Entre el trauma y el cuidado
prácticas educativas, coregulación y transformación relacional de familias en contextos de vulnerabilidad social
DOI:
https://doi.org/10.30715/doxa.v27iesp.1.21483Palabras clave:
Trauma del desarrollo, Parentalidad, Prácticas educativas, Vulnerabilidad social, Grupos reflexivosResumen
Este artículo propone una reinterpretación de las prácticas parentales en contextos de vulnerabilidad social a la luz de la teoría del trauma del desarrollo, articulando contribuciones del Pensamiento Sistémico, la Teoría de la Complejidad, el Construccionismo Social, la Neurobiología Relacional y la Terapia Narrativa. El estudio realiza una reinterpretación hermenéutica y retrospectiva de un acervo producido en dos investigaciones previas con familias vinculadas a la Associação Meninos do Morumbi, en São Paulo, Brasil, entre 2001 y 2010, en la Pontificia Universidad Católica de São Paulo (PUC-SP). Las investigaciones originales combinaron enfoques cualitativos y cuantitativos, incluidos Grupos Reflexivos, Grupos Focales, sesiones de atención familiar, genogramas y el Inventario de Estilos Parentales. El análisis comprendió las prácticas parentales violentas e inconsistentes como expresiones de sufrimiento relacional, desregulación emocional y transmisión intergeneracional del trauma, y no únicamente como fallas morales o déficits educativos. Se evidenció el papel de los Grupos Reflexivos en la promoción de la corregulación, la reflexividad y la reautoría parental. Se concluye que este enfoque amplía la comprensión de la parentalidad, desplazando el foco de la culpabilización individual hacia una perspectiva relacional.
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