Quando falam as figuras: humanização e relações de poder num quartel de Polícia Militar

Autores

  • Fábio França Doutorando em Sociologia.UFPB – Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes – Programa de Pós-Graduação em Sociologia. João Pessoa – PB – Brasil.

Palavras-chave:

Polícia Militar, Discurso humanizador, Relações de poder,

Resumo

A pesquisa em questão trata-se de etnografia realizada no Centro de Formação da Polícia Militar da Paraíba. Tendo como foco a análise das relações de poder surgidas do ocultamento dessas através do atual discurso humanizador disseminado pela instituição utilizamos a pesquisa de campo com o uso da observação direta e participante, as quais conduziram o olhar etnográfico para a percepção de mosaicos, painéis e frases que, pela beleza estética que demonstram, foram espalhados por todos os ambientes do quartel de formação policial. Todos os elementos observados nos levaram a constatar que, na verdade, a evidência nas figuras fotografadas omite formas de poder legitimadas por sua positividade e que, desse modo, retira a apreciação crítica de quem as vê, pois essas figuras “falam” bem mais do que evidentemente mostram.

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