A opção do diretor. Considerações sobre a encenação de “Marat-Sade” por Peter Brook

Paulo Brody

Resumo


Este artigo aborda a peça teatral Marat-Sade, escrita pelo dramaturgo sueco Peter Weiss. Empregando uma abordagem marxista, examina-se a relação do texto com a teoria do teatro épico, de Brecht. Na segunda parte, é analisada a encenação de Marat-Sade, feita pelo diretor inglês Peter Brook, sua relação com o texto, e, também, com as teorias de Brecht.

Palavras-chave: Teatro. Brecht. Marxismo.

Palavras-chave


teatro; Brecht; marxismo; drama; Brecht; marxism.

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DOI: https://doi.org/10.21709/casa.v3i2.581



E-ISSN: 1679-3404