A REPOLITIZAÇÃO DA AÇÃO HUMANITÁRIA NA REVISTA INFORMAÇÃO MSF (1997- 2020)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.32760/1984-1736/REDD/2025.v17i2.20226

Palavras-chave:

políticas de vida; biopolítica; MSF; periódicos.

Resumo

O presente artigo tem como objetivo refletir sobre a atuação humanitária da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) no início do século XXI, a partir da análise do periódico Informação, publicado pela instituição desde 1997. Considerando que a atuação de MSF se estrutura em três eixos — atendimento médico, ajuda humanitária e divulgação/sensibilização coletiva —, analisa-se como a revista buscou, em seus conteúdos, não apenas suas atividades e sensibilizar o público sobre o sofrimento humano, mas também promover uma repolitização da ação humanitária, no sentido proposto por Didier Fassin. Nesse contexto, por meio da denúncia da situação de refugiados e deslocados, dos relatos de experiências e da constituição de novas subjetividades, o periódico se apresenta como um espaço de resistência à adiaforização das ações na contemporaneidade.

Biografia do Autor

Beatriz Anselmo Olinto, Universidade Estadual do Centro-Oeste

Beatriz Anselmo Olinto – Doutorada em História Cultural (UFSC), professora associada do Departamento de História da Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO).

Daniela Vallandro de Carvalho, Universidade Estadual do Centro-Oeste

Daniela Vallandro de Carvalho – Doutora em História Social (UFRJ), professora do Departamento de História da Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO).

Lucy Victoria Chimilowski , Universidade Estadual do Centro-Oeste

Lucy Victoria Chimilowski – Graduada em História ( UNICENTRO), mestranda em Desenvolvimento Comunitário ( UNICENTRO).

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Publicado

10/02/2026