning (Katunin, 2023; Novichkov et al., 2022).
Thus, the discussion of the findings demonstrates convergence between the
experimental results and the cited literature. The training program was effective because it
addressed the same mechanisms identified in previous studies: motivation, volitional
regulation, reflection, independent work, and the social-psychological conditions of learning.
In practical terms, universities should integrate such training into first-year adaptation
programs and courses that require a high level of independent work. Teachers should combine
short diagnostic activities, reflective journals, problem tasks, and feedback sessions to monitor
CA development throughout the semester.
Group mentors should pay attention to psychological climate, because interpersonal
tension can undermine motivation and reduce students readiness to engage cognitively.
Psychologists can complement this work through preventive and corrective activities aimed at
adaptation, self-regulation, and constructive communication.
These recommendations are directly grounded in the empirical findings: the strongest
improvements were achieved where the program targeted motivation, volition, reflection, and
learning ability simultaneously.
FINAL CONSIDERATIONS
The study showed that a structured training program can effectively activate students
CA when it combines psychological support with pedagogical tasks aimed at motivation,
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volitional self-regulation, reflection, and independent learning. Compared with the control
group, the experimental group demonstrated stronger growth in cognitive motivation, success
orientation, self-regulation, reflection, and learning ability. These results confirm that CA
develops most effectively under purposeful psychological and pedagogical conditions rather
than through ordinary instruction alone.
The practical implication is that universities should integrate diagnostic, reflective, and
problem-based training elements into the educational process, especially in programs that
require extensive independent work. Future research should examine the long-term stability of
these effects, test the program in different disciplines and institutional contexts, and clarify
which training components produce the strongest impact.
Opportunities for enhancing students’ cognitive activity: An experimental study
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Normakhmat Panjiev, Natalia Kotovchikhina, Diana Stepanova, Zhannat Saparkyzy, Karina Chikaeva, Artemiy Kozachek & Elvir
Akhmetshin
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CRediT Author Statement
Acknowledgments: We would like to acknowledge editors and reviewers’ help.
Funding: Not applicable.
Conflicts of interest: Authors declare no conflict of interest.
Ethical approval: Not applicable.
Data and materials availability: Available upon request from the authors.
Author contributions: All authors have contributed equally.
Processing and editing: Editora Ibero-Americana de Educação
Review, formatting, standardization, and translation
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OPORTUNIDADES PARA MEJORAR LA ACTIVIDAD COGNITIVA DE LOS
ESTUDIANTES: UN ESTUDIO EXPERIMENTAL
OPORTUNIDADES PARA MELHORAR A ATIVIDADE COGNITIVA DOS ALUNOS:
UM ESTUDO EXPERIMENTAL
OPPORTUNITIES FOR ENHANCING STUDENTS’ COGNITIVE ACTIVITY: AN
EXPERIMENTAL STUDY
Normakhmat PANJIEV
1
e-mail: pan[email protected]
Natalia KOTOVCHIKHINA
2
e-mail: nataliak[email protected]ademy
Diana STEPANOVA
3
e-mail: distep[email protected]
Zhannat SAPARKYZY
4
e-mail: zhan[email protected]ademy
Karina CHIKAEVA
5
e-mail: kar[email protected]y
Artemiy KOZACHEK
6
e-mail: ko[email protected]y
Elvir AKHMETSHIN
7
e-mail: elvir@mymail.academy
1
Universidad Estatal de Termez, Termez Uzbekistán. Doctora en Ciencias Filológicas, Profesora Asociada,
Departamento de Lingüística Rusa.
2
Universidad Estatal de Tecnología y Gestión KG Razumovsky (Primera Universidad Cosaca), Moscú Rusia.
Doctora en Ciencias Filológicas, Profesora del Departamento de Teoría y Práctica de la Educación Continua
Cosaca.
3
Universidad Rusa de Economía Plejánov, Moscú Rusia. Doctora en Ciencias Económicas, Profesora Asociada,
Escuela Superior de Finanzas.
4
Universidad Estatal de Korkyt, Kyzylorda, Kazajistán. Doctora en Filosofía, Profesora Asociada.
5
Universidad Estatal Agraria de Kubán, que lleva el nombre de I.T. Trubilin, Krasnodar Rusia. Doctora en
Ciencias Históricas, Profesora del Departamento de Historia y Ciencias Políticas.
6
Universidad Técnica Estatal de Tambov, Tambov Rusia. Doctor en Ciencias Pedagógicas, Profesor Asociado,
Jefe del Departamento de Gestión de la Naturaleza y Protección del Medio Ambiente.
7
Universidad Mamun, Khiva Uzbekistán. Doctor en Ciencias Económicas, Profesor Asociado, Departamento
de Economía. Universidad de Economía de Khorezm, Urgench Uzbekistán. Profesor Asociado, Departamento
de Economía y Administración.
Oportunidades para mejorar la actividad cognitiva de los estudiantes: un estudio experimental
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026042, 2026. e-ISSN: 1519-9029
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Cómo citar este artículo:
Panjiev, N., Kotovchikhina, N., Stepanova, D., Saparkyzy, Z.,
Chikaeva, K., Kozachek, A., & Akhmetshin, E. (2026).
Oportunidades para mejorar la actividad cognitiva de los
estudiantes: un estudio experimental. Revista on line de Política e
Gestão Educacional, 30, e026042.
https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21161
| Enviado el: 01/10/2025
| Revisiones requeridas el: 22/10/2025
| Aprobado el: 29/04/2026
| Publicado el: 18/05/2026
Editor:
Prof. Dr. Sebastião de Souza Lemes
Editor ejecutivo adjunto:
Prof. Dr. José Anderson Santos Cruz
Normakhmat Panjiev, Natalia Kotovchikhina, Diana Stepanova, Zhannat Saparkyzy, Karina Chikaeva, Artemiy Kozachek & Elvir
Akhmetshin
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RESUMEN: Las instituciones de educación superior deben desarrollar no solo conocimientos
profesionales, sino también actividad cognitiva, habilidades de investigación y disposición para
el aprendizaje autónomo. Este estudio analiza si un programa de formación puede mejorar la
actividad cognitiva de estudiantes universitarios. La investigación combina análisis teórico y
experimento pedagógico con grupos experimental y de control. La actividad cognitiva se evaluó
mediante componentes motivacional-volitivos y procedimental-operacionales, utilizando
instrumentos psicológicos y pedagógicos consolidados. Los resultados muestran que los
estudiantes que participaron en el programa presentaron mayor motivación cognitiva,
orientación al éxito, autorregulación volitiva, reflexión y capacidad de aprendizaje que los
estudiantes del grupo de control. Los hallazgos confirman la eficacia de condiciones
psicológicas y pedagógicas específicas para activar la actividad cognitiva en la educación
superior.
PALABRAS CLAVE: Actividad cognitiva. Activación de la actividad cognitiva. Compromiso
cognitivo. Motivación. Programa de entrenamiento.
RESUMO: As instituições de ensino superior devem desenvolver não apenas conhecimentos
profissionais, mas também atividade cognitiva, competências de investigação e prontidão para
a aprendizagem autônoma. Este estudo analisa se um programa de formação pode melhorar a
atividade cognitiva de estudantes universitários. A investigação combina análise teórica e
experiência pedagógica com grupos experimental e de controle. A atividade cognitiva foi
avaliada por meio dos componentes motivacional-volitivo e processual-operacional, utilizando
instrumentos psicológicos e pedagógicos consolidados. Os resultados mostram que os
estudantes que participaram do programa apresentaram maior motivação cognitiva,
orientação para o sucesso, autorregulação volitiva, reflexão e capacidade de aprendizagem em
comparação com o grupo de controle. Os achados confirmam a eficácia de condições
psicológicas e pedagógicas direcionadas para ativar a atividade cognitiva no ensino superior.
PALAVRAS-CHAVE: Atividade cognitiva. Ativação da atividade cognitiva. Envolvimento
cognitivo. Motivação. Programa de treino.
ABSTRACT: Modern higher education requires students not only to acquire professional
knowledge but also to develop cognitive activity, research skills, and readiness for self-directed
learning. This study examines whether a training program can enhance university students’
cognitive activity. The research combines theoretical analysis with a pedagogical experiment
involving experimental and control groups. Cognitive activity was assessed through
motivational-volitional and procedural-operational components using established
psychological and pedagogical diagnostic tools. The results show that students who
participated in the training program demonstrated stronger cognitive motivation, success
orientation, volitional self-regulation, reflection, and learning ability than students in the
control groups. The findings confirm the effectiveness of targeted psychological and
pedagogical conditions for activating cognitive activity in higher education and indicate the
need to integrate structured training, reflective tasks, and problem-based learning into
university practice.
KEYWORDS: Cognitive activity. Activation of cognitive activity. Cognitive engagement.
Motivation. Training program.
Oportunidades para mejorar la actividad cognitiva de los estudiantes: un estudio experimental
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INTRODUCCIÓN
Los cambios científicos, socioeconómicos y tecnológicos actuales han incrementado la
demanda de sistemas de educación superior capaces de formar especialistas competentes,
socialmente activos y creativos, con capacidad de superación continua. Estudios recientes
destacan que este objetivo no se logra únicamente mediante la transmisión de conocimientos
profesionales, sino que también requiere el desarrollo de la actividad cognitiva (AC) de los
estudiantes, sus habilidades de investigación y su capacidad de aprendizaje autónomo
(Abdullayev et al., 2024; Alperovich, 2023; Kryucheva & Tolstoukhova, 2023).
En las universidades, la creciente proporción de trabajo autónomo hace que la actividad
cognitiva (AC) sea especialmente importante. Se espera que los estudiantes planifiquen tareas
de aprendizaje, busquen información, analicen materiales didácticos y regulen su propio
progreso. Sin embargo, estas habilidades no surgen automáticamente. Dependen de la
organización pedagógica, la motivación, el apoyo psicológico y los métodos de enseñanza que
fomentan la participación cognitiva (Kiselitsa et al., 2024; Shichkin et al., 2024; Togaibayeva
et al., 2023).
Por lo tanto, el problema central de este estudio radica en cómo crear condiciones
psicológicas y pedagógicas que estimulen eficazmente la actividad cognitiva (AC) en
estudiantes de educación superior. El artículo busca examinar el potencial de un programa de
formación estructurado para activar la AC y evaluar sus efectos en los componentes
motivacional-volitivos y procedimental-operacionales.
REVISIÓN DE LITERATURA
El análisis de los fundamentos científicos y teóricos relacionados con la organización
de la actividad cognitiva de los estudiantes y los aspectos psicopedagógicos de su activación
demuestra un profundo interés entre los investigadores en este tema (Aziyev et al., 2024). Según
Lagunova y Yurchenko (2011), la actividad cognitiva es un componente esencial y fundamental
de la actividad humana, que impulsa el desarrollo tanto de la sociedad como del individuo. Es
una de las formas específicas de la actividad humana.
Gribova (2020) considera la actividad cognitiva de un individuo como un proceso
recurrente que implica la interacción de tres etapas relativamente independientes: adquisición,
incorporación y operación del conocimiento. Este proceso puede darse de forma completa y
perfecta, caracterizado por transiciones secuenciales y paralelas entre las etapas, lo cual es
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típico de las actividades creativas que generan nuevo conocimiento. También puede
manifestarse de forma incompleta, como la memorización mecánica de material percibido o su
impresión sensorial (Gribova, 2020).
Los investigadores afirman que la actividad cognitiva es una manifestación deliberada
de la actividad individual orientada a comprender la realidad circundante. Se produce a lo largo
de la vida, en todo tipo de actividades e interacciones sociales, e incluye componentes
motivacional-volitivos, procedimental-operacionales y de resultados en su estructura. Se realiza
mediante actos cognitivos de comprensión y reflexión (Sitarov & Shinin, 2017).
Buzdalova (2016) considera la actividad cognitiva como un proceso de demostración de
compromiso dirigido hacia un objeto de cognición, lo que lleva a la conclusión de que el
compromiso cognitivo de un individuo es un estado activo que se manifiesta en un interés
multifacético y profundo por el conocimiento, en la aplicación de esfuerzo, en la atención
focalizada y en el ejercicio de capacidades intelectuales y físicas para lograr objetivos
establecidos (Fedorovich, 2010).
En los estudios de Danushenkov (2016), Fialko (2015) y Gabidullina et al. (2023), se
destaca la necesidad de implementar la función evolutiva de la educación en la práctica del
proceso de aprendizaje, asegurando un equilibrio ideal entre el rol orientador del docente y el
trabajo independiente del estudiante como componente clave de la actividad educativa. Cada
investigador que examina este tema se centra en un aspecto específico de la actividad cognitiva.
Nekrasova y Chikova (2021) abordan este tema desde la perspectiva de la estructura
intraindividual de la personalidad, considerando la actividad como una manifestación de las
facetas volitivas, emocionales e intelectuales del individuo. Koverets (2020) la concibe como
una unidad de actividad en la que la personalidad del estudiante se expresa a través de su actitud
hacia el contenido y la naturaleza de la actividad y su disposición a movilizar esfuerzos morales
y volitivos para alcanzar metas educativas y cognitivas. Nikolaev (2015) sostiene que la
actividad cognitiva es un poderoso estímulo para la formación de una personalidad equilibrada,
cuyo nivel depende del desarrollo del entusiasmo dentro de un sistema de otras motivaciones.
Otros autores abordan la actividad cognitiva desde diversas perspectivas: como una
orientación cognitiva selectiva hacia objetos y fenómenos de la realidad circundante (Bobrova,
2007); como un constructo psicológico complejo que representa la unidad de las esferas
cognitiva, emocional y volitiva de un individuo (Bolgar & Solovyov, 2019); como actividad
exploratoria (Altukhova, 2018); como una actividad de orientación e investigación
(Proskuryakova, 2019); y como una necesidad de impresiones (Buzdalova, 2016).
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Así pues, la actividad cognitiva puede definirse como la orientación cognitiva selectiva
de un individuo hacia objetos y fenómenos, así como un constructo psicológico complejo que
unifica las esferas cognitiva, emocional y volitiva de la personalidad.
Un aspecto esencial del estudio de los problemas relacionados con la activación de la
actividad cognitiva es reconocer el papel de los factores internos, como las representaciones,
las ideas, las necesidades y los intereses (Reutova, 2020). Los investigadores creen, con razón,
que cualquier tipo de actividad social (por ejemplo, laboral, cognitiva o creativa) depende de
las necesidades, actitudes, orientaciones de valores y creencias del individuo; en otras palabras,
de la estructura motivacional de la personalidad y, por consiguiente, de los motivos para la
actividad (Kameneva & Bondarenko, 2018; Ling et al., 2023).
En cuanto a los motivos que impulsan la actividad académica, los investigadores
destacan los siguientes: la comprensión de los objetivos de aprendizaje inmediatos y finales; la
comprensión de la importancia teórica y práctica del conocimiento; el impacto emocional de la
presentación del material didáctico; la demostración de las perspectivas de desarrollo de los
conceptos científicos; la orientación profesional de las actividades académicas; la selección de
tareas que generan situaciones basadas en problemas dentro del marco de aprendizaje; y la
presencia de curiosidad y un «clima psicológico cognitivo» en el grupo de estudio (Maksimov
& Klykov, 2016). Por lo tanto, la comprensión de los motivos que impulsan la actividad
académica constituye un requisito previo para la actividad cognitiva.
Aunque la literatura describe la AC desde perspectivas motivacionales, volitivas,
emocionales y operacionales, pocos estudios prueban experimentalmente cómo un programa
de entrenamiento psicológico específico puede fortalecer estos componentes en los estudiantes
universitarios.
Esta laguna justifica el presente estudio experimental, que evalúa un programa de
entrenamiento diseñado para activar la AC de los estudiantes y compara los cambios entre los
grupos experimental y de control.
MÉTODOS
El estudio experimental sobre la activación de la AC de los estudiantes se llevó a cabo
mediante un experimento pedagógico.
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El análisis y la síntesis de los resultados teóricos nos permitieron identificar los criterios
utilizados como base para el desarrollo de métodos de diagnóstico destinados a determinar los
niveles de desarrollo de cada componente de la AC. Se identificaron los siguientes criterios:
1. Componente motivacional-volitivo: la naturaleza de la motivación del estudiante, el
nivel de interés cognitivo, la capacidad para establecer metas y el desarrollo de estados
y rasgos volitivos, como la determinación, la perseverancia, la capacidad de toma de
decisiones y la independencia;
2. Componente procedimental-operacional: un alto nivel de adaptabilidad y competencia
en el análisis, comparación, generalización y sistematización de la información.
Para evaluar la efectividad del programa de capacitación dirigido a activar la AC y
determinar el nivel de desarrollo de cada componente de la AC, se realizó un estudio. El estudio
incluyó dos grupos experimentales (GE) con un total de 66 estudiantes (para probar la
efectividad del programa de capacitación desarrollado para activar la AC) y dos grupos de
control (GC) con un total de 61 estudiantes (para diagnosticar los niveles de desarrollo de los
componentes de la AC).
Hipótesis de investigación:
H₀: las distribuciones empíricas de estudiantes de los grupos GE y GC, según los niveles
de desarrollo de AC después del experimento, no muestran diferencias;
H₁: Las distribuciones empíricas de los estudiantes en los grupos GE y GC, según sus
niveles de desarrollo de AC después del experimento, difieren entre sí.
El estudio empírico siguió un proceso de tres etapas:
Etapa 1: Experimento inicial (de referencia).
Esta fase tuvo como objetivo establecer las características y rasgos iniciales de la
activación de la AC entre los participantes del GC y el GE. El objetivo fue recopilar datos
empíricos para comprender de manera integral los niveles de desarrollo de la AC de los
estudiantes. El GC sirvió como referencia para comparar los indicadores del GE, que se
utilizaron para implementar el programa de capacitación diseñado para activar la AC. El
programa incluyó componentes informativos-educativos, de desarrollo-correctivos (dirigidos a
las esferas motivacional-volitiva y procedimental-operacional) y reflexivos.
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Etapa 2: Experimento formativo.
Esta fase consistió en realizar un experimento formativo en el grupo experimental,
empleando un sistema de intervenciones de desarrollo diseñado específicamente. El grupo
experimental participó en las actividades descritas en el programa de capacitación desarrollado
para activar la AC, con la expectativa de que esto aumentaría los niveles de AC de los
estudiantes.
Etapa 3: Experimento final.
En esta fase, se realizó un segundo experimento de referencia con participantes tanto
del GC como del GE. El objetivo era recopilar datos empíricos tras la aplicación del programa
de entrenamiento. El GC sirvió como punto de referencia para la comparación con el GE, con
el fin de evaluar los cambios en los niveles de desarrollo de los componentes de la AC. Los
resultados de esta fase determinaron si se confirmaba la hipótesis de investigación.
El procedimiento empírico empleó una batería mixta de pruebas diagnósticas:
cuestionarios, pruebas psicológicas, observación, entrevistas y análisis de evaluaciones
independientes. Estos métodos se seleccionaron para captar tanto indicadores subjetivos de
motivación como conductas educativas observables.
Para estudiar el componente motivacional-volitivo, se utilizaron las siguientes
herramientas:
La “Evaluación del Nivel de Aspiración al Logro” de V. K. Gerbachevsky se utilizó para
determinar la posición de la motivación cognitiva dentro de la estructura motivacional general
del estudiante. El instrumento resultó relevante para la muestra universitaria porque mide
motivos relacionados con el logro directamente vinculados a las metas de aprendizaje y el
esfuerzo académico (Raigorodsky, 2011).
El cuestionario “Motivación para el éxito y miedo al fracaso”, de A. Rean, se incluyó
para diferenciar una orientación constructiva hacia el desempeño de la motivación basada en la
evitación. Esta distinción fue importante para evaluar si el programa de capacitación fortaleció
la motivación académica positiva, en lugar de simplemente reducir la evitación del fracaso
(Rean, 2004).
El cuestionario “Estudio de la autorregulación volitiva”, de A. Zverkov y E. Eidman,
evaluó la autorregulación volitiva general y la perseverancia. Se utilizó este instrumento porque
estas cualidades corresponden al componente motivacional-volitivo de la autorregulación y son
importantes para la capacidad de los estudiantes de mantener actividades de aprendizaje
independientes (Zverkov & Eidman, s.d.).
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Para evaluar el componente procedimental-operacional, el estudio se centró en las
habilidades de reflexión y el potencial de aprendizaje de los estudiantes:
El cuestionario “Diagnóstico de la Reflexión”, de A. Karpov, evaluó el desarrollo de las
habilidades reflexivas, incluyendo la capacidad del estudiante para analizar acciones,
dificultades de aprendizaje y resultados. Esta herramienta se alineó con el componente
procedimental-operacional, ya que la reflexión promueve el autocontrol y la corrección en el
aprendizaje (Karpov, 2003).
Se aplicó el método modificado de “Evaluación del Potencial de Aprendizaje” de P.I.
Tretyakov para evaluar la capacidad de los estudiantes para dominar nuevos contenidos
educativos y transferir estrategias de aprendizaje a nuevas tareas. Esta versión modificada se
utilizó como una herramienta de diagnóstico pedagógico adecuada para contextos de
aprendizaje universitario (Tretyakov & Sennovsky, 1997).
Análisis estadístico:
La prueba χ² de Pearson y Microsoft Excel para el procesamiento de datos;
Todos los instrumentos se aplicaron a los estudiantes del grupo de control (GC) y del
grupo experimental (GE) en condiciones comparables antes y después de la fase
formativa. Las puntuaciones se interpretaron según las descripciones metodológicas
publicadas de cada instrumento, y se aplicaron los mismos criterios diagnósticos a
ambos grupos para garantizar la comparabilidad.
RESULTADOS
Los resultados de nuestro estudio (Tabla 1) indican que los métodos y herramientas de
enseñanza utilizados en el programa de formación para estimular la actividad cognitiva (AC)
de los estudiantes tuvieron efectos predominantemente positivos, tanto en los componentes
individuales de la AC como en su desarrollo general.
Tabla 1.
Dinámica de las variaciones en los indicadores de desarrollo de los componentes AC en GC y
GE a lo largo del semestre (%, nivel máximo)
Componente de AC del estudiante
GC (61)
χ
2
Inicio Exp.
Fin Exp.
Variación
Inicio Exp.
Fin Exp.
Variación
Motivacional-volitivo
1. Papel del motivo cognitivo en el
sistema motivacional (método de V.
Gerbachevsky)
11,3
16,9
+6,6
19,7
61,3
+41,6
54,12
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2. Motivación para el éxito y evitación
del fracaso (Cuestionario de A. Rean)
12,7
22,6
+9,9
18,5
58,1
+39,6
17,12
3. Estudio de la autorregulación volitiva
(método de A. Zverkov y E. Eidman)
21,4
43,3
+21,9
24,6
57,1
+32,5
10,11
Procedimental-operacional
1. Diagnóstico reflexivo (método de A.
Karpov)
13,8
16,9
+3,1
18,1
37,5
+19,4
7,46
2. Diagnóstico de la capacidad de
aprendizaje del estudiante (método de P.
Tretyakov)
21,4
25,3
+4,9
26,7
43,7
+17,0
10,53
Nota. Elaboración propia.
Los resultados del estudio sobre el componente motivacional-volitivo muestran que el
papel del motivo cognitivo en el sistema motivacional de los estudiantes del GC experimentó
una ligera alteración a lo largo del experimento. Al finalizar el experimento, el motivo cognitivo
fue uno de los principales motivos para el 16,9% de los estudiantes del GC, lo que representa
un aumento del 6,6% con respecto al inicio. Sin embargo, el motivo principal para los
estudiantes del GC durante todo el experimento fue el motivo competitivo, lo que indica que el
grupo no alcanzó un alto nivel de desarrollo ni formó un colectivo cohesionado. En cambio, los
estudiantes del GC se percibían a sí mismos principalmente como competidores.
En contraste, entre los estudiantes del GE, que recibieron la intervención específica, el
motivo cognitivo ocupó inicialmente la sexta posición. A lo largo del experimento, mostró un
crecimiento significativo, alcanzando su punto máximo al final, cuando se convirtió en uno de
los principales motivos de sus actividades. Al finalizar el experimento, el motivo cognitivo
ocupaba una posición destacada en la estructura motivacional del 61,3% de los estudiantes del
GE, lo que representa un incremento del 41,6% con respecto al inicio.
Entre el 58,1% de los estudiantes del G), se observó una orientación motivacional hacia
el éxito, mientras que en el GC, solo el 22,6% de los estudiantes demostró motivación para el
éxito.
Los resultados del estudio sobre la autorregulación volitiva muestran un incremento en
el indicador general de autorregulación volitiva en ambos grupos. En el GC, el incremento fue
del 21,9%, mientras que en el GE fue del 32,5% con respecto al inicio del experimento. Los
estudiantes con un alto nivel de autorregulación demostraron confianza, perspectivas realistas
y capacidad para controlar sus acciones.
Los indicadores del componente procedimental-operacional también mostraron una
tendencia al alza en los niveles de reflexión. Entre los estudiantes del GE, el nivel de reflexión
mejoró durante el trabajo experimental, alcanzando el 37,5% un alto nivel de reflexión al final,
lo que representa un incremento del 19,4% con respecto al inicio del experimento. En contraste,
Normakhmat Panjiev, Natalia Kotovchikhina, Diana Stepanova, Zhannat Saparkyzy, Karina Chikaeva, Artemiy Kozachek & Elvir
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el GC registró un incremento de tan solo el 3,1%, con un 16,9% de sus estudiantes alcanzando
un alto nivel de reflexión.
Los indicadores del componente motivacional-volitivo mostraron una tendencia al alza
en los niveles de reflexión. Entre los estudiantes del GE, el nivel de reflexión mejoró durante
el trabajo experimental, alcanzando el 37,5% un alto nivel al final, lo que representa un
incremento del 19,4% con respecto al inicio del experimento. En contraste, el GC registró un
incremento de tan solo el 3,1%, con un 16,9% de sus estudiantes alcanzando un alto nivel de
reflexión.
El diagnóstico de la capacidad de aprendizaje en el GE reveló que el 43,7% de los
estudiantes alcanzó un alto nivel de capacidad de aprendizaje, lo que representa un incremento
del 17% con respecto al inicio del experimento. En el GC, este indicador fue de tan solo el
25,3%, lo que refleja una variación inferior al 5%.
Los cálculos estadísticos mostraron que los valores empíricos de la prueba χ² se
encuentran dentro de la zona de significancia (p < 0,05). Esto lleva al rechazo de la hipótesis
H₀ y a la aceptación de H₁ para el GE. Por lo tanto, las distribuciones empíricas de los
estudiantes en el GE y el GC en los componentes de la actividad cognitiva difirieron
significativamente después del experimento.
DISCUSIÓN
Los resultados experimentales indican que el programa de entrenamiento fortaleció
ambos componentes de la AC. Las mayores mejoras en el grupo experimental (GE) se
observaron en el papel del motivo cognitivo en el sistema motivacional (+41,6%) y en la
motivación para el éxito (+39,6%), lo que confirma la postura de Kameneva y Bondarenko
(2018) y Ling et al. (2023) de que la actividad de aprendizaje depende en gran medida de los
motivos, valores y orientación al desempeño de los estudiantes.
El aumento de la autorregulación volitiva en el GE (+32,5%) corrobora la visión de
Nekrasova y Chikova (2021) y Koverets (2020), quienes interpretan la actividad cognitiva
como una unidad de dimensiones intelectuales, emocionales y volitivas. En este sentido, los
resultados coinciden con afirmaciones teóricas previas que indican que la AC no puede
reducirse únicamente a procesos cognitivos.
El aumento en la capacidad de reflexión (+19,4%) y de aprendizaje (+17,0%) en el
grupo experimental coincide con los hallazgos de Sitarov y Shinin (2017), quienes destacan la
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reflexión como un mecanismo clave de los procesos cognitivos. Al mismo tiempo, los modestos
cambios observados en el grupo de control demuestran que la instrucción convencional por
sola es insuficiente para el desarrollo estable de la capacidad cognitiva; se requiere apoyo
psicológico y pedagógico específico.
Estos hallazgos arrojan luz sobre el papel práctico de los instructores y mentores
grupales. Su tarea no consiste únicamente en transmitir contenido, sino también en organizar
situaciones de aprendizaje que conecten la motivación, la autorregulación, la reflexión y el
trabajo autónomo. Esto corrobora el argumento de Danushenkov (2016) de que la función
formativa de la educación requiere un equilibrio entre la guía del docente y la autonomía del
estudiante.
Por lo tanto, la activación de la AC debe comenzar con el diagnóstico y el
establecimiento de objetivos. Los instructores deben fomentar una actitud emocional positiva
hacia la materia, formular objetivos de aprendizaje claros y utilizar tareas que evidencien el
valor práctico del conocimiento.
La segunda etapa debe centrarse en actividades exploratorias y cognitivo-educativas,
incluyendo tareas basadas en la resolución de problemas, el autocontrol y la autocorrección.
Estos elementos concuerdan con las investigaciones que destacan el trabajo independiente
como condición para el desarrollo cognitivo.
La tercera etapa debe apoyar el trabajo cognitivo independiente y la actividad creativa
individual, teniendo en cuenta los intereses de los estudiantes, el ritmo de aprendizaje y las
habilidades reflexivas (Bozhkova et al., 2024).
Desde una perspectiva pedagógica, la activación de la actividad cognitiva resulta más
eficaz cuando los materiales didácticos combinan novedad, relevancia práctica y oportunidades
para la reflexión. Esto significa que los docentes deben presentar hechos y aplicaciones
recientes, relacionar el contenido teórico con tareas profesionales reales y animar a los
estudiantes a explicar, comparar y evaluar la información.
El aprendizaje basado en problemas es especialmente relevante porque genera un
desafío intelectual, sorpresa y la necesidad de una investigación más profunda. Estas
características transforman la actividad cognitiva, pasando de una respuesta pasiva a las
instrucciones a una búsqueda activa de significado.
El clima psicológico del grupo académico también es importante. Un entorno de apoyo
y relativamente libre de conflictos reduce las barreras emocionales para el aprendizaje y ayuda
a los estudiantes a participar más activamente en las tareas grupales e individuales.
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Por ello, es importante la intervención de mentores y psicólogos cuando las dificultades
de adaptación, los conflictos interpersonales o la falta de motivación obstaculizan el
aprendizaje. Su participación puede favorecer la socialización de los estudiantes y crear un
entorno más propicio para el desarrollo de sus habilidades académicas.
Los resultados también demuestran que la evaluación y la autoevaluación deben
utilizarse con fines de desarrollo, no solo de control. Cuando los estudiantes evalúan su
progreso, identifican dificultades y planifican mejoras, desarrollan responsabilidad, precisión,
pensamiento crítico y disposición para el aprendizaje autodirigido (Katunin, 2023; Novichkov
et al., 2022).
Así pues, el análisis de los resultados demuestra una convergencia entre los resultados
experimentales y la bibliografía citada. El programa de formación resultó eficaz porque abordó
los mismos mecanismos identificados en estudios previos: motivación, regulación volitiva,
reflexión, trabajo autónomo y las condiciones sociopsicológicas del aprendizaje.
En la práctica, las universidades deberían integrar esta formación en los programas de
adaptación de primer año y en los cursos que requieren un alto nivel de trabajo independiente.
Los profesores deberían combinar actividades diagnósticas breves, diarios reflexivos, ejercicios
de resolución de problemas y sesiones de retroalimentación para supervisar el desarrollo de la
AC a lo largo del semestre.
Los mentores de grupo deben prestar atención al clima psicológico, ya que la tensión
interpersonal puede mermar la motivación y reducir la disposición de los estudiantes a
participar cognitivamente. Los psicólogos pueden complementar este trabajo mediante
actividades preventivas y correctivas orientadas a la adaptación, la autorregulación y la
comunicación constructiva.
Estas recomendaciones se basan directamente en hallazgos empíricos: las mejoras más
significativas se lograron en los casos en que el programa se centró simultáneamente en la
motivación, la voluntad, la reflexión y la capacidad de aprendizaje.
CONSIDERACIONES FINALES
El estudio demostró que un programa de formación estructurado puede activar
eficazmente la AC de los estudiantes al combinar apoyo psicológico con tareas pedagógicas
orientadas a la motivación, la autorregulación, la reflexión y el aprendizaje autónomo. En
comparación con el grupo de control, el grupo experimental mostró un incremento más
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pronunciado en la motivación cognitiva, la orientación al éxito, la autorregulación, la reflexión
y la capacidad de aprendizaje. Estos resultados confirman que la AC se desarrolla de forma más
eficaz en un entorno psicológico y pedagógico específico, en lugar de mediante la enseñanza
convencional.
La implicación práctica es que las universidades deberían integrar elementos de
diagnóstico, reflexión y formación basada en problemas en el proceso educativo, especialmente
en programas que requieren un trabajo independiente extenso. Las investigaciones futuras
deberían examinar la estabilidad a largo plazo de estos efectos, probar el programa en diferentes
disciplinas y contextos institucionales, y aclarar qué componentes de la formación producen el
mayor impacto.
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A k h m ets hi n
R P G E R e vist a o n li ne d e P oti c a e G est ã o E d u ca ci o n al , Ar ar a q u ara, v. 3 0 , n. 0 0, e 0 2 6 0 4 2 , 2 0 2 6 . e -I S S N: 1 5 1 9-9 0 2 9
D OI: 1 0. 2 2 6 3 3/ r p ge. v 3 0i 0 0. 2 1 1 6 1 1 9
C R e di T A ut h or St at e m e nt
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C o nfli ct os d e i nt e r és : L os a ut or es d e cl ar a n n o t e n er ni n g ú n c o nfli ct o d e i nt er és .
A p r o b a ci ó n éti c a : N o a pli c a bl e .
Dis p o ni bili d a d d e d at os y m at e ri al es : Dis p o ni bl es pr e vi a s oli cit u d a l os a ut or es .
C o nt ri b u ci o n es d e l os a ut o r es : T o d os l os a ut or es c o ntri b u y er o n p or i g u al .
P r o c es a mi e nt o y e di ci ó n: E dit o r a I b e r o -A m e ric a n a d e E d u c a ç ã o
C orr e c ci ó n d e pr u e b as, f or m at o, est a n d ari z a ci ó n y tr a d u c ci ó n