Leitura, interpretação e transcriação: concepções do ato tradutório entre estudiosos da filosofia alemã

Maria Claudia Bontempi Pizzi, Cibele Cecilio de Faria Rozenfeld

Resumo


O interesse na aprendizagem de alemão é frequentemente desencadeado pelo desejo e pela necessidade de leitura de textos alemães em sua língua de partida, fato comumente observável entre alunos oriundos do campo da filosofia. Este trabalho tem o intuito de apresentar um curso de alemão elaborado na modalidade a distância para estudiosos do campo da filosofia – que buscavam aprimoramento linguístico para melhor compreenderem textos em língua de partida da área – e de lançar luzes sobre diferentes concepções de tradução. Para tanto, descreveremos o curso realizado e analisaremos as discussões de quatro fóruns online, buscando identificar as noções de tradução imbuídas entre os participantes do curso. Os resultados apontam, de um lado, para a validade de cursos a distância para o trabalho com alunos de alemão com demandas específicas, por exemplo, que buscam a compreensão e tradução de textos filosóficos; por outro lado, foi possível reconhecer diferentes concepções de tradução. Buscamos com este trabalho contribuir para o campo dos estudos tradutórios, ao mesmo tempo em que evidenciamos um caminho interessante a ser percorrido no campo do ensino e aprendizagem de alemão como língua estrangeria.


Palavras-chave


Ensino e aprendizagem de alemão como língua estrangeira; Alemão instrumental para leitores de filosofia; Ato tradutório; Ensino de alemão à distância;

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