https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/issue/feed Revista Sem Aspas 2022-06-30T00:00:00-03:00 Carlos Henrique Gileno semaspas2017fclar@gmail.com Open Journal Systems <p>A <strong>Revista Sem Aspas <em>(Sem Aspas Journal) </em></strong>é iniciativa dos discentes e docentes do curso de Ciências Sociais da Faculdade de Ciências e Letras (UNESP, campus de Araraquara). A sua primeira publicação impressa foi divulgada no primeiro semestre de 2012. Em 2017, a sua publicação tornou-se periódica eletrônica online ao ingressar na Plataforma SEER/OJS.</p> <p>A revista é publicada continuamente, sendo valorizados os trabalhos acadêmicos nas disciplinas ministradas, na iniciação científica, nos trabalhos de conclusão de curso e nos programas de pós-graduação.</p> <p>A <strong>Revista Sem Aspas</strong> é espaço primordial para a divulgação dos trabalhos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Ciências e Letras e de outras instituições de ensino superior nacional e internacional. O Conselho Editorial e Científico aceita para avaliação trabalhos oriundos de pesquisas efetivadas no âmbito da Antropologia, Ciência Política e Sociologia. Os artigos sobre cultura e educação, entre outros, devem estar relacionados a uma daquelas três áreas tronco das Ciências Sociais.</p> <p>É contínuo o fluxo de avaliação dos artigos enviados à revista. O periódico está indexado nas bases de dados <em>Google Scholar</em>, <em>Livre (Periódicos de Livre Acesso)</em>, <em>Diadorim</em>,<em> JURN</em>, <em> Sumários.org</em>,<em> Portal de Periódicos CAPES</em>, <em>BASE (Bielefeld Academic Search Engine)</em>, <em>LATINDEX </em>e <em>ClustrMaps</em>. <em> </em>É filiado à <em>Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC)</em><em> </em>e identificado pelo prefixo DOI (Digital Object Identifier).</p> <p>Em 2021, a <strong>Revista Sem Aspas </strong>é periódico de Publicação Contínua.</p> https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/15375 Corpo, política e território 2021-08-14T11:39:31-03:00 Aurea Maria Pires Rodrigues adinharodrigues@hotmail.com Elder Silva Correia eldercorreia21@gmail.com Fabio Zoboli zobolito@gmail.com <p>O presente texto pretende cartografar “o poder sobre o corpo da mulher” e “o poder do corpo da mulher”, buscando compreender a constituição do corpo-território a partir de linhas que o atravessam e cortam – os afetos de que é capaz. Para tal, lança mão de duas pinturas da coleção “Atlas” do pintor e ilustrador espanhol Fernando Vicente Sánchez (1963), a fim de pensar a política e o corpo/território a partir de dois signos que historicamente cartografaram a mulher: a maternidade e o sexo. As obras dessa coleção são feitas a partir da pintura de corpos em lâminas cartográficas antigas metamorfoseando assim os corpos a territórios geográficos. Interpelar o corpo da mulher a partir do conceito de território é fundamental para reflexionar a ação política do corpo e sobre o corpo, pois é no e pelo corpo que a política investe enquanto produção de modos de existência.</p> 2022-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Sem Aspas https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/15365 O papel da mulher na educação 2022-04-02T14:00:04-03:00 LetíciaTsukada de Araújo ltsukada@usp.br Eduardo Donizeti Girotto egirotto@usp.br <p>O artigo tem como base as pedagogias de Johann Pestalozzi e Friedrich Froebel, tendo em vista o papel da mulher e da mãe em ambas. Desse modo, apresenta-se de modo sucinto e resumido suas contribuições à pedagogia para então buscar entender como tais autores enxergam o papel da mulher na educação da criança pequena. A delimitação de uma atribuição ao papel da mulher na educação da criança teve como base a construção social da mãe como amável e gentil, o que resultou em um aprisionamento da mulher dentro de estereótipos. Pestalozzi e Froebel, apesar de cruciais para entender a pedagogia atual e que foram essenciais na mudança da escola tradicional, contribuíram para a visão limitada da mulher e da mãe e seu papel não apenas na educação, mas na sociedade como um todo.</p> 2022-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Sem Aspas https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/15610 Nas fissuras da cena que encenam práticas educativas 2022-04-02T13:41:35-03:00 Iáscara Oara de Jesus oarajesus@gmail.com Bruna Carolina de Lima Siqueira dos Santos bruna_siqueiras@hotmail.com George Saliba Manske gsmanske@yahoo.com.br <p>O reordenamento de mercados para a manutenção deste mundo tem como moldura ou cenário um corpo especialmente treinado e preparado, com capacidade de se multiplicar em avatares. Nesta costura, sujeições são oferecidas. Assim, no contexto do espaço escolar, nosso objetivo é: discutir técnicas e tecnologias de produção do corpo/professor e possibilidades de resistências por meio de fissuras que se deslocam e atuam entre caminhos. Para tanto, em uma abordagem qualitativa, adotamos o método de pesquisa bibliográfica para coletar os dados que contribuem para suscitar e embasar os diálogos aqui presentes. Estes nos auxiliaram a concluir que, o espaço/escola mais que nunca na contemporaneidade tem sido alvo de formas diversificadas de sistemas de governo, que delimitam, impõe e constituem subjetividades como o corpo/professor. Mesmo assim, ainda é possível encontramos possibilidades de resistência nas fissuras do entre/espaço, por meio do exercício e experiência da prática de si.</p> 2022-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Sem Aspas https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/16403 Desconstrução rizomática nas pedagogias modernista-pós-modernista-coloniais 2022-02-28T21:06:09-03:00 Milagros Elena Rodríguez melenamate@hotmail.com <p>A crise planetária urge uma recivilização em que as pedagogias planetárias decoloniais possam dar contribuições significativas na reforma das mentes e ações em favor da vida, inclusão, libertação, respeito à condição humana, entre outras. Com a decolonialidade planetária, a pesquisa transmetodológica foi realizada a partir da desconstrução rizomática, cumprindo o complexo objetivo de desconstruir rizomaticamente as pedagogias modernistas-pós-modernistas-coloniais para a insurgência das pedagogias decoloniais planetárias. Nos rizomas reconstrutivos, as premissas como axiomas ganham sua preeminência; as pedagogias decoloniais são feitas de amor, fé, esperança em uma nova civilização, um ser humano verdadeiramente humano. Ressignificando o humano como respeito e dignidade. Faz sentido que somos natureza e as pedagogias nos chamam para a Pacha Mama, com a urgência ecosófica de nos reconhecermos como irmãos cuidadosos e filhos de uma única Mãe: a terra.</p> 2022-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Sem Aspas https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/15011 A formação da sociedade brasileira e a exclusão de minorias 2021-06-12T20:13:33-03:00 Thiago Pacheco Gebara thiagogebara@hotmail.com João Pedro Sisternes joao.sisternes@unesp.br <p>A exclusão de pessoas negras na sociedade brasileira é um processo contínuo, sendo primeiro desumanizadas e, após isso, impedidas de participarem civil, política e economicamente dos espaços públicos e privados. Daí que, mesmo uma ou outra pessoa ascendendo socialmente, encontram-se com grandes limitações. Sempre geraram acumulação – antes primitiva e absoluta, depois do próprio capital industrial e relativa – mas nunca permitidas a acessarem esses bens. São essas problemáticas que pretendem ser abordadas, pelas lentes de autores que dialogam tanto de uma perspectiva econômica, de uma perspectiva cultural, quanto de uma perspectiva política e sociológica, assim como outros pensadores que fornecessem algumas ferramentas e hipóteses para que se investigue e tenha uma noção complexa de como se deu a formação da sociedade brasileira, com interesses políticos e econômicos da elite permeados por todo o processo, e como nesse mesmo momento pessoas pretas, pardas e indígenas foram excluídas da participação de diversas formas.</p> 2022-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Sem Aspas https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/15710 Diagnóstico psicopatológico 2021-10-13T11:30:25-03:00 Rafaela Moretti Gaspardo rafamoretti@icloud.com Priscilla Perla Tartarotti Von Zuben Campos priscillacampos.br@gmail.com <p>Este manuscrito versa sobre indivíduos diagnosticados com uma doença mental. Questiona-se: Quais seriam os efeitos de um diagnóstico psicopatológico na felicidade do indivíduo e de suas relações sociais? Frente às problematizações quanto à temática da felicidade face à possíveis repercussões do diagnóstico psicopatológico, identificou-se artigos científicos sobre diagnóstico psicopatológico, verificando-se possíveis correlações quanto à felicidade dos indivíduos e de suas relações sociais. Para tanto, foi utilizada a plataforma CAPES, o Portal de Periódicos Eletrônicos de Psicologia (PePSIC) e o <em>Scientific Electronic Library Online</em> (SciELO), com os descritores “felicidade” AND “doença mental” e/ou “felicidade” AND “saúde mental” AND “diagnóstico” em artigos científicos publicados no período de 2000 a 2020. Averiguou-se aspectos em torno das perdas relacionais e prejuízo na qualidade de vida, compreendendo-se que a percepção de infelicidade ante o diagnóstico ocorre. Um resultado diagnóstico mal orientado pode interferir negativamente na felicidade dos indivíduos que o recebem e seu entorno.</p> <p> </p> 2022-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Sem Aspas https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/15356 Vai um cafezinho aí? 2021-08-12T18:51:21-03:00 Larissa Dulce Moreira Antunes larissa_dma@hotmail.com Ezequiel Redin ezequiel.redin@ufvjm.edu.br <p>Este trabalho tem como finalidade analisar o cultivo de café no Brasil, em Minas Gerais e em especial na Mesorregião do Noroeste e do Vale do Jequitinhonha e Mucuri. Esta cultura é de extrema importância na produção do campo, pois contribui efetivamente para o PIB do país, e para a economia do estado mineiro. A importância econômica se reflete em outros âmbitos como a importância política e estratégica destes espaços produtivos. Nossa proposta é construir uma análise a partir do banco de dados disponibilizado pelo Censo Agropecuário de 2017, último censo realizado em território brasileiro. As conclusões apontam para a presença de uma estrutura agrária desigual que interfere diretamente na forma de produção do café no território analisado.</p> 2022-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Sem Aspas https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/14723 O pensamento político de Oliveira Vianna 2022-04-02T16:00:55-03:00 Diego Tadeu de Oliveira Rocha diego.tadeu@edu.pucrs.br <p>No Brasil, é comum autores com visões contrárias à atualidade serem descartados e esquecidos nas estantes de bibliotecas, prática que causa um grande mal para a formação das novas gerações da intelectualidade brasileira. Oliveira Vianna é um exemplo desse preconceito literário, visto que suas obras são caracterizadas como “racistas”, “autoritárias”, “fascistas”, entre outros adjetivos utilizados por aqueles que não conhecem com profundidade seus escritos, refletindo assim em limitadores da análise de suas contribuições para o entendimento da formação social brasileira. O artigo pretende-se compreender três pontos: o racismo, o autoritarismo instrumental e a crítica ao liberalismo presente nas obras do autor.</p> <p> </p> 2022-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Sem Aspas https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/15394 Do ideal ao concreto 2021-08-22T17:19:49-03:00 Victor Mauric mauricvictor@gmail.com Marina Mauric marinamauric@usp.br <p>O presente artigo busca analisar as edificações escolares de Anísio Teixeira à luz de sua concepção de educação e sociedade. Partindo de uma análise qualitativa do Plano de Edificações Escolares de Brasília e do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, será mostrada a forma como Anísio encarava a organização do espaço escolar, a influência da filosofia de John Dewey e as diferentes vertentes do que seria um ensino integral. Todos esses elementos definem um tipo particular de sociabilidade e uma realidade social que molda e é moldada pela arquitetura das escolas. Ainda, o artigo apresenta algumas reflexões sobre o legado de Anísio para os nossos dias.</p> 2022-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Sem Aspas