Exploração sexual de menores e o papel da instituição escolar

Autores

  • Ana Claudia Figueiredo Rebolho Doutoranda em Educação Escolar. UNESP – Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Letras – Pós-Graduação em Educação Escolar. Araraquara – SP – Brasil.
  • Silvia A. de Sousa Fernandes CUML - Centro Universitário Moura Lacerda. Pós-Graduação em Educação. Ribeirão Preto – SP – Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v7i1.5373

Resumo

A prostituição é uma atividade que gera constantes conflitos e controvérsias. A maneira como é praticada acarreta, em algumas situações específicas, enquadramento legal. O trabalho é resultado de uma pesquisa de mestrado que objetivou analisar as concepções de gestores e professores que convivem com a Exploração Sexual de Menores, em duas escolas da rede estadual de ensino de um município do interior do Estado de São Paulo. Objetivou, também, identificar se o tema exploração sexual de menores faz parte dos currículos escolares nas escolas pesquisadas e como é abordado pelos professores. Trata-se de uma pesquisa qualitativa em educação. Utilizou-se como estratégia de coleta de dados a aplicação de questionário com gestores e professores das instituições de ensino pesquisadas. Identificou-se que os docentes raramente abordam a temática estudada em suas aulas e afirmam sentir-se despreparados para este trabalho. Conclui-se que a escola é um lugar privilegiado onde a Educação Sexual deve ser trabalhada, principalmente no sentido de educar seus alunos a não adentrar no mundo da exploração sexual.

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Como Citar

REBOLHO, A. C. F.; FERNANDES, S. A. de S. Exploração sexual de menores e o papel da instituição escolar. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 7, n. 1, p. 123–135, 2012. DOI: 10.21723/riaee.v7i1.5373. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/5373. Acesso em: 25 fev. 2021.

Edição

Seção

Artigos