Contrapuntos sobre la teoría decolonial

en busca de lo que fue negado al negro

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.29373/sas.v14i00.19834

Palabras clave:

Teoría decolonial, Negro, Cine negro, Negación histórica

Resumen

Este artículo analiza la contribución de la categoría conceptual y de la dimensión pedagógica del cine negro al debate de la teoría decolonial. A lo largo del texto se presentan los fundamentos teóricos de la modernidad, el proceso de colonización epistémica y sus implicaciones en la ontología de los sujetos colonizados. Se sostiene que la teleología del cine negro reside en la afirmación positiva del afrodescendiente como mayoría históricamente minorizada, en contraposición a la hegemonía imagética euro-heteronormativa que reproduce jerarquías raciales y simbólicas. El estudio destaca la resignificación de las miradas y narrativas como base de prácticas antirracistas, comprendiendo el cine negro como un espacio pedagógico y político. Desde una perspectiva decolonial, también se aborda el esperanzar como práctica colectiva que emerge en contextos cotidianos y educativos, contribuyendo a procesos de ruptura de la subalternización de pueblos y culturas.

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Biografía del autor/a

Douglas Manoel Antonio de Abreu Pestana Santos, University of São Paulo

University of São Paulo (USP), São Paulo – SP – Brazil. Holds a Master’s and a Ph.D. in Education and serves as a collaborating researcher at the Otavio Frias Filho Chair of Studies in Communication, Democracy, and Diversity, affiliated with the Institute of Advanced Studies of the University of São Paulo (IEA-USP).

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Publicado

29/12/2025

Cómo citar

SANTOS, D. M. A. de A. P. Contrapuntos sobre la teoría decolonial: en busca de lo que fue negado al negro. Revista Sem Aspas , Araraquara, v. 14, n. 00, p. e025012, 2025. DOI: 10.29373/sas.v14i00.19834. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/semaspas/article/view/19834. Acesso em: 3 abr. 2026.