Romanticismo sociológico
una crítica marcada por la renuncia
DOI:
https://doi.org/10.29373/sas.v14i00.19723Palabras clave:
Sociologia, Max Weber, Resignación, Romanticismo, CapitalismoResumen
En este artículo si estás buscando relacionar la teoría social weberiana, marcada por la resignación, con algunas huellas de las aspiraciones de los primeros pensadores del romanticismo, en el siglo XIX, en Alemania. Como éstos, Max Weber percibe una fragmentación de esferas – en los románticos, la percepción se expresa como una escisión en el pensamiento – que atomiza al individuo, que ve sus valores ético-morales confrontados por una objetividad que le es ajena. Este planteamiento se realiza a partir de sus conclusiones respecto del proceso de racionalización, en la medida en que los románticos, en sus percepciones sobre la división del trabajo y la pérdida de la noción de totalidad, critican desde un punto de vista resignado, que no acepta los efectos desastrosos del capitalismo, pero no formula una crítica que proponga la emancipación.
Descargas
Citas
BURKE, E. Reflexões sobre a Revolução na França. Prefácio de João Pereira Coutinho. Campinas, 2017.
COHN, G. Crítica e resignação: Max Weber e a teoria social. 3. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2023.
GOETHE, J. W. Os anos de aprendizado de Wilhelm Meister. Tradução de Nicolino Simone Neto. São Paulo: Ensaio, 1994.
HERDER, J. G. Journal meiner Reise im Jahr 1769. Werke, Vol. I. (org.). Wolfgang Pross. München, 1984.
HÖLDERLIN, F. Hipérion ou o Eremita na Grécia. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária, 2012.
JOHAN, H. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 2019.
LÖWY, M. Romantismo e messianismo: ensaios sobre Lukács e Walter Benjamin. Tradução de Myrian Veras Baptista e Magdalena Pizante Baptista. São Paulo: Perspectiva, 2008. (Debates; 234).
LUKÁCS, G. A alma e as formas: ensaios. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.
LUKÁCS, G. A teoria do romance: um ensaio histórico-filosófico sobre as formas da grande épica. São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2009.
MARX, K. O Capital: crítica da economia política. São Paulo: Boitempo, 2017.
NOVALIS. Werke. SAMUEL, R.; MÄHL, H.-J.; BALMES, H. J. (org.). Munique: [s. n.], 1978–1987.
PAUL, J. Titan. Henricus – Edition Deutsch Klassik Gmbh, Berlin, 2013.
ROUSSEAU, J. J. Do contrato social. São Paulo: Penguin Classics; São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
SAFRANSKI, R. Romantismo, uma questão alemã. Tradução de Rita Rios. São Paulo: Estação Liberdade, 2010.
SCHELLING, F. W. J. von. Ausgewählte Schriften. Vol. I. Frankfurt, 1985.
SCHILLER, F. Sämtliche Werke. Vol. V. Organização de Wolfgang Riedel. Munique, 2004.
SCHLEIERMACHER, F. Sobre a religião. 2ª ed. São Paulo: Fonte Editorial, 2000.
SCHLEGEL, F. Kritische Schriften. RASCH, W. (org.). Munique: [s. n.], 1970.
SELL, C. E. Max Weber e a racionalização da vida. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
SIMMEL, G. Philosophie des Geldes. Henricus – Edition Deutsche Klassik Gmbh, Berlin, 2013.
SOMBART, W. Der moderne kapitalismus: Historisch-Systematische Darstellung des Gesamteuropaischen Wirtschaftleben von seinen Anfagen bis zur Gegenwart. Duncker & Humblot, 1986.
TIECK, L. William Lovell. Hamburg: Tredition Classics, 2012.
TÖNNIES, F. Gemeinschaft und Gesellschaft. Darmstadrt, 1991.
WEBER, M. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
WEBER, M. Gesammelte Aufsätze zur Wissenschaftlehre. 4. ed. Tübingen: J. C. B. Mohr (Paul Siebeck), [1965]. (Essais sur la théorie de la Science).
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista Sem Aspas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Os manuscritos aceitos e publicados são de propriedade da Sem Aspas. Os artigos publicados e as referências citadas na revista Sem Aspas são de inteira responsabilidade de seus autores.
