A disciplinarização dos corpos: as tramas da biopolítica no Sistema de Garantia de Direitos das Crianças e dos Adolescentes

Autores

  • Laura Nayara Pimenta UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Sociabilidade da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. Belo Horizonte – MG

DOI:

https://doi.org/10.52780/res.11513

Palavras-chave:

Direitos humanos, Infância, Biopolítica, Vale do Jequitinhonha, Políticas Públicas,

Resumo

O presente artigo pretende problematizar se o Sistema de Garantia de Direitos das Crianças e dos Adolescentes(SGD) funciona como uma estratégia biopolítica, uma vez que nele atuam de maneira concentrada agentes de várias proveniências (entes públicos de várias instâncias e níveis, sociedade civil), com vistas a incentivar a vida e a suprimir nela aquilo que é considerado perigoso. Para isso, utilizar-se-á os conceitos de biopolítica trabalhados por Foucault e Pelbart, a fim de compará-los com a legislação que rege o Sistema de Garantia e com o modo como este sistema atua especificamente na cidade de Itaobim-MG.

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Biografia do Autor

Laura Nayara Pimenta, UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Sociabilidade da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. Belo Horizonte – MG

Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Sociabilidade Contemporânea da Universidade Federal de Minas Gerais. Mestre pela mesma instituição.

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Publicado

13/02/2019

Como Citar

Pimenta, L. N. (2019). A disciplinarização dos corpos: as tramas da biopolítica no Sistema de Garantia de Direitos das Crianças e dos Adolescentes. Estudos De Sociologia, 23(45). https://doi.org/10.52780/res.11513