La condición obrera revisitada
los trabajadores de la industria automotriz y el protagonismo sindical
DOI:
https://doi.org/10.52780/res.v31iesp.1.21118Palabras clave:
Condiciones laborales, Trabajadores de fábrica, Perfil socioeconómico, Sindicato, Cambios en el trabajoResumen
Este artículo analiza los resultados de una investigación realizada con trabajadores de tres empresas del sector automotor en São Bernardo do Campo, en el Gran ABC Paulista, base del Sindicato de Metalúrgicos del ABC. Este texto representa una revisita a estos personajes y a un territorio fundamentales en las movilizaciones con la irrupción de la ola de huelgas a partir de 1978. ¿Quiénes son estos trabajadores hoy? ¿Cómo podemos caracterizar la condición obrera? ¿Podemos hablar de fragmentación de la clase y su reconfiguración frente a los determinantes estructurales, económicos, tecnológicos y políticos de la reestructuración capitalista de las últimas décadas? ¿Cómo se refleja esto en la acción sindical, sus impases, límites y dificultades? ¿En qué medida ha cambiado la relación con el trabajo y qué implicaciones trae para el cotidiano fabril? Para responder a esto, la investigación se concentró en tres montadoras, mediante la observación del trabajo, la aplicación de cuestionarios y entrevistas con líderes en el sindicato y en las Comisiones Sindicales de Empresa (CSE).
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