A revolução passiva dos governos Lula

Autores

  • Carlos Alberto Bello Pesquisador do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania (Cenedic/USP). UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo. São Paulo – SP – Brasil.

Palavras-chave:

Governos Lula, Revolução passiva, Neoliberalismo, Burguesia, Classes populares,

Resumo

A partir de um conjunto de processos associados ao conceito gramsciano de revolução passiva, o artigo discute por que, para que, por quem, como e com que efetividade ela teria ocorrido sob os governos Lula (2003-2010). Diversos aspectos foram avaliados, tornando plausível a hipótese de que os governos Lula teriam desenvolvido os processos essenciais à plena realização de uma revolução passiva, sugerindo êxito em fortalecer a dominação burguesa no Brasil, ao menos até 2010. O quadro resultante parecia expressar uma combinação exitosa entre novas práticas junto às classes populares e manutenção das práticas neoliberais anteriores, no contexto de um crescimento econômico expressivo e do enfraquecimento das forças sociais potencialmente antagônicas, que não estariam obtendo apoios sociais muito relevantes.

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Biografia do Autor

Carlos Alberto Bello, Pesquisador do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania (Cenedic/USP). UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo. São Paulo – SP – Brasil.

Professor de Ciências Sociais da Unifesp, pesquisador do Cenedic - FFLCH/USP.

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Publicado

13/08/2015

Como Citar

Bello, C. A. (2015). A revolução passiva dos governos Lula. Estudos De Sociologia, 20(38). Recuperado de https://periodicos.fclar.unesp.br/estudos/article/view/7306