Estorvo: uma metáfora visual para a modernidade líquida

Danielle Ferreira Costa, Maria Luiza Berwanger da Silva

Resumo


As reflexões empreendidas neste artigo têm como objetivo demonstrar que a narrativa do filme Estorvo, de Ruy Guerra, deve ser entendida como uma metáfora visual da liquidez na qual está assentada a sociedade contemporânea. Além disso, pretende-se problematizar como, nessa produção cinematográfica, o cineasta, ao realizar o trânsito da linguagem literária para a cinematográfica, compactua da mesma concepção de tradução de teóricos como Walter Benjamin e torna-se um tradutor fiel do seu tempo. Por fim, almeja-se identificar como Estorvo capta as principais forças sociais e as canaliza para uma figuração alegórica de uma modernidade líquida, nos moldes descritos por Zygmund Bauman.


Palavras-chave


Linguagem cinematográfica; Modernidade Líquida; Ruy Guerra; Tradução;

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