Contribuição para a análise do método cubano de alfabetização ‘yo, sí puedo’ (sim, eu posso) à luz da abordagem histórico-cultural

Autores

  • Laura Domínguez García Profesora Facultad de Psicología Universidad de La Habana
  • Francisco José Carvalho Mazzeu
  • Juliana Aparecida Poroloniczak

DOI:

https://doi.org/10.21723/riaee.v11.n.esp4.9207

Palavras-chave:

Método Cubano “Sim, eu posso” (Yo, sí puedo). Teoria histórico-cultural. Educação de Jovens e Adultos. Analfabetismo.

Resumo

Este artigo traz uma contribuição para a análise do método de alfabetização de jovens e adultos “Sim, eu posso” (Yo, sí puedo), elaborado em Cuba em 1999 e adotado em quase 30 países, especialmente da América Latina. No Brasil o MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra realizou uma adaptação local e vem utilizando esse método junto às suas bases desde 2007. Embora tenha essa abrangência, há poucos estudos sobre os fundamentos teóricos desse método. Numa análise preliminar é possível perceber ligações com a teoria Histórico-Cultural, desenvolvida por Vygotski e colaboradores, além de elementos do pensamento de Paulo Freire. O aprofundamento da análise desses fundamentos se coloca como um desafio fundamental para que a adoção e a utilização do método sejam feitas de modo mais intencional, além de contribuir para o seu aperfeiçoamento. Novos métodos como esse podem ser de grande ajuda para subsidiar políticas públicas e ações da sociedade civil organizada, que acelerem a redução do analfabetismo entre jovens e adultos no Brasil.

Biografia do Autor

Laura Domínguez García, Profesora Facultad de Psicología Universidad de La Habana

Graduada de la Licenciatura en psicología 1977

Doctora en Ciencias Psicológicas 1992

Profesora Titular 2006

Jefe del Dpto. Formación Básica

Publicado

30/12/2016

Como Citar

GARCÍA, L. D.; MAZZEU, F. J. C.; POROLONICZAK, J. A. Contribuição para a análise do método cubano de alfabetização ‘yo, sí puedo’ (sim, eu posso) à luz da abordagem histórico-cultural. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, p. 2517–2537, 2016. DOI: 10.21723/riaee.v11.n.esp4.9207. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/9207. Acesso em: 28 fev. 2021.