Obstáculos para una política lingüística educativa decolonial en el curso de inglés de una universidad pública en Ceará
DOI:
https://doi.org/10.29051/el.v11i00.20015Palabras clave:
Decolonialidad, Planificación Lingüística, Curriculum, Formación DocenteResumen
Las políticas lingüísticas potencian la comprensión y las luchas por los cambios necesarios en los contextos educativos y son esenciales en la actualidad, cuando los procesos de globalización y el uso de recursos tecnológicos hacen que, cada vez más, las ideas conservadoras y poco contextualizadas con las demandas de la sociedad contemporánea queden obsoletas. A través de procedimientos del análisis dialógico del discurso (Bakhtin, [1920]2010; 2016), este estudio explora la importancia de una planificación lingüística educativa (Shohamy, 2006) en la formación de profesores de inglés. El análisis de los datos considera investigaciones previas (Lins Jr., 2019, Lins Jr.; Moraes, 2023) realizadas en la Universidad Estatal Vale do Acaraú, y los resultados apuntan a un currículo colonizado(r) y sus implicaciones en la formación de los futuros docentes egresados de esta institución.
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