Desfigurações em Dead Man, de Jim Jarmusch

Lilian Reichert Coelho

Resumo


Este artigo apresenta uma leitura do filme Dead man (1995), do diretor estadunidense Jim Jarmusch, a partir das considerações de Jacques Rancière sobre o regime estético das artes. Considerou-se como categoria de análise a desfiguração, que permitiu concluir que Jarmusch opera deslocamentos significativos não apenas no gênero western, mas também na narrativa histórica de construção oficial do discurso sobre a nação por meio de estratégias estéticas, narrativas e discursivas.


Palavras-chave


Audiovisual contemporâneo; Cinema indie; Regime estético das artes; Western;

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