Avaliação na perspectiva da Pedagogia Histórico-Crítica

Autores

  • Giselle Modé Magalhães Psicóloga, mestre em Educação Escolar pela Universidade Estadual Paulista – UNESP Araraquara e doutoranda pela mesma Universidade.
  • Ana Carolina Galvão Marsiglia Pedagoga, doutora em Educação Escolar pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Araraquara, docente do Centro de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo.

DOI:

https://doi.org/10.22633/rpge.v0i15.9354

Resumo

O presente artigo trata do conceito de avaliação escolar na perspectiva da pedagogia histórico-crítica. Apresenta-se neste trabalho uma contraposição à abordagem construtivista, expressa em documento oficial do MEC (“Orientações pedagógicas para a formação de educadoras e educadores”), bem como no da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (“Letra e Vida”), na medida em que se defende neste texto a verificação do desempenho do aluno com vistas a replanejar e reorganizar seu processo de aprendizagem. As autoras afirmam que há uma contradição entre o que está previsto nos documentos oficiais e seus resultados efetivos na avaliação dos alunos, o que pode ser superado com a clara determinação pelo professor da trajetória da aprendizagem, ou seja, o que, para quem, para que e como ensinar? Conclui-se que a avaliação, uma vez bem conduzida, ajuda a ensinar mais e melhor, uma vez que reorienta as ações do professor na árdua, porém, nobre tarefa de propiciar ao aluno ascender do concreto ao abstrato e retornar ao “concreto pensado”, ampliando cada vez mais o seu desenvolvimento afetivo-cognitivo.

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Publicado

02/02/2017

Como Citar

MAGALHÃES, G. M.; MARSIGLIA, A. C. G. Avaliação na perspectiva da Pedagogia Histórico-Crítica. Revista on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, n. 15, 2017. DOI: 10.22633/rpge.v0i15.9354. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/rpge/article/view/9354. Acesso em: 15 abr. 2021.

Edição

Seção

Artigos