Formação de professores e profissionais como apoio a inclusão e participação de pessoas com surdocegueira

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22633/rpge.v27iesp.1.17930

Palavras-chave:

Surdocegueira, Deficiência Múltipla Sensorial, Formação continuada, Inclusão, Acessibilidade

Resumo

Este artigo visa retratar a formação continuada de professores e profissionais para atuação na surdocegueira e na deficiência múltipla sensorial, nas funções de guia-intérprete e instrutor mediador. As formações ocorreram durante o período de pandemia, causada pelo COVID-19, entre setembro de 2020 e agosto de 2021. Tem-se como metodologia apresentar a organização do curso, totalmente remoto, que ocorreu com a parceria entre a SMPED e o Grupo Brasil. Foram selecionados 70 profissionais da prefeitura de São Paulo, sendo professores e intérpretes de Libras, para participar do curso de guia-intérprete e 15 profissionais de diferentes cidades do Brasil, entre professores e intérpretes, para a função de instrutor mediador. Como resultado, destaca-se a forma como ocorreram as atividades síncronas, práticas e estágios, sendo que garantiu a efetivação e participação das pessoas com surdocegueira e deficiência múltipla sensorial em diferentes situações do dia a dia, como telejornais, leitura de livros e participação em congressos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Shirley Rodrigues Maia, Associação Educacional para Múltipla Deficiência

Sócia Fundadora. Pós-doutorado (UFSCAR).

Fernanda Cristina Falkoski, Associação Educacional para Múltipla Deficiência

Coordenadora Pedagógica. Doutoranda em Educação Especial (UFSCAR).

Referências

BARROSO, D. T. et al. O papel do instrutor mediador para promover a escolarização e o acesso à aprendizagem pelas pessoas com deficiência múltipla sensorial e com surdocegueira. In: SILVEIRA, É. L.; SANTANA, W. K. F. (org.). Educação, Linguagens e Ensino: saberes Interconstitutivos. São Carlos, SP: Pedro & João Editores, 2021.

BRASIL. Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, 2000. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L10098.htm. Acesso em: 28 out. 2021.

BRASIL. Resolução CNE/CEB n. 2, de 11 de setembro de 2001. Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília, DF: MEC, 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0201.pdf. Acesso em: 28 out. 2021.

BRASIL. Decreto n. 5296, de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, 2004. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/D5296.htm. Acesso em: 28 out. 2021.

BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº 948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de janeiro de 2008. Brasília, MEC, 2008. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf. Acesso em: 28 out. 2021.

FALKOSKI, F. C. et al. Caderno Técnico sobre Surdocegueira e Deficiência Múltipla Sensorial. São Paulo, 2021. No prelo.

MAIA, S. R. A educação do Surdocego: Diretrizes Básicas para pessoas não especializadas. 2004. Dissertação (Mestrado em Distúrbios do Desenvolvimento) – Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2004. Disponível em: https://perkinsglobalcommunity.org/lac/wp-content/uploads/2021/02/A-Educacao-do-Surdocego-–-Diretrizes-Basicas-para-Pessoas-nao-Especializadas_autor-Maia-Shirley.pdf. Acesso em: 12 ago. 2022.

PLAZAS, M. M. R. Programa de Capacitación de guias-intérpretes empíricos para personas sordociegas. (Apostila). Santafé de Bogotá, 1999.

WATANABE, D. R. O estado da arte da produção científica na área da surdocegueira no Brasil de 1999 a 2015. 2017. Dissertação (Mestrado em Educação Especial) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-13062017-112304/publico/DALVA_ROSA_WATANABE_rev.pdf. Acesso em: 10 jun. 2022.

Publicado

13/05/2023

Como Citar

MAIA, S. R.; FALKOSKI, F. C. Formação de professores e profissionais como apoio a inclusão e participação de pessoas com surdocegueira. Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, v. 27, n. esp.1, p. e023013, 2023. DOI: 10.22633/rpge.v27iesp.1.17930. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/rpge/article/view/17930. Acesso em: 18 jul. 2024.