Metodologias para uma história plural
o caso do cursinho popular geração NEAR
DOI:
https://doi.org/10.29373/sas.v14i00.20108Palavras-chave:
Ensino de história, Narrativas plurais, História do Brasil, Educação popularResumo
Este relato de experiência narra uma sequência didática desenvolvida na disciplina de História do Brasil no Cursinho Popular Geração NEAR. Nele, foi abordado o processo de independência brasileira e um de seus principais símbolos, o quadro “Grito do Ipiranga” (1888). A metodologia empregada na construção da sequência didática segue os pressupostos da pesquisa qualitativa em educação e o referencial teórico de (Jorn) Rusen. O presente trabalho se organiza em três etapas: apresentação do tema, introdução à problematização histórica das imagens e narrativas sobre a Independência e análise de fontes. Como considerações finais, pontua que a sequência didática permitiu aos alunos o contato com diferentes interpretações históricas e o exercício da análise crítica de narrativas e representações visuais, fomentando a consciência histórica.
Downloads
Referências
BURKE, P. Testemunha ocular. Bauru, SP: EDUSC, 2004.
BRAGA JUNIOR, A. X. Por uma Sociologia da imagem desenhada: reprodução, estereótipo e actância nos quadrinhos de super-herois da Marvel Comics. 2015.Tese (Doutorado em Sociologia) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2015. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/16364/1/%5bTESE%5d_Amaro_Xavier%20_Braga_Jr.pdf. Acesso em: 07 jan. 2026.
CAIMI, F. E. História escolar e memória coletiva: como se ensina? Como se aprende? In: ROCHA, H. A. B.; MAGALHÃES, M.; GONTIJO, R. (org.). A escrita da história escolar: memória e historiografia. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2009. p. 65–79.
CURSINHO POPULAR GERAÇÃO NEAR. Projeto Político Pedagógico. Araraquara, 2022. Disponível em: https://docs.google.com/document/d/1wwxLJF3R4lVTh2NNoEEso6Xuk-7iHshJ/edit?usp=sharing&ouid=111280861857315810102&rtpof=true&sd=true. Acesso em: 07 jan. 2026.
KOSSOY, B. Fotografia & História. São Paulo: Ateliê Editorial, 1999.
MARTINS, A. L. L. Cinema e Ensino de Sociologia: usos de filmes em sala de aula. 2007. Monografia (Especialização) – Núcleo de Sociologia da Cultura, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007.
MOREAUX, F.-R. Proclamação da Independência do Brasil. 1844. Reprodução digital. Disponível em: Wikimedia Commons. Acesso em: 7 jan. 2026. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal?uselang=pt. Acesso em: 08 jan. 2026.
NOVAIS, F. A.; MOTA, C. G. A independência política do Brasil. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 1996.
OBERACKER, J. R., C. H. O Grito do Ipiranga – problema que desafia os historiadores: certezas e dúvidas acerca de um acontecimento histórico. Revista de História, São Paulo, v. 45, n. 92, p. 411–464, 1972. DOI: 10.11606/issn.2316-9141.rh.1972.131868.
PLATÃO. Diálogos. São Paulo: Abril Cultural, 1993. (Os Pensadores).
AMÉRICO, P. Independência ou Morte! 1888. Acervo Museu Paulista (USP). Disponível em: https://artsandculture.google.com/asset/independ%C3%AAncia-ou-morte/VwEourjRSnxAXQ. Acesso em: 08 jan. 2026.
RÜSEN, J. Jörn Rüsen e o ensino de história. Curitiba: UFPR, 2010.
SILVA, C. B da. O saber histórico escolar sobre as mulheres e relações de gênero nos livros didáticos de história. Caderno Espaço Feminino, Uberlândia, v. 17, n. 1, p. 219–246, 2007. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/440/409. Acesso em: 07 jan. 2026.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Revista Sem Aspas

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Os manuscritos aceitos e publicados são de propriedade da Sem Aspas. Os artigos publicados e as referências citadas na revista Sem Aspas são de inteira responsabilidade de seus autores.

