O projeto Atlas Linguístico do Amapá (ALAP): Caminhos percorridos e estágio atual

Autores

  • Abdelhak Razky Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém – Pará – Brasil. Professor no Programa de Pós-Graduação em Letras. Universidade de Brasília (UnB), Campus Universitário Darcy Ribeiro, Brasília – BSB
  • Celeste Ribeiro Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), Macapá – Amapá
  • Romário Sanches Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém – Pará

DOI:

https://doi.org/10.1590/1981-5794-1709-3

Palavras-chave:

Dialetologia, Geolinguística, Atlas, Amapá

Resumo

O campo da dialetologia, com foco no método geolinguístico, tem crescido muito no Brasil, está presente e representado em todos os Estados da Federação e com uma projeção bastante significativa. Neste contexto se insere o Projeto Atlas Linguístico do Amapá (ALAP). O objetivo principal deste artigo é mostrar a trajetória do Projeto ALAP e os seus primeiros resultados. O projeto adotou o método geolinguístico (CARDOSO, 2010) e foi desenvolvido a partir de três etapas: 1ª) formação e treinamento dos membros do grupo de pesquisa; 2ª) realização dos inquéritos experimentais, treinamento para transcrição fonética, execução da pesquisa in loco (aplicação dos questionários fonético-fonológico e semântico-lexical), com a localização de 40 informantes distribuídos em 10 pontos de inquéritos; 3ª) revisão das transcrições fonéticas, confecção das cartas e mapeamento dos dados registrados, tendo em vista a sistematização, organização e publicação dos resultados. Atualmente, o Projeto ALAP busca apoio financeiro para sua publicação, que prevê cerca de 100 cartas linguísticas distribuídas em cartas fonéticas e lexicais.

Publicado

01/09/2017

Edição

Seção

Artigos Originais