La oralidad en la enseñanza del inglés y la alfabetización digital
un análisis en un libro didáctico de 9.º curso
DOI:
https://doi.org/10.29051/el.v11i00.19826Palabras clave:
Enseñanza del inglés, Oralidad, Alfabetización digitalResumen
Este artículo tiene como objetivo evaluar cómo el libro de texto de Lengua Inglesa de 9º grado, de la colección Joy Started, utilizado en la red de educación pública de Maranhão que orienta la alfabetización multimedia como recurso para desarrollar habilidades y competencias en el eje de la oralidad. Se centra en el eje de la oralidad, principalmente porque enseñar la oralidad en escuelas públicas o privadas sigue siendo un gran desafío para el aprendizaje de una lengua extranjera. El trabajo se basa en estudios de Lingüística Aplicada en la Enseñanza de Lenguas Extranjeras, estudios de Alfabetización Digital además de reflexiones y orientaciones provenientes de documentos oficiales de enseñanza. La metodología de esta investigación es bibliográfica. Los resultados muestran que el libro de texto analizado señala el camino, pero la implementación de las actividades presenta otros desafíos relevantes que deben ser considerados para una enseñanza eficaz de lenguas extranjeras mediada por tecnología.
Descargas
Citas
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 15 ago. 2024.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos: Língua Estrangeira. Brasília, DF: MECSEF, 1998. Disponível em: https://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pcn_estrangeira.pdf. Acesso em: 15 ago. 2024.
BRITISH COUNCIL. O ensino de inglês na educação pública brasileira: elaborado com exclusividade para o British Council pelo Instituto de Pesquisas Plano CDE. São Paulo: British Council; Instituto de Pesquisas Plano CDE, 2015. Disponível em: https://www.britishcouncil.org.br/sites/default/files/estudo_oensinodoinglesnaeducacaopublicabrasileira.pdf. Acesso em: 10 out. 2024.
CYPRIANO, A. P. T. M. S. Documentos oficiais e oralidade em língua adicional no ensino básico. In: PINHO, J. R. D. A oralidade no ensino de línguas estrangeiras. São Paulo: Parábola, 2022. p. 13-26.
DUDENEY, G.; HOCLY, N.; PEGRUM, M. Letramentos digitais. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.
FTD EDUCAÇÃO. PNLD 2024: objeto 1: Joy Starter. [S. l.: s. n.], 2023. 1 vídeo (2 min 39 s). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-9-x-_HXGz0. Acesso em: 16 jul. 2024.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Cidades IBGE: Santa Luzia. 2022. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ma/santa-luzia/panorama. Acesso em: 8 out. 2024.
KENSKI, V. M.. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas, SP. Papirus, 2007.
MARANHÃO. Documento Curricular do Território Maranhense: para a educação infantil e o ensino fundamental. Rio de Janeiro: FGV, 2019.
MARTINS, S. F. Oralidade em língua inglesa na escola pública: contribuição de uma proposta pedagógica baseada em vídeos. Olhares & Trilhas, v. 24, n. 1, p. 1-17, 2022. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/olharesetrilhas/article/download/64185/33990/290228. Acesso em: 1 out. 2024.
MORAN, J. M. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus. 2000.
OLIVEIRA, D. A. S. Joy Starter: 9º ano: ensino fundamental: anos finais: livro do aluno. São Paulo: FTD, 2022.
PAIVA, V. L. M. Tecnologias digitais para o desenvolvimento de habilidades orais em inglês. DELTA: Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, v. 34, n. 4, p. 1330-1351, 2018. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/delta/article/view/40950/27635. Acesso em: 5 out. 2024.
PINHO, J. R. D. A oralidade no ensino de línguas estrangeiras. São Paulo: Parábola, 2022.
ROJO, R. H. R. Novos multiletramentos e protótipos de ensino: por um web-currículo. In: CORDEIRO, G. S.; BARROS, E. M. D.; GONÇALVES, A. V. (org.). Letramentos, objetos e instrumentos de ensino: gêneros textuais, sequências e gestos didáticos. Campinas, SP: Pontes Editores, 2017. p. 189-216.
ROJO, R. H. R. Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. In: ROJO, R. H. R.; MOURA, E. Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. p. 11-31.
SANTOS JORGE, M. L; TENUTA, A. M. O lugar de aprender língua estrangeira é a escola: o papel do livro didático. In: LIMA, D. C.(org.). Inglês em escolas públicas não funciona: uma questão, múltiplo olhares. São Paulo: Parábola Editorial, 2011. p. 121-132.
SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
SUZUKI, S.; KORMOS, J. The multidimensionality of second language oral fluency: interfacing cognitive fluency and utterance fluency. Studies in Second Language Acquisition, v. 45, n. 1, p. 38-64, 2023.
ZACHARIAS, V. R. C. Letramento Digital: desafios e possibilidades para o ensino. In: COSCARELLI, C. V. (org.). Tecnologias para aprender. São Paulo: Parábola Editorial, 2016. p. 15-29.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Os manuscritos aceitos e publicados são de propriedade da Revista EntreLínguas. Os artigos publicados e as referências citadas na Revista EntreLínguas são de inteira responsabilidade de seus autores.
Transferência de direitos autorais – autorização para publicação
Caso o artigo submetido seja aprovado para publicação, já fica acordado que o(s) autor(es) autoriza(m) a UNESP a reproduzi-lo e publicá-lo na EntreLínguas, entendendo-se os termos “reprodução” e “publicação” conforme definição respectivamente dos incisos VI e I do artigo 5° da Lei 9610/98. O artigo poderá ser acessado pela rede mundial de computadores (Internet), sendo permitidas, a título gratuito, a consulta e a reprodução de exemplar do artigo para uso próprio de quem a consulta, desde que haja a citação ao texto consultado. Essa autorização de publicação 328 EntreLínguas, Araraquara, v. 1, n .2, p. 323-328, jul./dez. 2015 não tem limitação de tempo, ficando a UNESP responsável pela manutenção da identificação do(s) autor(es) do artigo. Os artigos publicados e as referências citadas na Revista EntreLínguas são de inteira responsabilidade de seus autores.

