Zola e Mocidade morta

Norma Wimmer

Resumo


O romance Mocidade morta (1900), de Gonzaga Duque, retrata as atividades de um grupo de artistas boêmios do Rio de Janeiro do final do século XIX. O texto apresenta marcas que o remetem aos preceitos desenvolvidos pelos movimentos estéticos em voga na época e também sugerem sua filiação a L’OEuvre (1886), de Zola. O presente artigo tece considerações acerca das duas obras e também busca apontar pontos de convergência e de divergência entre ambas.

Palavras-chave


Gonzaga Duque; Mocidade morta; Zola; L’OEuvre;

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E-ISSN: 2526-2955