Lutar pelo quê? Reflexões sobre os rumos dos movimentos antisistêmicos

Autores

  • Giane Carmem Alves de Carvalho UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina / Florianópolis - SC

Palavras-chave:

Movimentos anti-sistêmicos, Movimentos sociais, Globalização,

Resumo

Os chamados movimentos anti-sistêmicos vêm, segundo Wallerstein, intensificando-se cada vez mais nos tempos atuais. As contradições, conflitos e tensões, frutos da hegemonia do capital, permitiram uma ressignificação dos movimentos sociais, visando articular novas lutas numa perspectiva mundial, ou seja, a globalização do capital possibilitou a globalização dos movimentos anti-sistêmicos. No momento em que os movimentos anti-sistêmicos são vistos como principal referência para a incessante luta contra o capital, questiona-se aqui, afinal, o que vem a ser um movimento anti-sistêmico. Apesar das evidências de seu surgimento, em que sentido é possível afirmar sua legitimidade? Nesta luta quem é o verdadeiro inimigo? Desta forma, tem-se como objetivo discutir, sob uma abordagem crítica e reflexiva, uma breve evolução histórica dos movimentos anti-sistêmicos, as linhas conceituais, os rumos e impasses político-ideológicos dos chamados movimentos anti-sistêmicos.

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Como Citar

Carvalho, G. C. A. de. (2008). Lutar pelo quê? Reflexões sobre os rumos dos movimentos antisistêmicos. Estudos De Sociologia, 13(25). Recuperado de https://periodicos.fclar.unesp.br/estudos/article/view/1150

Edição

Seção

Artigos