Sonho, morte e renovação:
como a vanguarda surrealista contribuiu para a modernização do romance
Palavras-chave:
Teoria do romance, Milan Kundera, Surrealismo, Nouveau RomanResumo
O presente artigo estabelece uma reflexão a respeito do estatuto do romance após os duros ataques sofridos em decorrência da publicação do Manifesto do Surrealismo, escrito por André Breton em 1924. O objetivo é examinar como a crítica surrealista a essa forma literária motivou reações voltadas para a atualização e legitimação do romance como gênero pertinente no século XX. Nesse sentido, confrontamos a crítica surrealista com as alternativas oferecidas pelo Nouveau Roman e por Milan Kundera à provocação bretoniana. A comparação entre as três atitudes revela o quanto a dinâmica dialética entre manifestações estéticas beneficia o campo literário como um todo e enriquece a experiência humana.
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