Cursos superiores de tecnologia: fundamentos, controvérsias & desafios

Mauro Lúcio Batista Cazarotti, Sueli Teresinha de Abreu Bernardes

Resumo


Esta pesquisa tem como tema os Cursos Superiores de Tecnologia no Brasil. Desenvolvida na Linha de Pesquisa “Processos educacionais e seus fundamentos”, vincula-se ao Núcleo de Estudos sobre o Professor, a Arte e a Filosofia – NEPAFi. A observação de que a formação acadêmica de nível superior no Brasil sempre foi destinada às elites, o aumento das demandas do mercado de trabalho e a influência do pensamento neoliberal. O recorte temporal para este estudo abrange os anos de 1969-2005, período que representa, respectivamente, o início da implantação dos CST no Brasil e o declínio da criação desses cursos no país. A pesquisa bibliográfica tem como aporte autores como Lima e Mioto (2007) e a análise documental fundamenta-se em Cellard (2008). Como resultados, constata-se que a proposta de cursos de tecnologia vigentes pode contribuir de modo significativo para que os indivíduos tenham uma formação efetiva em nível superior nessa área.


Palavras-chave


Cursos superiores de tecnologia; Educação profissional; Educação e trabalho; Fundamentos; controvérsias e desafios.

Texto completo:

PDF XML

Referências


ALVES, L. A. M. História da Educação uma introdução. Porto/Portugal: Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Biblioteca digital, 2012.

APPOLINÁRIO, F. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Editora Atlas, 2004.

ARAUJO, A. B. Educação tecnológica para a indústria brasileira. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, Natal, v. 1, n. 1, jun. 2008. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf3/rev_brasileira.pdf. Acesso em 20 jan. 2016.

AZEVEDO, A. J. A influência da pedagogia tecnicista na prática docente de uma escola de educação básica. Revista Científica Eletrônica de Pedagogia, ano XI, n. 21, jan. 2013. Disponível em: . Acesso em: 23 mai. 2015.

AZEVEDO, J. C. Globalização, tecnicismo e os desafios para uma educação comprometida com a formação humana. Rizoma freireano, v. 10, jul./dez. 2011. Disponível em: http://www.rizoma-freireano.org/index.php/globalizacao-tecnicismo-e-os-desafios-para-uma-educacao-comprometida-com-a-formacao-humana-jose-clovis-de-azevedo. Acesso em: 02 jul. 2015.

AZEVEDO, L. A. de. De CEFET a IFET. Cursos superiores de tecnologia no Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina: gênese de uma nova institucionalidade? 2011, 383 f. Tese (Doutorado em Educação) - Centro de Ciências da Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, 2011. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/95223/298315.pdf?sequence=1&isAllowed=y Acesso em: 3 dez. 2016.

BACCEGA, M. A. Conhecimento, informação e conhecimento. Comunicação & Educação, São Paulo, 111:7-16, jan./abr. 1998. Disponível em: http://revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/view/4062/3814. Acesso em: 25 abr. 2015.

BARROS, L.; SOUSA, J. A. Fundamentos, Características y Perspectivas de la Educación Tecnológica. Boletin Cinterfor, n. 141, p. 7-28, out./ dez. 1997.

BEATRICI, R. F. A educação como cultura. REP - Revista Espaço Pedagógico, Passo Fundo, v. 16, n. 2, p. 171-175, jul./dez. 2009.

BRANDÃO, M. Cursos superiores de tecnologia: democratização do acesso ao ensino superior? In: REUNIÃO ANUAL DA ANPED, 29, 2009. Anais... Caxambu: ANPEd, 2009. Disponível em: —Int.pdf. Acesso em: set. 2016.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB 9.394/1996

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP 1/2002.Institui as diretrizes curriculares nacionais para a formação de professores da educação básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Brasília, DF, 2002a.

BRASIL. Resolução CNE/CP nº 3/2002. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos Cursos Superiores de Tecnologia. Brasília, DF, 2002. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf_legislacao/rede/legisla_rede_resol03.pdf. Acesso: 23 nov. 2016.

BRASIL. Decreto n° 5.154, de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 24 jul. 2004. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5154.htm . Acesso em: 30 abr.2017.

BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 1/2005. Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio e para a Educação Profissional Técnica de nível médio às disposições do Decreto nº 5.154/2004. Disponível em:https://www.legisweb.com.br/legisweb_novo/legislacao/?id=103150. Acesso em: 30 abr. 2017.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. Brasília, DF, 2006.

BRASIL. Expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. 2014b. Disponível em:

BRASIL. Políticas públicas para a educação profissional e tecnológica. Brasília, DF, 2004.

BRASIL. Os sete saberes necessários à educação do futuro.

BRASIL. Plano Nacional da Educação. Brasília, DF, 2014.

BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Plano Nacional de Educação-PNE - 2014-2014. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 3 dez. 2016.

CÂMARA, C. A. Docência no ensino superior: um desafio para a formação? Revista Científica Eletrônica de Ciências Sociais Aplicadas da Eduvale: publicação científica da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Vale de São Lourenço, Jaciara, ano 3, n. 5, out. 2010.

CASTELLS, M. A. Sociedade em Rede. 11. ed. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2008. vol. 1.

CELLARD, A. A análise documental. In: POUPART, Jean et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis: Vozes, 2008 (Coleção Sociologia).

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA. Perfil e histórico. São Paulo, 2015. Disponível em: http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/quem-somos/perfil-historico/. Acesso em: jul.2015.

COELHO, S. L. B. Repensando um Projeto de Educação Tecnológica Referenciado na Formação do cidadão-técnico: algumas reflexões para a formulação de novas propostas educativas. Educação & Tecnologia, Belo Horizonte, n. 2, p. 52-56, jul./dez. 1997.

COLOMBO, C.R.; BAZZO, W.A. Educação tecnológica contextualizada, ferramenta essencial para o desenvolvimento social brasileiro. Biblioteca Digital da OEI. 2002.

CONSELHO DE DIRIGENTES DOS CENTROS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA. Manifestação do CONCEFET sobre os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. 2007. Disponível em: www.celia.na web.net/pasta8/CONCEFET_Manifestacao_IFET.pdf. Acesso em: 10 jun. 2015.

COSTA, E.; FARIAS, E. Formação de professores profissionais: perspectivas e vicissitudes na formação em serviço. 2008. Disponível em: http://www.infoeducativa.com.br/index.asp?page=artigo&id=20. Acesso em: abr. 2016.

CUNHA, L. A. O ensino industrial-manufatureiro no Brasil. Revista Brasileira de Educação, n. 14, p. 89-107, 2000. Disponível em: http://189.1.169.50/rbe/rbedigital/RBDE14/RBDE14_07_LUIZ_ANTONIO_CUNHA.pdf. Acesso em: 09 set. 2016.

DONATO, A. Em torno de algumas questões educacionais. Oboré Projetos Especiais em Comunicações e Artes. Disponível em: http://www.obore.com.br/artigosIntegra.asp?cd=49. Acesso em: jul. 2015.

DRUCKER, P. F. On the profession of Management. Cambridge, Mass.: Harvard Business School Press, 2001.

DUCH, M. A. B. G.; LAUDARES, J. B. Estudo da implementação de cursos superiores de Tecnologia por instituições de ensino superior mineiras. Trabalho & Educação, v.18, n.1, p. 133-154, jan./abr.2009. Disponível em: https://seer.ufmg.br/index.php/trabedu/article/view/7031 . Acesso: 29 abr. 2017.

FELIZARDO, J. M. Capitalismo, organização do trabalho e tecnologia da produção e seus impactos na qualificação da força de trabalho. 2010. Revista Labor, n. 3, v. 1, 2010. Disponível em: <>. Acesso em: mai. 2016.

FERRARI, M.E.F. O momento atual é interessante porque põe a escola em crise. Nova Escola. São Paulo, 2014. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/momento-atual-423395.shtml. Acesso em: abr. 2015.

FERREIRA, C. M. L. A educação tecnológica no terceiro milênio: implicações do pensamento complexo de Edgar Morin. 2013. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-22012014-142955/en.php. Acesso em: abr. 2016.

FERRETTI, C. J. Formação profissional e reforma do ensino técnico no Brasil: anos 90. Educação & Sociedade, ano XVIII, nº 59, agosto/1997. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v18n59/18n59a01.pdf. Acesso em: jun. 2015.

FONSECA, C. S. História do ensino industrial no Brasil. Rio de Janeiro: Escola Técnica, 1961.

FREIRE, P. Educação e mudança. 12. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1979.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra. 1970.

FRIGOTTO, G. Globalização e crise do emprego: mistificações e perspectivas da formação técnico-profissional. Boletim SENAC, v. 2, n. 25, 1999.

FRIGOTTO, G. Relação da educação profissional e tecnológica com a universalização da educação básica. In: CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA, 1, 2016, Brasília. Anais... Disponível em: http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/conferencia_curriculo_frigoto.pdf. Acesso em: set. 2016.

GADOTTI, M. Trabalho e educação numa perspectiva emancipatória. In: Fórum mundial de educação profissional e tecnológica, 2., 2012, Florianópolis.

GARCÍA, M. I. G. Ciencia, Tecnologia y Sociedad: una introducción al estudio social de la ciencia y la tecnología. Madrid: Tecnos, 2000.

GENTILE, P. B. T. Precisamos de cidadãos do mundo. Nova Escola, São Paulo, ed. 149, 2002. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/precisamos-cidadaos-mundo-425252.shtml. Acesso em: abr. 2015.

GOULART, J.; GERBELLI, L. G.; PEREIRA, R. 20 anos de Plano Real: sete reflexões sobre a estabilização. Estadão, São Paulo, 30 jun. 2014. Economia.

GUZMÁN, J. Y. Las TIC y la crisis de la educación: algunas claves para su comprensión. 2016.

GRINSPUN, M. P. S. Z. A prática dos orientadores educacionais.4. ed. São Paulo: Cortez, 2001

HEIDEGGER, M. Serenidade. Tradução: Maria Madalena Andrade e Olga Santos. Título Original: Gellassnheit. Editora. Piaget, 1969.

HOBSBAWM, E. Era dos extremos - o breve século XX. Ed. Companhia das letras. 1995.

JUCÁ, M. C.; OLIVEIRA, P. J.; SOUZA, R. J. Cursos Superiores Tecnológicos: um avanço da educação superior no Brasil. In: Colóquio internacional sobre gestion universitária em America del Sur, X. Argentina, 2010. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/97065/CURSOS%20SUPERIORES%20TECNOL%C3%93GICOS%20UM%20AVAN%C3%87O%20DA%20EDUCA%C3%87%C3%83O%20SUPERIO.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: out. 2015.

KUENZER, A. Z. Ensino médio e profissional: as políticas do Estado neoliberal. São Paulo: Cortez, 1997. (Questões da nossa época; v. 63). p. 12.

LIMA, T. C. S.; MIOTO, R. C. T. Procedimentos metodológicos na construção do conhecimento científico: a pesquisa bibliográfica. Revista Katalysis, v. 10, p. 35-45, 2007.

LIMA, F. B. G.; SILVA, K. A. C. P. C. A Consolidação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia: um estudo da concepção política. In: 36° Reunião Nacional da ANPEd, 2013. Anais...Goiânia, GO: ANPEd, 2013. Disponível em: http://36reuniao.anped.org.br/pdfs_trabalhos_aprovados/gt09_trabalhos_pdfs/gt09_2637_texto.pdf. acesso em abril de 2016.

LOPES, K. R.; MENDES, R.P.; FARIA, V.L.B. (orgs.). Livro de estudo. Brasília: MEC. SEB.SEAD. 36p. (Coleção PROINFANTIL; Unidade 2). 2005.

LOPES, M. R. C. Currículo prescritivo e disciplinador do estado de São Paulo (2008-2010): Geografia no Ensino Médio. Dissertação (Mestrado em Educação), Faculdade de Educação, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2014. Disponível em: https://sapientia.pucsp.br/bitstream/handle/10456/1/Maria%20Rita%20de%20Castro%20Lopes.pdf. Acesso em: abr. 2016.

LUCKESI, C. C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 2003.

MACHADO, L. R. S. Diferenciais inovadores na formação de professores para a educação profissional. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, v. 1, n. 1, jun. 2008. Disponível em: <. Acesso em: mai. 2015.

MARQUES, A. A. A pedagogia tecnicista: um breve panorama. Revista Eletrônica do Curso de Pedagogia do Campus Jataí UFG, v. 1, nº 12, 2012.

MASETTO, M. T. Docência na universidade. 9. ed. Campinas, SP: Papirus, 2008.

MÉDICI, A. Welfare State no Brasil. Curso de Formação de Formadores para Gestão de Políticas Públicas no Sistema Público de Emprego e Renda. 11 maio 2006. Disponível em: . Acesso em: abr. 2016.

MELLO, M. B. J. B. Motivação de alunos dos cursos superiores de tecnologia. 2015. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Faculdade de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-05082015-124851/pt-br.php. Acesso em: abr. 2016.

MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento; tradução Eloá Jacobina, 8. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2015.

O MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA (1932). A reconstrução educacional no Brasil - ao povo e ao governo. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, SP, n. especial, p.188–204, ago. 2006.

MOURA, D. H. A formação de docentes para a educação profissional e tecnológica. Revista Brasileira de Educação Profissional e Tecnológica. 2016.

NOSELLA, P.; AZEVEDO, M. L. N. A educação em Gramsci. Rev. Teoria e Prática da Educação, v. 15, n. 2, p. 25-33, mai./ago. 2012.

NUNES, T. S. F. Implicações da política de educação superior de tecnologia na constituição da docência nos cursos de graduação de tecnólogos. 2011, 298fl. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de Pernambuco, CE, Programa de Pós-graduação em Educação. Recife, PE, 2011.

NUNES DURÃES, M. Educação Técnica e Educação Tecnológica: múltiplos significados no contexto da educação profissional. Educação & Realidade. vol. 34, n. 33, set./dez. 2009.

ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS IBERO-AMERICANOS. Sistema Educativo Nacional de Brasil. 2010. Disponível em: http://www.oei.es/quipu/brasil/contexto.pdf. Acesso em: mai. 2016.

OLIVEIRA, J. F. A. C.; CARNEIRO, M. E. F. As políticas neoliberais para a educação profissional: analisando o governo Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva.

OLIVEIRA, M. R. N. S. Mudanças no mundo do trabalho: acertos e desacertos na proposta curricular para o ensino médio (Resolução CNE 03/98): diferenças entre formação técnica e formação tecnológica. Educação e Sociedade, Campinas, n. 70, p. 40-62, abr. 2000.

OLIVEIRA, M. M. Como fazer pesquisa qualitativa. Petrópolis: Vozes, 2011.

OLIVEIRA. S. Cursos superiores de tecnologia: concepções de tecnologia e perfis profissionais de conclusão. 2011. 158 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, 2011.

PACHECO, E. Os institutos federais. Brasília: Moderna, 2011.

PAIR, C. A. Formação profissional, ontem, hoje e amanhã. In: DELORS, Jacques (Org.). A Educação para o século XXI: questões e perspectivas. Porto Alegre: Artmed, 2005. p. 172-186.

PETEROSSI, H. G. Educação e mercado de trabalho: análise crítica dos cursos de tecnologia. São Paulo: Edições Loyola, 1980.

PIMENTA, S. G.; ANASTASIOU, L. G. C. Docência no ensino superior. São Paulo: Cortez, 2002. v. 1.

PIMENTEL, A. O método da análise documental: seu uso numa pesquisa historiográfica. Cadernos de Pesquisa, n.114, p.179-195, nov. 2001.

PRAXEDES, L.A. A formação para o trabalho em cursos superiores de tecnologia: uma análise a partir da perspectiva da ontologia do ser social marxiana. Dissertação (Mestrado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo horizonte, 2014.

RAJASEKAR, S.; PHILOMINATHAN, P.; CHINNATHAMBI, V. Research methodology. Physics. 2013. Disponível em: http://arxiv.org/pdf/physics/0601009.pdf. Acesso em: jun. 2016.

RAMOS, J. M. R. Dimensões da globalização: comunicações, economia, política e ética. Revista de Economia & Relações Internacionais, vol. 1 (21), n. 1, jul. 2002.

RECHIA, K. C.; SCHMIDT, L. L.; SCHARDONG, R. História da Educação I. Disciplina na modalidade a distância. Palhoça, RS: UnisulVirtual, 2006.

REIS, M. F. Educação Tecnológica: a montanha pariu um rato? Portugal: Porto Editora, 1995.

ROCHA, M. B. Cursos superiores de tecnologia: indicações de como se expande a educação superior no Brasil. In: REUNIÃO ANUAL ANPED, 35, 2012, Anais... Porto de Galinhas: ANPEd, 2012.

ROSETTI JÚNIOR, H.; SANTIAGO, R. A.; SCHIMIGUEL, J. Estudo curricular de cursos superiores de tecnologia e matemática financeira. HOLOS, ano 29, v. 2, p. 216-227, 2013.

SANTAGADA, S. Indicadores sociais: uma primeira abordagem social e histórica. Pensamento Plural, Pelotas, n. 01, p.113-142, jul/dez/2007. Disponível em

SANTOS, D. Graduação tecnológica no Brasil: crítica a expansão de vagas no ensino superior não universitário. 2009. Tese (Doutorado) Programa de Pós-graduação em Educação Brasileira, Faculdade de Educação – FACED, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2009.

SANTOS, D. G.; JIMÉNEZ, S. V. Graduação Tecnológica no Brasil: aproximações críticas preliminares. Linhas Críticas, Brasília, v. 15, n. 28, p. 171-185, jan./jun. 2009.

SANTOS, F. M. Significações de construtivismo na perspectiva de professores construtivistas e sua relação com práticas avaliativas. 2007. Dissertação (Mestrado em Educação) - Programa de Pós-graduação em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Católica de Brasília, Brasília, 2007.

SANTOS, M. H. Construindo a competência. São Paulo: Olho d’Água, 2004.

SANTOS, N. F. A formação inicial de professores de física em centros federais de educação tecnológica: contribuições e críticas. Rio de Janeiro. RJ. 2004. Dissertação (Mestrado em Educação) - Centro de Educação e Humanidades, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2004.

SAVIANI, D. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista Brasileira de Educação, v. 12, n. 34 jan./abr. 2007. Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, 2007.

SCHON, D. Educating the reflective practioner. São Francisco, CA: Jossey-Bass, 1987.

SCHUMPETER, J. A. Os Economistas. São Paulo: Abril Cultural, 2012.

SCHWARTZMAN, S. Por uma nova política de educação superior para o Brasil. 2007.

SCHWEDE, M. A.; FILHO, D. L. L. Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia: dos motivos para a sua constituição á produção da ciência e da tecnologia. In: 37° Reunião Nacional da ANPEd, out. 2015, Florianópolis.

SHIROMA, E. O.; MORAES, M. C. M.; EVANGELISTA, O. Política educacional. 4. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

SILVA, D. A. O papel do professor no processo ensino- aprendizagem face das contínuas e rápidas mudanças advindas no decorrer do séc. XXI. 2008.

SIMÕES, D. D. R. Ensino técnico: desde o período colonial à era neoliberal. Seminário nacional de estudos e pesquisas “história, sociedade e educação no Brasil”, História, educação e transformação: tendências e perspectivas, VIII, 2009. Anais... Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, 2009.

SOUSA JUNIOR, J. Trabalho e Educação: diálogos necessários. In: Reunião nacional da ANPED, 37, 2015. Anais... Florianópolis: ANPEd, 2015.

SOUZA, J. B. Política de expansão dos Cursos Superiores de Tecnologia: nova face da educação profissional e tecnológica. 2012. Tese - (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2012. Disponível em: <>. Acesso em: 15 abr. 2016.

TAKAHASHI, A.R.W. Cursos superiores de tecnologia em gestão: reflexões e implicações da expansão de uma (nova) modalidade de ensino superior em Administração no Brasil. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 44, n. 2, mar./abr. 2010.

TIGRE, P. B. Gestão da inovação. Rio de Janeiro: Campus, 2006.

TOIVONEN, M.; TUOMINEN, T. Emergence of innovations in services. Service Industries Journal, v. 29, n. 7, p. 887-902, 2009.

TORRES, M. Aula universitária e inovação. In: TORRES, M. Pedagogia universitária: a aula em foco. Campinas: Papirus, 2006. p. 30-45.

VAN DE VEN, A; POLLEY, D.; GARUD, R.; VENKATARAMAN, S. The innovation journey. New York: Oxford University Press, 2009.

VERASZTO, E. V. Tecnologia: buscando uma definição para o conceito. Prisma.com, n.07, 2008.

VIDAL, D. G.; FARIA FILHO, L. M. História da educação no Brasil: a constituição histórica do campo (1880-1970). Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 23, n. 45, pp. 37-70, jul. 2003.

ZARTH, P. A. et. al. Os caminhos da exclusão social. Ijuí: Editora Unijuí, 1998.

ZIBAS, D. M. L. Uma visão geral do ensino técnico no Brasil. [Texto apresentado no: Encuentro Internacional sobre Educación Técnico-Profesional, financiado pelo BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento e organizado pelo BID e pelo Ministerio de Educación, Ciencia y Tecnología de la Nación Argentina Buenos Aires, em 6 e 7 de dezembro de 2006]. Fundação Carlos Chagas, p. 4, jan. 2007. Disponível em: /uma-visao-geral-do-ensino-tecnico-no-brasil-fundaao-carlos-chagas_59f378691723dda6db89816f.html. Acesso em: 20 out. 2016.

ZYCH, A. C.; VASSÃO, A. M. A importância do estágio curricular na formação do profissional crítico. Congresso nacional de educação, XIII; Seminário de representações sociais, subjetividade e educação, II; Seminário internacional sobre profissionalização docente, IV, 2013. Anais... Curitiba, 2013.




DOI: https://doi.org/10.22633/rpge.v22i3.11368



Rev. on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, SP, Brasil, e-ISSN: 1519-9029

DOI prefix: 10.22633/rpge

Licença Creative Commons 

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.