A guerra dos tronos: Elisabeth e Mary Stuart

José Renato Ferraz da Silveira, Juliana Graffunder Barbosa

Resumo


Por meio de pesquisa bibliográfica, o presente artigo busca analisar o tempo histórico da rainha Elisabeth no que concerne, em específico, ao embate com a rainha escocesa Mary Stuart. Foram selecionados — como recortes para análise — os conflitos, os paradoxos e as tensões que perpassam a busca pela legalidade e pela legitimidade. Na eterna disputa pelo poder, os personagens políticos se deparam com a vida e a morte, a ascensão e a decadência, a glória e o fracasso, que são etapas inevistáveis e constitutivas do jogo dos tronos. O presente estudo, sob um viés realista, problematiza o trinômio — conquista, manutenção e a queda do poder — acerca do impactante e devastador significado de política como tragédia em que a busca pela ordem e pela harmonia em face do desequilíbrio e caos está sempre presente.

Palavras-chave


Elisabeth. Mary Stuart. Confl itos. Paradoxos. Tensões. Jogo dos Tronos.

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DOI: https://doi.org/10.29373/sas.v2i1.6935



 

 

Rev. Sem Aspas, Araraquara, SP, Brasil, e-ISSN  2358-4238, p-ISSN: 2238-359X

DOI Prefix: 10.29373/semaspas

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