Autobiografia linguística. Atitudes, crenças e reflexões para o ensino de línguas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29051/el.v6i1.13664

Palavras-chave:

Autobiografia linguística, atitudes e crenças sociolinguísticas, retrato linguístico.

Resumo

Este artigo se realiza a partir de uma pesquisa qualitativa baseada na autobiografia linguística como recurso para a análise sociolinguística de crenças, percepções e atitudes linguísticas e, além disso, como método de autorreflexão para o professor de segunda língua, com o qual ele pode aprofundar o desenvolvimento de sua própria competência cultural e dos aprendizes. A autobiografia linguística de uma professora multilíngue é analisada, suas vivências em torno dos idiomas que marcaram sua vida, sua família e ambiente de trabalho: não apenas quais idiomas ela fala, mas o que sente sobre eles e sobre a comunidade que os emprega. Além da autobiografia, uma entrevista aberta e um retrato linguístico são realizados como ferramentas para se aproximar da proposta subjetiva e individual da construção da identidade linguística.

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Biografia do Autor

Irania Malaver, Universidade Estadual Paulista - UNESP/FCL-Araraquara

Professora Doutora da Área de Língua Espanhola no Departamento de Letras Modernas e da Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa da Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista/Campus de Araraquara

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Publicado

06/01/2020

Como Citar

MALAVER, I. Autobiografia linguística. Atitudes, crenças e reflexões para o ensino de línguas. Revista EntreLinguas, Araraquara, v. 6, n. 1, p. 202–219, 2020. DOI: 10.29051/el.v6i1.13664. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/entrelinguas/article/view/13664. Acesso em: 6 dez. 2021.