Diretrizes nacionais curriculares para o ensino médio: é possível superar a histórica dualidade?

Autores/as

  • Angela Viana Machado Fernandes Professora do departamento de Ciências da Educação. Faculdade de Ciência e Letras, UNESP - 14800901 – Araraquara/SP

DOI:

https://doi.org/10.22633/rpge.v0i1.9127

Resumen

Este artigo está baseado na análise do parecer da conselheira Guiomar Namo de Mello sobre as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio aprovado em 1° de junho de 1998. O referido documento divide-se em três partes, que são exaustivamente examinadas no texto, a saber, o conceito de diretrizes adotado pela legislação e seu significado no momento atual; o papel do Conselho Nacional de Educação (CNE) na regulamentação dessas diretrizes; e os princípios estéticos, políticos e éticos que inspiram a LDB, e que deverão orientar o currículo. O conceito de diretrizes e bases é interpretado como a linha reguladora do traçado que indica a direção. Tanto a Constituição Federal de 1988 como a nova LDB de 1996 enfatizam a necessidade de descentralização e flexibilidade criando condições para que a médio prazo as decisões sejam tomadas na escola tendo uma base comum.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Publicado

14/12/2001

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Diretrizes nacionais curriculares para o ensino médio: é possível superar a histórica dualidade? (2001). Revista on line de Política e Gestão Educacional, 1, 47-59. https://doi.org/10.22633/rpge.v0i1.9127