Ensino comunicativo de línguas e os documentos oficiais da educação no Brasil: proximidades ou distanciamentos?

Wellington Alan da Rocha

Resumo


No presente artigo, realizarei a análise da crítica feita ao Ensino Comunicativo de Línguas no capítulo 4 das Orientações Curriculares para o Ensino Médio (OCEM) intitulado “Conhecimentos de Espanhol”. Nessa crítica é afirmado que a formação do cidadão crítico é desconsiderada nos debates referentes ao Movimento Comunicativo. Diante desse quadro, parto do pressuposto de que, na realidade, os documentos oficiais da Educação no Brasil e as premissas do Ensino Comunicativo apresentam grandes similaridades. Para comprovar minha ideia, analisarei alguns desses documentos e os princípios dessa metodologia para o ensino de línguas estrangeiras, inserindo-os no contexto histórico de nosso país, visto que somente observando essa relação que será possível, a meu ver, compreender esse estreito vínculo velado.


Palavras-chave


Ensino comunicativo; Educação; OCEM;

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DOI: https://doi.org/10.22633/rpge.v0i12.9323



Rev. on line de Política e Gestão Educacional, Araraquara, SP, Brasil, e-ISSN: 1519-9029

DOI prefix: 10.22633/rpge

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