Resolução de ambiguidade anafórica em português, inglês e espanhol (estudo-piloto)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/1981-5794-e13626

Palavras-chave:

Anáfora, espanhol, inglês, português, resolução de ambiguidade

Resumo

Este artigo apresenta um estudo-piloto no qual se pretende analisar as diferenças na resolução de ambiguidade anafórica em português, inglês e espanhol como primeiras línguas (L1) e como segundas línguas (L2). Para a obtenção dos dados, foi elaborado um questionário, divulgado entre os estudantes nacionais e estrangeiros da Universidade do Algarve, Portugal. Conclui-se que os falantes nativos da língua inglesa costumam interpretar o pronome anafórico em posição de sujeito da oração subordinada como correspondente ao sujeito da oração principal, independentemente de o pronome receber ou não ênfase. Já os falantes de português e espanhol parecem seguir a Estratégia da Posição do Antecedente (CARMINATI, 2002) nos casos de anáfora, mas a preferência torna-se menos evidente ao inverter a ordem das orações (casos de catáfora). Além de considerar variáveis sintáticas, as frases foram elaboradas de modo a investigar a influência das relações semânticas entre os verbos para a resolução de ambiguidade anafórica.

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Biografia do Autor

Amanda Maraschin Bruscato, Universidade do Algarve (UALG). Faro - Algarve, Portugal

Doutoranda em Ciências da Linguagem na Universidade do Algarve, Especialista em Psicopedagogia pelo Centro Universitário Dom Bosco (2019), Licenciada com Láurea Acadêmica em Letras Português e Espanhol pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2018) e em Pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil (2019).

Jorge Baptista, Universidade do Algarve (UALG). Faro - Algarve, Portugal

Doutor em Ciências da Linguagem pela Universidade do Algarve e professor associado desta universidade desde 1992.

Publicado

25/10/2021

Como Citar

BRUSCATO, A. M.; BAPTISTA, J. Resolução de ambiguidade anafórica em português, inglês e espanhol (estudo-piloto). ALFA: Revista de Linguística, São Paulo, v. 65, 2021. DOI: 10.1590/1981-5794-e13626. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/13626. Acesso em: 27 nov. 2021.

Edição

Seção

Artigos Originais