Maracatu de baque virado no norte global
trânsitos, legitimações e subjetividades
DOI:
https://doi.org/10.52780/res.v30i2.20093Palavras-chave:
Maracatu de Baque Virado, Globalização da Cultura, Legitimação, “Novas” SubjetividadesResumo
O presente artigo analisa a globalização das músicas tradicionais brasileiras por meio do estudo do caso dos maracatus de baque virado no norte global, sobretudo na Europa. Analisam-se os processos mais gerais que colaboram para a internacionalização dos maracatus, bem como os sentidos que a cultura popular tradicional brasileira adquire no exterior. O estudo baseia-se em pesquisa bibliográfica e uma entrevista em profundidade com o criador/diretor de um maracatu em Berlin, o percussionista Fabiano Lima. Com o intuito de conferir maior concretude à análise, dar-se-á destaque às conexões entre os maracatus de Pernambuco e dois grupos percussivos na Europa: o Baque Forte (Berlim), criado e dirigido por Fabiano Lima; e o Baque de Axé (Londres), filiado à Nação do Maracatu Porto Rico, de Recife. Conclui-se que as redes entre maracatus locais e internacionais envolvem processos de globalização que atuam em vários níveis.
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