A guerra dos tronos: Elisabeth e Mary Stuart

Autores

  • José Renato Ferraz da Silveira
  • Juliana Graffunder Barbosa

DOI:

https://doi.org/10.29373/sas.v2i1.6935

Palavras-chave:

Elisabeth. Mary Stuart. Confl itos. Paradoxos. Tensões. Jogo dos Tronos.

Resumo

Por meio de pesquisa bibliográfica, o presente artigo busca analisar o tempo histórico da rainha Elisabeth no que concerne, em específico, ao embate com a rainha escocesa Mary Stuart. Foram selecionados — como recortes para análise — os conflitos, os paradoxos e as tensões que perpassam a busca pela legalidade e pela legitimidade. Na eterna disputa pelo poder, os personagens políticos se deparam com a vida e a morte, a ascensão e a decadência, a glória e o fracasso, que são etapas inevistáveis e constitutivas do jogo dos tronos. O presente estudo, sob um viés realista, problematiza o trinômio — conquista, manutenção e a queda do poder — acerca do impactante e devastador significado de política como tragédia em que a busca pela ordem e pela harmonia em face do desequilíbrio e caos está sempre presente.

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Publicado

11/11/2013

Como Citar

SILVEIRA, J. R. F. da; BARBOSA, J. G. A guerra dos tronos: Elisabeth e Mary Stuart. Revista Sem Aspas , [S. l.], v. 2, n. 1, p. 197–208, 2013. DOI: 10.29373/sas.v2i1.6935. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/6935. Acesso em: 27 jun. 2022.

Edição

Seção

Artigos