DE L’IMPERFECTION: PRÁTICAS E GÊNEROS EDITORIAIS
DE L’IMPERFECTION: EDITORIAL PRACTICES AND GENRES
DOI :
https://doi.org/10.21709/casa.v18i2.20617Mots-clés :
semiotics of discourse, editorial practice, genre, paratext, Digital genre. French semiotics. Identity. Vlogs.Résumé
Este artigo investiga como as edições brasileiras de Da imperfeição (2002, 2017) operam uma mudança de gênero editorial e reconfiguram a prática de leitura originalmente proposta por Algirdas Julien Greimas, em De l’imperfection (1987). A análise parte de três níveis de pertinência (texto‑enunciado; objeto‑suporte; prática), segundo o modelo de Jacques Fontanille (2008), dialogando com as noções de gênero (Fontanille, 1999b) e paratextos (Genette, 2009). Entende-se que, ao inserir prefácios, notas e um aparato crítico, as edições brasileiras transitam do estatuto de obra-arte (ou ainda “ensaio” poético) para um ensaio científico disciplinar, orientando o leitor (enunciatário) para uma leitura competencializada. Assim, o trabalho editorial opera uma atualização da obra no campo semiótico e acadêmico, trazendo contribuições para os pesquisadores brasileiros.
Palavras-chave: Semiótica discursiva. Prática editorial. Gênero. Paratexto. Tradução crítica.
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