Maracatu de baque virado no norte global

trânsitos, legitimações e subjetividades

Autores

DOI:

https://doi.org/10.52780/res.v30i2.20093

Palavras-chave:

Maracatu de Baque Virado, Globalização da Cultura, Legitimação, “Novas” Subjetividades

Resumo

O presente artigo analisa a globalização das músicas tradicionais brasileiras por meio do estudo do caso dos maracatus de baque virado no norte global, sobretudo na Europa. Analisam-se os processos mais gerais que colaboram para a internacionalização dos maracatus, bem como os sentidos que a cultura popular tradicional brasileira adquire no exterior. O estudo baseia-se em pesquisa bibliográfica e uma entrevista em profundidade com o criador/diretor de um maracatu em Berlin, o percussionista Fabiano Lima. Com o intuito de conferir maior concretude à análise, dar-se-á destaque às conexões entre os maracatus de Pernambuco e dois grupos percussivos na Europa: o Baque Forte (Berlim), criado e dirigido por Fabiano Lima; e o Baque de Axé (Londres), filiado à Nação do Maracatu Porto Rico, de Recife. Conclui-se que as redes entre maracatus locais e internacionais envolvem processos de globalização que atuam em vários níveis.

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Publicado

29/07/2025

Como Citar

MENDONÇA, L. F. M. Maracatu de baque virado no norte global: trânsitos, legitimações e subjetividades. Estudos de Sociologia, Araraquara, v. 30, n. 2, 2025. DOI: 10.52780/res.v30i2.20093. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/estudos/article/view/20093. Acesso em: 9 jan. 2026.