Escravidão e Subjetividade: notas sobre o romance Úrsula, de Maria Firmina dos Reis

Autores

  • Naiara Krachenski UFPR ‒ Universidade Federal do Paraná ‒ Doutoranda em História ‒ Curitiba ‒ PR ‒ Brasil. UNESPAR ‒ Universidade Estadual do Paraná ‒ Colegiado de História ‒ União da Vitória ‒ PR

Palavras-chave:

Escravidão, Subjetividade, Úrsula,

Resumo

Neste artigo busco entender como o romance Úrsula, de Maria Firmina dos Reis, representa uma inovadora criação artística e social no século XIX brasileiro. Discuto tal inovação a partir da própria biografia da autora e, a partir de uma abordagem historiográfica, procuro compreender como se dá o tratamento dos personagens negros e do tema da escravidão nesta obra.

Biografia do Autor

Naiara Krachenski, UFPR ‒ Universidade Federal do Paraná ‒ Doutoranda em História ‒ Curitiba ‒ PR ‒ Brasil. UNESPAR ‒ Universidade Estadual do Paraná ‒ Colegiado de História ‒ União da Vitória ‒ PR

Bacharel, licenciada e mestre em História. Doutoranda no Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal do Paraná.

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Publicado

11/02/2019

Edição

Seção

Literatura Negra Brasileira