Primeras experiencias didácticas de lengua japonesa en centro de idiomas desde la perspectiva de graduados

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.29051/el.v10i00.18097

Palabras clave:

Idioma japonés, Centro de desarrollo de maestros y lenguaje, Formación inicial de profesores de japonés

Resumen

Este artículo retrata la formación de profesores de japonés como lengua extranjera en un Programa de Extensión de la UNESP en Assis-SP, denominado Centro de Lenguas y Desarrollo de Profesores (CLDP). Buscamos comprender cómo los egresados del curso de Literatura Portuguesa/Japonesa, que trabajaron en el CLDP durante sus estudios de pregrado, describen y reflexionan sobre sus primeras experiencias de enseñanza en este Programa de Extensión. Partimos de la idea de que el CLDP se configura como un tercer espacio en los procesos de formación inicial docente. Nos basamos metodológicamente en los supuestos del estudio de caso. Los datos analizados mostraron que, para los participantes de la investigación, este Programa de Extensión representa un espacio indispensable para la formación docente para la configuración actual del curso de Literatura en el campus de Assis, así como para el inicio del desarrollo profesional de quienes pasan por él.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Isabella Hoglhammer Secone, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"

Doutoranda no Programa de Pós-graduação em Letras pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Faculdade de Ciências e Letras de Assis-SP. Atualmente é professora de japonês no Centro de Estudos de Línguas (CEL) do Estado de São Paulo, na cidade de Assis-SP.

Rozana Aparecida Lopes Messias, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"

Universidade Estadual Paulista – (UNESP), Campus de Presidente Prudente, São Paulo (SP), Brasil. Pertence ao quadro permanente do programa de pós-graduação em Educação (PPGE)-FCT/UNESP-Presidente Prudente. Na FCL-UNESP/Assis exerce a função de coordenadora do Programa de extensão Centro de Línguas e Desenvolvimento de Professores (PROEC), participa da coordenação de atividades de Teletandem e Telecolaboração com universidades estrangeiras.

Citas

ANDRÉ, M. E. D. A. O que é um estudo de caso qualitativo em educação? Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 22, n. 40, p. 95-103, 2013.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. 1. ed. São Paulo: Edições 70, 2016.

BHABHA, H. K. O local da cultura. 1. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.

BRASIL. Ministério da Educação. PIBID – Apresentação, [2016]. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/pibid. Acesso em: 26 jan. 2025.

CASTRO, M. M. C. E.; AMORIM, R. M. DE A. A Formação Inicial e a Continuada: diferenças conceituais que legitimam um espaço de formação permanente de vida. Cadernos CEDES, v. 35, n. 95, p. 37–55, jan. 2015.

CHIZZOTTI, A. A pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais: evolução e desafios. Revista Portuguesa de Educação, São Paulo, Pontifícia Universidade Católica (16), 221-236, 2003.

FELÍCIO, H. M. S. O PIBID como “terceiro espaço” de formação inicial de professores. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 14, n. 42, p. 415-434, 2014.

GODOY, A. S. Pesquisa qualitativa: tipos fundamentais. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 35, n. 3, p. 20-29, 1995.

LUDKE, M; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. E.P.U, São Paulo, p. 25 – 38, 1986.

MARTINEZ, J. Z. Uma leitura sobre concepções de língua e educação profissional de professores de língua inglesa. 2007. Dissertação (Mestrado em Letras) – Área de Estudos Linguísticos, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2007.

NÓVOA, A. Formação de professores e profissão docente. In: NÓVOA, A. (org.). Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1995, p. 15-34.

PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L . Estágio e docência. 1. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2004. v. 1. 296p.

REZENDE JUNIOR, E. L. A formação inicial de professores(as) de língua estrangeira no Centro de Línguas da UNESP FCL/Assis. 2020. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Presidente Prudente, 2020.

SECONE, I. H. Ensinar língua japonesa em um Centro de Línguas universitário: quem faz essa opção? 2021. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Presidente Prudente, 2021.

TELLES, J. A. “É pesquisa, é? Ah, não quero, não, bem!” Sobre pesquisa acadêmica e sua relação com a prática do professor de línguas. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 5, n. 2, p. 91-116, 2002.

THE JAPAN FOUNDATION. Pesquisa sobre as instituições de ensino de língua japonesa no mundo, 2015. Disponível em: https://www.jpf.go.jp/j/project/japanese/survey/result/survey15.html. Acesso em: 08 fev. 2019.

UNESP. Resolução nº 12, de 07 de março de 2018. Dispõe sobre criação, objetivos e diretrizes de Centros de Línguas e Desenvolvimento de Professores vinculados à Pró-reitoria de Extensão Universitária da Unesp e em consonância com a Política de Idiomas da Unesp. São Paulo, 2018.

UNESP. Resolução nº 75, de 18 de novembro de 2020. Dispõe sobre o Regimento Geral da Extensão Universitária e Cultura na Unesp. São Paulo, 2020.

ZEICHNER, K. Repensando as conexões entre a formação na universidade e as experiências de campo na formação de professores em faculdades e universidades. Educação, Santa Maria, v. 35, n. 3, p. 479-504, 2010.

Publicado

30/12/2024

Cómo citar

SECONE, I. H.; MESSIAS, R. A. L. Primeras experiencias didácticas de lengua japonesa en centro de idiomas desde la perspectiva de graduados. Revista EntreLinguas, Araraquara, v. 10, n. 00, p. e024032, 2024. DOI: 10.29051/el.v10i00.18097. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/entrelinguas/article/view/18097. Acesso em: 10 ene. 2026.