RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 1
O CONTROLE DA CARGA COGNITIVA GERENCIA A MEMÓRIA DE
TRABALHO, ESTIMULANDO A INTELIGÊNCIA FLEXÍVEL DOS ESTUDANTES
EL CONTROL DE LA CARGA COGNITIVA ES UN MECANISMO DE CONTROL DE
LA MEMORIA DE TRABAJO, ESTIMULANDO LA INTELIGENCIA FLEXIBLE DE
LOS ESTUDIANTES UNIVERSITARIOS
COGNITIVE LOAD CONTROL IS A CONTROL MECHANISM WORKING MEMORY,
STIMULATING THE FLEXIBLE INTELLIGENCE OF UNIVERSITY STUDENTS
Ludmila GADZAOVA
1
e-mail: lugad[email protected]y
Elena GOVERDOVSKAYA
2
e-mail: elgov[email protected]emy
Magomed MINTSAEV
3
e-mail: mamin[email protected]y
Ibrahim GAIRABEKOV
4
e-mail: ibgair[email protected]y
Esmira ALISULTANOVA
5
e-mail: esalisultanov[email protected]y
Diana TOMAEVA
6
e-mail: ditom[email protected]
Como referenciar este artigo:
Gadzaova, L., Goverdovskaya, E., Mintsaev, M., Gairabekov, I.,
Alisultanova, E., & Tomaeva, D. (2026). O controle da carga
cognitiva gerencia a memória de trabalho, estimulando a
inteligência flexível dos estudantes. Revista on line de Política e
Gestão Educacional, 30, e026050.
https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21244
| Submetido em: 08/09/2025
| Revisões requeridas em: 22/10/2025
1
Universidade Estadual da Ossétia do Norte K.L. Khetagurov Vladikavkaz Rússia. Departamento de Línguas
Estrangeiras para Especialidades Não-lingüísticas. Doutora em Ciências Pedagógicas, Professora.
2
Universidade Estadual de Medicina de Volgogrado Volgogrado Rússia. Departamento de Ciências Humanas
e Bioética. Doutora em Ciências Pedagógicas, Professora.
3
Universidade Técnica Estadual Petrolífera de Grozny, em homenagem ao Acadêmico M. D. Millionshchikov
Grozny ssia. Reitor. Doutor em Ciências Técnicas, Professor.
4
Universidade Técnica Estadual Petrolífera de Grozny, em homenagem ao Acadêmico M. D. Millionshchikov
Grozny ssia. Primeiro Vice-Reitor de Atividades Educacionais. Doutor em Ciências Técnicas, Professor.
5
Universidade Técnica Estadual Petrolífera de Grozny, em homenagem ao Acadêmico M. D. Millionshchikov
Grozny Rússia. Instituto de Tecnologias da Informação Aplicadas. Doutora em Ciências Pedagógicas, Professora
Associada.
6
Instituto de Mineração e Metalurgia do Cáucaso do Norte (Universidade Tecnológica Estadual) Vladikavkaz
Rússia. Departamento de Disciplinas Jurídicas. Doutora em Ciências Pedagógicas, Professora Associada.
O controle da carga cognitiva gerencia a memória de trabalho, estimulando a inteligência flexível dos estudantes
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 2
| Aprovado em: 11/05/2026
| Publicado em: 23/06/2026
Editor:
Prof. Dr. Sebastião de Souza Lemes
Editor Adjunto Executivo:
Prof. Dr. José Anderson Santos Cruz
Ludmila Gadzaova, Elena Goverdovskaya, Magomed Mintsaev, Ibrahim Gairabekov, Esmira Alisultanova, & Diana Tomaeva
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 3
RESUMO: No contexto da digitalização do ensino superior, os estudantes precisam processar
informações cada vez mais complexas em tempo limitado, o que intensifica o risco de
sobrecarga cognitiva. Este estudo conceitual-analítico examina o controle da carga cognitiva
como mecanismo pedagógico para regular a memória de trabalho e apoiar a flexibilidade
cognitiva de estudantes universitários. A pesquisa baseia-se na Teoria da Carga Cognitiva e em
uma síntese da literatura recente sobre didática digital, design instrucional, motivação e
formação profissional. A abordagem metodológica é bibliográfica; não foi realizado
experimento direto nem aplicada amostra por questionário. A análise diferencia pressupostos
teóricos derivados da literatura e a síntese própria das implicações pedagógicas. Os resultados
indicam que o controle eficaz da carga cognitiva depende de três ações complementares: ajustar
a complexidade das tarefas ao conhecimento prévio, reduzir informações irrelevantes e ativar a
construção significativa de esquemas por meio de tarefas multimodais e profissionalmente
orientadas.
PALAVRAS-CHAVE: Teoria da carga cognitiva. Memória de trabalho. Flexibilidade
cognitiva. Ensino superior digital. Design instrucional.
RESUMEN: En el contexto de la digitalización de la educación superior, los estudiantes deben
procesar información cada vez más compleja en un tiempo limitado, lo que intensifica el riesgo
de sobrecarga cognitiva. Este estudio conceptual-analítico examina el control de la carga
cognitiva como mecanismo pedagógico para regular la memoria de trabajo y apoyar la
flexibilidad cognitiva de los estudiantes universitarios. La investigación se basa en la Teoría
de la Carga Cognitiva y en una síntesis de literatura reciente sobre didáctica digital, diseño
instruccional, motivación y formación profesional. El enfoque metodológico es bibliográfico;
no se realizó un experimento directo ni se apliuna muestra mediante encuesta. El análisis
distingue los supuestos teóricos derivados de la literatura de la síntesis propia de implicaciones
pedagógicas. Los resultados muestran que el control eficaz de la carga cognitiva depende de
tres acciones complementarias: adaptar la complejidad de las tareas al conocimiento previo,
reducir la información irrelevante y activar la construcción significativa de esquemas mediante
tareas multimodales y orientadas profesionalmente.
PALABRAS CLAVE: Teoría de la carga cognitiva. Memoria de trabajo. Flexibilidad
cognitiva. Educación superior digital. Diseño instruccional.
ABSTRACT: In the context of digitalization in higher education, students are required to
process increasingly complex information in limited time, which intensifies the risk of cognitive
overload. This conceptual-analytical study examines cognitive load control as a pedagogical
mechanism for regulating working memory and supporting cognitive flexibility among
university students. The study is based on Cognitive Load Theory and a synthesis of recent
literature on digital didactics, instructional design, motivation, and professional training. The
methodological approach is literature-based; no direct experiment or survey sample was used.
The analysis distinguishes literature-derived theoretical assumptions from the article’s own
synthesis of pedagogical implications. The results show that effective cognitive load control
depends on three complementary actions: adapting task complexity to students’ prior
knowledge, reducing extraneous information, and activating meaningful schema construction
through multimodal and professionally oriented tasks. The article contributes by systematizing
practical instructional strategies and by clarifying how cognitive load management can support
academic performance and professional learning in digital environments.
KEYWORDS: Cognitive load theory. Working memory. Cognitive flexibility. Digital higher
education. Instructional design.
O controle da carga cognitiva gerencia a memória de trabalho, estimulando a inteligência flexível dos estudantes
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
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INTRODUÇÃO
A digitalização transformou as condições do ensino universitário ao aumentar o volume,
a velocidade e a complexidade das informações que os alunos precisam processar (Ukolova et
al., 2024; Ukolova & Afanasyev, 2023). Nesse contexto, o controle da carga cognitiva torna-se
um problema pedagógico, e não apenas uma questão técnica. Quando os materiais didáticos
contêm informações excessivas ou mal organizadas, a memória de trabalho dos alunos fica
sobrecarregada, o que pode reduzir a compreensão, a retenção de informações e a capacidade
de resolver problemas profissionais (Bozhkova et al., 2025; Mukhametkairov et al., 2024;
Tutkova et al., 2024). Isso permite um planejamento minucioso de etapas práticas e uma
orientação com base em resultados de pesquisas bem-sucedidas sobre a capacidade de memória
dos alunos, os limites de sobrecarga de memória e a gestão de cargas cognitivas, ao mesmo
tempo em que envolve especialistas em tecnologia digital (Aziyev et al., 2024; Kabzhanova et
al., 2024; Zhukova et al., 2025).
Embora estudos recentes abordem as tecnologias digitais, a competência profissional e
a inovação pedagógica no ensino superior, a gestão da carga cognitiva é frequentemente
apresentada como um princípio teórico amplo, em vez de um mecanismo claramente descrito
para regular a memória de trabalho em estudantes universitários (Goncharenko & Semenkova,
2023; Ling et al., 2023; Polozhentseva et al., 2024). É importante que o conhecimento existente
nessa área, exemplos de melhores práticas e evidências de eficácia estejam disponíveis em um
formato simples, de fácil leitura e conciso (Belousova et al., 2023; Muskhanova & Avtaeva,
2023; Starostenkov, 2023).
Isso cria uma lacuna na pesquisa: a relação entre a Teoria da Carga Cognitiva, as
condições de aprendizagem digital e estratégias pedagógicas concretas para a formação
profissional ainda não está suficientemente sistematizada.
A questão central abordada neste artigo é como o controle da carga cognitiva pode ser
organizado de modo que não se limite a reduzir a quantidade de informações oferecidas aos
alunos, mas os ajude a transformar essas informações em esquemas estáveis de memória de
longo prazo e em um raciocínio profissional flexível.
O objetivo do artigo é justificar abordagens pedagógicas para o gerenciamento da carga
cognitiva entre estudantes universitários, a fim de melhorar a eficácia da formação profissional
no contexto da digitalização.
Para tornar o argumento mais claro, o artigo distingue três níveis de análise: os
pressupostos teóricos derivados da Teoria da Carga Cognitiva, o procedimento metodológico
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utilizado para organizar a literatura e a própria síntese do artigo sobre as implicações
pedagógicas para os professores universitários.
MÉTODOS E METODOLOGIA
Este estudo segue uma abordagem conceitual-analítica e baseada na literatura. Seu
objetivo não é medir a carga cognitiva em uma amostra experimental, mas sim sistematizar
abordagens pedagógicas que possam ser utilizadas para regulá-la no ensino superior. O contexto
da pesquisa é o ensino universitário em condições de digitalização e crescente densidade de
informação. O corpus de fontes inclui publicações recentes e materiais metodológicos citados
na lista de referências, com prioridade dada a trabalhos sobre a Teoria da Carga Cognitiva,
didática digital, formação de competências profissionais, design instrucional, motivação e
aprendizagem dos alunos.
O procedimento analítico consistiu em quatro etapas: (1) identificar conceitos
recorrentes na literatura, incluindo memória de trabalho, esquemas de longo prazo, carga
extrínseca, conhecimento prévio, motivação e apresentação multimodal; (2) agrupar esses
conceitos nas categorias de carga cognitiva intrínseca, extrínseca e pertinente; (3) comparar as
estratégias pedagógicas propostas na literatura com as necessidades dos estudantes
universitários em formação profissional; e (4) formular implicações práticas para os instrutores.
Como não foi realizada nenhuma pesquisa direta com os alunos, experimento ou intervenção,
o estudo não apresenta uma amostra de respondentes nem instrumentos estatísticos. Em vez
disso, o principal instrumento analítico é uma matriz de síntese temática baseada nas categorias
da Teoria da Carga Cognitiva.
RESULTADOS
A carga cognitiva é um conceito que explica os mecanismos capazes de regular a
memória de trabalho dos alunos, podendo tanto prejudicar a aprendizagem e o desempenho
acadêmico quanto estimular a flexibilidade cognitiva. De acordo com a Teoria da Carga
Cognitiva, tarefas que excedem os limites naturais da memória e da atenção levam a reduções
significativas na retenção de informações e no sucesso da aprendizagem.
O psicólogo educacional australiano contemporâneo John Sweller é conhecido por ter
elaborado uma teoria baseada na suposição de que as estruturas cognitivas — especificamente
esquemas e combinações de elementos constituem a base do conhecimento de um indivíduo.
O controle da carga cognitiva gerencia a memória de trabalho, estimulando a inteligência flexível dos estudantes
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Ele desenvolveu essa teoria após ler os trabalhos de George Miller sobre processamento de
informação, que demonstraram que a memória de curto prazo é limitada quanto ao número de
elementos que pode processar simultaneamente. Um dos princípios centrais da teoria da carga
cognitiva de Sweller é que uma carga cognitiva elevada pode afetar negativamente o
desempenho nas tarefas. Além disso, ela destaca a importância de reconhecer que a experiência
da carga cognitiva não é a mesma para todas as pessoas. Por exemplo, idosos, estudantes
universitários e crianças podem experimentar diferentes graus de carga cognitiva nas mesmas
condições (Rodríguez, 2023).
A psicologia cognitiva define a carga cognitiva como o esforço mental exigido tanto da
memória de trabalho quanto da memória de longo prazo. Sweller propôs diretrizes para a
apresentação de informações de forma a identificar e incentivar ações que otimizem o
desempenho intelectual.
Segundo Sweller, o conteúdo da memória de longo prazo consiste em “estruturas
complexas que nos permitem perceber, refletir e resolver problemas, em vez de uma coleção de
fatos memorizados. Essas estruturas, chamadas de esquemas, nos permitem tratar múltiplos
elementos como uma única unidade” (Rodríguez, 2023). Os esquemas são as estruturas
cognitivas que formam a base do conhecimento. Eles são adquiridos por meio da aprendizagem
e da experiência ao longo da vida e podem conter outros esquemas em seu interior. A
aprendizagem envolve a modificação das estruturas esquemáticas da memória de longo prazo
e se manifesta na melhoria da eficiência da memorização. Essa eficiência aumenta à medida
que os alunos se familiarizam com o material, pois seus esquemas evoluem de forma a permitir
que a memória de trabalho processe as informações com mais eficácia e as transfira para a
memória de longo prazo a base da flexibilidade cognitiva. Para “reiniciar” os esquemas, a
carga de memória deve ser reduzida.
Os métodos para resolver diferentes tarefas podem ser alterados ao apresentá-las sem
especificar objetivos ou fornecer exemplos resolvidos. O objetivo deve ser evitar ferramentas
e técnicas que exijam excessivamente da memória. Ao reduzir a carga sobre a memória de
trabalho causada pela necessidade de integrar múltiplas fontes de informação, torna-se possível
estimular a inteligência flexível dos alunos, oferecendo fontes de informação separadas e
buscando ampliar a capacidade da memória de trabalho por meio do uso de canais auditivos e
visuais. Isso é particularmente eficaz quando as fontes de informação disponíveis são
necessárias para a compreensão geral e não são redundantes.
Ludmila Gadzaova, Elena Goverdovskaya, Magomed Mintsaev, Ibrahim Gairabekov, Esmira Alisultanova, & Diana Tomaeva
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A gestão da carga cognitiva é, essencialmente, uma teoria de design instrucional que
busca explicar e aplicar nossa arquitetura cognitiva ou seja, a forma como processamos
informações. Durante o processo de aprendizagem, as informações são mantidas na memória
de trabalho até que tenham sido processadas o suficiente para serem armazenadas na memória
de longo prazo. A capacidade da memória de trabalho é limitada e, quando muitas informações
são apresentadas de uma vez, ocorre uma sobrecarga, fazendo com que grande parte das
informações seja perdida e não retida.
De acordo com a Teoria da Carga Cognitiva, a aprendizagem se torna mais eficaz
quando os métodos de ensino incluem o seguinte:
avaliar a experiência prévia e adaptar o ensino de acordo com ela;
reduzir o escopo do problema, dividindo-o em componentes e utilizando subtarefas
independentes;
integrar múltiplas fontes de informação, quando viável;
aumentar a eficiência da memória de trabalho, utilizando canais visuais e auditivos.
Die kognitive Belastung ist ein Konzept, das erklärt, wie die Anforderungen an das
Arbeitsgedächtnis einer Person das Lernen und die Leistung hemmen können. Nach der Theorie
der kognitiven Belastung führen Aufgaben, die die inhärenten Grenzen des Gedächtnisses und
der Aufmerksamkeit überschreiten, zu einer überstürzten Abnahme des Behaltens von
Informationen und des Erfolgs. Kognitive Belastung in der Fertigung: Wie Augmentation die
Entscheidungsfindung verbessern kann. (Klaess, 2019)
A carga cognitiva é um conceito que explica como as exigências impostas à memória de trabalho
de uma pessoa podem prejudicar a aprendizagem e o desempenho. De acordo com a teoria da
carga cognitiva, tarefas que excedem as limitações inerentes à memória e à atenção resultam em
uma queda acentuada na retenção de informações e no sucesso. (Azarenko, 2024)
A carga cognitiva aumenta ao realizar tarefas complexas e inéditas, especialmente
quando critérios de inclusão/exclusão e tópicos irrelevantes. Quanto menor for a carga
supérflua e quanto maiores forem o conhecimento prévio do aluno e a clareza dos critérios de
inclusão, mais eficaz e precisa se torna a inclusão ou exclusão de seções curriculares,
juntamente com a relevância do conceito e a confiabilidade dos recursos cognitivos. Isso pode
incluir cenários educacionais que sejam significativos e contribuam para o processo de
O controle da carga cognitiva gerencia a memória de trabalho, estimulando a inteligência flexível dos estudantes
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aprendizagem em um contexto institucional vinculado a uma especialidade acadêmica
específica, bem como uma cobertura temática que garanta ampla exposição e eficácia do tema.
É importante observar que os critérios de inclusão e exclusão são variáveis observáveis,
o que significa que são acessíveis à observação direta. Uma vez selecionados, torna-se evidente
que todos estão ligados a uma definição imperfeita do contexto educacional. Por um lado, isso
pode ocorrer devido à atenção ou ao foco insuficientes. Por outro lado, uma linha tênue entre
educação e treinamento na abordagem profissional. Isso poderia ser interpretado como um sinal
de que a carga cognitiva não difere significativamente. No entanto, acreditamos que seja
necessário um maior esclarecimento nessa área, dependendo da ambiguidade dos critérios e da
relevância dos resultados (Goryushko & Samochadin, 2018).
A memória de longo prazo não tem limite de volume. Além disso, quando informações
familiares são transferidas para a memória de trabalho, as restrições de capacidade ou duração
deixam de se aplicar. Em outras palavras, qualquer quantidade de informação pode ser
memorizada, desde que o processo seja feito corretamente. A transferência de conhecimento da
memória de curto prazo para a de longo prazo, com o objetivo de armazená-lo, é o próprio
processo de aprendizagem. E a teoria da carga cognitiva explica como fazer isso de maneira
mais eficaz. (p. 35)
A análise da relação entre o aumento da carga cognitiva e o profissionalismo do
professor destaca, principalmente, a necessidade de desenvolvimento profissional contínuo,
impulsionado pelo rápido avanço em diversos campos, como negócios, saúde, educação e
capacitação, bem como a preparação dos graduados para uma participação bem-sucedida em
todas as esferas da vida. O alinhamento entre educação e mercado de trabalho está orientado
para a economia, a cultura e o profissionalismo do processo educacional universitário. Nesse
sentido, o sistema de ensino superior não apenas responde às necessidades emergentes, mas
também as gera e, ao mesmo tempo, serve de base para o sucesso em múltiplos domínios.
Um dos principais fatores que influenciam a eficácia da aprendizagem na psicologia
cognitiva e na pedagogia é a organização e a gestão da carga cognitiva. Conforme observado
na literatura (Chicherina & Wang, 2023),
Estratégias de ensino que não levam em conta a carga cognitiva dos alunos podem prejudicar a
percepção, o processamento, a retenção e a aplicação das informações durante o processo de
aprendizagem, além de reduzir a qualidade dos resultados de aprendizagem. No contexto da
Ludmila Gadzaova, Elena Goverdovskaya, Magomed Mintsaev, Ibrahim Gairabekov, Esmira Alisultanova, & Diana Tomaeva
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atividade educacional, o ensino baseado na teoria da carga cognitiva torna-se particularmente
relevante. A literatura acadêmica oferece recomendações específicas tanto para professores
quanto para alunos. Este artigo apresenta uma conceituação da carga cognitiva no âmbito da
atividade educacional e sistematiza recomendações para o gerenciamento da carga cognitiva dos
alunos em três áreas: gerenciamento da carga cognitiva intrínseca, redução da carga cognitiva
extrínseca e ativação da carga cognitiva pertinente. Isso inclui métodos e técnicas específicas
para o gerenciamento da carga cognitiva durante o ensino. (p. 8)
Ao longo do processo de aprendizagem, novos padrões profissionais são
institucionalizados como obrigatórios. Como as universidades são instituições tanto de pesquisa
quanto acadêmicas, essa exigência está incorporada à sua estrutura. A ciência também se baseia
em um sistema complexo de avaliação e testes que valida constantemente o sucesso de suas
iniciativas acadêmicas. Um retorno ao uso exclusivo de métodos tradicionais de ensino, sem
tecnologias digitais, não é mais viável.
Isso não significa que o conhecimento profissional baseado na experiência tradicional
perca seu valor, nem que as tecnologias com base científica precisem provar sua superioridade
na formação. Nesse contexto, está sendo dada cada vez mais atenção à qualidade do ensino
superior, que deve preparar os alunos para atuar em diversos domínios, promover sua
compreensão da diversidade cultural na era da globalização e desenvolver a capacidade de
tomar decisões tanto dentro dos parâmetros ético-morais nacionais quanto no contexto de lidar
com alta carga cognitiva.
A carga ou sobrecarga cognitiva é uma consideração crucial, uma vez que a
capacidade cognitiva de cada indivíduo é naturalmente limitada pela capacidade da memória
de trabalho. Se um aluno for exposto a informações em excesso, e se as tarefas impuserem
exigências cognitivas excessivamente altas ou o conteúdo for muito complexo, torna-se
razoável que o professor adote métodos mais simples, baseados no feedback empírico dos
alunos.
Por meio de testes cognitivos, é possível estudar a influência das habilidades cognitivas
dos alunos em sua capacidade de assimilar as informações cognitivas correspondentes, bem
como a sinergia significativa entre as seções centrais de um currículo integrado. Em nossa
opinião, isso permite uma melhor regulação da carga cognitiva por meio de ajustes,
estruturação, refinamento e imersão mais profunda no campo profissional —, o que, conforme
demonstrado por nossa experiência de ensino, pode ser visto como um efeito positivo. Os alunos
O controle da carga cognitiva gerencia a memória de trabalho, estimulando a inteligência flexível dos estudantes
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se beneficiam não apenas do conhecimento profissional, mas também de um nível
suficientemente elevado de consciência informacional geral.
É importante observar que essa alta eficácia é demonstrada principalmente por alunos
altamente motivados e bem-sucedidos, e deve-se ter cuidado para não impor estigmatização
excessiva ou expectativas irrealistas. No entanto, a demonstração de conquistas profissionais
comparáveis posteriormente é encorajadora.
Pesquisas sobre carga cognitiva mostraram que a aprendizagem focada na resolução de
problemas profissionais exige que os alunos busquem soluções sem impor a si mesmos uma
carga cognitiva externa excessiva, que os recursos da memória de trabalho devem ser
direcionados exclusivamente para ações relevantes à resolução da tarefa em questão. Ao mesmo
tempo, a carga cognitiva supérflua nem sempre dificulta a aprendizagem na verdade, pode
até potencializá-la. Ela pode até mesmo apoiar uma abordagem científica ao trabalho, já que a
resolução de certos problemas e o trabalho em conjunto para atingir esses objetivos estabelecem
um alto padrão para o uso de um projeto instrucional eficaz. Esse design ajuda a liberar o
potencial para aumentar a carga cognitiva geral necessária, o que influencia positivamente a
memória de trabalho dos alunos. Ele também os envolve com múltiplas fontes ou materiais
simultaneamente, exigindo que a atenção seja dividida entre informações visuais e auditivas
essenciais para a compreensão. Essas múltiplas fontes devem então ser integradas mentalmente,
permitindo uma integração mais rápida e com menos esforço com a experiência prévia.
É importante que os instrutores compreendam o nível atual de aprendizagem dos alunos
e até que ponto eles necessitam de apoio adicional e mecanismos auxiliares por exemplo,
interatividade ou esclarecimento de ligações significativas entre novos conteúdos e o que os
alunos já sabem.
A presença de certas habilidades cognitivas permite que os alunos compreendam o
material com mais facilidade e realizem tarefas sem grande esforço, possibilitando que se
concentrem no desenvolvimento de habilidades relacionadas à velocidade e à precisão na gestão
da carga cognitiva. Essas habilidades também incluem a capacidade de reconhecer a
importância profissional, educacional geral e ética dos temas acadêmicos; de compreender,
reconhecer e formular julgamentos bem fundamentados sobre valores nacionais e de outra
natureza. Isso segue uma sequência: abordagem profissional conhecimento e compreensão
de valores e normas geração e reflexão sobre informações factuais reflexão e avaliação
→ consciência da própria atitude e do significado moral das decisões → tomada de decisão.
Ludmila Gadzaova, Elena Goverdovskaya, Magomed Mintsaev, Ibrahim Gairabekov, Esmira Alisultanova, & Diana Tomaeva
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 11
Acreditamos que seja essencial enfatizar não apenas a formação intelectual profissional
e de alta qualidade, mas também o desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos em
relação às suas próprias culturas e às de outras pessoas, às suas origens, aos seus sistemas de
valores pessoais e à sensibilidade perante situações morais e éticas. Um processo pessoal, quase
semelhante à impressão, desempenha um papel decisivo na formação da percepção moral da
relevância do conteúdo educacional em geral. Essa percepção depende da educação recebida,
da afiliação cultural ou religiosa e do conhecimento ético fundamental, que emergem no
contexto da carga cognitiva e determinam a qualidade da formação profissional.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O artigo demonstra que o controle da carga cognitiva pode ser entendido como um
mecanismo pedagógico para regular a memória de trabalho e apoiar a flexibilidade cognitiva
em estudantes universitários. Sua principal contribuição é a sistematização de posições teóricas
e metodológicas dispersas em um quadro coerente que articula o conhecimento prévio, as
limitações da memória de trabalho, a formação de esquemas e a aprendizagem profissional no
ensino superior digital.
O estudo esclarece que o ensino eficaz não deve ter como objetivo simplificar todas as
tarefas de aprendizagem. Em vez disso, os instrutores devem reduzir a carga supérflua
desnecessária, preservando, ao mesmo tempo, o esforço cognitivo significativo que sustenta a
análise, a reflexão e a construção de esquemas de memória de longo prazo. Essa distinção é
importante porque a formação profissional exige não apenas um acesso mais fácil à informação,
mas também a capacidade de processá-la, avaliá-la e aplicá-la com flexibilidade.
Para a prática pedagógica, os resultados sugerem várias recomendações: avaliar o
conhecimento prévio dos alunos antes de apresentar tarefas complexas; utilizar exemplos
resolvidos e a resolução de problemas em etapas; evitar materiais digitais redundantes;
combinar informações visuais e auditivas apenas quando isso melhorar a compreensão; e incluir
atividades de reflexão ou consulta que ajudem os alunos a tomar consciência de suas próprias
estratégias de processamento de informações.
O valor agregado da investigação reside em demonstrar que o controle da carga
cognitiva não é um conceito psicológico isolado, mas um componente prático do projeto
instrucional no ensino superior digital. Quando utilizado de forma deliberada, ele pode ajudar
os instrutores a organizar ambientes de aprendizagem que protejam a memória de trabalho,
O controle da carga cognitiva gerencia a memória de trabalho, estimulando a inteligência flexível dos estudantes
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
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fortaleçam as estruturas de conhecimento de longo prazo e apoiem o desenvolvimento
intelectual flexível dos alunos.
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L u d mil a G a dz a o v a, El e n a G o v er d o vs k a y a, M a g o me d Mi nts a e v, I br a hi m G air a b e k o v, Es mir a Alis ult a n o v a, & Di a n a To m a e v a
R P G E R e vist a o n li n e d e P olític a e G est ã o E d u c a ci o n al , Ar ar a q u ar a, v. 3 0 , n. 0 0, e 0 2 6 0 5 0 , 2 0 2 6 . e -I S S N: 1 5 1 9-9 0 2 9
D OI: 1 0. 2 2 6 3 3/r p g e. v 3 0i 0 0. 2 1 2 4 4 1 5
C R e di T A ut h or St at e m e nt
A g r a d e ci m e nt os : Os a ut or es g ost ari a m d e e x pr ess ar s u a si n c er a gr ati d ã o a o e dit or e a os
p ar e c erist as a n ô ni m os p el a a v ali a ç ã o c ui d a d os a d o m a n us crit o, p el os c o m e nt ári os v ali os os
e p el as r e c o m e n d a ç õ es c o nstr uti v as, q u e c o ntri b r a m p ar a m el h or ar a q u ali d a d e, a cl ar e z a
e o ri g or a c a d ê mi c o d o arti g o.
Fi n a n ci a m e nt o : Est a p es q uis a n ã o r e c e b e u n e n h u m fi n a n ci a m e nt o es p e cífi c o d e n e n h u m a
a g ê n ci a d e fi n a n ci a m e nt o d os s et or es p ú blic o, c o m er ci al o u s e m fi ns l u cr ati v os .
C o nfli tos d e i nt e r ess e : Os a ut or es d e cl ar a m q u e n ã o h á c o nflit os d e i nt er ess e r el a ci o n a d os
à p u bli c a ç ã o d est e arti g o .
A p r o v a ç ã o éti c a : Est e est u d o r es p eit o u os pri n cí pi os éti c os d a p es q uis a a c a d ê mi c a,
i n cl ui n d o tr a ns p ar ê n ci a, cit a ç ã o a d e q u a d a d as f o nt es e us o r es p o ns á v el d os m at eriais
p u bli c a d os. C o m o o tr a b al h o é c o n c eit u al -a n alíti c o e b as e a d o n a lit er at ur a, e n ã o e n v ol v e u
p arti ci p a ntes h u m a n os, d a d os p ess o ais, p es q uis as, e x p eri m e nt os o u i nt er v e n ç õ es, n ã o f oi
n e c ess ári a a a pr o v a ç ã o d e u m c o mit ê d e éti c a .
Dis p o ni bili d a d e d e d a d os e m at e ri al : Os d a d os e m at eri ais utili z a d os n est e est u d o
c o nsist e m e m lit er at ur a ci e ntífi c a p u bli c a d a e f o nt es m et o d ol ó gi c as cit a d as n a list a d e
r ef er ê n ci as. N e n h u m c o nj u nt o d e d a d os e m píri c os ori gi n al f oi g er a d o o u a n alis a d o.
C o nt ri b ui ç ã o d os a ut o r es : L u d mil a G a d z a o v a c o ntri b ui u p ar a a c o n c eit u a ç ã o d o est u d o, o
d es e n v ol vi m e nt o d o m ar c o t e óri c o, a s u p er vis ã o e a r e d a ç ã o d a v ers ã o pr eli mi n ar ori gi n al.
El e n a G o v er d o vs k a y a c o ntri b ui u p ar a a m et o d ol o gia, a a n ális e d a lit er at ur a e a r e vis ã o d os
as p e ct os p e d a g ó gi c os e éti c os d o m a n us crit o. M a g o m e d Mi nts a e v c o ntri b ui u p ar a a
a d mi nistr a ç ã o d o pr oj et o, a a n ális e d o c o nt e xt o d o e nsi n o s u p eri or e d a di git ali z a ç ã o, e a
r e vis ã o cti c a d o m a n us crit o. I br a hi m G air a b e k o v c o ntri b ui u p ar a o d es e nv ol vi m e nt o de
i m pli c a ç õ es pr áti c as p ar a a f or m a ç ã o pr ofissi o n al, a v ali d a ç ã o d o ar g u m e nt o e a r e vis ã o e
e di ç ã o d o t e xt o. Es mir a Alis ult a n o v a c o ntri b ui u p ar a a a n ális e d a di d áti c a di gital, as
estr até gi as d e d esi g n i nstr u ci o n al e a sist e m ati z a ç ã o d a liter at u r a. Di a n a T o m a e v a
c o ntri b ui u p ar a a p es q uis a bi bli o gr áfic a, a or g a ni z a ç ã o d as r ef er ê n ci as e d os m at eriais, a
e di ç ã o d o m a n us crit o e a f or m at a ç ã o fi n al. T o d os os a ut or es l er a m e a pr o v ar a m a v ers ã o
fi n al d o m a n us crit o.
P r o c ess a m e nt o e e di ç ã o : E dit o r a I b e r o-A m e ri c a n a d e E d u c a ç ã o
R e vis ã o , f or m at a ç ã o, n or m ali z a ç ã o e tr a d u ç ã o
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 1
COGNITIVE LOAD CONTROL IS A CONTROL MECHANISM WORKING
MEMORY, STIMULATING THE FLEXIBLE INTELLIGENCE OF UNIVERSITY
STUDENTS
O CONTROLE DA CARGA COGNITIVA GERENCIA A MEMÓRIA DE TRABALHO,
ESTIMULANDO A INTELIGÊNCIA FLEXÍVEL DOS ESTUDANTES
EL CONTROL DE LA CARGA COGNITIVA ES UN MECANISMO DE CONTROL DE
LA MEMORIA DE TRABAJO, ESTIMULANDO LA INTELIGENCIA FLEXIBLE DE
LOS ESTUDIANTES UNIVERSITARIOS
Ludmila GADZAOVA
1
e-mail: lugadzao[email protected]
Elena GOVERDOVSKAYA
2
e-mail: elgov[email protected]emy
Magomed MINTSAEV
3
e-mail: mamin[email protected]y
Ibrahim GAIRABEKOV
4
e-mail: ibgair[email protected]y
Esmira ALISULTANOVA
5
e-mail: esalisultanov[email protected]y
Diana TOMAEVA
6
e-mail: ditom[email protected]
How to reference this paper:
Gadzaova, L., Goverdovskaya, E., Mintsaev, M., Gairabekov, I.,
Alisultanova, E., & Tomaeva, D. (2026). Cognitive load control is
a control mechanism working memory, stimulating the flexible
intelligence of university students. Revista on line de Política e
Gestão Educacional, 30, e026050.
https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21244
| Submitted: 08/09/2025
| Revisions required: 22/10/2025
1
Northern Ossetia State University after K.L. Khetagurov Vladikavkaz Russia. Department of Foreign
Languages for Non-Linguistic Specialties. Doctor of Pedagogical Sciences, Professor.
2
Volgograd State Medical University Volgograd Russia. Department of Humanities and Bioethics. Doctor of
Pedagogical Sciences, Professor.
3
Grozny State Oil Technical University named after Academician M. D. Millionshchikov Grozny Russia.
Rector. Doctor of Technical Sciences, Professor.
4
Grozny State Oil Technical University named after Academician M. D. Millionshchikov Grozny Russia. First
Vice-Rector for Educational Activities. Doctor of Technical Sciences, Professor.
5
Grozny State Oil Technical University named after Academician M. D. Millionshchikov Grozny Russia.
Institute of Applied Information Technologies. Doctor of Pedagogical Sciences, Associate Professor.
6
North-Caucasian Mining and Metallurgy Institute (State Technological University) Vladikavkaz - Russia.
Department of Legal Disciplines. Candidate of Pedagogical Sciences, Associate Professor.
Cognitive load control is a control mechanism working memory, stimulating the flexible intelligence of university students
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 2
| Approved: 11/05/2026
| Published: 23/06/2026
Editor:
Prof. Dr. Sebastião de Souza Lemes
Deputy Executive Editor:
Prof. Dr. José Anderson Santos Cruz
Ludmila Gadzaova, Elena Goverdovskaya, Magomed Mintsaev, Ibrahim Gairabekov, Esmira Alisultanova, & Diana Tomaeva
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 3
ABSTRACT: In the context of digitalization in higher education, students are required to
process increasingly complex information in limited time, which intensifies the risk of cognitive
overload. This conceptual-analytical study examines cognitive load control as a pedagogical
mechanism for regulating working memory and supporting cognitive flexibility among
university students. The study is based on Cognitive Load Theory and a synthesis of recent
literature on digital didactics, instructional design, motivation, and professional training. The
methodological approach is literature-based; no direct experiment or survey sample was used.
The analysis distinguishes literature-derived theoretical assumptions from the article’s own
synthesis of pedagogical implications. The results show that effective cognitive load control
depends on three complementary actions: adapting task complexity to students prior
knowledge, reducing extraneous information, and activating meaningful schema construction
through multimodal and professionally oriented tasks. The article contributes by systematizing
practical instructional strategies and by clarifying how cognitive load management can support
academic performance and professional learning in digital environments.
KEYWORDS: Cognitive load theory. Working memory. Cognitive flexibility. Digital higher
education. Instructional design.
RESUMO: No contexto da digitalização do ensino superior, os estudantes precisam processar
informações cada vez mais complexas em tempo limitado, o que intensifica o risco de
sobrecarga cognitiva. Este estudo conceitual-analítico examina o controle da carga cognitiva
como mecanismo pedagógico para regular a memória de trabalho e apoiar a flexibilidade
cognitiva de estudantes universitários. A pesquisa baseia-se na Teoria da Carga Cognitiva e
em uma síntese da literatura recente sobre didática digital, design instrucional, motivação e
formação profissional. A abordagem metodológica é bibliográfica; não foi realizado
experimento direto nem aplicada amostra por questionário. A análise diferencia pressupostos
teóricos derivados da literatura e a síntese própria das implicações pedagógicas. Os resultados
indicam que o controle eficaz da carga cognitiva depende de três ações complementares:
ajustar a complexidade das tarefas ao conhecimento prévio, reduzir informações irrelevantes
e ativar a construção significativa de esquemas por meio de tarefas multimodais e
profissionalmente orientadas.
PALAVRAS-CHAVE: Teoria da carga cognitiva. Memória de trabalho. Flexibilidade
cognitiva. Ensino superior digital. Design instrucional.
RESUMEN: En el contexto de la digitalización de la educación superior, los estudiantes deben
procesar información cada vez más compleja en un tiempo limitado, lo que intensifica el riesgo
de sobrecarga cognitiva. Este estudio conceptual-analítico examina el control de la carga
cognitiva como mecanismo pedagógico para regular la memoria de trabajo y apoyar la
flexibilidad cognitiva de los estudiantes universitarios. La investigación se basa en la Teoría
de la Carga Cognitiva y en una síntesis de literatura reciente sobre didáctica digital, diseño
instruccional, motivación y formación profesional. El enfoque metodológico es bibliográfico;
no se realizó un experimento directo ni se apliuna muestra mediante encuesta. El análisis
distingue los supuestos teóricos derivados de la literatura de la síntesis propia de implicaciones
pedagógicas. Los resultados muestran que el control eficaz de la carga cognitiva depende de
tres acciones complementarias: adaptar la complejidad de las tareas al conocimiento previo,
reducir la información irrelevante y activar la construcción significativa de esquemas mediante
tareas multimodales y orientadas profesionalmente.
PALABRAS CLAVE: Teoría de la carga cognitiva. Memoria de trabajo. Flexibilidad
cognitiva. Educación superior digital. Diseño instruccional.
Cognitive load control is a control mechanism working memory, stimulating the flexible intelligence of university students
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 4
INTRODUCTION
Digitalization has changed the conditions of university teaching by increasing the
volume, speed, and complexity of information that students must process (Ukolova et al., 2024;
Ukolova & Afanasyev, 2023). In this context, cognitive load control becomes a pedagogical
problem rather than only a technical issue. When instructional materials contain excessive or
poorly organized information, students working memory is overloaded, which can reduce
comprehension, information retention, and the ability to solve professional problems
(Bozhkova et al., 2025; Mukhametkairov et al., 2024; Tutkova et al., 2024). This enables
thorough planning of practical steps and orientation toward existing successful research results
on students’ memory capacity, memory overload limits, and navigation through cognitive loads,
while also engaging digital technology experts (Aziyev et al., 2024; Kabzhanova et al., 2024;
Zhukova et al., 2025).
Although recent studies discuss digital technologies, professional competence, and
instructional innovation in higher education, cognitive load management is often presented as
a broad theoretical principle rather than as a clearly described mechanism for regulating
working memory in university students (Goncharenko & Semenkova, 2023; Ling et al., 2023;
Polozhentseva et al., 2024). It is important that existing knowledge in this area, examples of
best practices, and evidence of effectiveness are available in a simple, readable, and concise
format (Belousova et al., 2023; Muskhanova & Avtaeva, 2023; Starostenkov, 2023).
This creates a research gap: the relationship between Cognitive Load Theory, digital
learning conditions, and concrete pedagogical strategies for professional training remains
insufficiently systematized.
The central problem addressed in this article is how cognitive load control can be
organized so that it does not merely reduce the amount of information offered to students, but
helps them transform information into stable long-term memory schemas and flexible
professional reasoning.
The purpose of the article is to justify pedagogical approaches to managing cognitive
load among university students in order to improve the effectiveness of professional education
in the context of digitalization.
To make the argument clearer, the article distinguishes three levels of analysis: the
theoretical assumptions derived from Cognitive Load Theory, the methodological procedure
used to organize the literature, and the articles own synthesis of pedagogical implications for
university instructors.
Ludmila Gadzaova, Elena Goverdovskaya, Magomed Mintsaev, Ibrahim Gairabekov, Esmira Alisultanova, & Diana Tomaeva
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 5
METHODS AND METHODOLOGY
This study follows a conceptual-analytical and literature-based design. Its purpose is not
to measure cognitive load in an experimental sample, but to systematize pedagogical
approaches that can be used to regulate it in higher education. The research context is university
teaching under conditions of digitalization and increasing information density. The source
corpus includes recent publications and methodological materials cited in the reference list,
with priority given to works on Cognitive Load Theory, digital didactics, professional
competence formation, instructional design, motivation, and student learning.
The analytical procedure consisted of four steps: (1) identifying recurring concepts in
the literature, including working memory, long-term schemas, extraneous load, prior
knowledge, motivation, and multimodal presentation; (2) grouping these concepts into the
categories of intrinsic, extraneous, and germane cognitive load; (3) comparing the pedagogical
strategies proposed in the literature with the needs of university students in professional
training; and (4) formulating practical implications for instructors. Since no direct student
survey, experiment, or intervention was conducted, the study does not report a respondent
sample or statistical instruments. Instead, the main analytical instrument is a thematic synthesis
matrix based on the categories of Cognitive Load Theory.
RESULTS
Cognitive load is a concept that explains the mechanisms capable of regulating students’
working memory, either hindering learning and academic performance or stimulating cognitive
flexibility. According to Cognitive Load Theory, tasks that exceed the natural limits of memory
and attention lead to significant reductions in information retention and learning success.
The modern Australian educational psychologist John Sweller is known for constructing
a theory based on the assumption that cognitive structures—specifically schemas and
combinations of elements—form the foundation of an individual’s knowledge. He developed
this theory after reading George Millers work on information processing, which showed that
short-term memory is limited in the number of elements it can handle simultaneously. One of
the core principles of Swellers cognitive load theory is that a high cognitive load can negatively
affect task performance. Moreover, it highlights the importance of recognizing that the
experience of cognitive load is not the same for everyone. For instance, older adults, university
Cognitive load control is a control mechanism working memory, stimulating the flexible intelligence of university students
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 6
students, and children may experience different degrees of cognitive load under the same
conditions (Rodríguez, 2023).
Cognitive psychology defines cognitive load as the mental effort required of both
working and long-term memory. Sweller proposed guidelines for presenting information in
ways that identify and encourage actions that optimize intellectual performance.
According to Sweller, the content of long-term memory consists of “complex structures
that allow us to perceive, reflect, and solve problems, rather than a collection of memorized
facts. These structures, called schemas, enable us to treat multiple elements as a single unit”
(Rodríguez, 2023). Schemas are the cognitive structures that form the foundation of knowledge.
They are acquired through learning and experience over the course of life and can contain other
schemas within them. Learning involves modifying the schematic structures of long-term
memory and manifests in improved memorization efficiency. This efficiency increases as
students become more familiar with the material because their schemas evolve in a way that
enables working memory to process information more effectively and transfer it to long-term
memory—the basis of cognitive flexibility. To “reset” the schemas, memory load must be
reduced.
The methods for solving different tasks can be changed by presenting them without
specifying goals or providing pre-solved examples. The aim should be to avoid tools and
techniques that place excessive demands on memory. By reducing the load on working memory
caused by the need to integrate multiple sources of information, it becomes possible to engage
students’ flexible intelligence by offering separate information sources and attempting to
expand working memory capacity through the use of auditory and visual channels. This is
particularly effective when available information sources are necessary for overall
comprehension and not redundant.
Cognitive load management is, in essence, an instructional design theory that seeks to
explain and apply our cognitive architecture—that is, how we process information. During the
learning process, information is held in working memory until it has been processed enough to
be stored in long-term memory. The capacity of working memory is limited, and when too much
information is introduced at once, overload occurs, causing much of the information to be lost
and not retained.
According to Cognitive Load Theory, learning becomes more effective when
instructional methods include the following:
Ludmila Gadzaova, Elena Goverdovskaya, Magomed Mintsaev, Ibrahim Gairabekov, Esmira Alisultanova, & Diana Tomaeva
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 7
Measuring prior experience and adapting instruction accordingly;
Reducing the problem space by breaking problems down into components and using
independent sub-tasks;
Integrating multiple sources of information when feasible;
Increasing working memory efficiency by using both visual and auditory channels.
Die kognitive Belastung ist ein Konzept, das erklärt, wie die Anforderungen an das
Arbeitsgedächtnis einer Person das Lernen und die Leistung hemmen können. Nach der Theorie
der kognitiven Belastung führen Aufgaben, die die inhärenten Grenzen des Gedächtnisses und
der Aufmerksamkeit überschreiten, zu einer überstürzten Abnahme des Behaltens von
Informationen und des Erfolgs. Kognitive Belastung in der Fertigung: Wie Augmentation die
Entscheidungsfindung verbessern kann. (Klaess, 2019)
Cognitive load is a concept that explains how demands on a person’s working memory can
hinder learning and performance. According to cognitive load theory, tasks that exceed the
inherent limitations of memory and attention result in a sharp decline in information retention
and success. (Azarenko, 2024)
Cognitive load increases when completing complex and novel tasks, especially when
irrelevant inclusion/exclusion criteria and topics are present. The less extraneous load there is,
and the greater the learners prior knowledge and clarity of inclusion criteria, the more effective
and accurate the inclusion or exclusion of curricular sections becomes, along with the relevance
of the concept and the reliability of cognitive resources. These may include educational
scenarios that are meaningful and contribute to the learning process in an institutional context
tied to a specific academic specialty, as well as thematic coverage that ensures broad exposure
and effectiveness of the topic.
It is important to note that inclusion and exclusion criteria are observable variables,
meaning they are accessible to direct observation. Once selected, it becomes evident that they
are all linked to an imperfect definition of the educational context. On one hand, this may be
due to insufficient attention or focus. On the other, there is a blurred line between education and
training within the professional approach. This could be interpreted as a sign that cognitive load
does not differ significantly. However, we believe that further clarification is required in this
field depending on the ambiguity of the criteria and the relevance of the results (Goryushko &
Samochadin, 2018).
Cognitive load control is a control mechanism working memory, stimulating the flexible intelligence of university students
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
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Long-term memory has no volume limit. Moreover, when familiar information is transferred
into working memory, its capacity or duration constraints no longer apply. In other words, any
amount of information can be memorized if done correctly. The transfer of knowledge from
short-term to long-term memory for storage is the very process of learning. And cognitive load
theory explains how to do this more effectively. (p. 35)
The analysis of the relationship between increased cognitive load and teacher
professionalism primarily highlights the need for continuous professional development, driven
by the rapid advancement in various fields such as business, healthcare, education, and training,
as well as the preparation of graduates for successful engagement in all spheres of life. The
alignment between education and employment is oriented toward the economy, culture, and
professionalism of the university educational process. In this sense, the higher education system
not only responds to emerging needs but also generates them, and at the same time serves as a
foundation for success across multiple domains.
One of the key factors influencing learning effectiveness in cognitive psychology and
pedagogy is the organization and management of cognitive load. As noted in the literature
(Chicherina & Wang, 2023),
instructional strategies that do not consider students’ cognitive load may hinder perception,
processing, retention, and application of information during the learning process and lower the
quality of learning outcomes. Within the context of educational activity, instruction based on
cognitive load theory becomes particularly relevant. Academic literature provides
corresponding recommendations for both instructors and students. This article presents a
conceptualization of cognitive load within educational activity and systematizes
recommendations for managing students’ cognitive load in three areas: managing intrinsic
cognitive load, reducing extraneous cognitive load, and activating germane cognitive load.
These include specific methods and techniques for managing cognitive load during instruction.
(p. 8)
Throughout the learning process, new professional standards become institutionalized
as mandatory. Since universities are both research and academic institutions, this requirement
is embedded within their structure. Science also relies on a complex system of assessment and
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testing that constantly validates the success of its academic initiatives. A return to using only
traditional teaching methods, without digital-based technologies, is no longer feasible.
This does not mean that professional knowledge based on traditional experience loses
its value, nor that scientifically grounded technologies must prove their superiority in training.
In this context, growing attention is being paid to the quality of higher education, which must
prepare students for work in various domains, foster their understanding of cultural diversity in
the era of globalization, and develop the ability to make judgments within both national ethical-
moral frameworks and the context of navigating high cognitive load.
Cognitive load—or overload—is a crucial consideration, given that every individuals
cognitive capacity is naturally constrained by the limits of working memory. If a student is
exposed to too much information, and if tasks impose excessively high cognitive demands or
the content is too complex, then it becomes reasonable for the instructor to adopt simpler
methods, grounded in empirical feedback from students.
Using cognitive tests, the influence of students’ cognitive abilities on their ability to
assimilate corresponding cognitive information can be studied, along with the significant
synergy between core sections of an integrated curriculum. This, in our view, allows for better
regulation of cognitive load—through adjustment, structuring, refinement, and deeper
immersion into the professional field—which, as demonstrated by our teaching experience, can
be seen as a positive effect. Students benefit not only from professional knowledge but also
from a sufficiently high level of general informational awareness.
It should be noted that such high effectiveness is demonstrated primarily by highly
motivated and successful students, and one should be cautious not to impose excessive
stigmatization or unrealistic expectations. Nevertheless, the demonstration of subsequent
comparable professional achievements is encouraging.
Research into cognitive load has shown that learning focused on solving professional
problems requires students to seek solutions without placing an excessive extraneous cognitive
load on themselves, as the resources of working memory should be directed solely toward
actions relevant to solving the task at hand. At the same time, extraneous cognitive load does
not always hinder learning—it can actually enhance it. It may even support a scientific approach
to work, since solving certain problems and working in tandem toward those goals sets a high
bar for the use of effective instructional design. This design helps unleash the potential for
increasing the necessary overall cognitive load, which positively influences students working
memory. It also engages them with multiple sources or materials simultaneously, requiring
Cognitive load control is a control mechanism working memory, stimulating the flexible intelligence of university students
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attention to be divided between visual and auditory information essential for comprehension.
These multiple sources must then be mentally integrated, allowing faster and less effortful
integration with prior experience.
It is important for instructors to understand the current level of student learning and the
extent to which they require additional support and auxiliary mechanisms—for example,
interactivity or clarification of meaningful links between new content and what students already
know.
The presence of certain cognitive abilities enables students to grasp material more easily
and complete tasks without major effort, allowing them to concentrate on developing skills
related to speed and precision in managing cognitive load. These abilities also include the
capacity to recognize the professional, general educational, and ethical significance of academic
topics; to understand, acknowledge, and make well-reasoned judgments about national and
other values. This follows a chain: professional approach knowledge and understanding of
values and norms generation and reflection of factual information reflection and
evaluation → awareness of one’s attitude and the moral significance of decisions decision-
making.
We believe it is essential to emphasize not only professional, high-quality intellectual
training, but also the cultivation of students’ critical thinking regarding their own and other
cultures, backgrounds, personal value systems, and sensitivity to moral and ethical situations.
A personal, almost imprinting-like process plays a decisive role in shaping the moral perception
of the relevance of educational content in general. This perception depends on upbringing,
cultural or religious affiliation, and foundational ethical knowledge, which emerge within the
stream of cognitive load and determine the quality of professional education.
FINAL CONSIDERATIONS
The article demonstrates that cognitive load control can be understood as a pedagogical
mechanism for regulating working memory and supporting cognitive flexibility in university
students. Its main contribution is the systematization of scattered theoretical and
methodological positions into a coherent framework that links prior knowledge, working-
memory limitations, schema formation, and professional learning in digital higher education.
The study clarifies that effective instruction should not aim to simplify all learning tasks.
Instead, instructors should reduce unnecessary extraneous load while preserving meaningful
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cognitive effort that supports analysis, reflection, and the construction of long-term memory
schemas. This distinction is important because professional education requires not only easier
access to information, but also the ability to process, evaluate, and apply it flexibly.
For pedagogical practice, the findings suggest several recommendations: assess
students’ prior knowledge before introducing complex tasks; use worked examples and staged
problem-solving; avoid redundant digital materials; combine visual and auditory information
only when it improves comprehension; and include reflection or consultation activities that help
students become aware of their own information-processing strategies.
The added value of the investigation lies in showing that cognitive load control is not
an isolated psychological concept but a practical component of instructional design in digital
higher education. When used deliberately, it can help instructors organize learning
environments that protect working memory, strengthen long-term knowledge structures, and
support students’ flexible intellectual development.
Cognitive load control is a control mechanism working memory, stimulating the flexible intelligence of university students
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C o g niti v e l o a d c o ntr ol is a c o ntr ol m e c h a nis m w or ki n g m e m or y, sti m ul ati n g t h e fle xi bl e i nt elli g e n c e of u niv ersity st u d e nts
R P G E R e vist a o n li n e d e P olític a e G est ã o E d u c a ci o n al , Ar ar a q u ar a, v. 3 0 , n. 0 0, e 0 2 6 0 5 0 , 2 0 2 6 . e -I S S N: 1 5 1 9-9 0 2 9
D OI: 1 0. 2 2 6 3 3/r p g e. v 3 0i 0 0. 2 1 2 4 4 1 4
C R e di T A ut h or St at e m e nt
A c k n o wl e d g e m e nts : A ut h ors w o ul d li k e t o e x pr ess t h eir si n c er e gr atit u d e t o t h e E dit or a n d
t o t h e a n o n y m o us r e vi e w ers f or t h eir c ar ef ul e v al u ati o n of t h e m a n us cri pt, v al u a bl e
c o m m e nts, a n d c o nstr u cti v e r e c o m m e n d ati o ns, w hi c h c o ntri b ut e d t o i m pr o vi n g t h e q u alit y,
cl arit y, a n d a c a d e mi c ri g or of t h e arti cl e .
F u n di n g : T his r es e ar c h r e c ei v e d n o s p e cifi c gr a nt fr o m a n y f u n di n g a g e n c y i n t h e p u bli c,
c o m m er ci al, or n o n -pr ofit s e ct ors .
C o nfli cts of i nt e r est : T h e a ut h ors d e cl ar e t h at t h er e ar e n o c o nfli cts of i nt er est r el at e d t o
t h e p u bli c ati o n of t his arti cl e.
Et hi c al a p p r o v al : T his st u d y r es p e ct e d t h e et hi c al pri n ci pl es of a c a d e mi c r es e ar c h,
i n cl u di n g tr a ns p ar e n c y, pr o p er cit ati o n of s o ur c es, a n d r es p o nsi bl e us e of p u blis h e d
m ateri als. Si n c e t h e w or k is c o n c e pt u al -a n al yti c al a n d lit er at ur e -b as e d, a n d di d n ot i n v ol v e
h u m a n p arti c i p a nts, p ers o n al d at a, s ur v e ys, e x p eri m e nts, or i nt er v e nti o ns, a p pr o v al b y a n
et hi cs c o m mitt e e w as n ot r e q uir e d .
D at a a n d m at e ri al a v ail a bilit y : T h e d at a a n d m at eri als us e d i n t his st u d y c o nsist of
p u blis h e d s ci e ntifi c lit er at ur e a n d m et h o d ol o gi c al s o ur c es cit e d i n t h e r ef er e n c e list. N o
ori gi n al e m piric al d at as et w as g e n er at e d or a n al y z e d .
A ut h o rs c o nt ri b uti o ns : L u d mil a G a d z a o v a c o ntri b ut e d t o t h e c o n c e pt u ali z ati o n of t h e
st u d y, d e v el o p m e nt of t h e t h e or eti c al fr a m e w or k, s u p er visi o n, a n d writi n g of t h e ori gi n al
dr aft. Ele n a G o v er d o vs k a y a c o ntri b ut e d t o t h e m et h o d ol o g y, liter at ur e a n al ysis, a n d r e vie w
of t h e p e d a g o g i c al a n d et hi c al as p e cts of t h e m a n us cri pt. M a g o m e d Mi nts a e v c o ntri b ut e d
t o pr oj e ct a d mi nistr ati o n, a n al ysis of t h e hi g h er e d u c ati o n a n d di git ali z ati o n c o nt e xt, a n d
criti c al r e visi o n of t h e m a n us cri pt. I br a hi m G air a b e k o v c o ntri b ut e d t o t h e d e v el o p m e nt of
pr a cti c al i m pli c ati o ns f or pr of essi o n al tr ai ni n g, v ali d ati o n of t h e ar g u m e nt, a n d r e vie w a n d
e diti n g of t h e t e xt. Es mir a Alis ult a n o v a c o ntri b ut e d t o t h e a n al ysis of di git al di d a cti cs,
i nstr u cti o n al d esi g n str at e gi es, a n d s yst e m ati z ati o n of th e lit er at ur e. Di a n a T o m a e v a
c o ntri b ut e d t o lit er at ur e s e ar c h, or g a ni z ati o n of r ef er e n c es a n d m ateri als, m a n us cri pt
e diti n g, a n d fi n al f or m atti n g. All a ut h ors r e a d a n d a p pr o v e d t h e fi n al versi o n of t h e
m a n us cri pt .
P r o c essi n g a n d e diti n g : E dit o r a I b e r o-A m e ri c a n a d e E d u c a ç ã o
Pr o ofr e a di n g, f or m atti n g, n or m ali z ati o n a n d tr a nsl ati o n
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 1
EL CONTROL DE LA CARGA COGNITIVA ES UN MECANISMO DE CONTROL
DE LA MEMORIA DE TRABAJO QUE ESTIMULA LA INTELIGENCIA FLEXIBLE
DE LOS ESTUDIANTES UNIVERSITARIOS
O CONTROLE DA CARGA COGNITIVA GERENCIA A MEMÓRIA DE TRABALHO,
ESTIMULANDO A INTELIGÊNCIA FLEXÍVEL DOS ESTUDANTES
COGNITIVE LOAD CONTROL IS A CONTROL MECHANISM WORKING MEMORY,
STIMULATING THE FLEXIBLE INTELLIGENCE OF UNIVERSITY STUDENTS
Cómo citar este artículo:
Gadzaova, L., Goverdovskaya, E., Mintsaev, M., Gairabekov, I.,
Alisultanova, E., & Tomaeva, D. (2026). El control de la carga
cognitiva es un mecanismo de control de la memoria de trabajo que
estimula la inteligencia flexible de los estudiantes universitarios.
Revista on line de Política e Gestão Educacional, 30, e026050.
https://doi.org/10.22633/rpge.v30i00.21244
| Enviado el: 08/09/2025
| Revisiones requeridas el: 22/10/2025
1
Universidad Estatal de Osetia del Norte K.L. Khetagurov Vladikavkaz Rusia. Departamento de Lenguas
Extranjeras para Especialidades No Lingüísticas. Doctora en Ciencias Pedagógicas, Profesora.
2
Universidad Estatal de Medicina de Volgogrado Volgogrado Rusia. Departamento de Humanidades y
Bioética. Doctora en Ciencias Pedagógicas, Profesora.
3
Universidad Técnica Estatal Petrolera de Grozni, nombrada en honor al Académico M. D. Millionshchikov
Grozni Rusia. Rector. Doctor en Ciencias Técnicas, Profesor.
4
Universidad Técnica Estatal Petrolera de Grozni, nombrada en honor al Académico M. D. Millionshchikov
Grozni Rusia. Primer Vicerrector de Actividades Educativas. Doctor en Ciencias Técnicas, Profesor.
5
Universidad Técnica Estatal Petrolera de Grozni, nombrada en honor al Académico M. D. Millionshchikov
Grozni Rusia. Instituto de Tecnologías de la Información Aplicadas. Doctora en Ciencias Pedagógicas, Profesora
Asociada.
6
Instituto de Minería y Metalurgia del Cáucaso del Norte (Universidad Tecnológica Estatal) Vladikavkaz
Rusia. Departamento de Disciplinas Jurídicas. Doctora en Ciencias Pedagógicas, Profesora Asociada.
Ludmila GADZAOVA
1
e-mail: lugad[email protected]y
Elena GOVERDOVSKAYA
2
e-mail: elgov[email protected]emy
Magomed MINTSAEV
3
e-mail: mamin[email protected]y
Ibrahim GAIRABEKOV
4
e-mail: ibgair[email protected]y
Esmira ALISULTANOVA
5
e-mail: esalisultanov[email protected]y
Diana TOMAEVA
6
e-mail: ditom[email protected]
El control de la carga cognitiva es un mecanismo de control de la memoria de trabajo que estimula la inteligencia flexible de los estudiantes
universitarios
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 2
| Aprobado el: 11/05/2026
| Publicado el: 23/06/2026
Editor:
Prof. Dr. Sebastião de Souza Lemes
Editor ejecutivo adjunto:
Prof. Dr. José Anderson Santos Cruz
Ludmila Gadzaova, Elena Goverdovskaya, Magomed Mintsaev, Ibrahim Gairabekov, Esmira Alisultanova, & Diana Tomaeva
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 3
RESUMEN: En el contexto de la digitalización de la educación superior, los estudiantes deben
procesar información cada vez más compleja en un tiempo limitado, lo que intensifica el riesgo
de sobrecarga cognitiva. Este estudio conceptual-analítico examina el control de la carga
cognitiva como mecanismo pedagógico para regular la memoria de trabajo y apoyar la
flexibilidad cognitiva de los estudiantes universitarios. La investigación se basa en la teoría de
la carga cognitiva y en una síntesis de literatura reciente sobre didáctica digital, diseño
instruccional, motivación y formación profesional. El enfoque metodológico es bibliográfico;
no se realizó un experimento directo ni se utilizó una muestra para encuestas. El análisis
distingue los supuestos teóricos derivados de la literatura de la síntesis propia de implicaciones
pedagógicas. Los resultados muestran que el control eficaz de la carga cognitiva depende de
tres acciones complementarias: adaptar la complejidad de las tareas al conocimiento previo,
reducir la información irrelevante y activar la construcción significativa de esquemas mediante
tareas multimodales y orientadas profesionalmente.
PALABRAS CLAVE: Teoría de la carga cognitiva. Memoria de trabajo. Flexibilidad cognitiva.
Educación superior digital. Diseño instruccional.
RESUMO: No contexto da digitalização do ensino superior, os estudantes precisam processar
informações cada vez mais complexas em tempo limitado, o que intensifica o risco de
sobrecarga cognitiva. Este estudo conceitual-analítico examina o controle da carga cognitiva
como mecanismo pedagógico para regular a memória de trabalho e apoiar a flexibilidade
cognitiva de estudantes universitários. A pesquisa baseia-se na Teoria da Carga Cognitiva e
em uma síntese da literatura recente sobre didática digital, design instrucional, motivação e
formação profissional. A abordagem metodológica é bibliográfica; não foi realizado
experimento direto nem aplicada amostra por questionário. A análise diferencia pressupostos
teóricos derivados da literatura e a síntese própria das implicações pedagógicas. Os resultados
indicam que o controle eficaz da carga cognitiva depende de três ações complementares:
ajustar a complexidade das tarefas ao conhecimento prévio, reduzir informações irrelevantes
e ativar a construção significativa de esquemas por meio de tarefas multimodais e
profissionalmente orientadas.
PALAVRAS-CHAVE: Teoria da carga cognitiva. Memória de trabalho. Flexibilidade
cognitiva. Ensino superior digital. Design instrucional.
ABSTRACT: In the context of digitalization in higher education, students are required to
process increasingly complex information in limited time, which intensifies the risk of cognitive
overload. This conceptual-analytical study examines cognitive load control as a pedagogical
mechanism for regulating working memory and supporting cognitive flexibility among
university students. The study is based on Cognitive Load Theory and a synthesis of recent
literature on digital didactics, instructional design, motivation, and professional training. The
methodological approach is literature-based; no direct experiment or survey sample was used.
The analysis distinguishes literature-derived theoretical assumptions from the article’s own
synthesis of pedagogical implications. The results show that effective cognitive load control
depends on three complementary actions: adapting task complexity to students’ prior
knowledge, reducing extraneous information, and activating meaningful schema construction
through multimodal and professionally oriented tasks. The article contributes by systematizing
practical instructional strategies and by clarifying how cognitive load management can support
academic performance and professional learning in digital environments.
KEYWORDS: Cognitive load theory. Working memory. Cognitive flexibility. Digital higher
education. Instructional design.
El control de la carga cognitiva es un mecanismo de control de la memoria de trabajo que estimula la inteligencia flexible de los estudiantes
universitarios
RPGE Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 30, n. 00, e026050, 2026. e-ISSN: 1519-9029
DOI: 10.22633/rpge.v30i00.21244 4
INTRODUCCIÓN
La digitalización ha transformado las condiciones de la enseñanza universitaria al
incrementar el volumen, la velocidad y la complejidad de la información que los estudiantes
deben procesar (Ukolova et al., 2024; Ukolova & Afanasyev, 2023). En este contexto, el control
de la carga cognitiva se convierte en un problema pedagógico, más que en una mera cuestión
técnica. Cuando los materiales didácticos contienen información excesiva o mal organizada, la
memoria de trabajo de los estudiantes se sobrecarga, lo que puede reducir la comprensión, la
retención de información y la capacidad para resolver problemas profesionales (Bozhkova et
al., 2025; Mukhametkairov et al., 2024; Tutkova et al., 2024). Esto permite una planificación
exhaustiva de los pasos prácticos y una orientación hacia los resultados de investigaciones
exitosas existentes sobre la capacidad de memoria de los estudiantes, los límites de la
sobrecarga de memoria y la gestión de las cargas cognitivas, al tiempo que se involucra a
expertos en tecnología digital (Aziyev et al., 2024; Kabzhanova et al., 2024; Zhukova et al.,
2025).
Si bien estudios recientes abordan las tecnologías digitales, la competencia profesional
y la innovación pedagógica en la educación superior, la gestión de la carga cognitiva se presenta
a menudo como un principio teórico amplio, en lugar de un mecanismo claramente descrito
para regular la memoria de trabajo en estudiantes universitarios (Goncharenko & Semenkova,
2023; Ling et al., 2023; Polozhentseva et al., 2024). Es importante que el conocimiento
existente en este ámbito, los ejemplos de buenas prácticas y la evidencia de su eficacia estén
disponibles en un formato sencillo, legible y conciso (Belousova et al., 2023; Muskhanova &
Avtaeva, 2023; Starostenkov, 2023).
Esto crea un vacío en la investigación: la relación entre la teoría de la carga cognitiva,
las condiciones de aprendizaje digital y las estrategias pedagógicas concretas para la formación
profesional sigue estando insuficientemente sistematizada.
El problema central que se aborda en este artículo es cómo organizar el control de la
carga cognitiva para que no solo reduzca la cantidad de información que se ofrece a los
estudiantes, sino que también les ayude a transformar la información en esquemas estables de
memoria a largo plazo y en un razonamiento profesional flexible.
El objetivo del artículo es justificar los enfoques pedagógicos para gestionar la carga
cognitiva entre los estudiantes universitarios con el fin de mejorar la eficacia de la formación
profesional en el contexto de la digitalización.
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Para que el argumento sea más claro, el artículo distingue tres niveles de análisis: los
supuestos teóricos derivados de la teoría de la carga cognitiva, el procedimiento metodológico
utilizado para organizar la bibliografía y la síntesis propia del artículo sobre las implicaciones
pedagógicas para los profesores universitarios.
MÉTODOS Y METODOLOGÍA
Este estudio sigue un diseño conceptual-analítico y basado en la literatura. Su propósito
no es medir la carga cognitiva en una muestra experimental, sino sistematizar enfoques
pedagógicos que puedan utilizarse para regularla en la educación superior. El contexto de la
investigación es la docencia universitaria en un entorno de digitalización y creciente densidad
de información. El corpus fuente incluye publicaciones recientes y materiales metodológicos
citados en la lista de referencias, priorizando trabajos sobre la teoría de la carga cognitiva, la
didáctica digital, la formación de competencias profesionales, el diseño instruccional, la
motivación y el aprendizaje del alumnado.
El procedimiento analítico constó de cuatro pasos: (1) identificar conceptos recurrentes
en la literatura, entre los que se incluyen la memoria de trabajo, los esquemas de memoria a
largo plazo, la carga extrínseca, el conocimiento previo, la motivación y la presentación
multimodal; (2) agrupar estos conceptos en las categorías de carga cognitiva intrínseca,
extrínseca y relevante; (3) comparar las estrategias pedagógicas propuestas en la literatura con
las necesidades de los estudiantes universitarios en formación profesional; y (4) formular
implicaciones prácticas para los docentes. Dado que no se realizó ninguna encuesta,
experimento o intervención directa con estudiantes, el estudio no informa sobre una muestra de
encuestados ni instrumentos estadísticos. En cambio, el principal instrumento analítico es una
matriz de síntesis temática basada en las categorías de la teoría de la carga cognitiva.
RESULTADOS
La carga cognitiva es un concepto que explica los mecanismos capaces de regular la
memoria de trabajo de los estudiantes, ya sea dificultando el aprendizaje y el rendimiento
académico o estimulando la flexibilidad cognitiva. Según la teoría de la carga cognitiva, las
tareas que superan los límites naturales de la memoria y la atención conllevan una disminución
significativa en la retención de información y el éxito en el aprendizaje.
El control de la carga cognitiva es un mecanismo de control de la memoria de trabajo que estimula la inteligencia flexible de los estudiantes
universitarios
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El psicólogo educativo australiano John Sweller es conocido por desarrollar una teoría
basada en la premisa de que las estructuras cognitivas —específicamente los esquemas y las
combinaciones de elementos— constituyen la base del conocimiento individual. Sweller
desarrolló esta teoría tras leer la obra de George Miller sobre el procesamiento de la
información, la cual demostró que la memoria a corto plazo tiene una capacidad limitada para
procesar simultáneamente diversos elementos. Uno de los principios fundamentales de la teoría
de la carga cognitiva de Sweller es que una carga cognitiva elevada puede afectar negativamente
el desempeño en las tareas. Además, subraya la importancia de reconocer que la experiencia de
la carga cognitiva no es la misma para todos. Por ejemplo, los adultos mayores, los estudiantes
universitarios y los niños pueden experimentar distintos grados de carga cognitiva en las
mismas condiciones (Rodríguez, 2023).
La psicología cognitiva define la carga cognitiva como el esfuerzo mental requerido
tanto de la memoria de trabajo como de la memoria a largo plazo. Sweller propuso pautas para
presentar la información de manera que se identifiquen y fomenten acciones que optimicen el
rendimiento intelectual.
Según Sweller, el contenido de la memoria a largo plazo consiste en «estructuras
complejas que nos permiten percibir, reflexionar y resolver problemas, en lugar de una
colección de hechos memorizados. Estas estructuras, llamadas esquemas, nos permiten tratar
múltiples elementos como una sola unidad» (Rodríguez, 2023). Los esquemas son las
estructuras cognitivas que forman la base del conocimiento. Se adquieren mediante el
aprendizaje y la experiencia a lo largo de la vida y pueden contener otros esquemas en su
interior. El aprendizaje implica la modificación de las estructuras esquemáticas de la memoria
a largo plazo y se manifiesta en una mayor eficiencia de memorización. Esta eficiencia aumenta
a medida que los estudiantes se familiarizan con el material, ya que sus esquemas evolucionan
de manera que permiten a la memoria de trabajo procesar la información de forma más eficaz
y transferirla a la memoria a largo plazo, la base de la flexibilidad cognitiva. Para «reiniciar»
los esquemas, es necesario reducir la carga de memoria.
Los métodos para resolver diferentes tareas pueden modificarse presentándolas sin
especificar objetivos ni proporcionar ejemplos resueltos previamente. El objetivo debe ser
evitar herramientas y técnicas que sobrecarguen la memoria. Al reducir la carga en la memoria
de trabajo causada por la necesidad de integrar múltiples fuentes de información, es posible
estimular la inteligencia flexible de los estudiantes ofreciéndoles fuentes de información
independientes e intentando ampliar la capacidad de la memoria de trabajo mediante el uso de
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canales auditivos y visuales. Esto resulta especialmente eficaz cuando las fuentes de
información disponibles son necesarias para la comprensión general y no redundantes.
La gestión de la carga cognitiva es, en esencia, una teoría de diseño instruccional que
busca explicar y aplicar nuestra arquitectura cognitiva, es decir, cómo procesamos la
información. Durante el proceso de aprendizaje, la información se mantiene en la memoria de
trabajo hasta que se procesa lo suficiente como para almacenarse en la memoria a largo plazo.
La capacidad de la memoria de trabajo es limitada, y cuando se introduce demasiada
información a la vez, se produce una sobrecarga, lo que provoca que gran parte de la
información se pierda y no se retenga.
Según la teoría de la carga cognitiva, el aprendizaje se vuelve más efectivo cuando los
métodos de instrucción incluyen lo siguiente:
evaluar la experiencia previa y adaptar la instrucción en consecuencia;
reducir el espacio del problema dividiendo los problemas en componentes y utilizando
subtareas independientes;
integrar múltiples fuentes de información cuando sea factible;
aumentar la eficiencia de la memoria de trabajo mediante el uso de canales visuales y
auditivos.
Die kognitive Belastung ist ein Konzept, das erklärt, wie die Anforderungen an das
Arbeitsgedächtnis einer Person das Lernen und die Leistung hemmen können. Nach der Theorie
der kognitiven Belastung führen Aufgaben, die die inhärenten Grenzen des Gedächtnisses und
der Aufmerksamkeit überschreiten, zu einer überstürzten Abnahme des Behaltens von
Informationen und des Erfolgs. Kognitive Belastung in der Fertigung: Wie Augmentation die
Entscheidungsfindung verbessern kann. (Klaess, 2019)
La carga cognitiva es un concepto que explica cómo las exigencias sobre la memoria de trabajo
pueden dificultar el aprendizaje y el rendimiento. Según la teoría de la carga cognitiva, las tareas
que superan las limitaciones inherentes de la memoria y la atención provocan una marcada
disminución en la retención de información y el éxito. (Azarenko, 2024)
La carga cognitiva aumenta al realizar tareas complejas y novedosas, especialmente
cuando existen criterios de inclusión/exclusión y temas irrelevantes. Cuanto menor sea la carga
cognitiva extrínseca y mayor el conocimiento previo del estudiante y la claridad de los criterios
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de inclusión, más eficaz y precisa será la inclusión o exclusión de las secciones curriculares, así
como la relevancia del concepto y la fiabilidad de los recursos cognitivos. Estos recursos
pueden incluir escenarios educativos significativos que contribuyan al proceso de aprendizaje
en un contexto institucional vinculado a una especialidad académica específica, así como una
cobertura temática que garantice una amplia exposición y eficacia del tema.
Es importante destacar que los criterios de inclusión y exclusión son variables
observables, es decir, accesibles a la observación directa. Una vez seleccionados, resulta
evidente que todos están vinculados a una definición imperfecta del contexto educativo. Por un
lado, esto puede deberse a una atención o enfoque insuficientes. Por otro, existe una línea difusa
entre educación y formación dentro del enfoque profesional. Esto podría interpretarse como
una señal de que la carga cognitiva no difiere significativamente. Sin embargo, consideramos
que se requiere mayor clarificación en este ámbito, dada la ambigüedad de los criterios y la
relevancia de los resultados.
La memoria a largo plazo no tiene límite de volumen. Además, cuando la información familiar
se transfiere a la memoria de trabajo, las limitaciones de capacidad o duración dejan de aplicarse.
En otras palabras, se puede memorizar cualquier cantidad de información si se hace
correctamente. La transferencia de conocimiento de la memoria a corto plazo a la memoria a
largo plazo para su almacenamiento es el proceso mismo del aprendizaje. Por su parte, la teoría
de la carga cognitiva explica cómo hacerlo de manera más eficaz. (Goryushko & Samochadin,
2018, p. 35)
El análisis de la relación entre el aumento de la carga cognitiva y la profesionalidad
docente subraya la necesidad de un desarrollo profesional continuo, impulsado por el rápido
avance en diversos campos como los negocios, la sanidad, la educación y la formación, así
como por la preparación de los egresados para su exitosa integración en todos los ámbitos de la
vida. La alineación entre educación y empleo se orienta hacia la economía, la cultura y la
profesionalidad del proceso educativo universitario. En este sentido, el sistema de educación
superior no solo responde a las necesidades emergentes, sino que también las genera, y al mismo
tiempo sirve de base para el éxito en múltiples ámbitos.
Uno de los factores clave que influyen en la efectividad del aprendizaje en la psicología
cognitiva y la pedagogía es la organización y gestión de la carga cognitiva. Como se señala en
la literatura,
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Las estrategias de enseñanza que no consideran la carga cognitiva de los estudiantes pueden
dificultar la percepción, el procesamiento, la retención y la aplicación de la información durante
el proceso de aprendizaje, y disminuir la calidad de los resultados. En el contexto de la actividad
educativa, la instrucción basada en la teoría de la carga cognitiva cobra especial relevancia. La
literatura académica ofrece recomendaciones al respecto tanto para docentes como para
estudiantes. Este artículo presenta una conceptualización de la carga cognitiva en la actividad
educativa y sistematiza recomendaciones para gestionar la carga cognitiva de los estudiantes en
tres áreas: gestión de la carga cognitiva intrínseca, reducción de la carga cognitiva extrínseca y
activación de la carga cognitiva relevante. Estas incluyen métodos y técnicas específicos para
gestionar la carga cognitiva durante la instrucción. (Chicherina & Wang, 2023, p. 8)
A lo largo del proceso de aprendizaje, los nuevos estándares profesionales se
institucionalizan como obligatorios. Dado que las universidades son instituciones tanto de
investigación como académicas, este requisito está integrado en su estructura. La ciencia
también se basa en un complejo sistema de evaluación y pruebas que valida constantemente el
éxito de sus iniciativas académicas. Volver a utilizar únicamente métodos de enseñanza
tradicionales, sin tecnologías digitales, ya no es viable.
Esto no significa que el conocimiento profesional basado en la experiencia tradicional
pierda valor, ni que las tecnologías con fundamento científico deban demostrar su superioridad
en la formación. En este contexto, se presta cada vez más atención a la calidad de la educación
superior, que debe preparar a los estudiantes para trabajar en diversos ámbitos, fomentar su
comprensión de la diversidad cultural en la era de la globalización y desarrollar su capacidad
para emitir juicios dentro de los marcos ético-morales nacionales y en el contexto de una alta
carga cognitiva.
La carga cognitiva —o sobrecarga es un factor crucial, dado que la capacidad
cognitiva de cada individuo está naturalmente limitada por la memoria de trabajo. Si un
estudiante recibe demasiada información, si las tareas exigen un nivel cognitivo excesivo o si
el contenido es demasiado complejo, entonces resulta razonable que el profesor adopte métodos
más sencillos, basados en la retroalimentación empírica de los estudiantes.
Mediante pruebas cognitivas, se puede estudiar la influencia de las habilidades
cognitivas de los estudiantes en su capacidad para asimilar la información cognitiva
correspondiente, así como la importante sinergia entre las secciones centrales de un currículo
integrado. Esto, en nuestra opinión, permite una mejor regulación de la carga cognitiva a
través del ajuste, la estructuración, el perfeccionamiento y una inmersión más profunda en el
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ámbito profesional— lo cual, como demuestra nuestra experiencia docente, puede considerarse
un efecto positivo. Los estudiantes se benefician no solo del conocimiento profesional, sino
también de un nivel suficientemente alto de conocimiento general.
Cabe señalar que esta alta eficacia se demuestra principalmente en estudiantes muy
motivados y exitosos, por lo que conviene evitar la estigmatización excesiva o las expectativas
poco realistas. No obstante, la demostración de logros profesionales comparables posteriores
resulta alentadora.
Las investigaciones sobre la carga cognitiva han demostrado que el aprendizaje
enfocado en la resolución de problemas profesionales requiere que los estudiantes busquen
soluciones sin imponerse una carga cognitiva extrínseca excesiva, ya que los recursos de la
memoria de trabajo deben dirigirse exclusivamente a las acciones relevantes para resolver la
tarea en cuestión. Al mismo tiempo, la carga cognitiva extrínseca no siempre obstaculiza el
aprendizaje; de hecho, puede potenciarlo. Incluso puede favorecer un enfoque científico del
trabajo, puesto que la resolución de ciertos problemas y el trabajo en equipo para alcanzar esos
objetivos establecen un alto estándar para el uso de un diseño instruccional eficaz. Este diseño
ayuda a liberar el potencial para aumentar la carga cognitiva general necesaria, lo que influye
positivamente en la memoria de trabajo de los estudiantes. También los involucra con múltiples
fuentes o materiales simultáneamente, lo que requiere que la atención se divida entre la
información visual y auditiva, esencial para la comprensión. Estas múltiples fuentes deben
integrarse mentalmente, lo que permite una integración más rápida y menos laboriosa con la
experiencia previa.
Es importante que los docentes comprendan el nivel actual de aprendizaje de los
estudiantes y hasta qué punto requieren apoyo adicional y mecanismos auxiliares; por ejemplo,
interactividad o aclaración de vínculos significativos entre el contenido nuevo y lo que los
estudiantes ya saben.
La presencia de ciertas habilidades cognitivas permite a los estudiantes comprender el
material con mayor facilidad y completar las tareas sin mayor esfuerzo, lo que les permite
concentrarse en desarrollar habilidades relacionadas con la velocidad y la precisión en la gestión
de la carga cognitiva. Estas habilidades también incluyen la capacidad de reconocer la
importancia profesional, educativa general y ética de los temas académicos; comprender,
reconocer y emitir juicios bien fundamentados sobre valores nacionales y de otra índole. Esto
sigue una cadena: enfoque profesional → conocimiento y comprensión de valores y normas →
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generación y reflexión de información fáctica reflexión y evaluación conciencia de la
propia actitud y de la importancia moral de las decisiones → toma de decisiones.
Creemos que es fundamental enfatizar no solo la formación intelectual profesional de
alta calidad, sino también el desarrollo del pensamiento crítico de los estudiantes con respecto
a su propia cultura y a la de los demás, a sus antecedentes, a sus sistemas de valores personales
y a su sensibilidad ante situaciones morales y éticas. Un proceso personal, casi de impronta,
desempeña un papel decisivo en la configuración de la percepción moral sobre la relevancia del
contenido educativo en general. Esta percepción depende de la educación, la afiliación cultural
o religiosa y los conocimientos éticos fundamentales, que surgen dentro del flujo de la carga
cognitiva y determinan la calidad de la formación profesional.
CONSIDERACIONES FINALES
El artículo demuestra que el control de la carga cognitiva puede entenderse como un
mecanismo pedagógico para regular la memoria de trabajo y fomentar la flexibilidad cognitiva
en estudiantes universitarios. Su principal contribución radica en la sistematización de diversas
posturas teóricas y metodológicas dispersas en un marco coherente que vincula el conocimiento
previo, las limitaciones de la memoria de trabajo, la formación de esquemas y el aprendizaje
profesional en la educación superior digital.
El estudio aclara que una instrucción eficaz no debe centrarse en simplificar todas las
tareas de aprendizaje. En cambio, los docentes deben reducir la carga cognitiva innecesaria,
preservando al mismo tiempo el esfuerzo cognitivo significativo que favorece el análisis, la
reflexión y la construcción de esquemas de memoria a largo plazo. Esta distinción es importante
porque la formación profesional requiere no solo un acceso más fácil a la información, sino
también la capacidad de procesarla, evaluarla y aplicarla de forma flexible.
En cuanto a la práctica pedagógica, los resultados sugieren varias recomendaciones:
evaluar los conocimientos previos de los estudiantes antes de introducir tareas complejas;
utilizar ejemplos resueltos y la resolución de problemas por etapas; evitar materiales digitales
redundantes; combinar información visual y auditiva solo cuando mejore la comprensión; e
incluir actividades de reflexión o consulta que ayuden a los estudiantes a tomar conciencia de
sus propias estrategias de procesamiento de la información.
El valor añadido de la investigación reside en demostrar que el control de la carga
cognitiva no es un concepto psicológico aislado, sino un componente práctico del diseño
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instruccional en la educación superior digital. Cuando se utiliza de forma deliberada, puede
ayudar a los docentes a organizar entornos de aprendizaje que protejan la memoria de trabajo,
fortalezcan las estructuras de conocimiento a largo plazo y apoyen el desarrollo intelectual
flexible de los estudiantes.
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Ludmila Gadzaova, Elena Goverdovskaya, Magomed Mintsaev, Ibrahim Gairabekov, Esmira Alisultanova, & Diana Tomaeva
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CRediT Author Statement
Agradecimientos: Los autores desean expresar su sincera gratitud al editor y a los revisores
anónimos por su cuidadosa evaluación del manuscrito, sus valiosos comentarios y sus
recomendaciones constructivas, que contribuyeron a mejorar la calidad, la claridad y el rigor
académico del artículo.
Financiación: Esta investigación no recibió ninguna subvención específica de ninguna
agencia de financiación de los sectores público, comercial o sin ánimo de lucro.
Conflictos de interés: Los autores declaran que no existen conflictos de interés
relacionados con la publicación de este artículo.
Aprobación ética: Este estudio respetó los principios éticos de la investigación académica,
incluyendo la transparencia, la correcta citación de las fuentes y el uso responsable de los
materiales publicados. Dado que el trabajo es conceptual-analítico y se basa en la literatura,
y no involucró a participantes humanos, datos personales, encuestas, experimentos ni
intervenciones, no se requirió la aprobación de un comité de ética.
Disponibilidad de datos y materiales: Los datos y materiales utilizados en este estudio
consisten en literatura científica publicada y fuentes metodológicas citadas en la lista de
referencias. No se generó ni analizó ningún conjunto de datos empíricos originales.
Contribuciones de los autores: Ludmila Gadzaova contribuyó a la conceptualización del
estudio, el desarrollo del marco teórico, la supervisión y la redacción del borrador original.
Elena Goverdovskaya contribuyó a la metodología, el análisis de la literatura y la revisión
de los aspectos pedagógicos y éticos del manuscrito. Magomed Mintsaev contribuyó a la
administración del proyecto, el análisis del contexto de la educación superior y la
digitalización, y la revisión crítica del manuscrito. Ibrahim Gairabekov contribuyó al
desarrollo de las implicaciones prácticas para la formación profesional, la validación del
argumento y la revisión y edición del texto. Esmira Alisultanova contribuyó al análisis de
la didáctica digital, las estrategias de diseño instruccional y la sistematización de la
literatura. Diana Tomaeva contribuyó a la búsqueda bibliográfica, la organización de las
referencias y los materiales, la edición del manuscrito y el formato final. Todos los autores
leyeron y aprobaron la versión final del manuscrito.
Procesamiento y edición: Editora Ibero-Americana de Educação
Corrección de pruebas, formato, estandarización y traducción