A formação do intérprete educacional e sua atuação em sala de aula

Luiz Cláudio Oliveira Antonio, Paola Rodrigues Mota, Celeste Azulay Kelman

Resumo


É fundamental contar com a participação do intérprete educacional de Língua de Sinais (LS) na inclusão. Esse artigo aborda a formação e as diferentes funções dos intérpretes em contextos educacionais inclusivos. Basta ser conhecedor da LS? Isso garante ao intérprete o sucesso em sua função? É preciso também agir como mediador entre professor e os alunos surdos, buscando promover a compreensão. Nessa pesquisa foram realizadas entrevistas semiestruturadas com onze intérpretes que atuam na inclusão, buscando conhecer a formação inicial, o tempo de exercício profissional, quais as motivações e quais as funções que desempenha na sala de aula e na escola. Resultados apontam a ausência de planejamento conjunto professor-intérprete e de acesso prévio aos conteúdos apresentados em sala. Verificou-se que quando o intérprete age pedagogicamente, crianças surdas aprendem mais.

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DOI: https://doi.org/10.21723/riaee.v10i3.8105



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Rev. Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, SP, Brasil, e-ISSN: 1982-5587, ISSN: 2446-8606.

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