Desigualdades ambientales en Brasil

la lente de la justicia climática y del racismo ambiental

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.47284/cdc.v25iesp2.20770

Palabras clave:

Desigualdades ambientales, Justicia climática, Racismo ambiental, Colonialidad climática

Resumen

El dossier presenta un conjunto de textos basados en la idea central de que la justicia climática no es un concepto homogéneo, sino un campo conceptual en disputa, apropiado por actores estatales, corporativos, multilaterales, comunitarios y académicos, a menudo con significados profundamente divergentes. Desde la perspectiva presentada, la justicia climática puede ser cooptada en representaciones tecnocráticas centradas en métricas e indicadores, pero también puede servir como plataforma de resistencia antirracista y anticolonial, siempre que se base en experiencias territoriales concretas.

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Biografía del autor/a

Pedro Henrique Campello Torres, Universidade Estadual Paulista

Universidade Estadual Paulista (UNESP) - Campus Litoral, Santos (SP), Brasil. Professor (RDIDP) da área de Ciências Ambientais no Departamento de Ciências Biológicas e Ambientais do Instituto de Biociências (UNESP), do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade de Ambientes Costeiros (PPGBAC) (UNESP), e, Professor e orientador no Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais (PROCAM), da USP.

Gabriel Pires de Araújo, Universidade de São Paulo

Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (PROCAM - IEE/USP). Doutorando em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental, com período sanduíche na University of Surrey (UoS - Reino Unido).

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Publicado

28/12/2025