VERTIGEM ACTANCIAL EM UMA CANÇÃO DE "GOTA D’ÁGUA"
ACTANTIAL VERTIGO IN A SONG BY "GOTA D’ÁGUA"
DOI:
https://doi.org/10.21709/casa.v18i2.20353Palavras-chave:
Actants, Category of person, Semiotics of song, intertextualityResumo
Com base na teoria semiótica francesa, de Greimas a Zilberberg, o artigo analisa a canção “Bem-querer”, de Chico Buarque, que foi composta para a peça teatral Gota d’água, parceria de Chico com Paulo Pontes. A letra é analisada sobretudo na perspectiva discursiva, com ênfase na categoria de pessoa. O artigo procura mostrar que a vertigem actancial encontrada na letra, que estabelece movimentos conjuntos e disjuntos contínuos, também se manifesta na melodia. Por fim, como a canção faz parte de uma obra maior, procura-se encaixar “Bem-querer” metonimicamente em Gota d’água, relacionando o drama a suas fontes: a Medeia de Eurípedes e de Oduvaldo Vianna Filho.
Palavras-chave: Actantes. Categoria de pessoa. Semiótica da canção. Intertextualidade.
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