A crônica dos modernistas encontra Proust: Mário de Andrade e Manuel Bandeira

Alexandre Bebiano de Almeida

Resumo


A proposta deste artigo é comentar a recepção que Proust recebeu no Brasil, uma acolhida que se deu sobretudo pelo jornal, por meio de crônicas e artigos redigidos por críticos e escritores. A bem da verdade, a sorte do romance proustiano no Brasil, ao menos até a década de 60, foi decidida quase que inteiramente nas páginas de jornais. Como é que uma obra tão monumental será abordada por cronistas? Quais as consequências disso para a fortuna crítica brasileira? Para dar uma amostra das singularidades que acompanham a recepção de Proust no Brasil, comentaremos aqui crônicas redigidas por dois autores do Modernismo brasileiro: Mário de Andrade e Manuel Bandeira.

Palavras-chave


Proust; Recepção crítica; Crônica; Mário de Andrade; Manuel Bandeira;

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E-ISSN: 2526-2955