Concepções de professoras acerca do desenvolvimento da linguagem de crianças participantes de um programa de estimulação essencial

Autores

  • Karolina Siebert Sapelli Schadeck Graduada em Psicologia. Especialista em Educação Especial. Mestre em Educação. UNICENTRO - Universidade e da Universidade Estadual do Centro-Oeste. Paraná. Guarapuava – PR - Brasil. 85040-080
  • Jáima Pinheiro de Oliveira Pós-doutora em Educação. UNESP - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Mestre em Educação Especial. UFSCar - Universidade Federal de São Carlos. Professora Assistente Doutora do Departamento de Educação Especial. UNESP - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Filosofia e Ciências. Marília – SP – Brasil. 17525-900

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v10i4.6702

Resumo

O presente estudo teve por objetivo identificar as concepções de professoras acerca do desenvolvimento da linguagem de crianças participantes de um programa de estimulação essencial. Participaram do estudo duas professoras e duas auxiliares que atuam numa Escola de Ensino Básico, na modalidade de Educação Especial (APAE), de um município do interior do Paraná. Foram realizadas entrevistas semiabertas, com o uso de um roteiro semiestruturado. O registro das entrevistas foi realizado com gravador. Em seguida, estas foram transcritas na íntegra e analisadas por meio de categorização temática. A partir dos dados coletados, foram elaboradas cinco categorias de análise. Foi utilizado como base dessa discussão, o referencial teórico de Vygotsky, além de estudos atuais sobre a temática. As entrevistas evidenciaram que as concepções das participantes sobre linguagem estão intimamente relacionadas ao desenvolvimento da fala, relativizando a importância das outras formas de linguagem e até mesmo estabelecendo confusões entre oralidade e linguagem. Além disso, prevalece nos relatos das participantes a função comunicativa da linguagem, e são praticamente inexistentes concepções sobre a importância desta habilidade para as demais funções psicológicas superiores ou como conteúdo estruturante da escolarização destas crianças.

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Biografia do Autor

Karolina Siebert Sapelli Schadeck, Graduada em Psicologia. Especialista em Educação Especial. Mestre em Educação. UNICENTRO - Universidade e da Universidade Estadual do Centro-Oeste. Paraná. Guarapuava – PR - Brasil. 85040-080

Graduada em Psicologia. Especialista em Educação Especial. Mestre em Educação pela Universidade e da Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), Paraná. Professora Colaboradora do Departamento de Pedagogia da UNICENTRO.

Jáima Pinheiro de Oliveira, Pós-doutora em Educação. UNESP - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Mestre em Educação Especial. UFSCar - Universidade Federal de São Carlos. Professora Assistente Doutora do Departamento de Educação Especial. UNESP - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Filosofia e Ciências. Marília – SP – Brasil. 17525-900

Docente do Departamento de Educação Especial da Faculdade de Filosofia de Ciências (FFC) da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Marília, SP; Credenciada junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação deta mesma Faculdade.  

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Publicado

18/12/2015

Como Citar

SCHADECK, K. S. S.; OLIVEIRA, J. P. de. Concepções de professoras acerca do desenvolvimento da linguagem de crianças participantes de um programa de estimulação essencial. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 10, n. 4, p. 1165–1185, 2015. DOI: 10.21723/riaee.v10i4.6702. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/6702. Acesso em: 4 ago. 2021.

Edição

Seção

Artigos