O negro no mundo do trabalho: descontentamentos e luta

Autores

  • Ana Paula Yoshioka Graduanda em Ciências Sociais. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Letras. Araraquara - SP - Brasil. 19800-901
  • Eduardo Faria Claret Graduanda em Ciências Sociais. UNESP - Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Letras. Araraquara - SP - Brasil. 19800-901

DOI:

https://doi.org/10.29373/sas.v3i1.7737

Palavras-chave:

Mundo do trabalho, Negros, Gari, Greve,

Resumo

Ao fim do processo de Abolição da Escravidão e da Instauração da República, o negro brasileiro se viu dentro de um novo regime que não expurgou as heranças do regime escravocrata. A relação de trabalho livre em que o negro foi submetido não alterou as condições de manutenção das desigualdades raciais e sociais. Nesse sentido, partindo das explicações científicas e literárias, passando pelas relações de trabalho degradantes estabelecidas ao longo da história, e terminando nos protestos organizados pelos grupos sociais negros, mostraremos que a condição precária do trabalhador negro e proletário ainda pode ser vista nos dias atuais, assim como o papel do Estado como mantenedor dessas condições e como aparelho repressor das manifestações contrárias ou reivindicatórias desta classe.

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Publicado

07/10/2015

Como Citar

Yoshioka, A. P., & Claret, E. F. (2015). O negro no mundo do trabalho: descontentamentos e luta. Revista Sem Aspas, 3(1), 118–127. https://doi.org/10.29373/sas.v3i1.7737

Edição

Seção

Artigos