A terapia comunitária sistêmica e integrativa no enfrentamento do estresse e do adoecimento no trabalho docente

Ralph Castro, Cinara Aline Freitas, Maurino Bertoldo Silva, Eliete Pereira Rodrigues

Resumo


Atualmente, há um aumento das responsabilidades dentro da escola, onde o professor assume cada vez mais inúmeros papéis, inclusive àqueles que antigamente eram exercidos pela família, precisando ter uma postura de equilíbrio em diferentes situações. A grande maioria dos estudos, além de relacionar as condições de trabalho e o adoecimento do professor, concluem que as transformações ocorridas na organização social e no trabalho docente, da década de 90 até hoje, permitem classificar esta atividade no Brasil como uma profissão de risco e insalubre. Este estudo procurou verificar se a Terapia Comunitária Sistêmica e Integrativa (TCSI) pode ser utilizada como instrumento de avaliação das condições do trabalho docente, tanto em Uberaba quanto no Brasil. Foram realizadas dez sessões de TCSI em dez escolas da rede municipal de Uberaba-MG com intenção de apontar os principais problemas, sentimentos e estratégias de enfrentamento dos professores. Relacionando os dados das sessões de TCSI com as informações de pesquisas sobre a temática saúde e adoecimento docente, é possível apontar a TCSI como ferramenta tanto de avaliação, quanto de enfrentamento das principais causas de adoecimento docente no Brasil.


Palavras-chave


Trabalho docente; Saúde do professor; Terapia comunitária integrativa sistêmica;

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Temas em Educ. e Saúde, Araraquara, SP, Brasil, e-ISSN 2526-3471, ISSN 1517-7947

Prefixo DOI: 10.26673/rtes

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